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segunda-feira, agosto 09, 2010

Vergonha de ser Estadunidense




A propósito de Robert Crumb - Dicas da Caia

Há zilhões de coisas pra ver, de R. Crumb, na Internet. Numa busca de um minuto, separei o que aqui vai:


“A short history of America”, Robert Crumb,



“Stoned again. Lost Souls”, Robert Crumb,


“O Laerte Braga pensando o mundo a partir dos jornais”,


“A Folha de S.Paulo, com editores brasileiros, na FLIP, tentando pregar Crumb na parede (Crumb sempre escapa)” em


“I’m the devil”, em
(especialmente dedicado ao pessoal ‘verde’ e metido a pacifista-de-livro, natureba eco-‘ético’ pró-ficha-limpa): "Mr. Natural"



Em
: pode-se assistir a um filminho (falado em inglês, mas não faz falta: vê-se tuuuuuuuuuuuuudo) dos anos 60s, da vida de R.Crumb por R.Crumb. Vejam-lá.

E continua em . Não sei se haverá nas nossas listas muita gente que também tenha feito aquela viagem. Vocês são muito velhos.

vergonha de ser estadunidense





Brasil -
- O afamado quadrinhista Robert Crumb afirmou hoje que sente vergonha de ser estadunidense, ao assegurar que seu país se tornou um estado corporativo fascista, "o pior do mundo".

070810_crumbCrumb, considerado o pai dos comics underground e um dos símbolos da contracultura das décadas de 1960 e 1970 do século passado, participa na oitava Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) -pequena cidade a uns 230 quilômetros do RIo de Janeiro, junto a mais de trinta escritores de 14 países.
Ao participar numa das oficinas da FLIP, Crumb asseverou que se Estados Unidos fosse uma de suas personagens, a ilustração não teria um aspecto muito agradável, segundo uma reportagem da estatal Agência Brasil.
"Teria uma cara feia, porque Estados Unidos tornou-se um estado corporativo fascista, o pior do mundo. Obama tem boas intenções, mas não acho que possa fazer muito para mudar as coisas por lá, devido a que os poderes e as potências que vêm governando aquele país desde faz tantos anos já são parte daquilo", sublinhou o afamado autor de histórias em quadrinhos.
Crumb, que vive em França com sua família faz quase vinte anos, qualificou como museu a exposição de suas ilustrações e indicou que "participar desta festa também é estranho. Ainda me vejo como um cartunista, que é sempre omitido pelo mundo literário, uma pessoa que não deve ser levada a sério".
Perguntei a um escritor brasileiro por que eles queriam minha presença aqui e me disse que era uma questão de negócio, já que as editoras estão vendo as histórias em quadrinhos como algo sério e viável, referiu Crumb, e acrescentou que apesar disso é difícil encontrar editoras que apostem nos quadrinhos.
Mesmo reconhecendo que atualmente exista um escopo comercial muito forte, Crumb -que levou às histórias em quadrinhos obras de Franz Kafka, Charles Bukowski e Philip K. Dick- estimou que algumas indústrias pequenas abrem espaço para os trabalhos independentes e originais.
Interrogado sobre a reprodução digital das histórias em quadrinhos, Crumb foi enfático: "sou um artista do século 20, uso caneta e gosto de papel. Não tenho nenhum interesse na tecnologia moderna".
A oitava FLIP, que homenageia o escritor Gilberto Freyre, concluirá no próximo domingo e além de Crumb destacam entre os convidados desta edição a chilena Isabel Allende, autora da reconhecida Casa dos espíritos, e seu esposo, o advogado estadunidense William Gordon, com The ugly awarf, sua última obra.
Não menos importante é a presença de Salman Rushdie, que apresentará seu livro Luka e o Fogo da Vida, inspirado no mundo dos videojogos.
dogrupobeatrice

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