Páginas

quarta-feira, março 28, 2012

O silêncio da Veja – Demóstenes, PGR, sócios e afins - "... armaram o mensalão” Self service de notícias ! # @

“Cachoeira e Demóstenes armaram o mensalão”


Quem diz é o ex-prefeito de Anápolis (GO) Ernani de Paula, que conviveu com os dois; ele foi amigo do contraventor e sua mulher Sandra elegeu-se suplente do senador do DEM em 2002; “Cachoeira filmou, Policarpo publicou e Demóstenes repercutiu”, disse ele ao 247

(...) Segundo o ex-prefeito, houve um veto à indicação de Demóstenes. “Acho que partiu do Zé Dirceu”, diz o ex-prefeito. A partir daí, segundo ele, o senador goiano e seu amigo Carlos Cachoeira começaram a articular o troco.

***********
Os atentados a Demostenes em 2006: armação?

Por Roger S
No começo desta década havia um grande atrito entre Demóstentes Torres(PFL) e Marconi Perillo(PSDB), uma história marcada por tiroteios de verdade. Uma história mal explicada até hoje. Onde estaria Cachoeira naquele momento? Será que Cachoeira teria a ver com estas coisas? Naquele momento Cachoeira estaria com quem, com Marconi ou com Demóstenes? Os atentados contra a casa de Demóstenes foram de verdade ou para inglês ver, ou seja, para ganhar a atenção e votos da população? Depois do que tenho visto nos últimos dias não duvido mais de nada:
Da Carta Capital
***********

Gurgel pede investigação de Demóstenes ao STF

Procurador-geral da República confirma que enviou ao Supremo o pedido de abertura de inquérito sobre as relações do senador Demóstenes Torres, entre outros parlamentares, com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso em Operação da PF

***********

Caso Policarpo-Cachoeira assusta e silencia Veja
Revista noticia em sua edição online, mas não imprime na de papel, informação sobre o escândalo de infiltração política do contraventor Carlinhos Cachoeira; explicação pode estar nas 200 ligações entre o jornalista Policarpo Jr. (à esq.), diretor da sucursal de Brasília, e o próprio Cachoeira; o que teme o diretor de redação Eurípedes Alcântara (à dir.) para fugir desse assunto?; lições de moral sob suspeição

***********

Caso Cachoeira provoca bate-boca de deputados
Neste domingo, Ronaldo Caiado (DEM), que é contra a abertura de uma CPI sobre o caso, foi provocado por Armando Virgílio (PSD) no Twitter; a conversa se estendeu até hoje
 ***********
CPI de Cachoeira já aguarda Marco Maia


O deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) entregou ao presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), requerimento para instalação de uma CPI para investigar suposta relação de parlamentares com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
Essa é o segundo requerimento que Protógenes entrega para Marco Maia. O primeiro, no fim do último ano parlamentar, pede a instalação de uma CPI para investigar a privataria tucana – a apuração das denúncias publicadas pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr., em livro homônimo.
 ***********
Demóstenes chama Bastos de 'defensor de bandidos'

Em 2003, o senador do DEM (esq.) afirmou em entrevista que esse é o viés do ex-ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos (dir.); será que a opinião continua valendo agora que o criminalista também defende seu amigo e "professor" Carlinhos Cachoeira?

http://brasil247.com/pt/247/poder/50033/Demóstenes-chama-Bastos-de-'defensor-de-bandidos'.htm
***********
O Procurador Geral, o Senador e o bicheiro

Autor:  

A revelação das ligações do senador Demóstenes Torres com o bicheiro Carlinhos Cachoeira lança uma sombra de suspeita sobre o procurador geral Roberto Gurgel.

Demóstenes foi elemento central na recondução de Gurgel ao cargo de Procurador Geral, desempenhando papel bastante conhecido em assembléias de acionistas.

http://www.advivo.com.br/luisnassif/politica 

 ***********


Carlinhos Cachoeira e o clube dos 15


O bicheiro goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos, o “Carlinhos Cachoeira”, adquiriu da provedora de telefonia norte-americana Nextel 15 aparelhos, os quais cedeu a pessoas de sua confiança. Segundo as investigações da Operação Monte Carlo, levada a cabo pela Policia Federal, um policial corrupto dessa corporação orientou o bicheiro a habilitar os aparelhos nos Estados Unidos de forma a que ficassem imunes a grampos legais e ilegais.

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2012/03/carlinhos-cachoeira-e-o-clube-dos-15.html 

 ***********

Venda de emendas: seis meses sem que nada seja investigado

Guardo um silêncio obsequioso a respeito do caso, enquanto aguardo o aprofundamento das investigações e as primeiras conclusões delas sobre as denúncias que envolvem o líder do DEM, senador Demóstenes Torres (GO). Mas, se guardo um silêncio obsequioso, a mídia adota um silêncio cúmplice com os fatos e as investigações relativas ao líder demo, sem registrá-los em maior extensão e sem se aprofundar nas apurações que ela própria costuma fazer.


http://www.zedirceu.com.br/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=1&Itemid=2 


Veja, Demóstenes e o caso Francisco Escórcio

Autor: 
 
No momento em que o senador Demóstenes Torres pede aos seus pares - e a Renan Calheiros - para não ser julgado politicamente, um dos capítulos de sua parceria com a revista Veja: o caso Francisco Escórcio. Revela bem os métodos utilizados, posteriormente, no caso do grampo sem áudio.

*Ajusticeiradeesquerda


Silêncios denunciam imprensa no caso Demóstenes


De São Paulo
O senador Demóstenes Torres, do DEM-GO
Por Marcelo Semer*
Demóstenes Torres é promotor de justiça. Foi Procurador Geral da Justiça em Goiás e secretário de segurança do mesmo Estado.
No Senado, é reputado como um homem da lei, que a conhece como poucos. Além de um impiedoso líder da oposição, é vanguarda da moralidade e está constantemente no ataque às corrupções alheias. A mídia sempre lhe deu muito destaque por causa disso.
De repente, o encanto se desfez.
O senador da lei e da ordem foi flagrado em escuta telefônica, com mais de trezentas ligações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, de quem teria recebido uma cozinha importada de presente.

O senador Demóstenes Torres, do DEM-GO esta encrencadãão
A Polícia Federal ainda apura a participação do senador em negócios com o homem dos caça-níqueis e aponta que Cachoeira teria habilitado vários celulares Nextel fora do país para fugir dos grampos. Um deles parou nas mãos de Demóstenes.
Há quase um mês, essas revelações têm vindo à tona, sendo a última notícia, um pedido do senador para que o empresário pagasse seu táxi-aéreo.
Mesmo assim, com o potencial de escândalo que a ligação podia ensejar, vários órgãos de imprensa evitaram por semanas o assunto, abrandando o tom, sempre que podiam.
Por coincidência, são os mesmos que se acostumaram a dar notícias bombásticas sobre irregularidades no governo ou em partidos da base, como se uma corrupção pudesse ser mais relevante do que outra.
Encontrar o nome de Demóstenes Torres em certos jornais ou revistas foi tarefa árdua até para um experiente praticante de caça-palavras, mesmo quando o assunto já era faz tempo dominante nas redes sociais. Manchetes, nem pensar.
Avançar o sinal e condenar quando ainda existem apenas indícios é o cúmulo da imprudência. Provocar o vazamento parcial de conversas telefônicas submetidas a sigilo beira a ilicitude. Caça às bruxas por relações pessoais pode provocar profundas injustiças.
Tudo isso se explica, mas não justifica o porquê a mesma cautela e igual procedimento não são tomados com a maioria dos "investigados" - para muitos veículos da grande mídia, a regra tem sido atirar primeiro, perguntar depois.
Pior do que o sensacionalismo, no entanto, é o sensacionalismo seletivo, que explora apenas os vícios de quem lhe incomoda. Ele é tão corrupto quanto os corruptos que por meio dele se denunciam.
Todos nós assistimos a corrida da grande imprensa para derrubar ministros no primeiro ano do governo Dilma, manchete após manchete. Alguns com ótimas razões, outros com acusações mais pífias do que as produzidas contra o senador.
Não parece razoável que um órgão de imprensa possa escolher, por questões ideológicas, empresariais ou mesmo partidárias, que escândalo exibir ou qual ocultar em suas páginas. Isso seria apenas publicidade, jamais jornalismo.
Durante muito tempo, os jornais vêm se utilizando da excludente do "interesse público" para avançar sinais na invasão da privacidade ou no ataque a reputações alheias.
A jurisprudência dos tribunais, em regra, tem lhes dado razão: para o jogo democrático, a verdade descortinada ao eleitor é mais importante do que a suscetibilidade de quem se mete na política.
Mas onde fica o "interesse público", quando um órgão de imprensa mascara ou deliberadamente esconde de seus leitores uma denúncia de que tem conhecimento?
O direito do leitor, aquele mesmo que fundamenta as imunidades tributárias, o sigilo da fonte e até certos excessos de linguagem, estaria aí violentamente amputado.
Porque, no fundo, se trata mais de censura do que de liberdade de expressão.


Marcelo Semer é Juiz de Direito em São Paulo. Foi presidente da Associação Juízes para a Democracia. Coordenador de "Direitos Humanos: essência do Direito do Trabalho" (LTr) e autor de "Crime Impossível" (Malheiros) e do romance "Certas Canções" (7 Letras).

Nenhum comentário:

Postar um comentário