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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

quarta-feira, março 28, 2012

Argentina discute militarização das Malvinas durante Cúpula

Durante a II Cúpula de Segurança Nuclear, que é realizada na Coreia do Sul, o chanceler argentino Héctor Timerman advertiu sobre o envio de um submarino nuclear inglês ao Atlântico Sul e exigiu que a Grã-Bretanha “confirme a ausência de armas nucleares” nesta zona. Por meio de seu vice-ministro Nicholas Clegg, o Reino Unido, sem apresentar provas ou argumentos, qualificou esse pedido como “infundado”.
Durante sua intervenção, Timerman chamou atenção para os “recentes episódios de militarização” segundo os quais “uma potência extra-regional envia um submarino nuclear a uma zona cuja soberania é objeto de disputa reconhecida pelas Nações Unidas e se nega ao mesmo tempo a confirmar se com esta ação não estaria introduzindo armas nucleares na zona desnuclearizada”.
Nick Clegg reforçou, nesta terça-feira (27), que as suposições de que o Reino Unido teria enviado um submarino nuclear às Malvinas são "sem fundamentos".
“Meu país demanda que se respeite o compromisso de paz que os países sul americanos escolheram para a região. A Argentina exige que a potência extra-regional que recentemente enviou um submarino capacitado para transportar arsenal nuclear para patrulhar o Atlântico Sul confirme a ausência de armas nucleares na região”, disse Timerman.
O chanceler sustentou ainda, frente aos mandatários e representantes diplomáticos das potências (entre os quais o presidente dos EUA, Barack Obama) que a militarização britânica nas Malvinas “nos traz novamente o tema do alcance do compromisso por parte dos países possuidores de armas nucleares com suas obrigações como Estados parte de tratados de zonas livres de armas nucleares”.
O ministro argentino lembrou que seu país, junto ao Brasil, "conforma o eixo sobre o qual se constrói a desnuclearização do Atlântico Sul" e "não se deve utilizar a dissuasão nuclear contra países que renunciaram as armas de destruição em massa".
“Um tratado que estabelece uma zona livre de armas nucleares é, antes de tudo, um tratado de segurança. Que proteção nos dá o tratado de não proliferação quando uma potência nuclear ameaça de maneira direta ou velada com a possibilidade de introduzir armas nucleares na zona desnuclearizada?”, questiona Timerman.
*comtextolivre

Millôr

 Millôr Viola Fernandes 
 Rio de Janeiro, 16 de agosto de 1923 - Rio de Janeiro, 27 de março de 2012 

Olho, alarmado;
E se a vida for
Do outro lado?

Ultradireita tenta reagir à pressão popular pela Comissão da Verdade

 Por Redação - do Rio de Janeiro


militares
Um dos militares que participaram da ditadura, o general aposentado Luiz Eduardo Rocha Paiva acredita que o Brasil teve poucos pessoas torturadas
A convocação dos oficiais aposentados para um ato público em favor da ditadura militar, nesta quinta-feira às 15h, horário semelhante aos dos manifestantes que tomarão a Cinelândia em uma manifestação de apoio à Comissão da Verdade, ganha contornos de uma paródia ao enfrentamento nos moldes conhecidos durante os Anos de Chumbo. Por e-mail, em mensagens apócrifas,militares afastados das tropas por alcançar idades acima dos 65 anos, apresentar problemas de saúde ou psicológicos, usam dos velhos jargões dos governos ditatoriais na tentativa de convocar simpatizantes a uma campanha denominada Brasil acima de tudo.
Com base no manifesto em que os sócios do Clube Militar, instituição ligada à ultradireita, com sede no Centro da cidade, tentaram pressionar – sem sucesso – a presidente Dilma Rousseff para não seguir adiante com as investigações de abusos e tortura de prisioneiros durante o regime de 64, os indivíduos que já não usam mais a farda e passam o tempo entre uma e outra conspiração contra a democracia, apelam aos aliados daquela era na tentativa de arregimentar apoiadores à palestra do general Luiz Eduardo Rocha Paiva, figura conhecida nos porões dos antigos Doi-Codi e Cenimar, centros de referência na tortura e morte de prisioneiros políticos no Brasil.
“Creio ser um assombro a luta de alguns poucos no sentido de abrirem os olhos da sociedade! Eles serão mártires ou heróis desta luta insana! De qualquer forma, que Deus os ilumine pela verdadeira guerra que fazem com as armas da crítica e do esclarecimento. Se cometerem algum erro, que tenham a certeza, ele será irrelevante no contexto do bom combate que travam, pois seu alerta está sendo dado!”, diz o texto, apócrifo, do “chamamento” que distribuem na web. Segundo os organizadores, policiais alinhados à extrema direita, integrantes de clubes de serviço que, na época da ditadura, apoiaram o regime militar, membros do grupo fascista Tradição, Família e Propriedade (TFP) e maçons que apoiaram o regime imposto pela força das armas deveriam ser convocados para comparecer ao Clube Militar.
Na mensagem, ditam como cada um dos ex-integrantes das Forças Armadas deveria atuar, na busca de mobilizar alguns incautos para uma reação à Comissão da Verdade.
“1 – Para tirar cópia do chamamento (…) na copiadora – 15 minutos. Quem preferir gastar alguns centavos, tire cópias no comércio local e distribua pelo menos nas caixas de correspondência de seus edifícios.
“2 – Quantos parentes sem e-mail já foram contatados pelo telefone? – 30 minutos;
“3 – Já telefonaram ou passaram e-mails para os conhecidos das (sic) polícias militares? – 15 minutos;
“O “LIONS” e o “ROTARY” da cidade já estão por dentro da campanha, telefonema ou e-mail? 10/15 minutos;
“4- A “loja maçônica” da cidade já está por dentro da campanha, telefonema ou e-mail? – 10/15 minutos”.
A mensagem, sem nenhuma assinatura, em tom de ameaça, alega ainda que os antigos militares não podem “entregar o ouro ao bandido vermelho, de graça”, talvez em referência à ação guerrilheira do Partido Comunista do Brasil e de outras vanguardas revolucionárias da resistência, que terminaram por determinar o fim da ditadura no país, com o apoio de toda a sociedade civil. Ainda segundo o texto, “depende das comunicação que vocês lograrem, por e-mail ou telefone, com os “LlONS’, ‘ROTARY’, ‘lojas maçônicas’, ‘TFP’ e assemelhados”, sem citar o que seriam estes últimos.
Sem dentes
Para alguns dos organizadores da manifestação, convocada pelas redes sociais em uma mensagem transmitida, por vídeo, pelo cineasta Silvio Tendler, essas “manifestações malucas que circulam pela internet” não significam um perigo real para a realização do ato convocado para as 14h, em frente ao Clube Militar, na Avenida Rio Branco, nesta quinta-feira.
– São leões sem dentes. Rugem, fazem barulho, mas já não mordem mais ninguém – concluiu um dos ativistas, que prefere não se identificar “para não jogar mais lenha na fogueira”.
Procurado pelo CdB, o presidente do Clube Militar, general aposentado Renato Cesar Tibau da Costa, sequer respondeu às ligações.
*CorreiodoBrasil

Martin Jetpack flight controls



VEJAM QUE LOUCURA: EM 1981 O NEOZELANDÊS, GLENN MARTIN, TEVE AS PRIMEIRAS IDÉIAS E COMEÇOU A CONSTRUIR O JETPACK!
SABIAMENTE COMPARTILHOU SEU SONHO E CONSEGUIU AJUDA PARA TORNÁ-LO REALIDADE.
HOJE O INVENTO ESTÁ NA SUA FASE FINAL DE CONSTRUÇÃO, COM MAIS DE 2.500 VÔOS TESTES BEM SUCEDIDOS.
HAVERÁ UMA REVOLUÇÃO EM VÁRIOS SETORES DA NOSSA VIDA, É A FICÇÃO CIENTÍFICA BATENDO À NOSSA PORTA, MAIS UMA VEZ!

http://martinjetpack.com:80/video-gallery.aspx
*JECC

A Verdade sobre a Coca Cola

9480_anti_coke_posterA verdade sobre a COCA COLA
    Na verdade, a fórmula “secreta” da Coca-Cola (CC) se desvenda em 18 segundos em qualquer espectrômetro-ótico, e basicamente até os cachorros a conhecem. Só que não dá para fabricar igual, a não ser que você tenha uns 10
bilhões de dólares para brigar com a CC na justiça, porque eles vão cair matando.
     A fórmula da Pepsi tem uma diferença básica da CC e é proposital exatamente para evitar processo judicial. Não é diferente porque não conseguiram fazer igual não, é de propósito, mas próximo o suficiente para atrair o consumidor da CC que quer um gostinho diferente com menos sal e açúcar.
     Entre outras coisas, fui eu quem teve que aprender tudo sobre refrigerante gaseificado para produzir o guaraná Dolly aqui, que usa o concentrado Brahma. Está no mercado até hoje, mas falhou terrivelmente em estratégia promocional e vende só para o mercado local, tudo isso devido à cabeça dura de alguns diretores.
    Tive que aprender química, entender tudo sobre componentes de refrigerantes, conservantes, sais, ácidos, cafeína, thcokeenlatamento,produção de label de lata, permissões, aprovações e muito etc. e tal. Montei um mini-laboratório de análise de produto, equipamento até para analisar quantidade de sólidos, etc. Até desenvolvi programas para PC para cálculo da fórmula com base nos volumes e tipo de envasamento (plástico ou alumínio), pois isso muda os valores e o sabor. Tivemos até equipe de competição em stock- car …
    Tire a imensa quantidade de sal que a CC usa (50mg de sódio na lata) e você verá que a CC fica igualzinha a qualquer outro refrigerante sem-vergonha e porcaria, adocicado e enjoado.
É exatamente o Cloreto de Sódio em exagero (que eles dizem ser “very low sodium”) que refresca e ao mesmo tempo dá sede em dobro, pedindo outro refrigerante, e não enjoa porque o tal sal mata literalmente a sensibilidade ao doce, que também tem de montão: 39 gramas de “açúcar” (sacarose).
É ridículo, dos 350 gramas de produto líquido, mais de 10% é açúcar. Imagine numa lata de CC, mais de 1 centímetro e meio da lata é açúcar puro… isso dá aproximadamente umas 3 colheres de sopa CHEIAS DE AÇÚCAR POR LATA !…
- Fórmula da COCA-COLA ?…
     Simples: Concentrado de Açúcar queimado – Caramelo – para dar cor escura e gosto; ácido ortofosfórico (azedinho); sacarose – açúcar (HFCS- High arma_coca_colaFructose Corn Syrup – açúcar líquido da frutose do milho); extrato da folha da planta COCA (África e Índia) e poucos outros aromatizantes naturais de outras plantas, cafeína, e conservante que pode ser Benzoato de Sódio ou Benzoato de Potássio, Dióxido de carbono de montão para fritar a língua quando você a toma e junto com o sal dar a sensação de refrigeração.
    O uso de ácido ortofosfórico e não o ácido cítrico como todos os outros usam, é para dar a sensação de dentes e boca limpa ao beber, o fosfórico literalmente frita tudo e em quantidade pode até causar decapamento do esmalte dos dentes, coisa que o cítrico ataca com muito menor violência, pois o artofosfórico “chupa” todo o cálcio do organismo, podendo causar até osteoporose, sem contar o comprometimento na formação dos ossos e dentes das crianças em idade de formação óssea, dos 2 aos 14 anos. Tente comprar ácido fosfórico para ver as mil recomendações de segurança e manuseio (queima o cristalino do olho, queima a pele, etc.).
Só como informação geral, é proibido usar ácido fosfórico em qualquer outro refrigerante, só a CC tem permissão… (claro, se tirar, a CC ficará com gosto de sabão).
    O extrato da coca e outras folhas quase não mudam nada no sabor, é mais efeito cosmético e mercadológico, assim como o guaraná, você não sente o gosto dele, nem cheiro, (o verdadeiro guaraná tem gosto amargo) ele está lá até porque legalmente tem que estar (qeustão de registro comercial), mas se tirar você nem nota diferença no gosto.
O gosto é dado basicamente pelas quantidades diferentes de açúcar, açúcar queimado, sais, ácidos e conservantes. Tem uma empresa química aqui em Bartow, sul de Orlando. Já visitei os caras inúmeras vezes e eles basicamente produzem aromatizantes e essências para sucos.
Sais concentrados e essências o dia inteiro, caminhão atrás de caminhão!
Eles produzem isso para fábricas de sorvete, refrigerantes, sucos, enlatados, até comida colorida e aromatizada.
    Visitando a fábrica, pedi para ver o depósito de concentrados das frutas, que deveria ser imenso, cheio de reservatórios imensos de laranja, abacaxi, morango, e tantos outros (comentei)… O sujeito olhou para mim, deu uma risadinha e me levou para visitar os depósitos imensos de corantes e mais de 50 tipos de componentes químicos. O refrigerante de laranja, o que menos tem é laranja; morango, até os gominhos que ficam em suspensão são feitos de goma (uma liga química que envolve um semi-polímero). Abacaxi é um festival de ácidos e mais goma. Essência para sorvete de Abacate? Usam até
 peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para dar aquela sensação de arrasto espumoso no céu da boca ao comer, típico do abacate.
    O segundo refrigerante mais vendido aqui nos Estados Unidos é o Dr. Pepper, o mais antigo de todos, mais antigo que a própria CC. Esse refrigerante era vendido obviamente sem refrigeração e sem gaseificação em mil oitocentos e pedrada, em garrafinhas com rolha como medicamento, nas carroças ambulantes que você vê em filmes do velho oeste americano. Além de tirar dor de barriga e unha encravada, também tirava mancha de ferrugem de cortina, além de ajudar a renovar a graxa dos eixos das carroças. Para quem não sabe, Dr. Pepper tem um sabor horrível, e é muito fácil de experimentar em casa: pegue GELOL spray, aquele que você usa quando leva um chute na canela, e dê um bom spray na boca! Esse é o gosto do tal famoso Dr.Pepper que vende muito por aqui.
- Refrigerante DIET
   coca-zero_blogQuer saber a quantidade de lixo que tem em refrigerante diet? Não uso nem para desentupir a pia, porque tenho pena da tubulação de pvc…
Olha, só para abrir os olhos dos cegos : os produtos adocicantes diet têm vida muito curta.O spartame, por exemplo, após 3 semanas de molhado passa a ter gosto de pano velho sujo.
Para evitar isso, soma-se uma infinidade de outros químicos, um para esticar a vida do aspartame, outro para dar buffer (arredondar) o gosto do segundo químico, outro para neutralizar a cor dos dois químicos juntos que deixam o líquido turvo, outro para manter o terceiro químico em suspensão, senão o fundo do refrigerante fica escuro, outro para evitar cristalização do aspartame, outro para realçar, dar “edge” no ácido cítrico ou fosfórico que acaba sofrendo pela influência dos 4 produtos químicos iniciais, e assim vai… a lista é enorme. Depois de toda essa minha experiência com produção e estudo de refrigerantes, posso afirmar:
Sabe qual é o melhor refrigerante?
Água filtrada, de preferência duplamente filtrada, laranja ou limão espremido e gelo, mais nada, nem açúcar nem sal.
AUTOR: ANÔNIMO – por motivos óbvios)

On Topic

   O mundo está um caos completo, estamos presos em uma imensa teia ! Não há mais em que confiar, há sempre o que temer, e tudo parece piorar…
Eu sou um ser muito curioso, e através da minha sede em aprender posto estes excêntricos posts, e acredito estarmos bem no centro de uma CONSPIRAÇÃO, onde informações são ocultas do povo, que passa a viver sem saber onde está pisando.
    Ninguém mais se preoculpa com o emocional, o intelectual e o principal; ESPIRITUAL… mas está certo !!! Isso mesmo !!! É isso o que eles querem, que você não acorde, pois querem ver vocês velhos precocemente, querem que vocês sejam obesos, querem que consomem kilos e kilos de carnes, querem de deixem de ler para ver telenovelas, querem te enganar com propagandas convidativas, querem enriquecer á sua custa, fazendo bem ou mal á sua saúde (sem contar na intenção de viciar)… e isso.
   Portanto, desliguem o computador (antes dê ctr + d para me adicionar o www.fabiosantos.wordpress.com nos favoritos), ligue o carro (não ande a pé pois cansa), e vão para um Mc Donald’s qualquer (se conseguir achar um ?!) e não esqueçam de pedir o maior copo de açucar Coca-Cola possível, lembre-se que eles te perseguem em todos quarteirões, façam o que eles querem…
Como uma frase popular de origem desconhecida diz;
“O mundo é dos espertos”
*Fabio Santos

CHEBOLA: O MUNDO É DOS DESPERTOS
CHRIS PASCOAL
Bora ir, gente.: Domingo, 1º de abril o Cordão da Mentira desfila pelas ruas de São Paulo



MANIFESTO
“Quando vai acabar a ditadura civil-militar?”
Dizem que quando uma mentira é repetida exaustivamente, ela se torna verdade. Dizem também, que é como farsa que o presente repete o passado. Por isso, vamos "celebrar" a farsa, a mentira e sua repetição exaustiva.
No dia da mentira de 1964, ocorreu o golpe que instituiu a ditadura civil-militar. Dizem que ela acabou. Porém, a maior ilusão da história brasileira repete-se. A ditadura civil-militar se fortalece no golpe de Primeiro de abril 1964 e, até hoje, ninguém sabe quando vai acabar! Nós vamos celebrar.
No dia primeiro de abril, abram alas para o Cordão da Mentira!
Quando admitimos que os crimes do passado permaneçam impunes, abrimos precedentes para que eles sejam repetidos no presente. Com a roupagem indefectível da democracia, da constituição, do direito à livre manifestação, o Estado continua executando os seus inimigos e calando de uma forma ou de outra aqueles que pensam e atuam em favor da tolerância, em favor da utilização dos espaços públicos de maneira respeitosa e saudável. Em nome da manutenção da produção e do consumo ostensivo vivemos o estado de exceção como regra e o direito conquistado de ir às urnas acaba apenas legitimando o que é uma verdadeira licença para calar, reprimir, matar.
Afinal:
Quando vai acabar o massacre de pobres nas periferias?
Quando os corpos do passado serão encontrados e dignamente reconhecidos em suas lutas?
Quando as armas dos militares deixarão de ser o signo do extermínio?
Até quando o dinheiro de poucos financiará o silêncio de muitos?
Até quando ouviremos o ronco dos Caveirões, Fumanchús e das Kombis genocidas?
Lembremos Pinheirinho, Eldorado do Carajás, Araguaia e as Ligas Camponesas! Casos que podem ser vistos como exemplos históricos do nosso tempo para a compreensão do processo pelo qual o Estado colocou a especulação imobiliária, a propriedade privada e a lucratividade acima da vida. Nada pode ser mais valorizado do que a vida. Somente um Estado calcado em mentiras pode favorecer essa inversão de valores.
Lembremos Mariguela, Pato N´Água, Herzog e os 492 executados em São Paulo em Maio de 2006! Personlidades anônimas ou conhecidas exterminadas pelas práticas autoritárias que resolvem suas contradições à bala.
Hoje, uma simples Comissão da Verdade - que apenas pretende investigar a história - levanta os fantasmas do passado, ocultos nas sombras da Lei de Anistia. Façamos então um Cordão da Mentira! Celebremos com a força dos batuques a farsa que une presente, passado e futuro.
Vivamos nossa balela! Enquanto isso, ditadores são julgados e condenados por seus crimes em terras argentinas, chilenas e uruguaias. Falemos outra língua: a gramática do engodo com o sotaque do esquecimento. Entremos na contramão da história!
Risquemos da memória que alguém pagou pra ver até o bico espumar no choque agudo das genitálias! Exaltemos os gozos pervertidos de empresas e seus braços armados, irmãos de sangue do torturado. Lembremos as mãos limpas que aplaudem as sessões de sofrimento. Pois o que vale é a fábula da tradição, assassina de famílias, com a maior propriedade!
Povoemos os porões do imaginário, com tudo aquilo que a ditadura encarcerou na sua cultura! Levemos pra lá o samba dos cordões, as imagens censuradas, as bocas amordaçadas. Fantasiemos as ruas com seus símbolos de opressão! Enganemos a todos com as farsas de nossa história!
Neste Primeiro de Abril, façamos a Mentira responder: Quando vai acabar a ditadura civil-militar?
*mariadapenhaneles

terça-feira, março 27, 2012

Deleite Rita Atlântida

Alto Paraiso (GO) - Agartha Brasileira

 

 

Agartha é uma terra central e sagrada dos continentes. Toda civilização tem a sua Agartha, a sua terra das origens. Ali as grandes sínteses culturais são produzidas, nestes platôs sagrados "nem tanto ao céu nem tanto à terra", sinal do equilíbrio sagrado que leva à transfiguração natural dos opostos em todas as suas expressões. Este vídeo traz uma análise histórica agarthino, da sagrada terra-do-centro e o começo da sua manifestação atual na civilização brasileira em formação, base para a nova raça-raiz.
*Peviana
Enquanto em SP os filhinhos de papai protestam na Paulista: Universidade de Oxford reconhece ‘Enem’ indiano em processo seletivo

A Universidade de Oxford, no Reino Unido, passará a aceitar, em seu processo de admissão, os resultados dos exames realizados por estudantes indianos ao fim do ensino médio – em linhas gerais, o equivalente indiano do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

Wikimedia Commons

Universidade de Oxford, no Reino Unido

De acordo com o jornal acadêmico norte-americano Chronicle of Higher Education, a partir de 2013 vagas em Oxford serão oferecidas, condicionalmente, aos estudantes que obtiverem 90% ou mais de aproveitamento nos exames da Índia, que são administrados por um órgão governamental, a BCSE (Central Board of Secondary Education), e um privado, o CSIE (Council for the Indian School Certificate Examinations). Cada uma dessas organizações aplica seus próprios exames.

Em visita à Índia, o vice-chancellor – principal dirigente executivo – de Oxford, Andrew Hamilton, disse que o objetivo é “atrair os melhores estudantes indianos” para a tradicional universidade britânica. Até agora, os indianos que desejavam vaga em Oxford tinham de se submeter a certificações internacionais para comprovar aptidão acadêmica.

Chronicle nota que a medida anunciada pela instituição inglesa se assemelha à adotada, em fevereiro, pela Universidade de Sydney, na Austrália, que passou a aceitar os resultados de exames chineses na seleção de estudantes.





No OperaMundi

Mercado: Em dez anos, carro blindado vira mico

Se um carro blindado já é, por si só, um produto com alta depreciação, quando ele passa dos dez anos o seu valor despenca

(27-03-12) - É muito difícil estabelecer uma cotação média de preço de carro usado blindado, e quanto mais velho o modelo, maior a dificuldade de formação do preço. No caso do carro blindado com mais de dez anos, então, é impossível estabelecer uma cotação confiável.

O grande número de blindagens feitas no início dos anos 2000 resultou hoje numa frota que está disponível a preços vis, carros totalmente depreciados e sem nenhum padrão de preço, quer dizer: o mesmo modelo é oferecido a preços díspares, mesmo que estejam em estado de conservação semelhante.

Os pesquisadores da Molicar - empresa responsável pela cotação usada nos estudos da Agência AutoInforme - encontraram blindados do mesmo modelo e mesmo ano de fabricação, com uma variação de preço totalmente fora dos padrões. A impossibilidade de estabelecer uma média de preço fez com que a empresa deixasse de cotar os carros blindados com mais de dez anos.

Uma picape Cherokee ano 1998 blindada foi ofertada em São Paulo por R$ 25 mil, enquanto uma outra unidade do mesmo modelo e ano era vendida por R$ 7 mil na mesma cidade. É verdade que os diferentes níveis de blindagem contribuem para a variação de preço, mas num carro com mais de dez anos, caso da Cherokee em questão, a blindagem não é levada em conta na formação do preço. Muitas vezes, por falta de manutenção, a blindagem perde a eficiência e o interesse do comprador de um carro desse tipo é pelo veículo e não pelo equipamento.

Se um carro blindado já é, por si só, um produto com alta depreciação, quando ele passa dos dez anos o seu valor despenca, por várias razões. Em primeiro lugar porque o serviço de blindagem normalmente não está atualizado e nem revisado. Como as peças para blindagem são pesadas, especialmente a parte transparente, isso reduz a vida útil dos componentes, fazendo que o carro blindado tenha uma exigência maior na manutenção.

Outro problema é que a maioria dos consumidores de carro blindado procura o modelo zero quilômetro. O mercado de usados é aquecido, mas se limita a modelos mais novos, com dois, três, quatro anos de uso. Depois disso a depreciação é muito grande e um carro blindado com mais de dez anos vira um verdadeiro mico
*Yahoo

Índios, vítimas da imprensa


Por Dalmo de Abreu Dallari*
__________

Os índios brasileiros nunca aparecem na grande imprensa com imagem positiva. Quando se publica algo fazendo referência aos índios e às comunidades indígenas o que se tem, num misto de ignorância e má fé, são afirmações e insinuações sobre os inconvenientes e mesmo o risco de serem assegurados aos índios os direitos relacionados com a terra. Essa tem sido a tônica.

Muitas vezes se tem afirmado que a manutenção de grandes àreas em poder dos índios é inconveniente para a economia brasileira, pois eles não produzem para exportação. E com essa afirmação vem a proposta de redução da extensão da ocupação indígena, como aconteceu com a pretensão de reduzir substancialmente a área dos Yanomami, propondo-se que só fosse assegurada aos índios o direito sobre o pequeno espaço das aldeias. E como existem várias aldeias dentro do território Yanomami, o que se propunha era o estabelecimento de uma espécie de “ilhas Yanomami”, isolando cada aldeia e entregando a especuladores de terras, grileiros de luxo ou investidores do agronegócio a quase totalidade da reserva indígena.

Não é raro encontrar a opinião de alguém dizendo que “ é muita terra para pouco índio”, o que autoriza a réplica de que quando somente um casal ou um pequeno número de pessoas ocupa uma grande mansão ou uma residência nobre com jardins, piscina e até quadra de tênis, usando um grande espaço que vai muito além do necessário para a sobrevivência, um índio está autorizado a dizer que “é muita terra para pouco branco”.

Créditos de carbono

Outro argumento que aparece com grande frequência na imprensa é a afirmação de que as reservas indígenas próximas das fronteiras colocam em risco a soberania brasileira, pois os índios não fazem a vigilância necessária para impedir a invasão ou a passagem de estrangeiros.

Uma primeira resposta que se pode dar a essa acusação é que frequentemente, quando se registra uma ocorrência mais marcante relacionada com o tráfico de drogas, aparecem informações, às vezes minuciosas, sobre os caminhos da droga, seja por terra, pelos rios ou pelo ar. Várias vezes se mostrou que a rota dos traficantes passa perto de instalações militares basileiras de fronteira, vindo logo a ressalva de que o controle do tráfico é problema da polícia, não dos militares. E nunca se apontou uma reserva indígena como sendo o caminho da droga, jamais tendo sido divulgada qualquer informação no sentido de que a falta de vigilância pelos índios facilita o tráfico.

E quanto à ocupação de partes de uma reserva indígena por estrangeiros, qualquer pessoa que tenha algum conhecimento dos costumes indígenas sabe que os índios são vigilantes constantemente atentos e muito ciosos de seus territórios.

Noticiário recente é bem revelador do tratamento errado ou malicioso dado às questões relacionadas com terras indígenas. Em matéria de página inteira, ilustrada com foto de 1989 – o que já é sintomático, pois o jornal poderia facilmente obter foto de agora e não usar uma de 23 anos atrás – o jornal O Estado de S.Paulo coloca em caracteres de máxima evidência esta afirmação alarmante: “Por milhões de dólares, índios vendem direitos sobre terras na Amazônia”.

Como era mais do que previsível, isso desencadeou uma verdadeira enxurrada de cartas de leitores, indignados, ou teatralmente indignados, porque os índios estão entregando terras brasileiras da Amazônia a estrangeiros. Na realidade, como a leitura atenta e minuciosa da matéria evidencia, o que houve foi a compra de créditos de carbono por um grupo empresarial sediado na Irlanda e safadamente denominado “Celestial Green Ventures”, sendo, pura e simplesmente, um empreendimento econômico, nada tendo de celestial.

Mas a matéria aqui questionada não trata de venda de terras, como sugere o título.

Fora de dúvida

Por ignorância ou má fé a matéria jornalística usa o título berrante “índios vendem direitos sobre terras na Amazônia”, quando, com um mínimo de conhecimento e de boa fé, é fácil saber que, mesmo que quisessem, os índios não poderiam vender direitos sobre terras que ocupam na Amazônia ou em qualquer parte do Brasil.

Com efeito, diz expressa e claramente o artigo 231 da Constituição brasileira :

“São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens”.

Nesse mesmo artigo, no parágrafo 2°, dispõe-se que “as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua posse permanente, cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes”. E o parágrafo 4° estabelece uma restrição muito enfática, cuja simples leitura deixa bem evidentes o erro e a impropriedade da afirmação de que os índios venderam seus direitos sobre sua terras na Amazônia.

Diz muito claramente o parágrafo 4°: “As terras de que trata este artigo são inalienáveis e indisponíveis, e os direitos sobre elas, imprescritíveis”. Acrescente-se a isso tudo, o que já seria suficiente para demonstrar a má fé do título escandaloso dado à matéria, que o artigo 20 da Constituição, que faz a enumeração dos bens da União, dispõe, também com absoluta clareza : “São bens da União : XI. As terras tradicionalmente ocupadas pelos índios”.

Com base nessas disposições constitucionais, fica absolutamente fora de dúvida que os índios não têm a possibilidade jurídica de vender a quem quer que seja, brasileiro ou estrangeiro, seus direitos sobre as terras que tradicionalmente ocupam, na Amazônia, em Goiás, na Bahia, em São Paulo, no Rio Grande do Sul ou em qualquer outra parte do Brasil.

Errada e absurda

Se, por malícia, alguém, seja uma pessoa física, uma empresa ou qualquer instituição, obtiver de um grupo indígena uma promessa de venda de algum desses direitos estará praticando uma ilegalidade sem possibilidade de prosperar, pois, como está claramente disposto na Constituição, esses direitos são inalienáveis. E ainda de acordo com a Constituição é obrigação da União, que é a proprietária das terras indígenas, proteger e fazer respeitar todos os bens existentes nessas terras.

Em conclusão, o título escandaloso da matéria jornalística aqui referida está evidentemente errado pois afirma estar ocorrendo algo que é juridicamente impossível sgundo disposições expressas da Constituição brasileira.

Comportando-se com boa fé e respeitando os preceitos da ética jornalística, a imprensa deveria denunciar qualquer ato de que tivesse conhecimento e que implicasse o eventual envolvimento dos índios, por ingenuidade e ignorância, na tentativa da prática de alguma ilegalidade. Mas, evidentemente, é absurda, errada e de má fé a afirmação de que os índios vendam direitos sobre terras na Amazônia.
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*Dalmo de Abreu Dallari é jurista e professor emérito da Faculdade de Direito da USP
*Tecedora

EM 2011, 2,7 MILHÕES DE BRASILEIROS MIGRARAM PARA A CLASSE C, DA QUAL JÁ FAZ PARTE MAIS DA METADE DA POPULAÇÃO NACIONAL

Maioria da população já está na classe C

Em 2011, a classe C passou a representar mais da metade da população brasileira (54%). Isso porque no último ano, 2,7 milhões de brasileiros saíram das classes D e E e migraram para a classe C, como mostra notícia publicada pela Agência Brasil. Além disso, 230 mil pessoas deixaram a classe média e entraram nas classes mais ricas (A e B).

Com isso, o desenho da distribuição dos brasileiros pelas classes sociais foi reconfigurado e a maioria da população não se encontra mais nas classes D e E, como acontecia até então. A renda familiar do brasileiro também cresceu, principalmente na classe C, já que nas classes A e B ela se manteve relativamente estável. No entanto, a renda disponível teria aumentado em todas as classes de forma geral, o que significa uma maior contenção de gastos segundo especialistas.

Com o crescimento da renda dos brasileiros o principal desafio continua sendo o da distribuição de renda, junto com a oferta de oportunidades visando pelo menos diminuir um pouco a imensa desigualdade social brasileira. E é aí que mora a parte mais complicada da questão.

Veja notícia sobre o assunto:

Classe C passou a ser maioria da população em 2011
Por Marli Moreira
No ano passado, 2,7 milhões de brasileiros mudaram o perfil de renda, saindo das classes D e E para integrar a classe C. Além disso, 230 mil pessoas deixaram a classe média e entraram nas classes mais ricas (A e B).
Com isso, em 2011, a maior da parte da população (54%) já fazia parte da classe C. Isso representa uma mudança em relação ao verificado em 2005, quando a maioria (51%) estava nas classes D/E. É o que mostra a sétima edição da pesquisa Observador Brasil 2012, feita pela empresa Cetelem BGN, do Grupo BNP Paribas, em parceria com o instituto Ipsos Publics Affairs.
O levantamento também revela um aumento, em comparação a 2005, da porcentagem de brasileiros na classe A/B. Hoje a porcentagem é de 22%, em 2005, era de 15%.
Consumo e renda
A pesquisa indica ainda que a capacidade de consumo do brasileiro aumentou. A renda disponível, ou o montante de sobra dos ganhos, descontando-se as despesas, subiu pouco mais de 20% (de 368 reais, em 2010, para 449 reais, em 2011) . Na classe C, houve um aumento de 50% (de 243 reais para 363 reais). (Texto completo)
*educaçãopolitica

O ato contra o desmonte da TV Cultura


Da Carta Maior

Venha se manifestar contra a privataria da Cultura!

Ato acontece no dia 3 de abril, terça-feira, no Sindicato dos Engenheiros de São Paulo. Entidades denunciam desmonte geral da rádio e TV Cultura, defendem retomada de programas extintos, democratização do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta, pluralismo, diversidade na programação e uma política transparente e democrática para abertura à programação independente.

As rádios e a TV Cultura de São Paulo se consolidaram historicamente como uma alternativa aos meios de comunicação privados. As rádios AM e FM ficaram conhecidas pela excelente programação de música popular brasileira e de música clássica. A televisão criou alguns dos principais programas de debates de temas nacionais, como o Roda Viva e o Opinião Nacional, e constituiu núcleos de referência na produção de programas infantis e na de musicais, como o Ensaio e o Viola, Minha Viola. As emissoras tornaram-se, apesar dos percalços, um patrimônio da população paulista.
*LuisNassif

Não consigo ver o ateísmo como nada além disso: um primeiro passo em direção à morte de um Deus geral e de encontro de divindades pessoais.


AI DEUS!











A grande divisa que separa fé e ateísmo, e toda a discussão que envolve Deus, é um equívoco: o equívoco sobre a necessidade de indagar a existência de Deus. Enquanto essa pergunta ocupa o lugar central de todas as discussões do tema, outra é deixada de lado. Afinal, se concluíssemos sobre a existência ou não de Deus, quais alterações teríamos em nossas vidas? Provavelmente nenhuma: continuaríamos acordando, tendo que lidar com nossos medos, trabalhando sem parar, esperando as esperanças que temos. Por outro lado, se estivéssemos realmente atentos com essa discussão histórica, lançaríamos luz não na questão sobre a existência de Deus, mas na existência da indagação e sua possibilidade de projetos em nossos rumos pessoais e coletivos...É o endeusamento da indagação que faz com que coloquemos em xeque tudo aquilo que de mais comum divinizamos em nossas vidas - do nosso cachorro vira-latas ao nosso estilo ou "filosofia" de vida. Esse indagar é o único meio de perceber o que de podre existe em nossas posições, crenças, opiniões e jeitos de ser. Para encontrar nossas "divindades" legítimas, matando deuses do passado, modos de pensar e agir que não servem mais, ou que são cópias toscas de nossos pais fora de moda ou de nossa comunidade atrasada, precisamos dessa ode à indagação...E duvidar de alguma coisa que se diz absoluta como Deus é o 1o passo. Não consigo ver o ateísmo como nada além disso: um primeiro passo em direção à morte de um Deus geral e de encontro de divindades pessoais.
*entrehermes

Pedofilia mancha visita

México – pedofilia persegue o Papa


Pedofilia mancha visita

Os abusos sexuais cometidos durante anos pelo já falecido sacerdote mexicano Marcial Maciel, líder da Legião de Cristo, ensombraram a visita que o Papa terminou ontem no México. Vítimas desses abusos criticaram Bento XVI por não aceitar recebê-los e a Igreja Católica por ter tolerado os crimes.
“O Vaticano ignorou sistematicamente a sua responsabilidade. Não só sabia, como também tolerou e protegeu Maciel. O Vaticano mentiu”, declarou Bernardo Barranco.
 

No original de Orwell, era «liberdade é servidão»

*DiarioAteista

A sanha privatista de Serra


Ainda na entrevista dada à Folha de São Paulo, ao falar sobre transporte público, José Serra respondeu ao sabujo:
"O PT fez corredores às pressas no último ano de prefeitura para usar como propaganda na campanha. Quando assumi, tinha corredor com defeito ou incompleto. E tinha corredor que nem corredor era, cheio de cruzamentos e sem área de ultrapassagem".
Serra só não disse ao sabujo que quis privatizar o sistema de bilhete único, criado por Marta Suplicy.Só não privatizou porque o TCE-SP, comandado na sua maioria por tucanos, não deixou:Até  Robson Marinho, amigo de  GeraldoAlckimin,  que  é mais sujo que pau de galinheiro, resolveu dar um basta na sanha privatista de Zé bolinha de papel.

TCE-SP suspende licitação do bilhete único

*Oterrordo nordeste

 

Chebola:Detalhe que nenhum corredor mais foi feito depois de Marta na prefeitura.

Enquanto isso, graças a Lula que governou o Brasil pensando no "Consumo das Famílias":Teleférico do Complexo do Alemão vira atração turística no Rio


Foto 21 de 21 - Acostumada a descer as escadarias a pé e com saltos altos, Viviane Alves do Carmo, 32, disse que desce de teleférico da estação do Alemão, onde mora, em menos de 10 minutos Mais Ricardo Cassiano