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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

terça-feira, março 13, 2012

Trabalho escravo em fazenda de Daniel Dantas

 

O Ministério Público do Trabalho denunciou o grupo agropecuário Santa Bárbara, do investidor Daniel Dantas, por manter trabalhadores em condições análogas à escravidão em uma propriedade na cidade de São Félix do Xingu (PA). Cinco pessoas foram resgatadas e diversas irregularidades foram flagradas. No total, foram aplicados 43 autos de infração.

trabalho esxravoHá cerca de um mês, fiscais do trabalho visitaram o local e constataram dezenas de ilegalidades. O procurador José Manoel Machado pede agora uma multa de 20 milhões de reais à Santa Bárbara, ligada ao grupo Opportunity.
O trabalho na fazenda começava às 5h30 e seguia até o início da noite, com um curto intervalo para o almoço. Segundo a denúncia, trabalhadores dormiam em moradias improvisadas, de chão batido, com muitos insetos e animais peçonhentos, sem banheiro nem acesso à água potável. A única água disponível era de um córrego próximo, onde também tomavam banho. A fonte de água potável mais próxima ficava a 1,5 quilômetro. Quando estocada, a água era mantida em galões de óleo combustível.
"Esse mesmo córrego era utilizado para lavar roupas e utensílios domésticos, inclusive os utilizados para o preparo de alimentos", relatou os fiscais da ação.
Um rapaz de 16 anos foi flagrado manuseando instrumentos cortantes, o que é proibido a trabalhadores nessa idade. O mesmo adolescente dirigia uma moto sem habilitação e portava uma arma de fogo.
Em uma mesma moradia, havia diferentes famílias vivendo juntas, o que não é permitido pela legislação trabalhista. "Os trabalhadores que permaneciam nesta moradia estavam submetidos a condições de vida e trabalho que aviltavam a dignidade humana e caracterizavam situação degradante, tipificando o conceito de trabalho análogo ao de escravo", concluiu o Ministério Público.
Outros dois alojamentos também foram constatadas condições degradantes. Funcionários de uma das áreas da fazenda foram encontrados vivendo dentro de um curral.
Além de pedir o pagamento de 20 milhões de reais, o procurador José Manoel Machado estipulou 35 providências a serem tomadas pela Santa Bárbara para regularizar a situação dos trabalhadores. Cada ponto descumprido acarretará uma multa de 50 000 reais.
O grupo Santa Bárbara mostrou indignação e questionou a motivação da denúncia. A empresa assegura que os ex-funcionários envolvidos na ação do Ministério Público eram devidamente registrados e sempre gozaram de boas condições de trabalho, saúde e bem-estar. "Tanto é verdade que eles fizeram declaração pública, registrada em cartório, ressaltando as boas condições de trabalho oferecidas pela empresa", diz a nota.
A empresa teria aberto investigação interna para esclarecer o caso. A denúncia "não condiz com o comportamento da empresa", completa o comunicado.
* Vermelho
*carcará

NAVIOS RUSSOS E IRANIANOS AO LARGO DA SÍRIA

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Navios do Irã e Rússia ao longo do litoral da Síria é mensagem clara aos EUA, disse clérigo iraniano - Soldados russos guardam navio de guerra da mesma nacionalidade no porto sírio de Tartus - Uma flotilha de navios de guerra iranianos atravessou o Canal de Suez e atracou no porto sírio de Tartus, no sábado. O ministro da Defesa do Irã, Ahmad Vahidi, disse que a missão é mostra da "potência" do Irã, apesar de 30 anos de incansáveis sanções
Uma flotilha de navios de guerra iranianos atravessou o Canal de Suez e atracou no porto sírio de Tartus, no sábado. O ministro da Defesa do Irã, Ahmad Vahidi, disse que a missão é mostra da "potência" do Irã, apesar de 30 anos de incansáveis sanções.
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Ahmad Vahidi
Toda a 18ª Frota da Marinha do Irã, já atracada em Tartus, participará de exercícios e dará treinamento "às forças navais sírias, nos termos de um acordo assinado há um ano entre Teerã e Damasco".
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Hossein Ebrahimi
Hossein Ebrahimi, clérigo influente e vice-presidente da Comissão de Segurança Nacional e Política Exterior do Majlis (parlamento) do Irã, declarou:

"A presença de flotilhas do Irã e da Rússia ao longo do litoral da Líbia é mensagem clara contra qualquer possível aventureirismo dos EUA. No caso de os EUA cometerem qualquer erro estratégico na Síria, há real possibilidade de que o Irã, a Rússia e vários outros países imponham resposta esmagadora aos EUA".
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Armada russa em Tartus
As atividades dos navios de guerra iranianos em Tartus (porto também usado pela Marinha russa) serão observadas de perto pelos países da região - Turquia, Jordânia, Qatar e Arábia Saudita, em especial. Notícias não confirmadas surgidas recentemente dizem que veteranos da Força Qods do Irã (uma unidade especial do Corpo dos Guardas Islâmicos Revolucionários) pode ser enviada à Síria, para auxiliar o governo.
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Força Qods do Irã
Em termos simples, a mensagem do Irã à Turquia e seus aliados árabes (que estão armando e apoiando a oposição síria) será: "Irmãos, se continuarem a armar os seus, armaremos os nossos". Há muito assunto aí sobre o qual todos esses países devem refletir, sobretudo as monarquias do petróleo - que se reunirão no próximo domingo, para o primeiro encontro dos "Amigos da Síria".

Para a Turquia, os navios de guerra iranianos chegaram à Síria em má hora. O jornal israelense Ha'aretz noticiou que o exército sírio capturou 40 agentes da inteligência turca envolvidos em atividades subversivas; e que, ao longo da semana passada, Ankara trabalhou "em intensas negociações" com Damasco, tentando libertá-los. Mas Damasco insiste que, em troca, a Turquia ponha fim à transferência de armas e infiltrações, e, além disso, quer que o Irã seja o mediador. Ha'aretz registrou:
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"Oficiais ocidentais temem que a presença militar iraniana, além da ajuda russa, converta a Síria em centro internacional de atrito ainda mais grave que a luta interna na Síria. Temem que uma "parceria" russo-iraniana venha a assumir o controle sobre ações na Síria, o que excluiria a União Europeia e a Turquia (...)"

Tempos de testes

Mas Teerã também está testando as águas. Sob a lei internacional, o Irã tem direito de passagem para seus navios, pelo Mar Vermelho e o Canal de Suez. Mas as equações do Egito para o Irã continuam ambivalentes.

O Egito jamais antes permitiu que navios iranianos cruzassem o Canal de Suez, até fevereiro do ano passado, depois da queda do regime de Hosni Mubarak, quando, indiferente à pressão diplomática dos EUA e aos gritos de ameaça de Israel, o Cairo permitiu a passagem de um destróier. Para Israel, foi "provocação".
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Mas desde então o Egito está em torvelinho, e o entusiasmo inicial para a normalização de relações com Teerã diminuiu muito, com o Egito tornando-se dependente da ajuda financeira da Arábia Saudita e de outras monarquias árabes sunitas do Golfo Persa.

Assim sendo, a permissão para que uma flotilha iraniana inteira passasse por Suez no final de semana significa não só que o Egito começa a movimentar-se na direção de apoiar o Irã, mas também que novas complexidades e imprevisibilidades surgem no caminho das relações entre EUA e Egito.

São tempos de testes para as relações EUA-Egito. Questão potencialmente séria já surgiu com o ataque, pelas autoridades egípcias, a várias dúzias de trabalhadores de organizações não governamentais (ONGs), entre os quais 19 cidadãos norte-americanos. Número ainda não revelado de cidadãos norte-americanos procuraram abrigo na Embaixada dos EUA no Cairo.
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Embaixada Americana no Cairo
O Cairo anunciou no sábado, que 43 dos presos acusados de atividades suspeitas, entre os quais há estrangeiros (norte-americanos, sérvios, alemães, noruegueses, jordanianos e palestinos) e egípcios serão julgados no próximo domingo, 26/2, acusados de "estabelecer filiais não autorizadas de organizações internacionais e de aceitar financiamento estrangeiro para fazer funcionar essas filiais, comportamento que agride a soberania do estado egípcio".

Washington alertou o Cairo de que o ataque às ONGs poderia ferir laços bilaterais e ameaçou cortar a ajuda militar anual que chega a US$1,3 trilhão. Washington sabe que qualquer julgamento público pode expor a escala da interferência dos EUA nos em assuntos internos do Egito. Dez importantes organizações civis norte-americanas que operam no Egito foram invadidas, dentre elas o National Democratic Institute, o International Republican Institute e a Freedom House, que recebem financiamento do governo dos EUA.
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Fayza Abul-Naga
O Conselho Supremo das Forças Armadas no Cairo culpa "mãos estrangeiras" pela agitação que não arrefece no Egito. A colorida ministra de Cooperação Internacional do Egito, Fayza Abul-Naga, um dos poucos nomes do regime de Mubarak que não perdeu o lugar que tinha no Gabinete, está chefiando a campanha contra o financiamento estrangeiro para ONGs no Egito. E a Fraternidade Muçulmana ameaçou revisar o tratado de paz entre Egito e Israel, de 1979, caso os EUA cortem a ajuda ao Egito.

Desafio estratégico

Isso dito, Teerã avaliou corretamente o melhor momento para testar as ideias egípcias. A decisão egípcia de permitir a passagem da flotilha iraniana por Suez ajuda a sublinhar a ideia de que o Egito preserva sua autonomia estratégica e que, se assim desejar, poderá reatar relações como Irã. O ministro das Relações Exteriores do Irã Ali Akbar Salehi elogiou publicamente a decisão do Egito. Aí há mais que simples "sinal" dirigido a Washington.
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Ali Akbar Salehi 
Ambas as capitais, Cairo e Teerã, têm chamado a atenção para as extraordinárias mudanças pelas quais o Oriente Médio está passando; e têm dito que as coisas nunca mais voltarão a ser como antes. A evidência mais espantosa dessas mudanças é que Egito e Irã não têm posições sequer próximas entre si, sobre a crise na Síria; mas, mesmo assim, o Cairo abriu passagem para os navios iranianos, na viagem para Tartus.

Por sua vez, a mensagem mais importante que o Irã está encaminhando hoje é que nem o persistente impasse com os EUA, nem a avalanche de ameaças israelenses conseguiram fazer curvar a espinha dorsal dos iranianos; e não abalaram nem o desejo nem a capacidade do Irã para ajudar seu aliado sírio.

O perigo de confrontação real com os EUA, por causa da Síria, é muito, muito reduzido, de fato; e Teerã não crê que o governo Barack Obama esteja sendo arrastado para uma intervenção à moda líbia, na Síria. Teerã mantém-se bem informada sobre a situação em campo na Síria; e não acredita que o presidente Bashar al-Assad corra qualquer grave perigo.
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Contudo, a demonstração de "força" no Mediterrâneo oriental lançará sua sombra sobre a política regional. No sábado, o Hezbollah e o Movimento Amal, em declaração conjunta, reiteraram a aliança com o Irã. Declararam que os eventos na Síria são parte dos "desesperados esforços dos inimigos" para desestabilizar o país, destruir sua unidade nacional e minar o firme apoio que a Síria dá à resistência palestina.

Sayed Hassan Nasrallah, secretário-geral do Hezbollah, disse esse mês que "O Hezbollah recebe do Irã apoio moral, político e financeiro, de todas as formas, desde 1982. Esse apoio honra a República Islâmica". Disse que "a mais importante vitória árabe" contra Israel, vitória do Hezbollah, não teria sido possível sem o apoio dos iranianos e que também "a Síria teve papel importante naquela vitória".
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Marinha Iraniana em  Tartus
Seja como for, a demonstração de "força" no Mediterrâneo - historicamente "um lago ocidental" - terá ressonâncias também dentro do Irã. Esses gestos apelam ao senso de honra nacional dos iranianos e contribuem para consolidar a opinião pública, o que é especialmente importante para o regime, em momento em que o país aproxima-se de eleições parlamentares crucialmente importantes, em março, nas quais se estima que mude a equação do poder e que a alquimia do Majlis (parlamento) altere-se decisivamente.

Fonte: Pravda
*militânciaviva

PUNIÇÃO: FANTASIA DE CARCEREIROS Nietzsche

 
 
"Vocês homens prestativos e bem-intencionados, ajudem na obra de erradicar do mundo o conceito de punição, que o infestou inteiramente! Não há erva mais daninha! Ele não apenas foi introduzido nas consequências da nossa forma de agir - e como já é terrível e irracional entender causa e efeito como causa e punição! - mas fez-se mais. privando da inocência, toda a pura casualidade do acontecer. A insensatez chegou ao ponto de fazer sentir a existência mesmo como uma punição - é como se a educação do gênero humano tivesse sido orientada, até agora, pelas fantasias de carcereiros e carrascos!" (Friedrich Nietzsche, Aurora)   

Talebã afegão ameaça decapitar soldados dos Estados Unidos

  Por Redação, com Reuters - de Cabul
Afeganistão
Taliban ameaça decapitar militares norte-americanos para vingar a chacina
Supostos insurgentes afegãos alvejaram nesta terça-feira uma delegação governamental que investiga o massacre de 16 civis por um soldado dos Estados Unidos, disseram autoridades, horas depois de o Talebã ameaçar decapitar militares norte-americanos para vingar a chacina.
No momento do ataque insurgente, dois irmãos do presidente Hamid Karzai -Shah Wali e Addul Qayum- acompanhavam os funcionários de alto escalão dos ministérios de Defesa, Inteligência e Interior que viajavam até o local do massacre, nas aldeias de Najiban e Alekozai, na província de Kandahar, sul do país.
Os irmãos do presidente escaparam ilesos do breve tiroteio ocorrido durante reuniões na mesquita de uma das aldeias, que fica numa rota de suprimento e reduto do Taliban. Um soldado e um civil ficaram feridos.
– O Emirado Islâmico mais uma vez alerta os animais americanos que os mujahideen vão vingá-los, e com a ajuda de Alá vamos matar e decapitar seus sádicos soldados assassinos – disse em nota um porta-voz do Talebã, Zabihullah Mujahid, usando o termo que o grupo islâmico usa para se descrever.
A cidade de Jalalabad registrou o primeiro protesto pelo incidente de domingo, envolvendo cerca de 2 mil estudantes, e o Talebã disse que a hostilidade civil contra as tropas ocidentais não será atenuada pelas exigências do governo afegão para que o sargento responsável pelo massacre seja julgado abertamente.
O militar envolvido não foi identificado e se sabe apenas que ele teria chegado recentemente ao país. Ele é acusado de sair no meio da noite do seu quartel na província de Kandahar e matar 16 aldeões, principalmente mulheres e crianças.
O caso, ocorrido semanas depois de a queima de exemplares do Alcorão em um quartel da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) causar indignação nacional, pode complicar os esforços dos Estados Unidos para negociar uma continuidade da sua presença militar no Afeganistão depois da retirada das tropas de combate, no fim de 2014.
Falando após conversa telefônica com Karzai, que se disse furioso com as novas mortes, o presidente norte-americano, Barack Obama, disse que a chacina só reforça a sua disposição em retirar as tropas do Afeganistão.
Mas Obama alertou que não deve haver uma “corrida para a saída”, e que é preciso encerrar de forma responsável a ocupação iniciada no final de 2001.
O suposto autor do massacre, pertencente a uma unidade militar convencional, trabalhava em um quartel conjunto dos Estados Unidos e do Afeganistão, usado por tropas de elite dos EUA sob um programa dito de “apoio às aldeias”.
O programa já foi saudado pela Otan como possível modelo para o envolvimento norte-americano no país depois da retirada das tropas de combate em 2014. Essas bases prestam apoio a unidades afegãs de segurança e oferecem assessoria de segurança, treinamento e ajuda em atividades de inteligência e combate à insurgência.
*CorreiodoBrasil

MOP, a mãe de todas as bombas

Uma boa notícia para todos os Leitores que têm medo de ser possíveis alvos no caso dum ataque militar iraniano: os Estados Unidos apresentam a "Mãe de todas as bombas" não nucleares, o MOP, Massive Ordnance Penetrator.

Agora podem ficar descansados: Teherão tem que cuidar-se e repensar nos seus planos para conquistar o mundo e arredores. Agora temos o MOP. E o MOP não brinca, em particular quando se encontra em serviço.

Mas afinal o que é este MOP?
É simples: o MOP é um bunker bluster, uma bomba projectada para penetrar nas instalações subterrâneas dos inimigos e fazer um massacre.

Este tipo de arma não é uma novidade e o exército dos Estados Unidos já tinha bombas como estas. Só que não eram suficientemente "massacradoras". Era preciso algo mais, algo de mais mortífero.

Em 2002, o Northrop Group e a Lockheed Martin já estavam a trabalhar numa bomba de 13.000 quilos, conhecida como "Big Blue", mas o projecto tinha sido abandonado por causa do custo e das dificuldades técnicas. Mas a guerra do Iraque, em 2003, revelou que os bunker bluster americanos não eram suficientes: sim, causavam mortos, mas não tinham muita graça.

Foi assim que as empresas retomaram o interesse no projecto Big Blue, e finalmente, em 2007, o Northrop Group anunciou os primeiros testes. Claro, eram precisos mais fundos, mas para boa sorte na Casa Branca estava um Nobel da Paz: em 2009 o Pentágono recebeu ordem para acelerar o projecto e em Fevereiro de 2012 outros 81.6 milhões de Dólares foram destinados aos futuros desenvolvimentos.

Agora, finalmente, o General Herbert Carlisle pode anunciar:  
Massive Ordnance Penetrator [MOP] é uma grande arma
E são satisfações, sem dúvida, sobretudo se o general em questão acrescentar que este MOP poderia ser usado num ataque contra Irão.

Mas é uma grande arma? Sim, de facto é. É a maior bomba não nuclear e pode perfurar mais de 60 metros de cimento armado antes de detonar. Em termos de capacidade destrutiva, é a arma mais assustadora desenvolvida pelo Pentágono na última década.

Comprida 6.2 metros, a bomba MOP tem um diâmetro de 0.8 metros, um peso de quase 14.000 quilos, transporta 2.4 toneladas de explosivo e, como já referido, pode penetrar 60 metros de cimento. Custo unitário: 14 milhões de Dólares. O que não é muito considerada a alegre situação económica dos Estados Unidos.

Contra-indicações? Só uma: o MOP mata tudo, militares e civis, pois infelizmente não é capaz de fazer distinções. Pouco mal, já sabem: ao encontrar um MOP melhor mudar de passeio. E evitem os bunkers.

É melhor que Teherão (mas também a Coreia do Norte) mude os seus planos de conquista: MOP está aqui para defender os inermes cidadãos do Ocidente livre.


Ipse dixit.
*Informaçãoincorreta

Irã desenvolve concreto à prova de bombas e deixa EUA ainda mais preocupados


bomba
'concreto inteligente' é capaz de impedir que as bombas norte-americanas e israelenses, conhecidas como bunker-buster, consigam destruir as instalações nucleares instaladas nas montanhas iranianas
A tensão entre EUA e Irã fez este último desenvolver uma espécie de ‘concreto inteligente’, capaz de trabalhar no sentido de impedir que as bombas norte-americanas e israelenses, conhecidas como bunker-buster, consigam destruir as instalações nucleares instaladas nas montanhas iranianas. Um artigo publicado no sítio Aggravate Research, das indústrias Aggravete, especializada em engenharia de precisão, elogiou a capacidade dos cientistas iranianos em encontrar uma solução para os constantes terremotos na região e aproveitá-la para uma questão militar. Tantos os EUA quanto Israel têm planos para destruir a capacidade dos persas no campo da energia nuclear.
O ‘concreto de performance ultra-alta’ (UHPC, na sigla em inglês) está entre as matérias mais rígidas já desenvolvidas pelo Homem, ao mesmo tempo que guarda os traços de flexibilidade necessários ao material, diz o artigo. O novo concreto iraniano, acrescenta o artigo, feito em uma fórmula indígena, é agora uma grande preocupação de Washington. Além do enriquecimento de urânio, cuja tecnologia foi também se origina de técnicas indígenas, o novo material,”ao contrário do concreto convencional, é misturado com pó de quartzo e fibras especiais, substâncias capazes de transformá-lo em concreto de alto desempenho para resistir às altas pressões, com maior rigidez”, diz o artigo.
Devido à sua combinação, o novo concreto de fabricação iraniana é um excelente material de construção com aplicações pacíficas, como a construção de pontes mais seguras, barragens, túneis, aumentando a força de canos de esgoto e absorvendo a poluição.
No entanto, diz o artigo, assim como todas as tecnologias de dupla utilização que realizam aplicações tanto civis como militares, o UHPC também pode ser usado para proteger as instalações subterrâneas do bombardeio, o que poderia representar uma verdadeira dor de cabeça para os esforços militares no Irã. De acordo com o artigo, o secretário norte-americano da Defesa, Leon Panetta, recentemente expressou sua preocupação de que em caso de um conflito real, a bomba norte-americana bunker busters pode não ser capaz de penetrar nos bunkers iranianos mais profundos se o UHPC for empregada para fins militares.
Em recente entrevista ao The Wall Street Journal, Panetta anunciou que os técnicos norte-americanos voltaram às pranchetas na tentativa de aperfeiçoar a bomba a ponto de fazê-la letal o suficiente para aginger os bunkers iranianos, mas não havia, ainda, um prazo para a conclusão dos estudos. As bombas, de 30 mil libras, conhecidas como Penetrator, foram projetadas para destruir fortificações muito resistentes mas, segundo o jornal revelou, “os testes iniciais indicaram que a bomba não seria capaz de destruir algumas das instalações do Irã”.
Os Estados Unidos, Israel, e alguns de seus aliados acusam o Irã de perseguir objetivos militares em seu programa de energia nuclear, com Washington e Tel Aviv usando deste pretexto para ameaçar o Irã com uma opção militar. O Irã refuta tais alegações, argumentando que, como signatário do Tratado de Não-Proliferação Nuclear e membro da Agência Internacional de Energia Atômica, tem o direito de usar tecnologia nuclear para fins pacíficos.

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  1. EUA poderiam estrear superbomba em conflito com o Irã
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  3. Israel teria pedido armas pesadas para comprar dos EUA, diz jornal
  4. Mais da metade dos israelenses é contra atacar Irã, diz pesquisa 
  5. *correiodoBrasil

A quarta frota e os senhores da guerra

“A guerra, no século 21, poderá não ser tão sangrenta quanto foi no século passado. Mas a violência armada, criando sofrimento e perdas desproporcionais, continuará onipresente e endêmica – ocasionalmente epidêmica – em grande parte do mundo. A perspectiva de um século de paz é remota”. Essa foi a conclusão proposta pelo historiador Eric Hobsbawm, no ensaio Guerra e Paz no século 20, que foi publicado no jornal britânico “The Guardian”, em fevereiro de 2002.

Por Joanne Mota

Uma década depois, essa afirmação nunca pareceu tão atual nestes tempos de imperialismo agressivo, que tem nas potências belicistas mundiais sua maior fonte de poder. A militarização norte-americana se converte como o maior símbolo desse processo, que gera insegurança e se conforma como uma ameaça constante às soberanias nacionais dos países menos desenvolvidos, sobretudo os que possuem grandes potenciais energéticos e de recursos naturais.

Em meio a esse projeto de recolonização mundial, o capital monopolista se internacionaliza, vai além de suas fronteiras. Para tanto, necessita e obtém o que Vladimir Lênin denominou de fenômeno da dependência, advindo do entrelaçamento do domínio econômico-financeiro com o político e territorial.

Mais:

TV Cultura tem que explicar
por que se “vendeu” à Folha

 

Sayad e o Padim, unidos por uma folha


Saiu no Jornal da Record:

TV Folha estreia na Cultura com baixos índices de audiência


A Assembléia Legislativa de São Paulo convocou o presidente da Fundação Padre Anchieta, João Sayad, para explicar por que “privatizou ” a TV Cultura à Folha (*).

O Jornal da Record mostrou que há uma clausula na relação comercial entre a TV Cultura (pública ?) de São Paulo e a Folha (*): a TV Cultura não pode dar palpite no conteúdo editorial da TV Folha.

(Antes que algum engraçadinho levante a suspeição deste ansioso blogueiro, ele esclarece:  fez uma parceria com a TV Cultura, exibiu o programa Conversa Afiada lá, por dois anos, e foi um grande sucesso comercial – para ele e a TV Cultura. Clique aqui para ler “A Folha não engole o sucesso do C Af “. Com uma diferença. Este ansioso blogueiro sempre esteve subordinado ao presidente da Fundação Padre Anchieta, Jorge Cunha Lima (que o convidou) e o diretor de Jornalismo, Marco Antonio Coelho. Os dois conversavam sobre o teor do programa e davam sugestões inteligentes – quase sempre acatadas pelo ansioso blogueiro. O governador Mario Covas foi o melhor patrão que este ansioso blogueiro já teve. NUNCA pediu, recomendou ou vetou uma matéria. E o governador de São Paulo é quem, de fato, manda na TV Cultura, uma instituição “pública”….)

Na Assembléia Legislativa, o presidente atual da Fundação Padre Anchieta, João Sayad, terá que explicar a “privatização” da Cultura à Folha.

E, ainda por cima, para dar um ponto de Ibope.

Nesta quarta-feira, os blogueiros sujos associados ao Instituto Barão de Itararé se reunirão para discutir essa “privatização” da Cultura.

O ansioso blogueiro já sugeriu incluir na agenda da reunião que o Instituto Barão de Itararé peça o mesmo ao Sayad: queremos “privatizar” um espaço “nobre” para espinafrar a Folha, o PiG (**) e seus penduricalhos  !


Paulo Henrique Amorim

Autor de Privataria Tucana vai em cana em MT (Confundido por um “ladrão de gado”?) Sei lá...

Jornalista que ganhou fama com a publicação do livro que denuncia fraudes nas privatizações do governo FHC, Amaury Ribeiro Jr. foi escoltado no sábado e confundido com “ladrão de gado” enquanto produzia reportagem sobre a Igreja Mundial do Poder de Deus para a TV Record, na região de Rondonópolis

12 de Março de 2012 às 13:21
247 – Autor de um dos livros mais vendidos no Brasil recentemente, “A Privataria Tucana”, o jornalista Amaury Ribeiro Jr. alcançou fama instantânea ao denunciar um esquema ocorrido durante o processo de privatizações no governo Fernando Henrique Cardoso. Em seu trabalho seguinte, no entanto, Ribeiro Jr. passou por uma situação um tanto diferente, que pode ser definida como humilhante ou simplesmente constrangedora.
Na noite do último sábado, 10, o jornalista foi detido pela Polícia Militar na região de Rondonópolis, no Mato Grosso, e confundido por um “ladrão de gado” enquanto fazia levantamentos sobre propriedades rurais da Igreja Mundial do Poder de Deus para uma reportagem para a TV Record. Tanto ele quanto seu colega, identificado apenas como “Leandro”, mostraram credenciais da emissora do bispo Edir Macedo.
Os jornalistas foram escoltados até um posto da Polícia Rodoviária Federal na rodovia BR-163 e de lá levados para a capital, Cuiabá. Os dois informaram no dia que seguiriam para São Paulo ainda na manhã de domingo. A denúncia foi feita formalmente por dois gerentes de fazendas da região de Mineirinho (a 70km de Rondonópolis), que informaram haver dois homens “suspeitos” em uma caminhonete, que rondava o local desde à tarde. Segundo a polícia, não foi registrado Boletim de Ocorrência por não haver delito.
Amaury Ribeiro Jr. não apenas causou um grande furor com o lançamento do livro “A Privataria Tucana”, no início de dezembro, chegando a esgotar estoques em pouquíssimo tempo, como continua recebendo homenagens até hoje. À época do lançamento, houve a suspeita de que até o ex-governador José Serra, envolvido nas denúncias de Amaury, teria tentando comprar todo o estoque da obra na Livraria Cultura, em São Paulo (leia mais).
*Ajusticeiradeesquerda

Charge do Dia

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segunda-feira, março 12, 2012

Ricardo Teixeira renuncia e deixa CBF após 23 anos

Já VAi TARDE

 

 

MARCUS VINÍCIUS PINTO 
Terra

Ricardo Teixeira não é mais presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo de 2014. José Maria Marin, que assumiu a entidade após licença pedida pelo dirigente, anunciou nesta segunda-feira em entrevista coletiva no Rio de Janeiro que assume a CBF até o final do mandato de seu antecessor, que vai até o final de 2014.
"Deixo definitivamente a presidência da CBF com a sensação de dever cumprido", afirmou Teixeira em comunicado citado por Marin. O novo presidente ainda disse que não haverá novas eleições e que dará sequência ao trabalho que vinha ocorrendo.
"Preciso dar continuidade a esse estupendo trabalho que o Ricardo realizou, a essa administração moderna. Eu insisti para que todos os diretores continuassem, porque nós precisamos da experiência deles para que a CBF na trilha do sucesso e da boa administração. Quem é da confiança do Teixeira é da minha confiança", disse Marin.
Ricardo Teixeira foi eleito para o comando da organização que rege o futebol brasileiro em 1989, e seguiu no cargo desde então. Ele deixa a presidência da CBF alegando problemas de saúde, que também o teriam afastado da entidade no último mês de outubro.
Seu substituto, Marin, foi jogador de futebol e presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), e assumiu a CBF por ser o vice-presidente mais velho. O novo comandante da entidade foi governador biônico de São Paulo por alguns meses após a saída de Paulo Maluf, que se candidatou a deputado federal.
Marin foi alvo de polêmica no último mês de janeiro ao ser visto colocando em seu bolso uma medalha que seria dada aos jogadores do Corinthians campeão da Copa São Paulo de Futebol Junior na festa do troféu.

*esquerdopata



Bill Gates vai financiar um projecto de nuvens artificiais: Para vaporizar!

Bill Gates anuncia o financiamento de um projecto ambicioso para fazer nuvens no mar. É uma fantasia. A comunidade científica está perplexa, especialmente após a verificação empírica da comissão independente de cientistas, http://www.noconsensus.org/ipcc-audit/IPCC-report-card.php


Como sabe, neste momento não há evidências empíricas que justifiquem a visão de aquecimento global . De facto, os dados analisados ​​mostram que o clima está a arrefecer significativamente.  Bill Gates chega com senso de humor e  diz-nos que devemos reduzir a população mundial pois somos a causa do  excesso de CO2 no planeta.

Do que há excesso, é de milionários com muito tempo para dizer coisas estúpidas!... e que não ganharam o dinheiro de forma justa.


Bill Gates explica claramente o seu desejo de terminar com 1,300 milhões de pessoas rapidamente -  história completa - com
vídeo: Bill Gates apoia o uso de vacinas e outras acções para eliminar 1,3 mil milhões de pessoas em todo o mundo ...



Bill Gates anuncia agora, o financiamento da pulverização da água do mar com pulverizadores Cloud.

As máquinas, desenvolvidas por um grupo de pesquisa com sede em San Francisco, projecto chamado Silver Lining, transformam a água do mar em minúsculas partículas que podem ser disparadas até mais de 3.000 pés de altitude. As Partículas aumentam a densidade das nuvens, aumentando a quantidade de nucléicos contidos. Estas máquinas flutuantes, podem aspirar  toneladas de água por segundo.


Representação artística do projecto proposto por Bill Gates.


  Vamos ao cerne da questão: vaporizar

Sob o disfarce da mentira do aquecimento global que não existe e como não tivessemos já o suficiente com os milhares de aviões que varrem o planeta todos os dias, agora vem este "iluminado" com  fundos especiais, para nada menos que 1.900 navios  pulverizarem  metais para atmosfera..


O lugar é perfeito. Na região central do Oceano Pacífico, onde os raios cósmicos produzem mais evaporação de água. Assim, os metais unem-se com vapor de água e vêm directamente até nós através das nuvens. Depois, a água que bebemos...


Esta é a área onde quer começar a poluir o planeta ...

O projecto é chamado "Project Silver Lining" e para começar,  usam "spray natural" (iodeto de prata) para adicionar às nuvens.


Recomendo que  leiam a análise irónica realizada por Willis Eschenbach em: "... cada linha é uma nuvem de prata ..." (A notícia em Inglês - go )


Os montantes de energia para impulsionar o projecto: 50 milhões de KW / hora,  para cada plataforma offshore. 9 mil milhões de dólares por navio. São 1900 navios.

A  Bill e Melinda Gates Foundation não respondeu aos pedidos para comentar o assunto, o que normalmente fazia. O empreendedor americano Wanser Kelly é quem está a conduzir o Projecto Silver Lining e também não quis comentar...
Uma jogada inteligente... Temos aqui um projecto  "não-viável" e uma ​​"não-solução" a um "não problema"!... é o que posso dizer sobre isto, especialmente desde que esta "não solução" Queime biliões de litros (cerca de 7 biliões de galões dos EUA) de combustível por ano, para supostamente "resolver" o problema supostamente causado,  pelo CO2 da queima de combustíveis ...



 Tire as suas próprias conclusões. Faça as contas e é ver ... e acima de tudo, pensar.

Se quiserem saber algo mais... pode acontecer o mesmo que me aconteceu a mim, por demorar uns meses a divulgar este post; ficam sem saber de fontes. Basta ir a este site  e provar que quase toda a informação de fontes credíveis (?!) foi retirada!

fontes:

 Chemtrails Gran Canaria


 http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=es&langpair=es|pt&rurl=translate.google.com&twu=1&u=http://wattsupwiththat.com/2010/05/12/every-silver-lining-has-a-cloud/&usg=ALkJrhgZv8W-depFfX9en8fkUuVjuse1dg#more-19413
* Guerrasilenciosa

Charge do Dia

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  http://blogdojuca.uol.com.br/files/2012/03/chrg0302.jpghttp://1.bp.blogspot.com/-lbqWubtC9do/T10oBOExM_I/AAAAAAAAI2E/u2iwWsXXgus/s1600/Freedom+-+Zenos+Frudakis+Bronze.jpghttp://3.bp.blogspot.com/-1IIqp5qaZGY/T14UXbIPKXI/AAAAAAAAI2k/yV5yG3Zkk4I/s1600/ANDR%C3%89+DAHMER+Conservadores.gif

Alguém já leu verdade maior do que essa:"O mais interessante, para usar um eufemismo, é que simpatizantes do governo e da oposição se engalfinham na internet todo dia e, enquanto isso, os políticos das duas vertentes se lambem, protegem-se, elogiam-se, acobertam-se mutuamente. Para os que temos simpatias políticas e nada mais, talvez seja hora de começarmos a entender que estamos fazendo papéis de idiotas." Talvez esteja na hora de deixar o mensalão e a imprensa corrupta acabar com o PT


Ed querem abafar a CPI da Privataria. 




  https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUmPQ5v7oKOg7JMpxxNbyKUuUuekdzydATeMntI74dGUQ9JyU9SW1Lmf2-enWfY3vfpTh6KocLWrc700Pfk3UOmwKJAkD4VOH7XyH_zm0Ddw71j2NrwXeQLLihKtjtHZQVSNfnZwixJAo/s1600/Ilustra%25C3%25A7%25C3%25A3oGr%25C3%25A9ciaEnxugadaEneko.jpghttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaPfej5bx90WOAOiMAjzxkewRRy0fqMdgY5j-OT5rjvPfr5QghsMh5XJt3kA64Mjfs3dhE739yI21DmjlACxchpnJKnNf0FjABXpD4mUT4ScY9cN8JiHNIjQf4eUuDJJqlOctxo5PWa9g/s1600/ChargeGr%C3%A9ciaTudoBemSchrank.jpghttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicqpan0czFH4FiYP2HQxatB_o9srz-AbN-49QTWaiqECrermOLLZqMmgaQW6PMyHsI6MnJU-S2Mvf8l_dwjdyYx81Jg9hy3uh5VMrsARY_kdkeAQAqcGIVohz7gFReEkCcvwkdwDfN-hs/s1600/DilmaBaseAliadaGorila.jpg

 

Quando os pilotos estadunidenses derrubaram um avião da Gol e mataram mais de 190 pessoas, foram recebidos como heróis pela potência maligna. O mesmo acontece com o Irã que não tem nenhuma bomba atômica, mas faz parte do eixo do mal. Enquanto os EUA, com milhares são os mocinhos salvadores do mundo livre. É de chorar! Pior, nossa imprensa não faz nenhum juízo de valor sobre esse câncer universal que é os EUA e ainda apóia, vide "JN" e seus apresentadores que tratam o Irã como o diabo e as visões estadunidenses como a verdade de Deus. É de dá nojo!

PSDB desmonta a TV Cultura



Na semana passada, a TV Cultura anunciou a demissão de mais 50 funcionários e novos cortes na sua grade de programação. Com isso, a gestão desastrosa de João Sayad promove o maior desmonte da história da emissora, que já foi uma das mais importantes tevês educativas do país. Ao mesmo tempo, os tucanos impõem uma linha totalmente partidarizada à TV Cultura, inclusive cedendo espaços "nobres" para veículos de direita - como Folha e Veja - na sua programação.



Entre os programas que sofrerão "reformulações", segundo a direção da emissora, estão dois de reconhecida qualidade. No caso do "Metropólis", o apresentador Cadão Volpato e o diretor Ernesto Hypólito já foram dispensados. Já o programa "Grandes Momentos do Esporte", com 28 anos de existência e uma das melhores marcas de audiência da emissora, será transformado num quadro do esportivo "Cartão Verde". Um dos seus editores, Vicente Lomonaco, também foi demitido.

Partidarização da emissora

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) criticou os novos cortes na emissora. Para José Augusto Camargo (Guto), presidente da entidade, “a notícia causou estranheza. Demitir funcionários com a justificativa de que não estão em função adequada enquanto novos programas de televisão são lançados parece não ter lógica. É inadmissível que estas demissões ocorram no mesmo momento em que várias frentes de trabalho são abertas".

A estranheza decorre do fato da TV Cultura ter negociado recentemente a "parceria" com as empresas privadas de comunicação Abril e Folha da Manhã - que editam a Veja e a Folha. Nem os membros do Conselho Curador da emissora conheciam esta negociata. O acordo só se tornou público graças às denúncias da blogosfera e das redes sociais. Os tucanos demitem e desmontam a emissora pública e, ao mesmo tempo, presenteiam veículos privados - reconhecidamente de direita. É um absurdo, um crime!

Resposta a SKY


*amoralnato

Zé de Abreu disseca José Serra: não cumpriu mandato nem de Pres. da UNE! fugiu antes

Serra não cumpre mandato eletivo integral há 17 anos

José Serra coleciona uma quase inacreditável sequência de descumprimentos ao cargo eletivo assumido. Desde 1995 que o ex-presidenciável não cumpre um mandato completamente. Fato deverá ser imensamente usado pelos adversários

O ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) não cumpre um mandato integral há 17 anos. O tucano, que oficializou sua intenção de concorrer nas prévias internas na terça-feira, depois de deixar a cadeira da Câmara dos Deputados, em 1995, coleciona uma sequência de descumprimentos ao cargo eletivo assumido. Foram outras duas interrupções consecutivas antes do término: Serra saiu da prefeitura paulistana, em 2006, após ficar apenas um ano e três meses no Executivo para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes e abandonou, em 2010, para se candidatar à Presidência.

O tucano ocupou os cargos de ministro do Planejamento de 1995 a 1996 e ministro da Saúde de 1998 a 2002. No mesmo ano, ele foi candidato à Presidência, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para não perder o poderio eleitoral, entrou na disputa pela Capital na eleição de 2004, venceu, mas afastou-se em 2006. Deixou nas mãos do vice Gilberto Kassab, hoje no PSD, mesmo tendo assinado uma carta, ainda durante a campanha, comprometendo-se a permanecer no posto até o fim do mandato.
Como governador ficou de janeiro de 2007 a abril de 2010, quando renunciou o cargo – deixado nas mãos de Alberto Goldman – para se candidatar pela segunda vez à Presidência. Serra já exerceu também os mandatos de deputado constituinte de 1987 a 1991, deputado federal de 1991 a 1995. Demonstrando-se ávido pelo majoritário, em 1988, foi candidato pela primeira vez à prefeitura de São Paulo mas, em uma eleição ainda sem segundo turno, foi derrotado. Depois de oito anos, concorreu novamente ao cargo, amargando outro revés.
Na entrada da disputa eleitoral, ele justifica ser fruto de uma necessidade. Atualmente, garante que vai completar os quatros anos do governo paulistano, caso seja eleito, assegurando que não disputará o pleito presidencial de 2014. “Vou cumprir o mandato de prefeito por quanto tempo o mandato durar, ou seja, até 2016.” Indagado se daria para prometer se, nesta oportunidade, não deixaria o Executivo, Serra refutou repetir os precedentes do passado. “Exercerei os quatro anos, isso é mais que uma promessa.”
O professor da Fundação Escola de Sociologia e Política, Rui Tavares Maluf, adianta que o fato será “imensamente usado pelos adversários”. Segundo ele, a situação recorrente, até agora, teve pouco efeito no resultado final, mas a “federalização do pleito” vai dificultar o processo eleitoral. “Fica complicado convencer o novamente o eleitorado. Vejo que atenuaria (a condição) dependendo da escolha do vice.”
Serra, no entanto, não descartou voltar a disputar à Presidência no futuro. Ele afirmou que um sonho pode “permanecer adormecido” por muito tempo. “Estou no auge da minha energia”, disse ele, evitando fazer conjecturas políticas se a corrida ao Palácio do Planalto se daria em 2018.
Tavares argumenta que as declarações de Serra ficam incompatíveis ao comentar o fato de não entrar no pleito de 2014. “Ele sempre diz que tem o sonho de ser presidente. Não é nenhum garoto (completa 70 anos dia 19). Essa chance pode ser a última ao cargo.” THIETRE / RJ  
*Ajusticeiradeesquerda

Barack Obama disse que a morte de 15 afegãos – entre eles, nove crianças e três mulheres


Chocante é o soldado estar láhttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRQdU-9IN44gGtopJ6Juyem2YkBGEr6X4S0ggrjlJr0bZxB2bEaHTYLjD7ouqVNFdB5knPcuFn6JE6wKqvBUDC0_ntn-G2N1gqEBts9VHTWuKD2bBBGjEoXvAM-kw1ibaKKSxNgmQSwGNt/s1600/Tio+Sam+terrorista.jpg

 


 

O presidente Barack Obama disse que a morte de 15 afegãos – entre eles, nove crianças e três mulheres - assassinados por um soldado americano no Afeganistão, é um incidente “trágico e chocante”.
Não é chocante, embora seja trágico.
Porque ninguém mais pode se chocar depois do enésimo episódio de abuso violento de tropas americanas.
Não é um louco isolado, como pode surgir em Realengo, na Noruega ou lá no Oriente.
São episódios que se repetem, com uma brutalidade em série, e em crescendo.
Porque Afeganistão e Iraque não são guerras entre exércitos regulares, mas massacres.
É inútil o presidente Barack Obama dizer que esta chacina “não representa a qualidade excepcional de nossa força militar e o respeito que os Estados Unidos têm para com o povo do Afeganistão”.
Se respeitassem os afegãos, já teriam saído de lá, ainda mais agora que a “desculpa” Bin Laden já não existe, faz tempo.
Não teriam bombardeado o país durante anos, sem que nem mesmo houvesse uma força de resistência organizada, mas apenas pequenos grupos dispersos e mal-armados.
Não teriam cometido humilhações e violações, das quais a incineração de exemplares do Corão, há poucos dias, foi o corolário de um processo de desprezo pela cultura, pelas tradições e pela fé dos afegãos.
Não teriam, sobretudo, reservado a mais rápida e severa punição para o soldado Bradley Manning, cujo “crime hediondo” foi revelar algumas destas barbaridades.
Dizer que o soldado assassino sofreu “uma crise nervosa” é patético. Quem está em crise, profunda, são os valores universais da autodeterminação dos povos.
A “loucura” é da guerra, os “cães de guerra” são apenas sua expressão mais crua.
*Tijolaço

BRICs dão bye-bye ao dólar.
Chora …, chora !


O ansioso blogueiro foi a Nova York tratar de seus investimentos no mercado imobiliário e na Bolsa.

Atividades que alguns penduricalhos do PiG (*) acompanham com entusiasmo.

O ansioso blogueiro parte da premissa que não se deve, jamais, menosprezar a capacidade de recuperação da economia americana.

Ele está bullish e tomou providências correspondentes.

Uma comprovação é o resultado de fevereiro da estatística de emprego – terceiro mês consecutivo com a criação de mais de 200 mil empregos – , e, logo, o fim da crise americana que os Urubólogos confiavam em que derrubaria a Dilma.

O que, provavelmente, re-elegerá Obama, com a ajuda providencial dos republicanos da Oposição.

Uma das vantagens de ir a Nova York é não ler o PiG (*).

A edição de um fim de semana do Financial Times, por exemplo, contém mais informações úteis do que um mês de PiG (*).

Por exemplo.

Na primeira página da edição de quinta-feira, o FT informa – para desespero da … – que os países do grupo BRIC , com a China à frente, vão passar a emprestar e negociar entre si e com outros parceiros com suas próprias moedas.

Essa decisão se formalizará numa reunião em Nova Delhi, no dia 29 de março.

Menos de 13% do comércio da China na Ásia é feito em renminbi, a moeda chinesa.

O FT lembra que o BNDES tem uma carteira de empréstimos QUATRO vezes maior que a do Banco Mundial.

Desde de abril passado, lembra o FT, os cinco países dos BRICs defendem um sistema de reservas de moedas mais amplo.

E, embora o dólar se tenha fortalecido, recentemente – diz  o FT -, os países dos BRICS, para desespero da …, acreditam que, a longo prazo, o dólar se desvalorizará e eles precisam montar uma alternativa para vender, comprar e investir.

Como também não confiam na Europa, a solução está neles próprios.




Paulo Henrique Amorim

Por que os EUA e Israel não atacam o Iran?

 

         Exemplo de democracia que os EUA querem levar aos sírios e iranianos
Poruma simples razão.
Oproblema não é o ataque, mas o depois.
Comsua máquina de guerra, os Estados Unidos podem atacar quem
quiserem.
Aquestão que se coloca diz respeito ao desembarque de suas tropas.
Senão conseguiram se manter no Iraque, no Afeganistão e agora na Líbia, o que se dirá no Iran?
Jogarbombas e disparar mísseis é fácil.
Difícilserá ocupar.
Aultima vez que tentaram isso foi no Vietnam e deu no que deu.
Elessabem disso e já alertaram Israel que qualquer tentativa de ataque contra aterra de Ciro será por conta e risco deles.
Dificilmenteos EUA embarcarão nessa aventura.
Éverdade que vontade não falta.
Masapenas vontade não é suficiente.
Elesprecisam cooptar algumas figuras  iranianas representativas para se aventurar.
Eao que tudo indica, não estão conseguindo.
ASíria é um exemplo.
Encheramo país de mercenários, destruíram importantes cidades e complexos industriais,e nada.
Opresidente Assad e seus seguidores continuam resistindo.
Seele é ditador, cabe ao seu povo colocar outro no poder.
Edesde quando os EUA foram alguma vez favoráveis à democracia?
Quandoderam o golpe no Brasil?
NaArgentina?
NoUruguai?
NoIran contra o sr. Mohamad Mosadegh?
Nósque fomos presos e arrebentados durante a ditadura nunca fomos socorridos pelos“amantes da democracia”.
OsEstados Unidos sempre apoiaram ditaduras.
Jamaisapoiaram governos democráticos.
Paraeles, democracia ou ditadura são duas palavras vazias que variam de acordo comseus interesses.
Queo digam os chilenos.
Ouos sul africanos.
Ouos palestinos, que há mais de 50 anos são vitimas do Quarto Reich israelense.
Democracia?
Comcerteza essa palavra sequer consta do dicionário dos Estados Unidos.
Ou alguémduvida?
*Gilsonsampaio