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quinta-feira, agosto 01, 2013

Chora, infelicianos, mafaientos...: Dilma sanciona sem vetos lei que garante atendimento a vítimas de violência sexual

Chora, infelicianos, mafaientos...: Dilma sanciona sem vetos lei que garante atendimento a vítimas de violência sexual
 

Luana Lourenço
Agência Brasil

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff sancionou hoje (1°) integralmente, sem vetos, a lei que obriga os hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) a prestar atendimento emergencial e multidisciplinar às vítimas de violência sexual. O projeto que deu origem à lei foi aprovado pelo Senado no começo de julho.
O atendimento a vítimas de violência deve incluir o diagnóstico e tratamento de lesões, a realização de exames para detectar doenças sexualmente transmissíveis e gravidez. A lei também determina a preservação do material coletado no exame médico-legal.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a sanção transforma em lei práticas que já eram recomendadas pelo Ministério da Saúde. “Ao ser sancionado, [o projeto] transforma em lei aquilo que já é uma política estabelecida em portaria, que garante o atendimento humanizado, respeitoso a qualquer vitima de estupro. Estou falando de crianças, adolescentes, pessoas com deficiência mental, homens e mulheres, qualquer cidadão brasileiro.”
O governo manteve na lei a previsão de oferecer às vítimas de estupro contraceptivos de emergência – a chamada pílula do dia seguinte – e  vai encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei complementando a forma como a prescrição está descrita na lei. De acordo com Padilha, o termo “profilaxia da gravidez” será complementado com uma explicação sobre a “administração da medicação com eficiência precoce para a gravidez decorrente de estupro”, que estava no projeto original. O complemento, segundo o ministro, corrige qualquer interpretação de que a medida poderia estimular abortos na rede pública.
Edição: Nádia Franco
 
É de chorar tamanho o horror: Pai agride filho por ser gay e diz que iria 'tirar o capeta a unha' 

MS: pai agride filho por ser gay e diz que iria 'tirar o capeta a unha' 

Pecuarista amarrou corda na perna do adolescente de 16 anos e ameaçou jogá-lo para fora do carro em Três Lagoas

Um pecuarista foi indiciado por tortura e injúria por agredir o filho e ameaçar arrastá-lo na rua em Três Lagoas (MS), a 310 quilômetros da capital. Segundo a denúncia feita à Polícia Civil na última segunda-feira pela mãe do adolescente de 16 anos, o garoto foi espancado por ser homossexual. "Ninguém pode ser discriminado por sua opção sexual, a qual deve ser respeitada por todos", conclui o delegado Paulo Henrique Rosseto de Souza, titular da 1ª Delegacia de Polícia do município.
De acordo com a mãe, o pecuarista agrediu fisicamente e tentou trancar o filho em um quarto, sem energia elétrica, durante a madrugada. "Ele bateu na cara do menino, derrubou ele no chão, montou em cima e continuou dando socos e tapas em seu rosto e humilhando, dizendo que gay tem que apanhar mesmo, que é lixo, vagabundo", relatou a mãe.
Para cessar as agressões, os irmãos e mãe levaram a vítima para a casa da avó. O pai foi ao local, jogou novamente o filho no chão e começou a agredi-lo com socos e pontapés. "Bateu a cabeça do menino no chão e dizia que estava 'endemoniado' e que iria tirar o capeta dele na unha", contou a mãe à polícia.
O garoto foi levado para o hospital pelo próprio pai após as agressões. No caminho, ameaçou matar o filho caso não mudasse a opção sexual. Segundo testemunhas, o pecuarista amarrou uma corda na perna do adolescente e ameaçou jogá-lo para fora do carro e arrastá-lo na rua.
O Conselho Tutelar foi acionado e encaminhou a vítima e a mãe até a 1ª Delegacia de Polícia, onde registraram boletim de ocorrência, foram ouvidos e encaminhados para exames de lesão corporal. Com medo, a mãe do adolescente, que alega ter também sido agredida verbalmente pelo pecuarista, pediu medidas protetivas, para que ele não se aproxime dela ou do garoto.
*mariadapenhaneles 

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