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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

sábado, abril 07, 2012

Com Cachoeira preso, denuncismo some da capa da Veja

Veja perdeu o ímpeto denuncista após prisão de Carlinhos Cachoeira.
Desde que Carlinhos Cachoeira foi preso, no dia 29 de fevereiro de 2012, na operação Monte Carlo da Polícia Federal, a revista Veja já soltou 6 edições, e nenhuma capa é dedicada a denúncias de corrupção.

Mas há uma pauta abundante neste período envolvendo o senador Demóstenes Torres e o governador Marconi Perillo, tratada, sobretudo, pela revista Carta Capital, mas não só por ela. Até o Jornal Nacional tem se dedicado ao tema.

Parece que a revista Veja ficou acéfala no que entende ser "jornalismo investigativo", depois da prisão de Cachoeira e dos arapongas Jairo Martins e Dadá.

Mais do que acéfala, está dando uma enorme bandeira de que tem muito a esconder sobre as relações entre seu editor-chefe Policarpo Júnior e Carlinhos Cachoeira. Segundo Luis Nassif, Policarpo teria trocado em torno de 200 telefonemas com Cachoeira, no período investigado.

A revista já admitiu, defensivamente, que Policarpo e Cachoeira trocavam figurinhas. A revista diz que seriam relações legítimas entre jornalista e fonte. Mas como explicar a notória má vontade da revista em noticiar o caso, tendo um jornalista tão íntimo com os intestinos da organização criminosa (segundo o Ministério Público)?

A revista Veja, pródiga em divulgar até grampos ilegais, não revela um único diálogo entre o bicheiro e seu editor-chefe.
*osamigosdopresidentelula

Jornalões e bancos privados fazem parceira para esfolar os brasileiros nos juros

 

 

Os bancos privados estão plantando notícias nos jornalões (que publicam, servilmente), na vã tentativa de frear a queda da taxa de juros, puxada pelos bancos públicos BB, CEF e BNB.

É fácil entender essa parceria, onde os dois lados se unem para arrancar dinheiro do bolso do povo brasileiro.

O jeito dos bancos arrancarem o dinheiro todo mundo entende: esfolando o cliente nos juros.

Para os bancos privados conseguirem continuar esfolando os clientes nos juros, a alma do negócio é a propaganda, e é aí que a velha imprensa ganha seu quinhão.

O jornalão "O Globo" publicou uma manchete enganosa para clientes dos bancos privados não migrarem para um banco público. Disse que "Bancos privados aceitam negociar redução de juros". Para quem lê a manchete parece que também reduzirão as taxas, logo ninguém precisaria se preocupar em mudar de banco. Ledo engano. No corpo da matéria diz (os grifos em vermelho são anotações nossas):
Segundo interlocutores ["interlocutores" são os bancos privados que plantaram a matéria no jornalão], os bancos privados avaliam que o spread (diferença entre o custo da captação e o valor cobrado do tomador final) somente cairá com a adoção de medidas de longo prazo, que melhorem as condições legais e tributárias e não apenas corte de juros “na canetada”. Eles acreditam ainda que, mesmo com os cortes significativos nas taxas cobradas pelos bancos públicos, não vão perder clientes, porque há uma resistência natural em trocar de banco.
Traduzindo: os lobistas dos bancos privados plantaram essa matéria aí, para empurrar com a barriga a queda da taxa de juros, pressionando o governo e já dizendo aos jornalões que gastarão fortunas em propaganda para manter clientes, e não perder lucros com juros mais altos.
Outro que entrou no lobby dos bancos privados foi o Estadão. Quer plantar a ideia de que as medidas de redução de juros poderiam ser temerárias. Mas acaba caindo em contradição com um argumento estúpido:
Nem bem a corrida pelo aumento do crédito e redução dos juros começou e os bancos públicos já estão em desvantagem (?????). Pelo menos quanto à classificação dos empréstimos concedidos aos clientes. Dados do Banco Central mostram que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal têm operações para pessoas físicas com classificação de risco pior que nos concorrentes privados.
...
Nas duas primeiras notas - "AA" e "A" - estão as melhores operações e que têm o menor risco de calote. A partir de "B", ficam os financiamentos com atraso de 15 dias no pagamento ou risco equivalente. No "H" estão os clientes que não pagam há mais de seis meses.
...
Os números do BC mostram que o crédito às famílias nos bancos particulares está concentrada na faixa com nota "A". Já nos estatais, a maior participação vem dos financiamentos com classificação "B" e "C".
Bancos públicos se defendem e argumentam que seguem o conceito previsto pelo BC que cita que operações entre "AA" e "C" recebem avaliação como "risco normal".
O aloprado que plantou isso aí em cima, se esquece de que se o risco é menor nos bancos privados, nada justifica cobrar juros mais altos. Acaba insuflando os próprios clientes destes bancos a reclamarem ou mudarem de banco.

Além disso, uma matéria honesta deveria olhar nos balanços, o que são créditos perdidos sobre o total emprestado. Isso é o que conta no resultado dos bancos. Se alguém atrasou uma prestação 15 dias e pagou, pode não ser nota "A", mas não é mau cliente, nem tem o perfil de quem não paga.

Se os bancos públicos bateram recorde de lucros, é porque a inadimplência está baixa, e não tem sofrido perdas significativas com empréstimos. 
E, todo mundo sabe que, com juros mais baixos, menor a inadimplência.

O fato é que não foi só a velha imprensa que sempre foi golpista, os bancos privados também, inclusive  patrocinando essa velha imprensa. Ambos espoliaram o Brasil e retardaram a nação brasileira a encontrar seu caminho da prosperidade.
Por isso que é preciso reiterar: mudar a conta para um banco público virou um ato de AÇÃO POLÍTICA, pela melhor distribuição de renda, de atitude pela prosperidade da nação, e até contra esse noticiário contrário os interesses do povo brasileiro, financiado por esses bancos.
*Osamigosdoprsidentelula

Pimp my carroça – Ação tuna carroças para valorizar os catadores de lixo

 
Só em São Paulo existem 20 mil catadores de lixo, responsáveis por recolher em média 90% do material destinado à reciclagem. Com intuito de provocar a sociedade e de ajudar esses trabalhadores tão importantes nas nossas vidas, o grafiteiro Mundano criou o projeto “Pimp my carroça” – uma paródia dos programas de TV que tunam carros. Nele, carroceiros escolhidos ganham de presente uma reforma na sua carroça, com a inclusão de itens de segurança e uma arte feita por grafiteiros profissionais com frases sugeridas pelo público. Além disso, o felizardo ganha um super rango, atendimento médico e outros tipos de ajuda. O projeto está previsto pra acontecer no início de Junho, dias antes do RIO+20 e durante a Virada Sustentável de São Paulo. Conheça mais no vídeo abaixo:


Grafiteiro Mundano falando no TEDxVer-o-peso sobre como a arte é poderosa pra melhorar o mundo em que vivemos:

Para ajudar no projeto Pimp my carroça, você pode doar no catarse.me que a Parede Viva criou – é só clicar aqui - e auxiliar na arrecadação que visa o valor de R$38.200,00 para que o projeto Pimp My Carroça consiga sair do papel
 
*Nina
 

El misterioso mosaico de la Zona Cero

Para Marta Suplicy, São Paulo merece mais que “a mediocridade dos últimos oito anos”


Prefeitura SP
A ex-prefeita Marta Suplicy critica atual prefeitura de São Paulo e lamenta que se tenha perdido a chance de melhorar a cidade em um contexto de crescimento econômico no plano nacional
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) divulgou artigo com críticas à falta de boas ações da prefeitura de São Paulo sob as administrações de José Serra (PSDB) e Gilberto Kassab (PSD).
Em texto publicado na Folha de S. Paulo neste sábado, a ex-prefeita lamenta que se tenha perdido a chance de melhorar a cidade em um contexto de crescimento econômico no plano nacional.
— São Paulo merece um governo que tenha capacidade de pensar coisas novas. Muito mais do que a mediocridade dos últimos oito anos!, diz a ex-prefeita, em um sinal de apoio à pré-candidatura do petista Fernando Haddad. Nas últimas semanas, veículos da mídia tradicional difundiam o que era considerada uma resistência de Marta a engajar-se na campanha do PT, atitude atribuída à mágoa por haver sido preterida pelo partido.
Agora, a senadora argumenta que São Paulo não tem, há tempos, um prefeito que queira de fato exercer o cargo, transformado em trampolim para diferentes aspirações eleitorais.
Ela aponta que a cidade perdeu, com isso, chances consideráveis de mudança. “Penso na implantação da banda larga gratuita tão bombardeada na última campanha como impossível e hoje realidade em outras cidades”, exemplifica, citando ainda o Bilhete Único e os Centros de Educação Unificada (CEUs) na periferia, projetos implementados em sua gestão (2001-2004) e que acabaram alterados.
— Antes não tinha recurso e agora tem!, diz a ex-prefeita, ironizando o slogan de Gilberto Kassab (“Antes não tinha, agora tem”). O texto lembra que o caixa da prefeitura ostenta R$ 20 bilhões a mais em relação a seu período de mandato.
*correioBrasil
Com frase "Jesus não é homofóbico" aluno gay é impedido de usar camiseta em escola dos EUA

Com frase "Jesus não é homofóbico" aluno gay é impedido de usar camiseta em escola dos EUA

A frase “Jesus não é homofóbico” na camiseta de Maverick Couch, aluno homossexual da escola de Waynesville, no estado norte-americano de Ohio, foi o motivo para que ele fosse impedido de entrar na escola, com ameaça de suspensão por parte da diretoria da instituição.

A camiseta de Couch trazia a frase junto das cores do arco-íris. O diretor da escola, Randy Gebhardt, afirmou que a mensagem era  “indecente e inapropriada ao ambiente escolar”.


 “Sugerir que [a camiseta] é ofensiva, inapropriada ou sexual é realmente um tipo de humilhação à mensagem que Maverick queria passar”, argumentou o advogado do adolescente, Christopher Clark, que está processando a escola.

“Eu já sofri bullying e xingamentos e queria usar a camiseta para estimular o respeito a todos os estudantes, gays ou héteros. Eu espero que a escola me ajude a criar uma ambiente de aceitação para garotos LGBT, não de punição”, declarou Maverick Couch.
*Mariadapenhaneles

PROGRAMA VIDA INTELIGENTE - 1) PAZ E PAX -2) O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA PÁSCOA

A liberdade de expressão é a expressão da liberdade

JORNAL DEMITE CHARGISTA POR CONTA… DE CHARGE 

A liberdade de expressão é a expressão da liberdade, segundo o ministro do STF, Ayres Britto.

Não para os donos “Tribuna do Norte”, maior jornal do Rio Grande do Norte.

Pela charge abaixo, o chargista Amâncio foi demitido.

Lamentável.

Ailton Medeiros

*esquerdopata
Comprovado,  Puta que Pariu, existe... 
 
Quando alguém lhe disser:  
pra Puta que Pariu!", não vai ter mais problema, pois o lugar existe... e dá até pra gente ir de ônibus!


Fica na cidade de Bela Vista de Minas, em Minas Gerais.  
Bela Vista, uma cidadezinha cercada de mato no interior de Minas Gerais, ( no Brasil é claro).
Uma grande surpresa, um dos bairros tem o nome de Puta que Pariu ! Acredite se quiser! 
 
O município de Bela Vista de Minas foi criado pela Lei nº 2764, de 30 de dezembro de 1962, desmembrando do município de Nova Era, declarando naquele momento, às margens do Córrego do Onça a Independência de Bela Vista de Minas.

A cidade é divida em 7 bairros: Bela Vista de Cima, Lages, Serrinha, Córrego Fundo, Favela, Boca das Cobras e ... 
Puta que Pariu.


Podem pesquisar, é verdade !!!
É só digitar "Puta que pariu" no Google e confirmar

Só no Brasil mesmo ...

Imaginem  o padre da paróquia dizer que vai celebrar uma missa na Puta que Pariu ?!

Ou o Jornal nacional informar que o debate entre os candidatos ao governo de Minas será realizado na Puta que pariu.

Ou ainda... Bancada do DEM reúne-se neste final de semana na puta que pariu para distribuição dos Panetones.

Agora você já sabe. 
Quando quiser mandar alguém para aquele lugar, é só dizer: pega o 307 !!!
*GISELDA.