Putin ordena derribar los aviones de EEUU que suministran armas al Estado Islámico
Por Enrique_MONTÁNCHEZ
La decisión de Putin de ordenar a sus cazas derribar los aviones norteamericanos que suministren armas y pertrechos de guerra al Estado Islámico y al denominado “Ejército Libre de Siria” ha creado una tensión extrema entre Estados Unidos y Rusia que no se vivía desde la crisis de los misiles en Cuba en 1962.
La orden dada por el presidente ruso ha transcendido durante la reunión anual del foro de “Entonces les preguntamos dónde debemos golpear [a los terroristas] y tampoco hubo respuesta, no es broma, no estoy inventando nada, es lo que propusimos a los estadounidenses”, comentó Putin ante un millar de empresarios. Añadió que los aliados occidentales no tienen conocimiento de lo que realmente está pasando en Siria, y que el único objetivo de Rusia es luchar contra el terrorismo “que es un peligro para Estados Unidos, para Rusia, para los países europeos, y para todo el mundo en general”. Solo cooperación militar, no de InteligenciaTras la intervención del Presidente ruso, diplomáticos presentes en el foro con acceso a los ministerios de Asuntos Exteriores y Defensa indicaron que Putin había dado orden de disparar a los aviones que transporten suministros para los grupos terroristas. El dirigente ruso se había quejado durante su intervención de que los contactos entre Rusia y Estados Unidos se mantenían solo a nivel militar “intercambiando información sobre los sistemas amigo-enemigo de nuestros aviones, pero esto no es suficiente”. Putin dio a entender que faltaba la colaboración en el campo de los servicios de inteligencia. Un día después el ministro de Asuntos Exteriores Serguéi Lavrov confirmaba ante el Parlamento ruso que los Estados Unidos no tenían interés en cooperar en el campo de la Inteligencia. La CIA fleta vuelos con aviones de carga de compañías civiles que efectúan los lanzamientos de armamento, munición y pertrechos al Estado Islámico y Frente Al-Nusra, nombre de Al Qaeda en Siria. Fuentes de inteligencia europeas confirman que también han sido utilizados aviones de la US Air Force. Conversación con ObamaPutin subrayó en su intervención la necesidad de extender la cooperación entre Rusia y Estados Unidos al campo político, como única forma de resolver el conflicto en Siria. Desveló que había sugerido a Obama celebrar una reunión de alto nivel en Washington. “Le dije que estamos dispuestos a enviar una gran delegación a Washington para discutir, en Tensión y acusaciones mutuasReconoció que “Sí, hay muy muchas sospechas mutuas y acusaciones mutuas, pero si no trabajamos hacia una solución, nunca se podrá encontrar”. En este ambiente de crispación, el miércoles 14 de octubre, el ministro de Asuntos Exteriores Serguéi Lavrov anunció en la Cámara Baja que Washington no quería recibir a la delegación rusa, ni tampoco enviar una a Moscú.El enfado del jefe de la diplomacia rusa era evidente. En la sesión reveló que habían invitado a los norteamericanos a unirse al centro antiterrorista con base en Bagdad, y que obtuvieron “una respuesta poco constructiva”.
Para llevar a cabo los ataques contra los aviones de suministros norteamericanos, el Ministerio de Defensa enviará a Siria 30 cazabombardeos Sukhoi SU-30 de combate aire-aire, que se unirán al medio centenar de aparatos ya desplegados en la base siria de Latakia. |
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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista
sexta-feira, outubro 16, 2015
Interessante o NAAD
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Alguém acusado de ser ladrão não pode estar na presidência da Câmara. Isso é grave!”
Jean Wyllys: “Alguém acusado de ser ladrão não pode estar na presidência da Câmara. Isso é grave!”
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) disse nesta quinta-feira (8) que é "grave para a democracia" que Eduardo Cunha (PMDB-RJ) continue na presidência da Câmara dos Deputados apesar de todas as indicações de que ele teria recebido propina no esquema investigado pela operação Lava Jato.
“É grave para a democracia que esteja na presidência da Câmara alguém que está formalmente denunciado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Ou seja, alguém que, em outras palavras, está acusado de [ser] ladrão”, disse Jean.
(UOL) As declarações do parlamentar foram feitas durante uma entrevista coletiva realizada na qual o PSOL apresentou um ofício da PGR (Procuradoria Geral da República) no qual o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, confirma a existência de contas bancárias na Suíça cujos beneficiários seriam Eduardo Cunha e integrantes de sua família.
É a primeira vez que o órgão brasileiro confirma as informações reveladas pelo Ministério Público da Suíça na semana passada. O líder do PSOL na Câmara, Chico Alencar (RJ), disse que o partido vai ingressar com uma representação contra Cunha no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara na próxima terça-feira (13).
Jean criticou líderes da oposição que, desde a semana passada, evitam retirar seus apoios a Eduardo Cunha. Na última segunda-feira (5), o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (PSDB-SP), afirmou que apesar das revelações feitas pelo Ministério Público Suíço, Cunha teria o “benefício da dúvida”.
“É grave que os líderes de oposição da direita façam ouvidos moucos e se façam de cegos para essa questão, não digam nada, e até evoquem o benefício da dúvida para blindá-lo”, disse Jean. “Acho que esse documento da PGR e a nossa representação vão forçar esse posicionamento. As pessoas vão ter que sair desse muro conveniente em que elas se colocaram”, afirmou o parlamentar.
*BR29
AMORIM RECEBE MAIS ALTA CONDECORAÇÃO PALESTINA
Presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, condecorou o ex-chanceler e ex-ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, com a Ordem da Estrela de Jerusalém, em Ramallah, na Cisjordânia - a mais importante oferecida pela Palestina
15 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 07:59
247 - O ex-chanceler e ex-ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, recebeu nesta quarta (14) a Ordem da Estrela de Jerusalém, em Ramallah, na Cisjordânia. Trata-se da condecoração mais importante oferecida pela Autoridade Nacional Palestina.
A comenda foi entregue ao ex-ministro brasileiro pelo presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas.
Segundo Amorim, o líder palestino disse estar se esforçando para não fomentar a violência e retomar o diálogo com Israel.
Leia aqui na reportagem de Daniela Kresch sobre o assunto.
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| Foto: Roberto Stuckert Filho/PR |
Por Luiz Carlos Azenha, no blogViomundo:
Em seu mais agressivo discurso contra a oposição até agora, a presidenta Dilma Rousseff disse, diante do décimo segundo Congresso da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no Anhembi, em São Paulo, que o que antes era apenas “inconformismo eleitoral” da oposição, diante da derrota de 2014, se transformou agora em “golpismo escancarado”.
“Eu sou presidenta porque fui eleita pelo povo em eleições lícitas. Eu sou presidenta para defender a Constituição e a democracia tão duramente conquistada por todos nós”, afirmou a certa altura.
Na audiência, além de sindicalistas, estavam os ex-presidentes Lula e Pepe Mujica, do Uruguai.
A presidenta disse que a hora é de unidade e convocou os presentes a lutar pela democracia.
Acusou a oposição de jogar “sem nenhum pudor” no quanto pior, melhor; “pior para a população, melhor para eles”.
Dilma disse que, através das redes sociais e da mídia, os golpistas “espalham o ódio e a intolerância”.
A essa altura, foi interrompida pelo público, que gritou “Fora Rede Globo, o povo não é bobo”.
Ela afirmou que a oposição quer “encurtar seu caminho ao poder” usando fórmulas artificiais.
“A vontade de produzir um golpe é explícita”, denunciou.
Segundo Dilma, a tentativa de golpe não é contra ela, mas contra o projeto de inclusão social do PT, o Bolsa Família, o Minha Casa, Minha Vida e os aumentos do salário mínimo.
“A sociedade brasileira conhece os chamados moralistas sem moral”, disse, alegando que parte disso se deve às políticas dos governos Lula e Dilma de fortalecer os órgãos de combate à corrupção.
Perguntou: “Eu me insurjo contra o golpismo e suas ações conspiratórias. Quem tem força moral, reputação ilibada e biografia limpa para atacar minha honra? Quem?”
A presidenta não fez menção explícita ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que acordou com a oposição um rito que facilitaria o impeachment de Dilma. Cunha é acusado de ter abastecido contas secretas na Suiça com dinheiro de corrupção no esquema investigado pela Operação Lava Jato.
Dilma lembrou que não há acusação formal contra ela e que as chamadas “pedaladas fiscais” foram atos administrativos utilizados por todos os governos que a antecederam.
Ao encerrar, citou Pepe Mujica: “Esta democracia não é perfeita, porque nós não somos perfeitos. Mas, temos de defendê-la para melhorá-la, não sepultá-la”.
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Altamiro Borges: Dilma detona os falsos moralistas
Altamiro Borges: Dilma detona os falsos moralistas
quinta-feira, outubro 15, 2015
Cunha não digere dircurso de Aécio e avisa: ” Vou arrastar muita gente junto comigo “
Cada vez mais isolado, dentro e fora de seu partido, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, prepara sua saída do cargo de forma magistral, segundo fontes adiantaram ao jornal Correio do Brasil, nesta segunda-feira (31).
Cunha não digeriu, até agora, o discurso de seu hoje ex-aliado no PSDB, o senador Aécio Neves (MG) e a expectativa, antes da possível queda nos próximos dias, é quem ele levará junto, na descida, após avisar aos navegantes: “Não vou cair sozinho”.
(Correio do Brasil)
Aécio fugiu da aventura golpista liderada por Cunha, ao perceber que a campanha para o impedimento da presidenta Dilma Rousseff derreteu, no momento em que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, arquivou a denúncia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a campanha da petista, em 2014.
O desembarque de Neves, no entanto, foi mais ruidoso do que Cunha esperava. A ponto de aguardar, sem sucesso, uma reparação do ex-aliado, na noite passada. Um grupo de 15 deputados já apresentou pedido de afastamento de Eduardo Cunha do comando da Casa e seu único ponto de apoio, com capacidade para segurá-lo no posto, cedeu. O PSDB, que até a semana passada dava sustentação ao parlamentar carioca, já passa a considerá-lo uma ameaça ao discurso jacobino da direita.
Até a proteção da mídia conservadora, que ainda mantinha Eduardo Cunha longe dos holofotes da opinião pública, começa a transparecer os primeiros sinais de fadiga. Na edição desta semana, a revista Época dispara mais um tiro contra o presidente da Câmara Federal, na reportagem intitulada A derrocada de Eduardo Cunha.
Esquema de corrupção
“Rápido, incansável, agressivo e acuado em uma situação muito delicada, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, do PMDB, causa apreensão em Brasília. Na tarde da quinta-feira, dia 20, colegas do PMDB souberam que Cunha mandou ao vice-presidente da República, Michel Temer, aquele clássico aviso de ‘não vou cair sozinho’, disparado quando a tensão fica alta na região mais escura do espectro político. Durante anos, Cunha e Temer foram muito próximos no PMDB. O governo sabe que não será poupado da ira de Cunha, apesar do discurso oficial otimista espalhado por ministros petistas”, afirma a revista semanal de propriedade das Organizações Globo.
Cunha tem até o próximo dia 10 para responder à denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), na qual ele pede 184 anos de prisão para o possível réu. Cunha é um dos envolvidos no esquema de corrupção que drenou cerca de R$ 80 bilhões da Petrobras. Na peça jurídica encaminhada ao STF, Cunha é acusado, em 85 páginas, por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo Janot, ele teria recebido cerca de US$ 5 milhões em propinas, no contrato celebrado entre a estatal e a empresa coreana Samsung . Janot pede ao Supremo que Cunha devolva US$ 80 milhões – equivalentes a cerca de R$ 280 milhões.
Cunha teria usado a igreja a que pertence, a Assembleia de Deus em Madureira, Zona Norte do Rio,segundo investigações da Polícia Federal (PF), para lavar dinheiro e distribuir parte da propina arrecadada, durante sua campanha eleitoral. A Operação Lava Jato, da PF, Cunha estaria envolvido em outros crimes, ainda em fase de apuração.
‘Acordão’
“A ação de Janot desestabiliza Cunha severamente. Entretanto, devido ao cargo do deputado, a seu perfil pessoal e ao atual cenário político, torna-o ainda mais perigoso para a estabilidade do país”, afirmou Época. “Cunha tende a ameaçar colegas como o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também acusado pela Operação Lava Jato e que recentemente se aproximou da presidente Dilma Rousseff. Cunha pediu a aliados que aprovem a convocação de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, para depor na CPI da Petrobras. Afilhado de Renan, Machado permaneceu 11 anos na Presidência da subsidiária da Petrobras, de onde saiu por ter sido mencionado pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa como pagador de uma propina de R$ 500 mil”, acrescentou a reportagem da revista.
Em nota, Cunha negou as acusações, mas não tentou se explicar diante das denúncias. Preferiu atribuir a ação da Procuradoria-Geral da República a um complô entre Janot e o governo contra ele. Segundo afirmou, haveria um “acordão” que inclui a preservação de outro acusado pela Lava Jato, o presidente do Senado, Renan Calheiros.
– Não participei e não participo de qualquer acordão e certamente, com o desenrolar, assistiremos à comprovação da atuação do governo, que já propôs a recondução do procurador, na tentativa de calar e retaliar minha atuação política – defende-se Cunha.
(fonte completa)
Cunha desistiu do impeachment para salvar a pele

É uma questão matemática.
Eduardo Cunha fez as contas e concluiu que a pior coisa que pode acontecer para ele neste momento em que está a um passo de ser julgado no Conselho de Ética é abrir o processo de impeachment, seja qual for o rito.
Se abrir, a oposição promete apoiá-lo no Conselho de Ética. E o PT, destruí-lo.
Se não abrir, o PT promete apoiá-lo no Conselho de Ética. E a oposição, abandoná-lo.
Como o PT tem mais votos que a oposição e o PMDB tende a votar com o PT abrir o processo pode ser um péssimo negócio. É mais seguro estender a mão ao PT.
Cunha abre o processo, mas perde a cabeça.
Cunha não abre o processo e se salva.
Convenhamos, é uma escolha mais fácil que a de Sofia.
*247
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