“Não vamos sujar um diamante /como é a Crimeia/ com armas nucleares – o que temos já é bastante. Porém, é território russo e, se surgir tal necessidade, não pediremos licença a ninguém”, afirmou Komoedov numa entrevista ao jornal Izvestia.
Anteriormente já fora informado que, no quadro de verificação surpresa de prontidão de combate das tropas na Crimeia, podiam ser deslocados bombardeiros estratégicos Tu-22M3 para a península (estes aviões podem em princípio transportar armas nucleares), mas a Rússia não nada disse sobre planos de enviar as próprias ogivas nucleares para a Crimeia.
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