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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

segunda-feira, janeiro 23, 2012

Batalha campal de Pinheirinho se transforma em chuva de processos contra Alckmin

Por Redação, com colaboradores - de São José dos Campos (SP), São Paulo, Brasília e Nova York (EUA)

O governo do Estado de São Paulo tornou-se alvo de uma saraivada de processos, alguns em âmbito internacional, após a ação “violenta e ilegal”, segundo avaliou o deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP), presente ao assentamento de Pinheirinho, em São José dos Campos, interior de São Paulo, local das agressões registradas até o início da noite deste domingo.
Pinheirinho

Mulheres e crianças foram expulsas de suas casas para que a propriedade volte à carteira do megaespeculador Naji Nahas

O espancamento de manifestantes e o excesso da força aplicada por 1,8 mil homens da Polícia Militar contra um grupo de cerca de 500 pessoas que resistia à ação da PM já se materializou em uma denúncia formal contra o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU), encaminhada por uma série de instituições responsáveis pela fiscalização dos abusos policiais. A Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) também encaminhará representação contra o governo paulista.

Pinheirinho

PM recebe ordens para prosseguir com a batalha campal de Pinheirinho

O Ministério Público Federal, por sua vez, ingressou com uma ação civil pública contra a Prefeitura de São José dos Campos devido à omissão do município em promover a regularização fundiária e urbanística do assentamento. Proposta pelo procurador Ângelo Augusto Costa, a ação também tem quatro pedidos liminares para assegurar o direito à moradia dos ocupantes do terreno. A ocupação Pinheirinho surgiu do grande déficit habitacional em São José dos Campos (SP). São 9 mil pessoas, em sua maioria mulheres e crianças, que ocupam, desde 2004, uma área até então abandonada, que era de propriedade do megaespeculador Naji Nahas.

A Central Sindical e Popular (Conlutas), escreveu à OAB nacional para denunciar o barril de pólvora em que está instalado o assentamento.

Leia, na íntegra, o documento:

“O Município de São José dos Campos, embora detenha um dos maiores orçamentos per capita do país, arrecadando cerca de R$ 1,7 bilhão por ano, amarga um déficit habitacional de cerca de 30 mil moradias. A média de casas populares construídas na última década foi de 300 unidades por ano. Metade dessas habitações é destinada à remoção de famílias de uma região a outra, numa política deliberada de segregação da pobreza.

Diante desse quadro social, em 2004, centenas de trabalhadores sem-teto ocuparam uma área na Zona Sul da cidade conhecida como Pinheirinho. Logo após essa ocupação por moradia, uma empresa falida, a Selecta S/A, criada pelo megaespeculador financeiro Naji Nahas, reivindicou a posse do terreno.

Inicialmente, o juiz da 18.ª Vara de Falência de São Paulo-SP concedeu uma liminar de reintegração de posse. Os advogados do movimento alegaram que o juízo de falência da capital não tinha competência para discutir a posse da área e o Tribunal de Justiça cassou essa liminar.

A massa falida pediu nova liminar e o juiz da 6.ª Vara Cível de São José dos Campos negou a reintegração. A massa falida recorreu ao Tribunal de Justiça (TJSP), que então concedeu a liminar. Na defesa dos sem-teto contra esse recurso foi apontada uma irregularidade processual (a massa falida não havia comunicado o juiz de São José dos Campos sobre o recurso ao Tribunal).

Após a suspensão da liminar pelo próprio TJSP, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou todo o recurso, reconhecendo a irregularidade por conta da falta de comunicação ao juiz em S. José.

Agora em 2011, quando da comunicação dessa decisão do STJ à 6.ª Vara Cível de São José dos Campos, a juíza Márcia Loureiro, hoje titular desse juízo, analisando um pedido da massa falida para que o processo tivesse prosseguimento com a definição de uma data de audiência entre as partes, resolveu ressuscitar a liminar da Vara de Falência!

No momento em que foi apontada a gravíssima irregularidade no processo, com um retorno a uma decisão já cassada há muito tempo, a juíza alegou que não era mais a velha decisão ressuscitada, era uma nova decisão!

A juíza ignorou que a liminar já havia sido indeferida; que o processo seguia seu curso normal, com testemunhas intimadas para comparecer à audiência, que só dependia da definição de data (como pedido pela própria massa falida); que, na prática, a “nova decisão” somente “requentava” a velha decisão da Vara de Falência.

A área do Pinheirinho, hoje ocupada por cerca de 9.600 pessoas, em população composta em grande número por mulheres e crianças, é toda edificada, sendo que a Secretaria Estadual de Habitação e a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo já iniciaram estudos para regularização do bairro e para a implantação da infraestrutura.

Na falência da Selecta só resta um último credor: o Município de São José dos Campos, que tem cerca de 10 milhões de reais de IPTU a receber. Esse tributo nunca foi pago pela falida, desde a data de sua instituição.

Na execução fiscal movida pela Prefeitura de São José dos Campos ensaiou-se um “acordo” entre a Selecta e o Município. Somente os honorários advocatícios eram pagos, sendo que essa verba era embolsada pelos procuradores municipais em proveito próprio.

Um protesto de moradores ontem na Prefeitura Municipal exigindo o cadastramento do bairro no programa “Cidade Legal” recebeu a resposta evasiva da Administração Municipal de que não poderia inscrever uma área “particular”, mas que não se opunha às iniciativas do Governo Estadual. O fato é que a área só continua sendo particular pela omissão da Prefeitura na cobrança dos créditos de IPTU. O recurso encaminhado ao TJSP contra essa absurda decisão da juíza caiu com o mesmo desembargador sorteado em 2005.

Até o momento, ele não suspendeu a liminar, o que estimulou a juíza a prosseguir com as iniciativas, marcando como data de desocupação o dia 31 de dezembro de 2011.

Um aspecto emblemático se repete nessa data.

Em 2005, o Tribunal chegou a recomendar “cautela” na operação de desocupação violenta, pois a Revista Caras havia noticiado uma festança promovida por Naji Nahas, regada a champanhe e caviar (esses “detalhes” constam da decisão).

A história parece querer se repetir. Enquanto o megaespeculador estiver comemorando seu réveillon, os sem-teto serão vítimas de um massacre.

A juíza responsável pelo feito tem se manifestado com frequência pelos órgãos de comunicação, chegando mesmo a sugerir valores ao terreno. Essa postura, agravada por um tom de intransigência em face dos esforços no sentido de regularização da área revelam a necessidade de apoio institucional para atingir-se um resultado que atenda aos ditames da justiça.

A Secretaria Geral da Presidência da República e o Ministério das Cidades, no âmbito federal, e a Secretaria Estadual de Habitação e a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo – CDHU já demonstraram disposição para promover a regularização fundiária do bairro, sendo que a Prefeitura Municipal de São José dos Campos já promoveu, inclusive, o cadastramento das famílias. Está ocorrendo reunião entre as três esferas de governo na data de hoje, visando encontrar soluções.

A desocupação violenta, entretanto, já tem procedimentos iniciados, com o desvio de ônibus da Zona Sul do município, local em se insere o Pinheirinho.

Uma tragédia está anunciada e os meios para evitá-la estão nas mãos estatais. Essa área não cumpria nenhuma função social, servindo à especulação imobiliária e sonegando impostos aos cofres públicos.

Diante dessa situação crítica, solicita-se declaração pública de Vossa Excelência, no sentido de exigir dos poderes constituídos uma solução humanitária às famílias, que não implique uma desocupação violenta para buscar u caminho racional que viabilize a regularização da área na forma já sinalizada, permitindo-se o apoio técnico aos magistrados envolvidos com o problema social, tudo para garantir a prevalência da vida e da dignidade humana sobre os interesses patrimoniais.

Requer-se, ainda, o agendamento de audiência com o Procurador-Geral da República para que se represente ao Superior Tribunal de Justiça visando o deslocamento de competência à Justiça Federal, perante a ameaça aos direitos humanos que a situação indica.

Certos de poder contar com as iniciativas de Vossa Excelência, subscrevemo-nos, atenciosamente.

José Maria de Almeida
Membro da Executiva Nacional da Central Sindical e Popular – CONLUTAS

e

Aristeu César Pinto Neto
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB de São José dos Campos-SP”

Excesso de força

Pinheirinho

Guarnição da PM tem o caminho aberto por bombas de gás lacrimogêneo

O confronto entre policiais militares e manifestantes deixou duas pessoas gravemente feridas e teria causado uma morte, ainda não confirmada, durante a tomada de Pinheirinho. A PM seguia no local, no início da noite deste domingo, na tentativa de reitegrar a posse da área à massa falida do megaespeculador Najas. Medidas cautelares, no entanto, foram impetradas para suspender a ação policial.

O caso mais grave foi de rapaz, gravemente ferido após ser baleado. Ele foi atendido no Hospital Municipal e ainda corre risco de morrer. Em coletiva, convocada para o final da tarde, o comandante da ação, capitão PM Antero, negou que o disparo tenha partido de policiais militares, mas não avaliou as fotos registradas por jornalistas que mostravam um guarda municipal empunhando uma pistola. O capitão afirmou que seus homens estavam usando apenas gás lacrimogêneo, bomba de efeito moral e balas de borracha na operação.

Pinheirinho

Homens da Guarda Municipal espancam um manifestante em Pinheirinho

O deputados Marco Aurélio e Carlinhos Almeida (PT), além de vereadores de São José dos Campos, presentes ao local, também questionam a decisão de iniciar uma batalha campal desta envergadura durante o domingo, quando a maior parte dos setores públicos está fechada. Os parlamentares também requisitaram à Polícia Federal uma investigação sobre o uso de munição real na operação.

Durante o protesto contra a ação de reintegração de posse, moradores da ocupação Pinheirinho bloquearam parcialmente a Rodovia Presidente Dutra, no sentido São Paulo – Rio, na altura de São José dos Campos. Segundo a concessionária que opera a rodovia, a manifestação deixou o tráfego congestionado do quilômetro 162 ao133.

Pinheirinho

Guarda Municipal empunha uma pistola

Nota da Prefeitura de São José dos Campos, distribuída no final desta tarde, informava que 235 famílias (cerca de 900 pessoas) foram atendidas após a expulsão promovida pela PM paulista. Desse total, 120 famílias vão se mudar para outros endereços na cidade e 110 que se cadastraram no Centro Poliesportivo do Campo dos Alemães serão encaminhadas para abrigos temporários. Os demais receberiam passagens de ônibus para retornar a seus municípios de origem.

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região chegou a suspender, na sexta-feira, a ordem de reintegração de posse e devolveu o caso para a Justiça Federal. O processo foi avaliado pelo desembargador federal Antonio Cedenho. O magistrado entendeu que a disputa envolve a União, já que o governo federal manifestou interesse em participar de uma solução do conflito. Entraves legais, no entanto, fizeram o processo migrar seguidas vezes da Justiça Federal para o Judiciário do Estado de São Paulo, que concedeu à massa falida a ordem de reintegração de posse e deflagrou a controversa operação.

A Polícia Militar confirmou a prisão de 16 pessoas, por resistência. Todos já foram liberados.

*correiodoBrasil

domingo, janeiro 22, 2012

Maçonaria: mistério e poder


*oJumento

Justiça absolve Zé Dirceu e dá puxão de orelhas nos Promotores 

Quem acompanhou o caso e entende o minimo de politica e manipulação midiática, ja sabia disso, mas agora foi a vez da Justiça Federal dizer o que ja sabíamos a tempo, ou seja, a mídia inventou, e o povo acreditou.
Por Blog Marivalton
A Justiça Federal concluiu “não haver qualquer indício de ato de improbidade” cometido pelo ex-ministro José Dirceu durante o período em que exerceu a chefia da Casa Civil da Presidência da República, no primeiro governo Lula. Por esse motivo, seu nome foi retirado do processo movido contra ele na 9ª Vara Federal Judiciária do Distrito Federal.

A ação por improbidade administrativa havia sido proposta pelo Ministério Público Federal – o mesmo que, sem relacionar nenhum fato concreto a Dirceu, o acusou de comandar um suposto esquema de compra de votos para que deputados votassem a favor de projetos do governo.

A denúncia, que a mídia e o ex-deputado Roberto Jeferson batizaram de “mensalão”, jamais foi comprovada, mas deu origem a um processo no STF (Supremo Tribunal Federal) contra 40 pessoas, ainda não concluído, e mais cinco contra Dirceu, entre eles este em que agora foi inocentado.

Em sentença publicada no Diário da Justiça, o juiz da 9ª Vara, Alaor Piacini, acolheu a defesa prévia apresentada por Dirceu e seu advogado, Rodrigo Alves Chaves, e o excluiu liminarmente da ação.

Um dos argumentos em que fundamentou sua sentença, segundo o juiz, é que, de acordo com a jurisprudência do STF, ministros de Estado, cargo que Dirceu ocupava quando teria praticado o ato do qual foi acusado, por atuarem sob a égide da Lei do Crime de Responsabilidade, não se submetem à Lei de Improbidade Administrativa.

Além disso, o juiz considerou, ainda, não haver quaisquer indícios de ato de improbidade praticados por Dirceu. Por fim, Piacini, em sua sentença, criticou severamente a postura adotada pelos procuradores da República por proporem cinco ações de improbidade versando sobre os mesmos fatos.

A NOTICIA SOBRE O MENSALÃO

QUE A VEJA NÃO DEU

Deputado petista vai receber 20 mil reais de indenização da Editora Abril
A 4ª Turma Cível do TJDFT decidiu manter a sentença do juiz da 16ª Vara Cível de Brasília que condenou a Editora Abril S.A a indenizar por danos morais o deputado federal Carlos Augusto Abicalil (PT/MT).
A indenização por danos morais, arbitrada em 20 mil reais, deverá ser paga solidariamente pela editora e pelos autores da reportagem veiculada na revista Veja que deu ensejo à ação judicial. Na inicial, o deputado alega que a edição da revista Veja de nº 1938, veiculada em 11 de janeiro de 2006, publicou matéria com afirmações inverídicas e injuriosas intitulada "Não li e não gostei".

Os repórteres responsáveis pelo conteúdo da matéria afirmam que o deputado Carlos Abicalil teria sido escalado para integrar a Comissão Parlamentar de Inquérito dos Correios com a incumbência de tentar melar o andamento das investigações em relação ao esquema conhecido como "mensalão".

Diz a matéria: "Mesmo com a inclusão de Azeredo, os governistas ainda não desistiram de tentar melar a CPI. Já escalaram até um deputado, Carlos Abicalil, petista de Mato Grosso e integrante da comissão, para o trabalho sujo. Abicalil é um especialista em trabalhos sujos(...)".

Ao contestar a ação, a Editora Abril invocou o direito de informar, garantido constitucionalmente, e afirmou que a expressão "trabalho sujo" era apropriada, já que a escalação do deputado para integrar a CPI tinha como objetivo tentar afastar alguns nomes apontados no relatório parcial da comissão como supostos integrantes do "mensalão".

Na sentença de 1ª Instância, o juiz considerou que houve manifesta extrapolação da ré no seu direito de informar e noticiar fatos. De acordo com o magistrado, ao atribuírem a pecha de "especialista em trabalhos sujos" ao deputado, os autores do texto jornalístico lançaram conceitos lesivos à honra do requerente.

O relator do recurso confirmou a condenação imposta pelo juiz. Em seu voto, ele afirma:
A dignidade da pessoa humana é um bem tão importante que está garantido na Constituição Federal. A liberdade de imprensa não autoriza o uso de palavras injuriosas que acarretem danos à honra e à imagem dos indivíduos
A decisão da 4ª Turma Cível foi unânime.
*ajusticeiradeesquerda 

Pinheirinho: "Direita oligárquica não descansa"


Do Carta Maior 
Por Ivan Trindade
Dica @Maria_Fro

Em Canoas para uma oficina da universidade Popular dos Movimentos Sociais, evento pré-Fórum Social Temático, o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos condenou duramente a ação de reintegração de posse autorizada pela justiça paulista e executada pelo governo de Geraldo Alckimin (PSDB). "A violência é um recado da direita oligárquica, que não descansa, a todos os movimentos sociais que lutam por seus direitos", disse Boaventura.


Canoas (RS) - O sociólogo português Boaventura de Sousa Santos comentou neste domingo, a violenta ação da Polícia Militar de São Paulo na desocupação da comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos, São Paulo, na manhã deste domingo. Relatos dos próprios moradores dão conta de pelo menos sete mortes, informação não confirmada pela polícia militar até o final da tarde deste domingo.

Em Canoas para uma oficina da Universidade Popular dos Movimentos Sociais, evento pré-Fórum Social Temático, Boaventura condenou duramente a ação de reintegração de posse autorizada pela justiça paulista e executada pelo governo do estado, comandado pelo governador tucano Geraldo Alckimin (PSDB).

Para o professor, a violência é um recado da direita oligárquica a todos os movimentos sociais que lutam por seus direitos. Uma tentativa de desmoralizá-los. Para ele, a direita é anti-democrática e não hesita em usar de todos os meios para garantir seus interesses, sejam meios legais ou não.

O sociólogo cobrou uma ação firme do governo federal no caso e considera que mesmo com a violência, os movimentos sociais não se deixarão desmoralizar e seguirão em suas lutas por direitos fundamentais de cada cidadão.

Vídeo: Ivan Trindade
*Tecedora

Charge do Dia

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8GRc_0pAHPuI7NXHIWJVI3_5mdHi_rxLNnWsWUbn7SuiECWHgRS_wegMlxeIsGmgXGYBgR_Qdvsuxafanmal8uIIbUpc-XEiER3C2bff6BPXSWcQVdDfy-RjTbIQr_bKBZtk0T596yurz/s1600/Latuff+Pinheirinho1.pnghttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGY-f5pvTbV9QGW90DBJwYSY7ZQenbVGiWjpxGr7X5XNoQwjoEefo17LCMAz4srp0iJiUnKoKtR1TsH217rtlmtFpHQQ7SPjyG8xmpsNl6Rf3idKfltJQpUUvMCd75gTYmNPercpR5cNv8/s1600/Latuff+pinheirinho2.png
Prefeito do PSDB se recusou a inscrever o Pinheirinho no programa de moradia do governo federal. Eduardo Cury fez valer os interesses do proprietário Naji Nahas
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyt2OhJJBgjCi349T4yk1gNawN5WdoNqF7hv5-9LtTJILdv6BthOF1QzmhDGwXtZowUa87devQ1_UB8Pn2gb_UL_xRMeCA1yFOVl0siE6sjgcoTDdZ9nErKvIW9VwWpySWpjNWaGrHRkha/s1600/Quem-e-quem-pinheirinho.jpgQuem disse que não existe na prática diferença entre direita e esquerda? Eduardo Cury, do PSDB, prefeito de São José dos Campos, recusou-se a inscrever a ocupação do Pinheirinho no "Programa Cidade Legal", programa habitacional do governo Dilma. Se o fizesse, a ocupação poderia se regularizar e, posteriormente, se transformar num conjunto habitacional. Mas o prefeito tucano optou por ficar do lado da empresa falida do especulador Naji Nahas, a proprietária do local e, ao que tudo indica, patrocinadora das campanhas do grupo político de Eduardo Cury em São José dos Campos.
Paulo Jonas de Lima Piva
*Na Trincheira

sábado, janeiro 21, 2012

Gaviões da Fiel repudiam má fé da revista Época, da Globo, a eterna anti-Lula

Nota oficial - Matéria Gaviões Carnaval 2012 - Revista Época
Nós, dos Gaviões da Fiel, repudiamos o conteúdo da matéria publicada pela revista Época, em 21/01/12, em sua edição de nº 714, cujo título é “Cadê a Ala dos Mensaleiros”,e fazemos a questão de apresentar os fatos da forma mais clara e verdadeira possível.
Em meados de novembro, fomos procurados pela “repórter” Mariana Sanches, que nos solicitou uma visita sob a alegação de estar escrevendo uma matéria a respeito do Carnaval 2012. Prontamente recebemos a repórter, que alegava ser essa sua principal e grande matéria e que queria explorar ao máximo para conseguir um destaque com a mesma.
Em função disso e por respeito à profissional, abrimos as portas de nossa quadra e permitimos que algumas imagens fossem feitas em nosso barracão, concedemos entrevista exclusiva com nosso Carnavalesco e com nosso Presidente e nos colocamos a disposição para ajudá-la na conclusão da matéria desde que a mesma nos fosse apresentada antes da publicação.
Porém, infelizmente, usando da má fé característica dos maus profissionais, percebemos ao longo do caminho que a jornalista Mariana Sanches passou a dar um tom tendencioso e de especulação à matéria por meio de contatos – que não sabemos como obteve – com diversas pessoas ligadas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sob a alegação de estar escrevendo uma matéria a respeito do desfile dos Gaviões.
No entanto, ao ter acesso ao conteúdo final da matéria, constatamos tratar-se mais uma vez de uma agressão gratuita e infundada ao nosso homenageado e, consequentemente, ao processo de construção do carnaval da nossa entidade, que escolheu o enredo sem levantar nenhuma bandeira política ou partidária. O maior objetivo da escolha do tema é a homenagem ao povo brasileiro e aos Corinthianos, através da figura emblemática do ex-presidente Lula, assim como consta na explicação do nosso enredo (clique aqui e saiba mais). Mas não nos surpreende que tal veículo insista em tentar descontextualizar os fatos e criticar o Lula.
A nós, tal episódio só fortalece para que levemos à avenida em destaque estes e outros motivos que fazem com que nosso homenageado tenha sido escolhido como o retrato da nossa NAÇÃO e isso independe da vontade de qualquer veículo de comunicação que queira descontextualizar a homenagem que levaremos à avenida neste carnaval.
Diretoria Gaviões da Fiel

Ogum - Orixás do Dique do Tororó - Salvador

Ogum
Por Célia Cerqueira, Ogum - Orixás do Dique do Tororó - Salvador
Esculturas de Tati Moreno
Representa Santo Antônio, é o Senhor das Guerras e dono das Estradas. Seu nome, traduzido para o português, significa luta, briga, batalha. É a divindade da metalurgia, do ferro, aço e outros metais fortes.
Ogum é a força incontrolável e dominadora, do movimento, do choque. Patriarca dos exércitos, dono das armas. Ogum é o poder do sangue que corre nas veias. Orixá da manutenção da vida. Ogum é a jornada, a empreitada, luta do dia a dia. Patrono das artes manuais e da cultura. Esse Orixá, de temperamento explosivo e coração quente, é a força da Natureza talvez mas temida e respeitada, que se faz presente nos momentos de impacto e nos momentos fortes.
Os filhos de Ogum são pessoas impetuosas e arrogantes, daquelas que se arriscam a melindrar os outros por uma certa falta de discrição quando lhes prestam serviços, mas que, devido à sinceridade e franqueza de suas intenções, tornam-se difíceis de serem odiadas.
Dia: terça-feira
Data: 13 de junho
Metal: ferro
Cor: Azul Marinho e Verde

Filósofa e escritora, Marcia Tiburi mais numa vez inova ao analisar, filosoficamente, a televisão. Olho de vidro traz uma discussão sobre as relações entre pensamento reflexivo e imagem, a partir da oposição entre filosofia e televisão. Dividido em três partes, Olho, Tela e Distância — cada uma abordando uma característica do fenômeno televisivo como prática estética —, e com um glossário de termos ópticos, o Opticário, o livro finaliza com uma reflexão lúdica sobre o que está intrinsecamente envolvido nos atos que caracterizam uma sociedade visual.
*EgrégoraCarrancasliterárias

Clarice Lispector, A Escritora da Alma

O escritor norte-americano Benjamin Moser escreveu a biografia de Clarice Lispector nos Estados Unidos a partir de sua paixão pela autora e também pela necessidade de torná-la ainda mais conhecida no exterior. Foram cinco anos ininterruptos de pesquisas sobre a vida e a obra dessa escritora, na tentativa de resgatar detalhes preciosos sobre a enigmática Clarice. Why this world? não se trata de mais uma biografia sobre essa escritora, mas é um estudo completo que resgata muitas particularidades das suas origens judaicas, do seu universo literário e de sua vida pessoal, que chega às mãos do leitor como uma surpresa reveladora de grandes descobertas. Em todas as páginas do livro, há os rastros de Benjamin Moser percorrendo as trilhas de Clarice Lispector. É inevitável não perceber que, com essa biografia, Moser está proporcionando aos leitores norte-americanos a oportunidade de conhecerem uma das escritoras mais importantes da literatura latino-americana. Why this world foi traduzida e publicada no Brasil, sob o título de Clarice,. Essa foi mais uma surpreendente e interessante novidade para os brasileiros sobre a escritora, cuja obra é inesgotável. O jovem escritor Benjamin Moser com ousadia e propriedade cria para o mundo um importante relato biográfico sobre a autora. Sem sensacionalismo, descreve de maneira muito descontraída, como se fosse um parente ou alguém bem próximo à Clarice, os fatos significativos da vida e da obra que compõem o instigante mundo de Clarice Lispector.

Entrevista com o autor:
É mais comum vermos biógrafos pesquisando e escrevendo sobre autores de seu próprio país. Por que você, um norte-americano, optou por escrever uma biografia de uma escritora brasileira?
Eu acho que é mais interessante escrever sobre artistas de outros países, de servir como uma ponte entre diferentes culturas, se dispomos das possibilidades (linguísticas, por exemplo) de fazê-lo. Mas finalmente o que me interessa em Clarice não era a nacionalidade dela - era a genialidade dela.
O poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu: "Mais tarde, um dia... saberemos amar Clarice." O que leva o leitor Benjamin Moser a amar Clarice Lispector?
Bom, é outra pergunta sem resposta. O que leva você a amar o seu marido, a sua filha? Pode dizer que é a beleza dos olhos ou o timbre da voz ou não sei que mais, mas o amor não se explica. O bonito é que o meu amor pela Clarice é compartilhado por cada vez mais gente, que entendem o porquê sem explicações.

Na biografia de Clarice Lispector escrita por você, há fatos da vida da escritora que foram abordados sem meio-termo. Por exemplo, no capítulo O "pogrom básico", em que você faz referência ao estupro da mãe de Clarice, cuja família judia sofreu constante pressão e ameaça na Ucrânia. Como foi a apuração desses episódios? E que marcas você acha que a família Lispector guardou da experiência de ter vivido numa época tão perigosa para os judeus na Europa?
Não há nada no livro que investiguei mais do que essa questão da mãe, devido à importância que teve na vida e na obra da Clarice. Algumas fontes são citadas no livro, outras não - várias pessoas queriam falar anonimamente para não ter problemas com a família (o que de fato aconteceu com certos parentes). É uma coisa que dói muito ainda hoje, e essa era exatamente a ideia das pessoas que cometeram esses crimes: de deixar marcas permanentes nas vítimas, não só nelas, mas nos maridos, nos pais, nos filhos. Era infelizmente longe de ser incomum naquela região naquela época.
O livro dá um enfoque especial às raízes judaicas de Clarice. Você, tendo também ascendência judia, como associa as suas origens à sua literatura? E como você acha que esse fator influenciava a literatura da Clarice?
Acho fundamental. Não só porque o fato de serem judeus é a razão porque a avó da Clarice foi assassinada, a mãe estuprada, a família inteira reduzida à miséria e exilada, mas porque essas experiências históricas formaram a visão do mundo da Clarice como o fizeram com tantos outros judeus. Quando ela pergunta "porque este mundo?" não é uma pergunta abstrata. A pergunta significa: como é possível vivermos num mundo em que coisas tão cruéis acontecem, um mundo em que somos condenados à morte.
No capítulo "Deus agita as águas", você descreve aspectos importantes da vida de Lúcio Cardoso, escritor e amigo de Clarice, que causou grande impacto na escritora. Qual sua análise da relação entre Lúcio e Clarice?
Fiquei surpreso em ver que vários críticos escreveram que o fato de ele ser homossexual foi um desastre tão dramático para ela: um chegou até a dizer que a decepção amorosa que ela sofreu foi o que a inspirou a tornar-se escritora. O fato é que muita gente sofre decepções amorosas na adolescência sem que isso acabe com suas vidas. O Lúcio era um grande escritor, um grande amigo que a inspirou com sua determinação de viver como ele próprio quis.
Muitos brasileiros dizem que Clarice Lispector é mais lida na França do que nos Estados Unidos. Na sua opinião, isso é verdade?
Essa opinião é impossível de eliminar da cabeça de muita gente. Não sei de onde veio. Conheço a França muito, passo boa parte do ano lá, e é mais ou menos a mesma coisa como em todos os países estrangeiros, além da Argentina: tem um grupo que a conhece, na maioria acadêmicos ou pessoas com algum vínculo com o Brasil ou a América Latina, e fora disso é pouquíssimo conhecida. Estou torcendo para mudar isso na França, quando meu livro sair lá em novembro, e também em Portugal, onde sairá em setembro.
Como Why this world foi recebido nos Estados Unidos?
Foi incrível, muito além de minhas expectativas. Quem quiser ver as resenhas pode dar uma olhada no meu site, www.benmoser.com. A coisa mais engraçada foi que uma loja de moda, J. Crew, batizou um sapato desta estação com o nome de Clarice!
E no Brasil? Como foi a recepção dessa biografia aqui traduzida como Clarice, ?
Bom, também poderiam dar uma olhada no meu site para ver a enorme quantidade de matérias que saíram, e que ainda continuam a sair, na imprensa brasileira. Nos Estados Unidos e na Inglaterra, como será na França, o jeito era de fazer as pessoas "descobrirem" a Clarice. No Brasil foi todo o contrário, as pessoas já a conheciam, e foi para mim um grande prazer visitar o Brasil e falar com pessoas que, como eu, se sentem próximos dela. Agora não vejo a hora de voltar ao Brasil para a FLIP, em agosto, e depois para a FLIPORTO, em Pernambuco, em novembro.
Como a literatura de Clarice influenciou sua vida pessoal e profissional?
Primeiro foi pessoalmente, porque como tantos outros fiquei sob o impacto de Clarice, desde A hora da estrela, que li num curso de português aos 19 anos. Sempre queria usar os meus conhecimentos do mundo editorial e jornalistico para "lançar" Clarice além do mundo acadêmico, e o resultado foi a biografia Why this world, que trouxe muita atenção a Clarice fora do Brasil, e que depois fez parte de uma "onda" de interesse em Clarice no Brasil. É difícil para um escritor falar de uma separação entre "pessoal" e "profissional", mas acho que consegui usar minha paixão pessoal por ela para fazer uma coisa profissional que ajudasse a divulgar Clarice internacionalmente.
Depois de Clarice, o que mudou em seu olhar de leitor a respeito da literatura?
Não sei. Na verdade, leio Clarice desde a adolescência e tenho a cabeça inteiramente feita por ela. Como levo tantos anos em companhia dela, é difícil imaginar a minha vida sem ela. Mas como escritor posso dizer que o modelo de seriedade e de liberdade que ela oferece é uma coisa absolutamente espantosa. Não estamos quase nunca ao nível dela, mas mesmo assim ela me inspira muito.
Você acredita que a literatura de Clarice dialoga com a cultura americana? Como?
Não especificamente. Ela dialoga com o ser humano, quer seja no Brasil, nos Estados Unidos, na Alemanha, na China ... não importa onde. Por isso que podemos falar dela em todos os paises, porque a grande arte não se limita às fronteiras políticas. Tem muitos escritores em todos os países que só interessam a estes países especificamente, mas não é o caso dela.
Textos e imagens extraídos da Revista Conhecimento Prático - Literatura, Edição-32, da Editora Escala Educacional.
 

Oxalá - Orixás do Dique do Tororó - Salvador

Oxalá
Por Célia Cerqueira, Oxalá - Orixás do Dique do Tororó - Salvador
Esculturas de Tati Moreno

Representa Senhor do Bonfim, é o Deus da Criação. Seu dia é sexta-feira. Oxalá é o fim da vida, é o momento de partir em paz, com a certeza do dever cumprido. Ele é o pai, é a morte, ou melhor dizendo, é o princípio do fim da vida. Mas Oxalá também tem outras atribuições na Natureza. É ele que vai proporcionar a paz entre os homens; é ele que vai trazer o entendimento, a compreensão, o sossego, a fraternidade, não somente entre os homens, mas também em sua relação com outras forças da natureza, pois é comum nas Casas de Santo oferecer comidas e flores, para que Oxalá venha apaziguar uma situação de conflito, uma determinada cabeça. É ele que servirá de mediador para que haja uma solução, uma definição. Orixá da ventura, da compreensão, da amizade, do entendimento, do fim da confusão. Esse deus é o patrono da fecundidade e da procriação.
Seus filhos são calmos, mas capazes de liderar, bondosos e tolerantes. Em nenhuma circunstância modificam seus planos e seus projetos, mesmo a despeito das opiniões contrárias, racionais, que as alertam para as possíveis consequências desagradáveis dos seus atos. Tais pessoas, no entanto, sabem aceitar, sem reclamar, os resultados amargos daí decorrentes.
Dia: sexta-feira
Data: 15 de janeiro
Metal: prata, ouro branco, chumbo e níquel
Cor: branco leitoso
*Egrégoracarrancasliterárias

Deleite Antônio Nóbrega



O jornalismo hipócrita da Rede Globo e da mídia nacional


O jornalismo hipócrita da Rede Globo e da mídia nacional
 
 

O jornalismo hipócrita da Rede Globo e da mídia nacional. 16233.jpegNo primeiro dia útil de 2012 a Rede Globo e a mídia brasileira noticiaram - de forma hipócrita - que o Irã, mais uma vez, desafiava o mundo ao fazer testes com mísseis de médio e longo alcance no Estreito de Ormuz, por onde passa a maior parte do petróleo consumido no ocidente, fornecido por monarquias árabes corruptas e subservientes ao imperialismo e ao sionismo.

O "jornalismo" da Globo tenta induzir a opinião pública mundial a apoiar qualquer tipo de ação criminosa por parte dos EUA ou da Otan contra o Irã, para favorecer a política belicista e imperialista dos EUA e racista de Israel.

A imprensa brasileira, na sua maioria, contrata agências de notícias norte-americanas para divulgar informações de países estrangeiros. Ora, as agências de notícias norte-americanas são financiadas pelo governo norte-americano justamente para mentir e enganar a opinião pública mundial. Portanto, a imprensa brasileira compra mentiras e divulga mentiras sendo, portanto, cúmplice de crimes de guerra e de crimes contra a humanidade.

Os proprietários dos grandes meios de comunicação do Brasil deveriam ser levados às cortes internacionais por associação a crimes de lesa humanidade, por justificar - por exemplo - a guerra ao Iraque, Afeganistão, Líbia, e agora por apoiar guerras na Síria e
Irã.
 
Notícias tendenciosas
 
Esse conglomerado de empresas que fabricam notícias tendenciosas, que se diz "imprensa livre", não publica uma palavra sobre os crimes do governo norte-americano na Guerra da Coréia (onde os norte-americanos assassinaram 1 em cada 3 coreanos em 1950, dizimando 1/3 da população daquele país, onde seguem fazendo chantagens e ameaças atômicas, dividindo o país em fazendo da Coréia do Sul um depósito de armas e bombas atômicas). 
 
Nada sobre o assassinato pelos EUA e Otan de mais de 200 mil pessoas na Líbia. Essa pretensa mídia comercial não publica uma palavra sobre as bombas atômicas norte-americanas e suas 965 bases militares construídas para dominar o mundo. Nenhuma palavra sobre as armas químicas e biológicas atualmente desenvolvidas em laboratórios norte-americanos para serem usadas como armas de destruição em massa.
 
Os ataques diários da mídia ocidental à República Islâmica do Irã tem o único objetivo de incentivar e estimular uma nova guerra para favorecer os interesses mercantilistas de investidores norte-americanos e israelenses (judeus sionistas), detentores da maioria das ações das indústrias bélicas e petrolíferas na Bolsa de Valores de Nova Iorque.
 
O roqueiro Raul Seixas tinha razão: "Mamãe não quero ler jornais: mentir sozinho eu sou capaz".
 
Fonte: Jornal Água Verde
*Brasilmobilizado