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sábado, agosto 03, 2013

Illinois assina lei que autoriza uso de maconha medicinal


A medida faz parte de um programa piloto de quatro anos para os pacientes que sofrem com 30 sérias doenças

Chicago – O governador de Illinois, Pat Quinn assinou nesta quinta-feira o projeto de lei que legaliza o uso da maconha com fins medicinais. A ratificação de lei aconteceu durante uma cerimônia na Universidade de Chicago. Ainda assim, vai demorar alguns meses para que a maconha medicinal esteja disponível para compra.
A medida faz parte de um programa piloto de quatro anos para os pacientes que sofrem com 30 sérias doenças. Quinn disse que ouviu histórias interessantes de pacientes com doenças graves, que afirmam que a maconha lhes dá uma sensação de alívio.O governador afirmou que a nova lei terá um dos padrões mais exigentes e rígidos do país. Dezenove outros estados e Washington já permitem o uso da maconha medicinal. Fonte: Associated Press. 

Illinois legalizará hoje maconha para fins medicinais

O governador de Illinois (Estados Unidos), Pat Quinn, promulgará nesta quinta-feira a legalização do uso de maconha com fins medicinais, tornando o Estado o vigésimo do país a ter leis similares.A ratificação de lei ocorrerá em cerimônia na Universidade de Chicago e os partidários do programa, que terá caráter de teste durante quatro anos, afirmam que ele será o mais rígido entre os do mesmo tipo nos Estados Unidos.”Nossa meta sempre foi proporcionar uma melhora da qualidade de vida de algumas pessoas muito doentes em Illinois”, declarou o incentivador da lei, o representante democrata Lou Lang, de Skokie, entrevistado pelo jornal “The Chicago Tribune”. “Quando o governador sancionar a lei será um sinal de que o Estado de Illinois ainda tem uma boa cota de compaixão e preocupação com aqueles entre nós que, sob os cuidados médicos, desejam experimentar um novo tipo de tratamento”.
De acordo com a lei, que entrará em vigor no dia 1º de janeiro, uma pessoa pode receber, sob receita médica, até 70 gramas de maconha para um período de duas semanas.
Além disso, o médico que fornecer a receita deverá ter tido uma relação médica anterior e contínua com o paciente. O profissional da saúde também deverá ter determinado que o paciente sofre alguma enfermidade grave ou crônica.
Durante o debate, alguns legisladores expressaram seu medo de que o tratamento com maconha abra portas para um uso de drogas mais perigoso.
A lei permitirá a operação de até 22 cultivadores de maconha, e tanto usuários como produtores e vendedores deverão se submeter a uma verificação de antecedentes criminais.
*coletivodar.org

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