A Vale do Rio Doce já foi um dos orgulhos do País. As imensas riquezas minerais controladas pela empresa geravam rendimento, lucro e progresso para a sociedade. Ela valia 100 bilhões, foi "vendida" por 3. Hoje a Vale é guiada pela lógica do lucro máximo. Com a Lei Kandir, feita às vésperas da privatização, a empresa reduziu drasticamente os recursos que deixa no Brasil. Pergunte a alguém do Estado do Pará, onde fica Carajás e outras jazidas imensas, se o estado recebe algo da Vale. Ou pergunte aos mineiros, vítimas da mesma situação.
O Brasil não ganha nada com a Vale privada. Até autuada por trabalho escravo a empresa agora é. Submeteu 309 pessoas a trabalho análogo ao de escravo em Itabirito, Minas Gerais. Isso hoje, em pleno Século XXI.

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