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quinta-feira, julho 24, 2014

A tradição golpista da burguesia quando as urnas não lhe agradam.
Procedimento padrão da burguesia desde a instituição do sufrágio universal.
Só há sufrágio quando as urnas representam a burguesia, em caso contrário há ditadura. Na história do Brasil, por exemplo, isso sempre ocorreu, Vargas (por mais nacionalista e desenvolvimentista que fosse) também caçou os comunistas e posteriormente, quando as urnas escolheram Jânio Quadros e João Goulart, os empresários, a igreja e o exército escolheram o Castelo Branco (1964).
O que foi dito sobre o Brasil poderia ser dito sobre a maioria dos países capitalistas que instituíram o sufrágio universal.
Na imagem é um trecho do "18 de Brumário de Luís Bonaparte", onde Marx narra a ascensão do sobrinho de Napoleão, sua eleição e suas artimanhas para concentrar todo o poder sobre si mesmo.
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