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segunda-feira, agosto 22, 2011

 

Prefeito de cidade de SP é acusado de fraude em licitação




O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública contra o prefeito de Santa Clara D'Oeste, interior de São Paulo. Gabriel dos Santos Fernandes Molina (PR)é acusado de improbidade administrativa por descumprir um convênio com o Ministério da Saúde e comprar uma van ao invés de uma ambulância equipada para o transporte de pacientes. Segundo a Procuradoria da República em São Paulo, a suspeita é de que a compra do veículo foi superfaturada, já que a aquisição custou 10,66% a mais do que o valor de mercado.

Além do prefeito, um advogado e três membros da Comissão de Licitação serão responsabilizados. Para o autor da ação, o procurador da República Thiago Lacerda Nobre, o processo licitatório foi realizado por meio de fraude. "Eles fraudaram o procedimento licitatório através de superfaturamento e desvio do objeto da licitação", disse.....

Kassab transforma ‘não’ em sua marca

 

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Para os motoqueiros, “não pode andar na pista expressa da Marginal do Tietê”.Para os caminhoneiros, “não pode andar na Marginal do Pinheiros. E nem tente escapar pelo Morumbi, porque também não pode”. Já para os moradores da Grande São Paulo, “não pode vir para o centro da capital de fretado”. E, para anunciantes e publicitários, a mais famosa: “Não pode colar cartaz na rua”.

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) entra no quinto ano de mandato e, segundo levantamento feito pelo Jornal da Tarde, impôs até agora ao menos dez proibições à rotina da cidade – a maior parte relacionada ao trânsito. Como um pai preocupado em educar o filho, ele justifica seus “nãos” argumentando que uma cidade do tamanho de São Paulo “precisa de regras”.

É injusto dizer, no entanto, que a lista é feita apenas de proibições. Exceto a portaria que proíbe a circulação de cavalos e a lei que bane os cartazes explícitos dos cinemas eróticos do centro, todo “não” de Kassab tem brechas. “Proibição é um termo muito forte porque existem as exceções. São restrições”, argumenta o prefeito. A permissão para exploração de publicidade em prédios tombados, para tornar viáveis obras de revitalização (decreto assinado na quinta-feira), é um exemplo das exceções.
*osmigosdopresidentelula

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