Páginas

quinta-feira, junho 06, 2013

brasil exporta gás lacrimogênio e spray de pimenta que lixo

Não bastasse a fama internacional de “país mais alienado e despolitizado do mundo”, o Brasil ganha notoriedade agora por um novo motivo: o destaque na exportação de gás lacrimogêneo. A expressão “Made in Brazil” estampada nos projéteis que vêm sendo utilizados na Turquia, no Barein, Emirados Árabes, entre outros, vem chamando a atenção de movimentos sociais internacionais em vários países devido aos crescentes problemas de saúde causados pelos produtos brasileiros. Tudo começou com a morte de um bebê no Barein após inalar o gás lacrimogêneo brasileiro, que resultou numa série de denúncias da Anistia Internacional contra a empresa brasileira Condor AS, líder na produção das chamadas “armas não-letais” na América Latina. Em abril deste ano, a empresa fechou um contrato de 12 milhões de dólares com o governo dos Emirados Árabes (onde é crescente o risco de protestos populares). A empresa, que é atualmente uma das principais apoiadas pela Agencia Brasileira de Promoção de Exportações (APEX) em feiras internacionais, vem se destacando como a única fornecedora de gás lacrimogêneo e pimenta, bombas de fumaça, balas de borracha e pistolas de choque (tasers), para diversos países como a Turquia (país que já importou mais de 600 toneladas de gás lacrimogêneo e de pimenta, ao custo de 21 milhões de dólares). No Brasil, a Condor AS possui contratos milionários tanto com o governo federal quanto com governos estaduais e prefeituras, os quais vêm equipando as forças policiais (PF, PM, GM, etc.), militares e outros órgãos, tanto no combate ao crack como na repressão a protestos sociais. Tais contratos, no entanto, deverão ser fortemente ampliados nos próximos meses em razão da preparação do país para eventuais protestos associados aos “grandes eventos” (Copa e Olimpíada), motivo pelo qual o governo federal já destinou até o momento 49 milhões de reais à Condor SA (reportagem especial de Ocupa a Rede Globo).
Não bastasse a fama internacional de “país mais alienado e despolitizado do mundo”, o Brasil ganha notoriedade agora por um novo motivo: o destaque na exportação de gás lacrimogêneo. A expressão “Made in Brazil” estampada nos projéteis que vêm sendo utilizados na Turquia, no Barein, Emirados Árabes, entre outros, vem chamando a atenção de movimentos sociais internacionais em vários países devido aos crescentes problemas de saúde causados pelos produtos brasileiros. Tudo começou com a morte de um bebê no Barein após inalar o gás lacrimogêneo brasileiro, que resultou numa série de denúncias da Anistia Internacional contra a empresa brasileira Condor AS, líder na produção das chamadas “armas não-letais” na América Latina. Em abril deste ano, a empresa fechou um contrato de 12 milhões de dólares com o governo dos Emirados Árabes (onde é crescente o risco de protestos populares). A empresa, que é atualmente uma das principais apoiadas pela Agencia Brasileira de Promoção de Exportações (APEX) em feiras internacionais, vem se destacando como a única fornecedora de gás lacrimogêneo e pimenta, bombas de fumaça, balas de borracha e pistolas de choque (tasers), para diversos países como a Turquia (país que já importou mais de 600 toneladas de gás lacrimogêneo e de pimenta, ao custo de 21 milhões de dólares). No Brasil, a Condor AS possui contratos milionários tanto com o governo federal quanto com governos estaduais e prefeituras, os quais vêm equipando as forças policiais (PF, PM, GM, etc.), militares e outros órgãos, tanto no combate ao crack como na repressão a protestos sociais. Tais contratos, no entanto, deverão ser fortemente ampliados nos próximos meses em razão da preparação do país para eventuais protestos associados aos “grandes eventos” (Copa e Olimpíada), motivo pelo qual o governo federal já destinou até o momento 49 milhões de reais à Condor SA (reportagem especial de Ocupa a Rede Globo).

Nenhum comentário:

Postar um comentário