Páginas

Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

No aniversário do partido, André Vargas diz que maior autoridade do PT é sua militância
+*justiceiradeesquerda

De Louise Caroline – PT 32 anos: pra trás e pra frente.

 Hoje comemoramos 32 anos de fundação do Partido dos Trabalhadores. A história de movimentos populares, sociais e sindicais que decidem disputar institucionalmente o Estado e os recursos públicos sempre concentrados na mão das elites.
http://www.portaldecaruaru.com/images/conteudo/img_g/141111121125louise.jpgA história de um Partido estudado no mundo inteiro como experiência exitosa na implementação de um novo modelo de democracia: daquela restrita ao voto eleitoral àquela partilhada nos orçamentos participativos, nas conferências de políticas públicas e na resignificação da política.
            Um partido de massas. De militantes. De fidelidade partidária e voto programático, características raras em um sistema político fragmentado e personalista. Um partido de idéias e ideais, de políticos comprometidos com a coisa pública. Um partido de governo.
            O fenômeno dos Governos do Presidente Lula, com todas as contradições de uma coalizão imposta pelo sistema presidencialista e pelo multipartidarismo, elevaram o PT a um reconhecido exemplo de inclusão social e soberania internacional. Uma mirada especial aos oprimidos de dentro e de fora do país.
            A data de hoje é de alegria. De comemoração. E de olhar para o futuro. Como serão os próximos 32 anos do PT?
            A primeira geração petista elaborou uma estratégia de partido e de governo. Agora, com 10 anos de governo federal, cabe elaborarmos uma nova estratégia que compatibilize a capacidade militante de um partido de massas com uma gestão pública capaz de saltar da democratização do capitalismo para uma sociedade socialista.
            É que um partido eleitoralista, com lideranças personalistas e adaptado ao jogo econômico do processo eleitoral não é o PT dos 32 anos pra trás, nem o que queremos pra frente. Um Estado de bem-estar social, universalizador de direitos básicos sem transformações nos fundamentos da exploração dos seres humanos, não é o PT dos 32 anos pra trás, nem o que queremos pra frente.
            O desafio que temos nessa data reflexiva, como são os aniversários, é entender que para sermos os mesmos temos que ser diferentes. A mesma estratégia não cabe a um período histórico distinto. Nossas vitórias exigem outras atitudes. Não precisamos mais consolidar um partido nacional, mas fazê-lo manter sua capiralidade social, sem espaço para os empresários da política e os políticos de si mesmos. Não precisamos mais chegar à Presidência da República, mas fazer dessa oportunidade um marco de rupturas que não exijam coalizões esquizofrênicas, nem submissão aos banqueiros e aos latifundiários.
            A experiência da social-democracia européia é um exemplo que precisamos analisar como alerta. Não basta incluir gente na economia sem incluí-la na política, não basta fazer remendos igualitários em um sistema de desigualdades. Deixar o Estado refém do sistema financeiro capitalista é deixar qualquer possibilidade de sucesso de nossa estratégia refém de nossos inimigos.
            Aos que terão a responsabilidade de dar continuidade à vida do PT, cabe mergulhar nos melhores sonhos desses 32 anos e perceber que foi ousadia de puxar a linha do horizonte o sustentáculo desse projeto.
            Fazer o que parecia loucura e apostar no motor da história quando se dava a história como morta moveu nossas conquistas.
            A história exige novas ousadias. Mudar para que sejamos os mesmos.
            Vida longa ao PT!
Louise Caroline Lima e Silva, petista com orgulho.
*Historiavermelha

Charge do Dia

https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/423577_272268276179413_100001887274841_717443_1415540179_n.jpghttps://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/396290_10150524264195978_631310977_8739665_1694591159_n.jpg
http://api.ning.com/files/VYMC271s9KDvSAgIBGuTSacAajx1ZQv9zOK4tGxxlhgJ6Hi-J0EmUc26lAfGUuAUi39nwlo0lM36ncLIeTEutHXJFHV4Qo4t/abadas.jpg[gio%255B4%255D.jpg]http://img.photobucket.com/albums/v85/jumento/023/Sinal.jpghttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5MGD5XEH5iwg0Lyj1yusEVggGiUmJgT1bi6OBGI6pTeS8iqYX68ppwZFVwrAgTugo62BFZ-dbLGLRvRDdCx_L5GGe8fGoOL3Ue4O3DOgAoUdpWiEjH8ngMpywDFuEHOz6dg9Gu1qDwgM/s1600/Quando+digo+que+pago+internet.jpghttp://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2012/02/charge-bessinha_caravana-do-apocalipse1.jpghttp://img.photobucket.com/albums/v85/jumento/023/corage.jpg

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Transnordestina será caminho de desenvolvimento, diz presidenta em visita às obras


Navalha


Na visita às obras de construção da Ferrovia Transnordestina, a presidenta Dilma Rousseff disse hoje (9), na cidade de Parnamirim (PE), que o governo federal vai trabalhar para que o empreendimento seja feito sem interrupções. Os prazos, disse, devem ser cumpridos para que a Transnordestina esteja concluída em 2014. Para isso, governo e empresas privadas terão uma reunião para avaliar o andamento das obras.

Vamos acertar os nossos parafusos para que haja uma solução mais rápida, porque ela é de imenso interesse para a região. A Transnodestina funciona como um caminho de desenvolvimento. Onde tem ferrovia tem transporte acessível e barato, afirmou a presidenta em entrevista coletiva.

Além disso, segundo Dilma Rousseff, a Transnordestina vai impactar o transporte de grãos e minérios.

Queremos garantir que o interior do Brasil se ligue aos portos. Isso significa maior capacidade de comercializar a produção e explorar o potencial da região.


Qual o plano secreto da dupla Lula/Dilma ?
Acelerar o desenvolvimento fora do eixo Vargas-JK: o Sudeste e o Sul.
Dar músculo ao Nordeste e ao Norte.
Três ferrovias são centrais nesse plano.
Como diz a Presidenta, a Norte-Sul (que São Paulo boicotou no Governo Sarney) cortará o Brasil de “ponta a ponta”.
Ela se ligará, lá em cima, à Transnordestina, que sai de Eliseu Martins no Piaui, vai até Salgueiro em Pernambuco.
De Salgueiro, ela sobe em direção ao Norte, até Pecém, no Ceará.
E segue em frente em direção a Suape, em Pernambuco.
Estuda-se um ramal até Natal, ou melhor, até o grande aeroporto de São Gonçalo do Amarante, um gigantesco hub de carga, o ponto mais próximo do Brasil da África e de Miami.
Mais ao Sul, paralela à Transnordestina, correrá a Ferrovia Leste-Oeste, na Bahia.
Ela sai de Ilhéus, no litoral, vai para dentro a Luis Eduardo Magalhães e Caitité, no Oeste da Bahia.
Se o Ministerio dos Transportes tivesse um mínimo de imaginação, chamava essa Leste-Oeste de “Ferrovia da Gabriela”, com um ponto terminal no Bar Vesúvio, em Ilhéus …
A Presidenta prometeu concluir a Transnordestina em 2014.
Vai ficar de olho com o rigor que anunciou aos empreiteiros da transposição do rio São Francisco.
Quando os tucanos de São Paulo abrirem os olhos, o trem da Dilma já terá passado.
(Por falar em tucanos de São Paulo, os únicos que dão bola ao PiG (*), veja que os brasileiros nunca estiveram tão confiantes)
Paulo Henrique Amorim

ranking do sexo

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijgv75Qdjr7ofY9zgZUKxYQtAr2Rk_YY5L9Yi9hI-rTaEt5spN-kDRUjfI7fULLkMAtugVbptQ5iJAcCLJZ1VZw75tfQ4W9vCVVt06_OjbgBmiP8KMBykFoLnFt_wyzGXt0NKE__gUMWg/s1600/tabela-sexo2_184344.jpg
https://lh6.googleusercontent.com/-vAR-cH5SWx0/TyQtS7xmQgI/AAAAAAAAUQo/qO9Vc-zeCvw/s912/SOPAPIPA2.png

* Megaupload – Fechado .
* FileServe – Fechando , não vende mais Conta Premium .
* FileJungle – Excluindo arquivos e bloqueado nos EUA .
* UploadStation – Bloqueado nos EUA .
* FileSonic – As notícias estão arbitrárias (sob investigação do FBI) .
* VideoBB – Fechado ! Deve sumir em breve .
* Uploaded – Banido dos EUA e o FBI vai atrás dos donos que sumiram .
* FilePost – Deletando todo material (só vão deixar executáveis , pdfs , txts) .
* VideoZer – Fechando , bloqueado nos paises afiliados aos USA .
* 4shared – Excluindo arquivos com copyright e aguarda na fila do FBI .
* MediaFire – Convocado à depor nos proximos 90 dias e terá de abrir as portas para o FBI .
* Torrent org – Poderá sumir com tudo em até 30 dias (esta sob investigaççao criminal) .
* Rede Share mIRC – Aguarda a decisão do caso Torrent para continuar , ou encerrar tudo .
* KoshiKO – Operando 100% japão , não ira aderir ao SOPA/PIPA .
* Shienko Box – Operando 100% China/Korea , não irão aderir ao SOPA/PIPA .
* ShareX BR – Grupo UOL / BOL / iG dizem que não irão aderir ao SOPA/PIPA .
* Rapidshare – Só com conta premium e termo de responsabilidade com seu CNPJ para upar arquivos superiores à 100 MB (ou seja quem se “ fode ” com o FBI é o uploader) .
* MediaFire – Pode cair a qualquer momento .
* Mirror Creator e Multiupload – são quase a mesma coisa e estão na Blacklist do FBI (seus donos já estão intimados à depor no FBI desde quarta-feira , mas sumiram do mapa) .

Hosters pequenos do brasil como " XPG " , sem Informações até o momento .

A Europa já entregou os hosters de toda zona do euro na bandeija de prata para o FBI podar cabeças a vontade .


https://lh5.googleusercontent.com/-Wp8_g0EJ62k/TyQtZzKFwBI/AAAAAAAAUQw/JEPNwv_vYpg/s500/0211-500x405.jpg*cariocabaixeaqui
Nos últimos meses, duas siglas se tornaram famosas na internet: SOPA e PIPA. As siglas se referem a duas leis americanas que vão passar por votação no equivalente à nossa Câmara dos Deputados e ao nosso Senado Federal. As leis têm como alvo a internet e a maneira como nós e as empresas interagimos com ela. Mas, mesmo sendo leis americanas, será que elas têm como afetar a nós brasileiros?

*peviana

Hare Índia

Que beleza. Que decoro. Que deselegância: Senador Magno Malta chama Gil Carvalho de safado”, “mentiroso”, “irresponsável", “camaleão” e “ministro meia-boca”.
http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Gilberto_Carvalho131732.jpg

E ainda exige RESPEITO, por favor nos economize.


E isso tudo porque o ministro Gilberto Carvalho no FST, no Rio Grande do Sul, disse que "a oposição virou pó e que a próxima batalha ideológica será com os evangélicos conservadores, que têm uma visão do mundo controlada por pastores de televisão".
http://www.youtube.com/watch?v=lBgFnzKqsQE&feature=player_embedded
Parabéns, ministro.
*Mariadapenhaneles 




Por que tantas mulheres continuam sendo assassinadas e violentadas?: Congresso instala CPMI para acompanhar aplicação da Lei Maria da Penha no país


Evangélicos travam votações no congresso brasileiro


Anthony Garotinho, deputado condenado repetidas vezes na justiça, liderou o ataque dos evangélicosDurante debate no Fórum Social Mundial, ocorrido em Porto Alegre (RS), no final de janeiro, Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria Geral da Presidência, disse que é preciso montar uma rede para enfrentar ideologicamente os evangélicos. Segundo ele, esse segmento religioso possui uma visão de mundo controlada por pastores de televisão. “É preciso fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes”, disse Gilberto Carvalho.
No debate, Carvalho foi questionado por participantes sobre o motivo de o governo ser conservador em temas como o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O ministro respondeu que o entrave para avançar na discussão eram os evangélicos.
“Este governo que fala tanto em discriminação… Vem agora o ministro do governo tomar uma posição de discriminação em relação aos evangélicos, chamando-os de retrógrados, dizendo que a lei do aborto não é aprovada por causa dos evangélicos”, disse o líder do PR, Lincoln Portela (MG). Irritado com as declarações do ministro, o senador Magno Malta (PR-ES) – também evangélico – usou a tribuna do Senado ontem para chamar Gilberto Carvalho de “safado” e “mentiroso”.
Exigindo uma explicação do ministro, deputados da bancada evangélica resolveram impedir as votações até que Carvalho se retrate. Hoje estava prevista a análise de acordos propostos pelo Brasil com outros países, entre outras tantas matérias de interesse nacional.
Ou seja, num país teoricamente laico, as igrejas mostram que a prática parece se afastar deste ideal. Pior ainda é que, numa demonstração vergonhosa de desrespeito ao povo brasileiro, travaram a votação de matérias importantes. Em um legislativo que já demora e custa a aprovar matérias, travar a pauta de votações é um gesto mesquinho, irresponsável e que mostra apenas que os evangélicos preferem defender suas doutrinas religiosas do que trabalhar em prol do povo brasileiro como um todo.
*DiarioAteista

Charge do Dia

autores de Imagine poderia ser
https://lh6.googleusercontent.com/-d0n7u0x7GGg/TzKKx3s0QJI/AAAAAAAAXM0/x4kZmL_uxxY/w402/12%2B-%2B1
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjTWo093jubT7j2Ex9E82ou6l-31q9i4qNhMklHleWaQ38F0d4XBjLTr8qMiKPuXTjMXxfnzYTZnvSr_wtr76ZmWg3GC00RxwBxfJJ3N0U-JkelnjLc9jmSoikivBCJNiC-ntW56_-9qQT-/s1600/image001.jpg

Servil aos EUA, México morre de fome

Por Laura Carlsen, no sítio da Adital:

Desde que o México aprovou o Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Tlcan), milhões de mexicanos uniram-se às filas dos famintos. Enquanto a violência e o sangue da guerra contra as drogas se apoderam das manchetes dos jornais, muitos mexicanos, sobretudo mulheres e crianças, enfrentam a silenciosa e violenta sorte da fome.

Base de Alckmin atrapalha investigação sobre Pinheirinho

image_previewO deputado estadual Ari Fossen (PSDB) utilizou-se de uma manobra nesta quarta-feira (8) para impedir que os comandantes da operação de reintegração de posse do Pinheirinho, em São José dos Campos, no interior paulista, fossem à Assembleia Legislativa explicar os abusos cometidos com famílias que ocupavam o terreno.
O requerimento pedindo a convocação do coronel da Polícia Militar Manoel Messias e de Fábio Cesnik, delegado responsável pela Delegacia Seccional de São José dos Campos, foi protocolado pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alesp, deputado Adriano Diogo (PT). Ari Fossen pediu vistas ao requerimento, excluindo-o temporariamente da pauta.
O petista questiona os comandantes sobre as razões pelas quais a reintegração foi conduzida com tamanha violência e ainda por que alguma informações, como o número de feridos, foram escondidas da população. Na próxima reunião da Comissão, marcada para terça-feira (14), os temas serão novamente inseridos na pauta.

CPI

Em paralelo aos trabalhos na Comissão de Direitos Humanos, o PT está colhendo assinaturas para instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) a fim de apurar os excessos cometidos pela polícia no Pinheirinho. De acordo com o deputado Marco Aurélio (PT), autor do requerimento, faltam apenas cinco parlamentares apoiarem a iniciativa para se chegar às 32 assinaturas necessárias para a instalação.
A Rede Brasil Atual noticiou nesta terça-feira (7) que o governo tem alertado sua base para não colaborar com a CPI. Marco Aurélio relatou que alguns deputados concordam com as investigações. No entanto, temem uma represália do executivo.
Entenda o caso
A decisão da juíza Marcia Loureiro que viabilizou a reintegração de posse do terreno passou por cima de liminar da Justiça Federal, que suspendia a ação de reintegração por 15 dias. Acreditava-se que um acordo estaria próximo de acontecer, uma vez que deputados estaduais, senadores e governo federal articulavam uma solução sem confrontos.
O juiz auxiliar do TJ Rodrigo Capez cassou todas as liminares impetradas pelos movimentos sociais. A ação ocorreu na madrugada de 22 de janeiro e contou com efetivo de 2 mil policiais militares, inclusive da Tropa de Choque. De acordo com o deputado estadual Marco Aurélio (PT), foram gastos aproximados R$ 103 milhões na operação. O terreno pertencia à massa falida das empresas do especulador Naji Nahas.
Por: Rede Brasil Atual
*Ocarcará

As taras eclesiásticas ficam caras

Casos de pedofilia custaram US$ 2 bilhões à Igreja Católica

O custo financeiro direto do escândalo de pedofilia supera para a Igreja Católica 2 bilhões de dólares, embora não seja comparável à “perda da inocência” das vítimas, disseram nesta quarta-feira dois especialistas em um simpósio sobre o tema em Roma.



Os casos de abusos sexuais a menores já custaram à Igreja Católica em nível internacional mais de US$ 2 bilhões, informaram nesta quarta-feira os americanos Michael Bemi e Patricia Neal no simpósio organizado pelo Vaticano para discutir os escândalos de clérigos pedófilos. Michael Bemi, do National Catholic Risk Retention Group, de Vermont, e Patricia Neal, diretora do programa de proteção de crianças VIRTUS, disseram no terceiro dia do evento, realizado na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, que esses casos tiveram "profundas consequências negativas" para a Igreja Católica. Os dois especialistas detalharam que não é possível avaliar os danos causados nas vítimas, cujas vidas mudaram para sempre, e por isso analisaram apenas os prejuízos causados à Igreja por estes escândalos.
Esses US$ 2 bilhões foram pagos nos acordos estabelecidos durante os processos das vítimas contra as dioceses, em julgamentos, assessorias legais, tratamentos para as vítimas e acompanhamento dos agressores, entre outros gastos. Sobre as pessoas que sofreram abusos, Bemi e Neal destacaram que ainda não existe um estudo em nível mundial, mas que, só nos Estados Unidos, a estimativa é que 100 mil pessoas foram vítimas desses abusos. Esse número deve ser somado às centenas de casos denunciados na Irlanda, Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, Índia, Holanda, Filipinas e Suíça, entre outros países.
Bemi e Neal frisaram que os escândalos sexuais, além de custar uma quantidade de dinheiro que podia ser destinado à construção de hospitais, escolas, seminários e igrejas, causaram doenças e transtornos psíquicos, emocionais e sexuais às vítimas, assim como traumas nos familiares. E, além disso, dispararam as suspeitas em relação a todos os padres e aumentou o distanciamento dos laicos da Igreja. Os dois especialistas asseguraram que é preciso dissipar qualquer equívoco e reconhecer que os escândalos não foram exagerados pelos "meios de comunicação ateus" e que os crimes não têm nada a ver com a orientação sexual, "já que a realidade é que nem a homossexualidade nem a heterossexualidade são um fator de risco, e sim a orientação sexual desordenada ou confusa".
saiba mais
Também discursou o promotor do Vaticano, Charles Scicluna, que disse que é errado e injusto aplicar a "lei do silêncio" aos casos de pedofilia e que a Igreja tem a obrigação de cooperar com as autoridades civis. "É essencial essa cooperação. O abuso sexual a menores não é só um delito canônico, se trata também de um delito previsto no Direito Civil", destacou Scicluna. O prelado ressaltou que reconhecer e admitir a verdade absoluta "com todas as dolorosas repercussões e consequências" é o ponto de partida para uma cura autêntica, tanto das vítimas quanto do autor dos abusos. De acordo com o promotor, as vítimas precisam ser ouvidas com atenção e tratadas com dignidade quando embarcam na "esgotante" viagem da recuperação e da cura, e que por isso é necessária a ajuda de especialistas.
Scicluna acrescentou ser extremamente importante que o abusador admita seu pecado, seu crime e sua responsabilidade pelos danos causados às vítimas, à Igreja e à sociedade. O promotor se referiu às medidas adotadas por Bento XVI em 2010 contra a pedofilia, entre elas a ampliação de 10 para 20 anos do tempo para denunciar os abusos e a introdução do delito de aquisição, posse e difusão de pornografia infantil por parte dos clérigos. Scicluna destacou que no sacerdócio e na vida religiosa não há lugar para nada que prejudique os jovens e garantiu que nenhuma estratégia de prevenção de abusos por parte da Igreja irá funcionar se faltar credibilidade.
Do simpósio participam 110 representantes de conferências episcopais e 30 superiores religiosos, que realizaram hoje uma vigília penitencial na qual o cardeal Marc Oullet, prefeito da Congregação para os Bispos, pediu perdão a Deus e às vítimas pelos abusos sexuais cometidos por padres, que classificou como "fontes de vergonha e um escândalo enorme".

TERRA


NOVO PODER DO BRASIL INCOMODA AS POTENCIAS COLONIAIS EUROPEIAS DECADENTES

http://s0.flogao.com.br/s9/08/08/05/33/20046280.jpg

'Para virar potência, Brasil não pode ‘ser amigo de todo mundo’, diz FT


'Os diplomatas brasileiros sabem que, conforme o país cresce como potência econômica, terá de se tornar mais assertivo sobre aquilo que defende', diz artigo'


'Se quiser se tornar uma potência global, o Brasil não poderá mais "ser amigo de todo mundo", 
http://www.traveladventures.org/continents/europe/images/doubledecker01.jpg
 LONDRES - na visão do Financial Times. O jornal britânico traz hoje artigo com críticas sobre a política externa brasileira, principalmente a respeito do relacionamento com Cuba e o Irã.
Segundo o FT, o novo papel na economia mundial impede que o Brasil continue adotando como política a não interferência em temas de outros países. "Os diplomatas brasileiros sabem que, conforme o país cresce como potência econômica, terá de se tornar mais assertivo sobre aquilo que defende", diz o artigo, assinado por Joe Leahy, jornalista do FT em São Paulo.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDcfFWK5VsNR5yrJHt7yEIlsY2rJmpf_XUKsbk7skrbcUfKLRs7CYCfm4_5A_un0Ut8sX7_9gnUR6Umnm3xv7aU3W0pNzkU5CMeBnbB16o5-fISMYm2hyphenhyphenkyabwW_N_eGjBeNbtPbUrIVKd/s400/Lula+e+Ahmadinejad_eBand.jpg
 A despeito da tentativa de desqualificação da direitona mundial,
o medo é da expansão comercial e influencia cultural brasileira, 
que prega constitucionalmente a não ingerência em assuntos internos 
de outros países.

Ele critica a atuação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na tentativa de mediar um acordo nuclear com o Irã, juntamente com a Turquia, o que considerou uma "gafe". Segundo o artigo, Teerã não se mostrou interessado e Lula saiu como amigo de um governo autoritário, liderado por Mahmoud Ahmadi-Nejad. 
Na verdade, o Irã aceitou o acordo, posteriormente barrado pelos Estados Unidos.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieDfN2gDWlGnF0OlXhUG975k1unRtDCFP3Z3EAFqpMfxanpBg1FITZSCuSvnt1EcCQqOGqe-aYEd-WF-31mdMqIyxAw_f301ohCOGlYyA8pbq5nwmhlJyRASTWE9g1R8AoDMZaqh401ig/s1600/obama_contempt.jpg
Mediação brasileira - Obama deu o aval e pagou para ver,depois recuou - 
Os EUA não permitirão facilmente que nenhuma potencia econômica moderna, 
feito o Brasil,tenha mais influencia nesta estratégica região que eles próprios
e seus sócios europeus ocidentais, onde Israel é o cão de guarda do império.

Para o FT, o governo de Dilma Rousseff vem mostrando uma visão mais "pragmática" sobre a política externa. Mostra disso foi o voto na ONU a favor do envio de inspetores de direitos humanos para o Irã e a concessão de visto de turista para a ativista cubana Yoani Sánchez.
http://atalmineira.files.wordpress.com/2012/01/dilma-emcuba-2stu7238-1.jpg
Ainda assim, o FT critica a postura adotada pela presidente brasileira Dilma Roussef (foto acima), na recente viagem a Cuba, quando evitou comentar a questão dos direitos humanos e apontou o dedo para os Estados Unidos, afirmando que a discussão passava pela prisão militar norte-americana em Guantánamo (foto abaixo).
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_yBTptkXabod6Xbck6xJdnqfRGyEzxrA0tITN7QDP51KP9UaqxHhlYDk-LhBVFH7H1anLuyobzoIDCTd5CtpkqoZ6kgwvKnQpNmYYCmo9_IjjcJRgcCZECcu37LhieZ3HR3RjLL1FBg4/s1600/guantanamo-camp2.jpg
Para o jornal britânico, a postura de não interferência servia no passado, quando o País enfrentava os problemas da inflação e do alto endividamento. "O crescimento econômico do País na última década está gerando mais pressão sobre os líderes em Brasília para que adotem posição sobre as questões globais."


 Daniela Milanese, correspondente da Agência Estado / fotos com legendas do militanciaviva

Prisco se rende e greve da PM, enfim, deve terminar

No 10º dia de paralisação da Polícia Militar na Bahia, o presidente da Associação dos Policiais, Bombeiros e dos seus Familiares da Bahia (Aspra), Marco Prisco – líder do movimento –, enfim, resolveu se render. Detentor de um dos 12 mandados de prisão expedidos pela Justiça, que havia considerado a paralisação ilegal, ele e seus comandados deixarão as dependências da Assembleia Legislativa ainda na manhã desta quinta-feira (9). O advogado do grupo, Jonas Benícios, já esteve em contato com o comando do Exército e a cúpula da Secretaria de Segurança Pública para organizar a saída dos amotinados. Os militares que fazem o cerco ao prédio já estão posicionados para "recepcionar" os insurgentes. A previsão é a de que, por volta das 5h30, a remoção dos rebeldes seja iniciada. Com a rendição de Prisco e seus liderados, o fim da greve deve ser anunciado em poucas horas.
http://www.bahianoticias.com.br/principal/noticia/110858-prisco-se-rende-e-greve-da-pm-enfim-deve-terminar.html
*Ajusticeiradeesquerda

Serra à beira de um ataque de nervos

Emparedado politicamente no PSDB e sem ter como verter seus rancores com Aécio, Alckmin e FHC, José Serra areganha os dentes para o governo e para o PT, em seu artigo, hoje, no Estadão.
Numa linguagem pra lá de agressiva, tenta comparar os episódios da Bahia e do Pinheirinho, o que é, já de plano, uma sandice. Primeiro, não se está invadindo com polícia a casa de quem está lá, quieto. Aliás, não se está invadindo nem mesmo a Assembléia tomada pelos policiais com o Exército. Embora não reflita, certamente, o ânimo da maioria dos policiais, a revelação de que o líder da manifestação – por sinal, alojado no PSDB -  dialogava com outro policial que ia “queimar carretas na BR” mostra a falta de equilíbrio que tomou conta do grupo dirigente do movimento, e nem assim se está ordenando uma invasão brutal como a de Pinheirinho, mesmo com mandados judiciais a cumprir.
Serra compara o movimento dos policiais baianos ao de policiais civis paulistas em seu Governo. Mas, naquela ocasião, o que se fazia senão uma passeata? Tomou-se a Assembléia paulista? Ninguém está pondo em questão o direito de qualquer categoria se manifestar, reivindicar.  E, felizmente, sem o comportamento tucano do “reustaure-se a ordem a qualquer preço”, a ocupação da Assembleia acaba de terminar, sem qualquer agressão ou violência estúpida.
Aí está a diferença, senhor Serra. A prudência, o limite, a falta de quer fazer do “prendo e arrebento” uma ferramenta de marketing político.
Daí, Serra descamba para os aeroportos, dizendo que tudo o que foi feito é o que ele desejava fazer. Ótimo, então porque o senhor não aplaude? Criticar a forma de concessão que preserva o controle público sobre o aeroporto de Viracopos? Como, se é esta a fórmula que, em 2008 (e não 2007, como é dito no artigo) estava em discussão? Não seria bom, também, informar aos seus leitores que houve um longo processo de desapropriação para permitir a expansão do aeroporto, que até 2010 sequer tinha as obras aprovadas pelo Governo de SP, como se vê nesta manifestação de seu auxliar e presidente dos tucanos paulistas, Alberto Goldman (na qual, aliás, ele defende que o “trem bala” fique restrito ao trecho paulista, excluindo o Rio de Janeiro).
Como já disse, pode-se discutir conveniência ou não da administração dos três aeroportos concedidos por grupos privados, mas não se pode mentir sobre fatos. Dizer que a concessão destes aeroportos foi “satanizada” pela candidata que o derrotou não corresponde aos fatos, porque ela o disse claramente na televisão. Podemos até não gostar disso, mas não manipular fatos.
Porque Serra termina seu destampatório dizendo ser  um dos que acredita que  “política também se faz com princípios, programa e coerência”.
E nós vimos, durante a campanha a que “princípios, programa e coerência” está ligado o comportamento de José Serra.
PS. Como sempre, nas manifestações de Serra, sobra para a blogosfera. Seríamos “como aquelas antigas claques de auditório, seguindo disciplinadamente as placas que alternam “aplaudir”, “silenciar” e ‘vaiar’ “. Ele não perdoa a internet por ter feito o “A privataria tucana”vencer o silêncio da grande mídia, que – ela, sim -  segue as plaquinhas a que ele se refere. Ou ele queria que, na internet, só o Reinaldo Azevedo falasse?
*Tijolaço

Aeroportos: Dirceu quer
a CPI da Privataria, já !

Este ansioso blogueiro, desde o primeiro momento, observou que a principal diferença entre a privatização dos aeroportos de Guarulhos, Brasília e Campinas, no Governo Dilma, e a Privataria no Governo do Privatizador-Mor, Cerra e seu presidente-mentor, o Farol de Alexandria, era exatamente essa: a Privataria Tucana.

Cabe observar, agora, que José Dirceu (o mensalão ainda está por provar-se diz o Mino Carta), ainda líder do PT, pela primeira vez põe a tropa na rua e pede a CPI da Privataria.

Por falar nisso, deputado Marco Maia, é bom ser deputado federal ?

E ser ex-deputado – será que dói ?

O Conversa Afiada foi ao Blog do José Dirceu e o transcreve: CPI da Privataria, já !

Gritaria contra as concessões tem duas boas razões


Os tucanos estão inquietos, desarvorados diante do sucesso do leilão dos aeroportos de Guarulhos, Brasília e Campinas, do qual participaram 11 consórcios e se chegou a um ágio médio de 348% acima do preço inicial.


Foi o suficiente para várias estrelas de plumagem colorida tucana saírem do ninho para criticar as concessões dos aeroportos. Fazem de tudo para passar à opinião pública a ideia de que elas são a retomada do processo de privatização que eles promoveram durante os oito anos de governo Fernando Henrique Cardoso.


O agora – e de novo – presidenciável senador Aécio Neves (PSDB-MG), por exemplo, acusa o PT de copiar iniciativas econômicas da gestão tucana. “Há um software pirata em execução no Brasil. Porque o original é nosso”, afirmou. Outro senador tucano, Aloysio Nunes Ferreira Ferreira Filho (PSDB-SP) prefere a ironia: “Quero saudar esse reposicionamento do PT em relação às privatizações. Vamos ficar livres da cantilena do PT que a cada eleição as demoniza”.


E o mais destacado editorial do principal reforço tucano nessa linha, o Estadão de hoje, tem o título “A primeira privatização petista”.  Entre os tucanos, a mais entusiasmada com a estratégia de passar a opinião pública que o PT também privatiza, a economista Elena Landau, em entrevista à Folha de S.Paulo pontifica: “passei o bastão, a musa das privatizações agora é a presidenta”. E fulmina: as concessões agora igualam o PT ao PSDB.


Desatinos da gestão tucana


Luiz Carlos Mendonca de Barros – presidente do BNDES e ministro das Comunicações no governo FHC até faz reparos. O modelo das concessões dos aeroportos, confessa, “não é o meu modelo ideal”. Realmente, concordo, não é o mesmo modelo que deu de presente a Vale e retirou o Estado da telefonia desnacionalizando o setor.


Toda essa orquestração não passa de desespero do tucanato frente ao sucesso das concessões feitas pelos governos do PT. Aliás, há que se diferenciar concessão de privatização, como bem pontua, hoje, o nosso colaborador José Augusto Valente, em seu artigo “Governo faz gol de placa em licitação de aeroportos ”.


Com estas concessões de agora, apenas repete-se o bom desempenho dos governos dos presidentes Lula e Dilma Rousseff no setor de rodovias – concedidas mediante exigências completamente diferentes das estabelecidas nesta área pelo tucanato. E vêm aí as concessões dos portos e as revisões dos contratos das ferrovias, onde nunca o poder público investiu tanto.


É bom que se diga, ainda, que boa parte das ações do governo é feita para consertar desatinos da gestão tucana. É por isso que hoje assistimos a ampliação dos investimentos públicos na infraestrutura, em energia, petróleo e gás, que praticamente não existiram nos oito anos da era FHC.


Arrogância e desespero


Quando os tucanos apresentam as concessões como “privatizações” –  e eles sabem a diferença – e com apoio de parte da mídia, as consideram prova de que não temos “capacidade administrativa” e de investir, na verdade apenas externam seu nervosismo e arrogância.


Comparando-se os dois períodos (oito anos de tucanato e nove de petismo) os dados e números os desmentem tranquilamente. No caso dos aeroportos, indicam exatamente o contrário: foi o governo Lula quem mais investiu na área.

A percepção pode até ser outra – também, devidamente auxiliada pela mídia – mas porque vivemos um boom de crescimento do setor com o aumento do número de passageiros. O total de pessoas que viajam de avião mais do que dobrou na era Lula.


Passaram recibo


Na era tucana o cenário era outro. O país parou, não crescia, e quebrou duas vezes. O Brasil foi de pires na mão pedir dinheiro ao FMI. Não investia quase nada em infraestrutura, e nada em petróleo e gás. Em energia, nem vale a pena mencionar. O apagão de 2001 fala por si.


Tanto alarde feito pelo PSDB comprova apenas uma coisa: os tucanos passaram recibo, estão com ciúmes! Como vemos, o motivo para tanto nervoso é que… o Brasil está dando certo!


Mas há, ainda, uma outra razão oculta para os tucanos baterem tanto nos contratos de concessões. Eles estão de olho é no livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., publicado pela Geração Editorial. Toda essa gritaria é para esconder a privataria tucana denunciada no livro. Com documentos. Esta, sim, precisa ser investigada e sua história contada…

*PHA

Racismo no Brasil é igual a aceitar que só a vida na terra quando seremos uma humanidade?

Termina a greve de fome de Pedro Rios Leão

“Depois da manifestação de hoje, e no decorrer da tarde, eu fui perdendo definitivamente a voz, e quase desmaiei umas duas vezes. Fiz uma greve de fome de 11 dias. Talvez seja um protesto ridículo, mas foi o que eu soube fazer. Amanhã eu tenho um compromisso inadiável, no qual eu preciso falar, e para o qual eu tenho me mobilizado durante os últimos dias. Com isso a greve de fome perde o sentido. Com medo de perder esse momento, comi meu primeiro pedaço de melancia agora. 11 dias sem sentir gosto nenhum, 12 quilos a menos no meu corpo. Espero que sirva para alguma coisa. Não peço desculpas pelo transtorno. Isso foi só uma tentativa.” 
Pedro Rios Leão
*comtextolivre

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

Deleite "Brilha enquanto vives Não te aflijas além da medida Pois a vida é breve E o tempo exige seu tributo"


Nassif

Lula vence mais uma batalha. Ele está curado do câncer

Lula acaba de receber [8/2] de seus médicos a notícia de que seu câncer regrediu brutalmente. A informação ainda não é pública e o tratamento irá continuar, mas o ex-presidente já sabe que vai sair dessa.
O ex-presidente Lula está curado. O câncer de garganta regrediu fortemente, informaram ao ex-presidente os integrantes da equipe médica do Hospital Sírio-Libanês, que o acompanha. A informação ainda não é pública, mas já começa a circular entre os amigos e correligionários mais próximos a ele.
O tratamento irá continuar, mas os médicos afirmaram a Lula ter certeza de que não há hipótese de inversão na tendência de desaparecimento do tumor, atacado com quimio e radioterapias.
Lula foi diagnosticado com um tumor na laringe em novembro de 2011. Ele passou por três sessões de quimioterapia, com pausas de 20 em 20 dias.
Os ciclos de radioterapia foram iniciados em 04 de janeiro deste ano e têm duração de seis a sete semanas. Já nas primeiras semanas da radioterapia, o ex-presidente voltou a despachar na sede de seu Instituto.
Neste momento, faltam oito sessões para de radioterapia, mas os médicos garantem que não há problema de inversão no processo de regressão do tumor.
*limpinhoecheiroso

PM: Entulho autoritário

Pesadelo difícil de acabar...



Do Viomundo

Crise na Bahia: papel da PM precisa ser revisto, dizem especialistas

Violência de policiais militares em greve por reajuste salarial na Bahia reabre debate sobre necessidade, organização e atuação de segurança pública fardada. Segundo sociólogo especializado em PM, caso expõe ‘crise estrutural’ das polícias no Brasil. Para o antropólogo Luiz Eduardo Soares, ex-secretário Nacional de Segurança Pública no primeiro ano de governo do ex-presidente Lula, mais do que discutir a legitimidade ou não desta greve específica, é preciso acabar com o vínculo entre polícias militares estaduais e Exército.

por Najla Passos, na Carta Maior

Brasília – Homicídios, roubos, saques. Confrontos entre manifestantes e forças policiais federais. A violência explode nas ruas da Bahia, enquanto policiais militares de capuz na cabeça e armas em punho amotinam-se na Assembleia Legislativa, atrás de aumento salarial. As notícias que chegam do estado assustam e reacendem debate sobre o papel da polícia militar (PM), organização que tem no DNA a repressão popular e foi fartamente utilizada pela ditadura de 64 contra adversários.

O Brasil precisa de policiamento ostensivo feito por pessoas com cabeça e treinamento militar? PMs devem ter o direito à organização sindical como outras categorias, algo negado a militares? São perguntas com respostas difíceis e que desafiam até governos trabalhistas, como é o caso na Bahia, onde as negociações parecem não avançar.

Para o antropólogo Luiz Eduardo Soares, ex-secretário Nacional de Segurança Pública no primeiro ano de governo do ex-presidente Lula, mais do que discutir a legitimidade ou não desta greve específica, é preciso acabar com o vínculo entre polícias militares estaduais e Exército.

“A estrutura organizacional da segurança pública no Brasil, herdada da ditadura, é um arranjo negativo para todos, que prejudica a sociedade, os governos e os próprios trabalhadores policiais”, afirma. “Se o cordão umbilical da PM com o Exército não for cortado, teremos sempre o grito das ruas, a chantagem e o acuamento dos governos.”

Segundo ele, apesar de as PMs terem funções diversas das atribuídas às Forças Armadas, elas são subordinadas não só aos governos estaduais, mas ao próprio Exército. E isso implica proibição de organização sindical. Sem liberdade para se organizarem de forma democrática, às vezes insatisfações funcionais explodem em praça pública.

“E quem acaba liderando essas explosões não são lideranças legítimas, qualificadas, com experiência política, mas quem fala mais alto, consegue mobilizar as paixões e não se intimida em chantagear os governos para alcançar seus objetivos”, afirma.

Para o antropólogo, não é com vandalismo, armas e máscaras que trabalhador deve se organizar. Mas ele acredita que os governos também são culpados, ao fazer “vista grossa” a reivindicações dos PMs.

Especializado em polícias militares, o sociólogo Romeu Karnikowski lembra que elas surgiram depois da proclamação da República como milícias a serviço de oligarquias locais. “A baiana, inclusive, participou ativamente da repressão à Canudos”, afirma, em referência ao movimento de caráter religioso liderado por Antônio Conselheiro no fim do século 19.

Segundo o sociólogo, com a centralização do poder militar no Exército, sob controle federal, as polícias militares assumiram a exclusividade do policiamento ostensivo nos estados. “As polícias militares deveriam ter sido extintas, mas foram reativadas pela ditadura para atuarem como forças repressivas, e não como polícias de segurança”.

A violência contra a casta mais baixa dos PMs só se agravou no período. “A submissão dos praças sempre foi tão grande que, até a Constituição de 1988, eles não tinham sequer o direito de votar nas eleições”, conta.

Mas o “desaquartelamento” da corporação trouxe benefícios, na opinião do estudioso. “Jogados no policiamento ostensivo, os policiais ficaram mais expostos ao contato com a população civil e começaram a desenvolver outra percepção de cidadania. A capacidade reivindicatória cresceu. A luta de classes dentro das polícias, que estava latente, só se intensifica”, afirma.

Para Karnikowski, é neste contexto que a greve da PM baiana precisa ser analisada. “Mais do que um movimento reivindicatório, é uma manifestação da crise estrutural das polícias brasileiras e uma luta social que, infelizmente, parte da esquerda não sabe como lidar. Um exemplo disso é o governador Jacques Wagner [PT] enviar tropas para cercar a Assembleia Legisltiva da Bahia, tensionando ao limite essa crise”.

O governador estava no exterior em viagem com a presidenta Dilma Rousseff, quando o motim começou.

O comando do Exército na jurisdição dentro da qual está a Bahia, a VI região militar, pertence ao general Gonçalves Dias. O general foi chefe da segurança do ex-presidente Lula durante os oito anos de mandato do petista. G.Dias, como era conhecido nos tempos de Presidência, é quem está à frente das operações militares hoje na Bahia contra os amotinados.
*Tecedora

PiG não parou
obra do São Francisco



Presidenta Dilma Rousseff durante apresentação sobre o Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional.


Saiu no Blog do Planalto



Governo quer resultados, diz presidenta Dilma sobre obra de integração do São Francisco


Na primeira etapa da visita às obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco, em Pernambuco, a presidenta Dilma Rousseff disse hoje (8) que vai cobrar o cumprimento dos prazos e metas para execução da obra. Segundo ela, superada a fase de renegociação de contratos, o governo agora quer resultados.


“O ministro [Fernando Bezerra] negociou contratos, reequilibrou esses contratos e agora nós temos uma clara perspectiva de fazer com que essa obra entre em regime de cruzeiro e não tenha nenhum problema de continuidade. Essa obra é estratégica para o país. Ela é também uma obra desafiadora, prioritária para o governo e para o Brasil. É uma obra que nós daremos integral apoio e agora nós queremos resultado. E isso será cobrado”, disse a presidenta em entrevista coletiva na cidade de Floresta, em Pernambuco.


Ela disse ainda que pretende “olhar detalhadamente os prazos” para cobrar as metas de execução da obra de integração do Rio São Francisco. Segundo a presidenta, o governo pretende “tirar o investimento público do papel” para garantir o crescimento econômico e a melhoria das condições de vida da população.


“Nós vamos tirar o investimento público do papel. Daqui para frente, não há justificativa nenhuma para que esses investimentos não saiam. Para o país crescer, para melhorar as condições de vida população, tem certas obras que são estruturantes, são prioritárias. Esse é uma obra estruturante e prioritária para o Nordeste.”

*PHA

Obama "é um fascista por necessidade", diz Fidel Castro 

Agência AFP
O líder cubano Fidel Castro afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é um "fascista por necessidade", e disse que Israel "faz o que tem vontade" porque tem um arsenal nuclear, em um vídeo divulgado nesta terça-feira pela televisão cubana.
O ex-presidente americano Franklin D. Roosevelt (1933-1945) "pelo menos era anti-hitlerista e essa gente é hitlerista, esses são fascistas, alguns por definição e outros por necessidade", disse Fidel sobre os líderes americanos, na apresentação de suas memórias Fidel Castro. Guerrilheiro do Tempo.
"Obama, eu diria, é um fascista por necessidade, porque não posso pensar que ele acredite de verdade que o fascismo é bom", completou Fidel, 85 anos, que deixou o poder em 2006 por razões de saúde.
"Os outros são fascistas por definição. E alguns são é loucos", completou Fidel, em sua primeira aparição pública desde abril de 2011, quando deixou a chefia do gabinete do Partido Comunista (único), em seu VI Congresso.
O livro, fruto de conversas com a jornalista cubana Katiuska Blanco, foi apresentado na última sexta-feira em um salão do Palácio das Convenções de Havana pelo ministro da Cultura, Abel Prieto, e pelo presidente da União de Escritores e Artistas, Miguel Barnet.
Fidel Castro, que respondeu perguntas do público na apresentação do livro, também atacou Israel. "Israel tem cerca de 300 projéteis nucleares, dos mais modernos, que podem ser colocados em qualquer lugar do mundo e, além disso, (Israel) faz o que tem vontade", disse.
Obama "é prisioneiro disso. São pessoas meio transtornadas, alguns dos que estão ali. Podem desatar uma guerra tranquilamente", completou.
*JB

As estátuas da ilha de Páscoa tem corpo e inscrições



Malvinas: Argentina fará queixa ao Conselho de Segurança

Por Paulo F.
Do Diário de Notícias de Lisboa
Kirchner queixa-se na ONU da militarização britânica
por LusaHoje
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, acusou o Reino Unido de "militarizar o Atlântico Sul"
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, acusou o Reino Unido de "militarizar o Atlântico Sul" Fotografia © Enrique Marcarian/ Reuters
*Nassif 


As Malvinas são argentinas! E luta agora é do Continente


Há três anos iniciei neste blog uma campanha pela  unificação política e econômica da América do Sul. Como frase síntese escolhi, na verdade, um grito: As Malvinas são argentinas. Era uma forma de mostrar um sentimento de unidade continental que vai muito além dos interesses comerciais de um Mercado Comum.
Creio não estar sendo pretensioso se disser que minha iniciativa foi pioneira. Seja como for, hoje o grito das Malvinas ecoa de forma comovente e contagiante no Twitter e outros veículos da Internet, no Brasil e na América do Sul.
Mas, independente de tudo, isso a luta pelas Malvinas prossegue de forma  efetiva.  Há uma solidariedade oficial e prática de quase todas as  nações  sulamericanas. Exemplo disso é o fato de que navios britânicos, com destino às ilhas, estão proibidos de atracar na grande maioria dos portos do Continente. Sendo que Brasil e Uruguai foram os primeiros a adotar essa medida.
E agora, lembrando o 30º Aniversário Guerra da Malvinas, vou apenas destacar a absoluta coincidência entre o que temos dito neste blog e o discurso feito ontem pela presidenta argentina, Cristina Fernandez Kirchner:
“As Malvinas deixaram de ser causa argentina para passar a ser uma causa da América do Sul”, disse a presidenta em seu  discurso. Para ela, o problema das Malvinas se tornou uma causa regional e global, pois a Inglaterra está militarizando o Atlântico Sul. “Não podemos interpretar de outra forma o envio do moderno navio de guerra inglês às ilhas”, afirmou. Além disso, Cristina aponta outro indício da tentativa da Grã Bretanha de militarizar a região com o fato de o Príncipe William ter aparecido em público utilizando roupas militares – e não civis.
A presidenta afirmou que a Argentina vai denunciar essa militarização das ilhas no Conselho de Segurança da ONU e na assembléia da organização. O país já havia levado anteriormente à organização o problema da disputa pela soberania na região.
Por outro lado, ela lembrou que os conflitos na América do Sul nunca necessitaram do apoio de organizações internacionais para serem solucionados. E aponta o contraste: “Os conflitos que acontecem atualmente em outras regiões do mundo e que foram levados ao Conselho de Segurança acabaram por se aprofundar e não foram solucionados”, acusou.
 A presidenta defendeu uma solução pacífica com a Inglaterra e lembrou a resolução das Nações Unidas, que determina que ambos os países iniciem negociações para solucionar a disputa sobre as ilhas que possuem  uma quantidade incalculável de petróleo. “A Inglaterra se recusa a cumprir essa resolução e usurpa as Malvinas como se fossem troféu de guerra”, disse.

Reflexos na Espanha

O aumento da tensão entre Argentina e Inglaterra em relação às ilhas gerou reflexos na Espanha, que reabriu o debate sobre a soberania de Gibraltar, também sob domínio britânico. Assim como a Argentina, a Espanha mantém há anos uma disputa com o governo britânico para tentar recuperar território que lhe pertence historicamente.

Pimentel: da inércia à intolerância

Na semana passada, em Nova York, o ministro Fernando Pimentel, da Indústria e Comércio Exterior, disse a seguinte sandice aos jornais e agências locais: “Nossas relações com a Argentina são boas, mas na área comercial eles nos criam muito problemas”.
Só espero que esta pérola da inconveniência política e diplomática seja algo que passou pela cabeça do ministro, apenas. E que ela são seja compartilhada pela presidenta Dilma.
Dificuldades entre parceiros político e de zonas de livre comércio são naturais, como atestam as atuais negociações no âmbito da  União Européia. E na própria Federação Brasileira há uma concorrência acirrada entre os estados. Veja-se a disputa pelos royalties do pré-sal e a permanente guerra fiscal  travada entre estados produtores e consumidores ou que disputam grandes investimentos privados.
De resto, é normal que cada país defenda, em primeiro lugar, o emprego de seus trabalhadores. E, em função disso, assistimos em todos os países a algumas atitudes protecionistas  como as que o Brasil pratica corriqueiramente.
Finalmente, os argentinos argumentam que a queixa do ministro brasileiro e descabida, posto que no ano passando  as relações comerciais entre os dois países deixaram um saldo de US$ 6 bilhões a favor do Brasil.
Se o Brasil decidiu que o Mercosul, e portanto a Argentina,  é nossa aliança estratégica número 1, é preciso criar mecanismos de compensações e, sobretudo, programas de integração industrial, com exploração compartilhada de alguns seguimentos.
Recentemente o presidente da FIESP, Paulo Skaf fez uma proposta criativa e construtiva. Ele se  dispõe a liderar uma comitiva de industriais brasileiros para entregar à presidenta  Cristina  F Kirchner uma proposta no sentido de que as  enormes encomendas  da Petrobras, sejam compartilhadas pelas indústrias navais dos dois países.
Este é apenas um bom exemplo. Na área da indústria aeronáutica e da aviação regional,  também poderiam ser feitos muitos acordos  do mesmo tipo, bem como no setor da aviação regional, com a utilização de aviões de médio porte. A EMBRAER poderia instalar, na Argentina, uma unidade onde seriam montados parte de seus produtos.   
Ainda ontem, o presidente Chávez, da Venezuela, anunciou a possível compra de aparelhos da EMBRAER, para operar nas linhas regionais de seu país. A encomenda, da ordem de  US$ 800 milhões, contaria com financiamento parcial do BNDES.
O ministro Pimentel é pouco criativo e quase inerte, como demonstra o fato de até hoje  não ter apresentado algo nem ao menos parecido com um programa nacional de desenvolvimento industrial. Se é assim, que ele seja econômico também com as palavras.
*Turquinho

Ministra critica uso de crianças como escudo humano por PMs baianos em greve


Pedro Peduzzi 
Repórter da Agência Brasil 

A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, fez hoje (7) duras críticas à estratégia adotada pelos policiais militares em greve na Bahia. Segundo ela, o “uso de crianças como escudo humano” é reprovável. A ministra manifestou apoio ao governador do estado, Jaques Wagner, na condução das negociações.
“O ministro José Eduardo Cardozo está fazendo encaminhamentos pelo governo federal. Não consideramos que se trate de um movimento social. É uma atitude violenta contra a população, por parte de alguns que se apresentam como grevistas”, disse a ministra à Agência Brasil, após participar da cerimônia em comemoração à sanção da Lei do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase).
Maria do Rosário disse esperar que o Ministério Público ajude a encontrar uma solução para o caso. “Reprovamos o uso de crianças como escudo humano”, enfatizou.
A Lei do Sinase organiza e regulamenta a execução das medidas socioeducativas destinadas aos adolescentes envolvidos na prática de ato infracional e recomenda que a aplicação da pena seja individualizada, levando em conta condições como doenças, deficiências ou dependência química.
Com a nova lei, será possível, segundo Maria do Rosário, a criação de um sistema efetivo a partir da definição das responsabilidades dos estados, municípios e da União, além de melhor definir o papel do Judiciário nas questões envolvendo menores infratores.
“Não pretendemos transferir responsabilidades. Estamos aqui para exercê-las”, disse a ministra.
A nova lei garante ainda o acesso dos jovens infratores à educação, capacitação profissional e ao retorno à escola pública após o período nas unidades de internação. Outra novidade da lei é dar aos jovens casados ou com relacionamento estável o direito a visitas íntimas – permitidas apenas após autorização do juiz responsável pelo acompanhamento.
Edição: Lílian Beraldo

*esquerdopata