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sexta-feira, junho 21, 2013

Bizarrice alienada e fascista: os protestos não são mais do MPL e da esquerda leite com pera, mas da direita golpista


por Paulo Jonas de Lima Piva

Fui para a avenida Paulista hoje com meus camaradas defender a ordem democrática, a legitimidade e a estabilidade do governo Dilma. Fiquei chocado com o que encontrei, com o que vi, ouvi e reouvi: muita bizarrice, muita ignorância, muito elitismo, o fascismo em toda sua alma e sobretudo corpo. Por todos os lados gente coberta pela bandeira nacional, com a cara pintada, gritando qualquer coisa, destilando ódio contra tudo o que fosse progressista. Nada de inteligência, nada de racionalidade, uma multidão de jovens debilóides e despolitizados achando-se politizados e messias. Muita truculência. Cartazes defendendo a candidatura de Joaquim Barbosa à presidência da república misturados com faixas de ódio ao Bolsa Família e tudo o que lembrasse o PT e a democracia. Assustador. 

E onde estavam o MPL e suas lideranças, ou melhor, seus representantes fofinhos e idealistas gutchi-gutchi? Onde estavam o PSOL, o PSTU, os anarquistas e toda essa esquerda leite com pera, delirante e tacanha, que desencadeou todo esse fascismo e esse descontrole que gerou esses ares de golpismo? Escondidos, acuados, devorados pela merda que produziram. Com essa brincadeira de "Se a tarifa não baixar, São Paulo vai parar", esses sectários nanicos agiram como bucha de canhão da pior direita, fizeram o jogo da direita golpista, foram usados por um setor reacionário da sociedade brasileira que há dez anos tenta destruir o projeto democrático e popular do PT, setor este que agora joga mais e mais gasolina numa fogueira imensa para depois ser convocado pela "opinião pública" da máfia midiática para apagar.  E o pior é que esses neopentecostais acham que a facistização do Brasil que eles provocaram é situação revolucionária! Como escreveu o blogueiro Eduardo Guimarães a respeito, "as crianças que tocaram fogo na casa agora vão correndo chorar na barra da saia da mamãe gritando 'não fui eu, não fui eu'".

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