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quinta-feira, março 17, 2011

Romário convoca Teixeira sobre acusação de corrupção na CBF




Nero faz urubu voar de costas

Saiu na Folha online:


Romário diz que denúncias são ’sérias’ e quer ouvir Teixeira


JOHANNA NUBLAT
FILIPE COUTINHO
DE BRASÍLIA

O deputado Romário (PSB-RJ) disse nesta quarta-feira que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, deve ir à Câmara dos Deputados responder às acusações do deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), que quer uma CPI para investigar a organização da Copa-2014.

Romário disse que vai apresentar, na próxima semana, um requerimento para convidar Teixeira a explicar as “sérias acusações” apresentadas por Garotinho. “Um esclarecimento dele na comissão seria, hoje, bem mais positivo que uma CPI.”

O comparecimento, porém, não afasta de todo a possibilidade da CPI. “Dependendo do que ele responder, a CPI pode não ter nenhum motivo [de ser instalada]. Se a resposta não for convincente, a gente terá mais que nunca a certeza da necessidade dela”, disse o ex-craque da seleção.

Em discurso na Câmara, Garotinho disse que Ricardo Teixeira é o chefe de uma “quadrilha que assalta os cofres públicos”. No requerimento para instalar a CPI, o deputado afirma que devem ser investigadas supostas “denúncias de irregularidades da composição societária do Comitê Organizador Local; no critério de divisão dos lucros da Copa e nos acordos firmados entre a CBF e as redes de tevê e patrocinadores”.

(…)

Clique aqui para ler “Ricardo Teixeira tenta evitar CPI da Copa.”

Navalha
É bom não esquecer  que o deputado Eduardo Cunha faz parte do grupo de parlamentares que examinarão as despesas da Copa do Mundo.

Como se sabe, o deputado Eduardo Cunha foi recentemente dispensado pela presidenta Dilma Roussef de colaborar com a empresa Furnas.

Como se sabe, a efígie do deputado Cunha se faria acompanhar da efígie de Henrique Alves e de Wellington Moreira Franco para se inscrever no panteão da moralidade do PMDB e instalá-lo no gabinete do vice presidente Michel Temer.

Em tempo: e o PiG (*) achava que o Romário não ia trabalhar.

Paulo Henrique Amorim

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