




A mídia engasga na hora de dar boas notícias do governo Lula
Fonte: produção TVCuca
dooterrordonordeste









Laerte Braga
O parecer do deputado Aldo Rebelo sobre as mudanças no Código Florestal e as perspectivas que essas alterações abrem para o latifúndio – inclusive garantia de impunidade para desmatar a Amazônia – são de fazer inveja a qualquer bancada ruralista. O deputado do PC do B deve ser recebido com tapete vermelho na Confederação Nacional da Agricultura e beijo no rosto de dona Kátia Abreu, miss desmatamento.
É preciso com urgência inventar uma espécie de bússola ética e de compromissos partidários para nortear deputados como Aldo Rebelo, do contrário tudo vira uma salada mista de péssimo gosto, com aqueles aditivos que a rede McDonald’s usa para conservar alimentos. Um derivado de petróleo.
A perspectiva que as alterações propostas ao Código Florestal se transformem em realidade transforma também o Brasil a médio e longo prazo num imenso deserto e sem qualquer chance de sobrevivência como Nação soberana e íntegra em seu território de dimensões continentais, chave para o controle da América Latina.
Quando você come um sanduíche da rede McDonald’s e engole um aditivo de petróleo em “proporções seguras” segundo comunicado oficial da empresa, não fica claro que se você for um consumidor habitual (milhões no mundo inteiro) desses sanduíches, você vai progressivamente acumulando as tais “proporções seguras” que, obviamente, acabam produzindo efeitos nocivos, doenças em seu organismo.
Entender o mundo de hoje, o chamado mundo da globalização não é tão difícil assim e tampouco perceber o caminho da sobrevivência como ser humano.
Há um centro, os Estados Unidos, sustentado pela exploração de todo o resto do Planeta, sendo devorado por dentro por uma crise sem tamanho e sem saída e que escorado num arsenal capaz de destruir o mundo cem vezes, se impõe a tudo e todos.
Países como o Brasil são e sempre foram indispensáveis a que esse império possa se sustentar nesta parte do mundo em que vivemos, a América Latina. É fundamental que assim o seja, até pela presença de governos que buscam alternativas outras, caso da Venezuela, da Bolívia, de Cuba, da Nicarágua, por exemplo.
No momento em que um país como a Costa Rica, que não tem exército, abre suas fronteiras a bases militares norte-americanas está se deixando colonizar e se transformando em agente de eventuais ocupações militares de países que ousem fugir do centro, do império.
O golpe que derrubou o presidente de Honduras, Manuel Zelaya foi montado numa base dos EUA na capital daquele país. Dirigido pelo general comandante da base.
Um cerco sobre países que teimam em ser independentes.
Não há nada mais devastador que o agronegócio. É o tal progresso que beneficia aos grupos que controlam o setor e usa o consumidor como se lixo fosse, tudo vendido a cores pela mídia dominada e controlada pelos donos.
O centro irradia sua devastação pelo mundo afora, como um monstro, o é, explora, invade, saqueia e promove tudo isso em nome de valores como a liberdade, a democracia, etc, etc, os direitos humanos, mesmo mantendo um campo de concentração como Guantánamo e navios prisões aos quais as organizações internacionais não têm acesso, enfim, toda a política de “segurança” necessária a que seus interesses não sejam afetados.
É comum um aluno de escola básica escutar de seus professores, desde tempos imemoriais, que o Brasil é o país do futuro.
O que o deputado Aldo Rebelo faz é matar esse futuro. Tornar-se intérprete dos interesses do centro, os EUA – e o que significam os EUA – na presunção equivocada e a meu juízo com má fé, que assim o fazendo vamos crescer, quando na realidade crescem os colonizadores e seus agentes no Brasil.
Não é difícil entender porque o desespero para eleger José Arruda Serra presidente da República. Ou todo o aparato de controle de nossa chamada grande mídia a partir da maior rede de comunicação do Brasil, a GLOBO.
Estão apenas investindo para controlar um País do tamanho de um gigante, digamos assim, sujeitar seu povo a uma cultura diversa da nossa e para tanto se valem daqueles que podem ser comprados. Caso de Aldo Rebelo.
Vamos virar produtores e exportadores de produtos primários e matéria prima indispensável ao poder do centro.
Toda a sorte de facilidades vai sendo criada dessa forma. No sanduíche que você come e acumula derivados nocivos do petróleo, ou na chance de desmatar tudo o que houver pela frente para que o agronegócio seja soberano e senhor.
Tivemos um ciclo da cana de açúcar, um do café, vamos ter agora o dos produtos transgênicos em breve imensos desertos e legiões de seres humanos transformados em subproduto do modelo político e econômico, legiões de escravos em transe diante daquele tênis que permite a você caminhar e correr sem choques que causem danos á coluna, ou aos seus pés, ou aquele desinfetante de vasos sanitários mais inteligente que qualquer um, que poupa o trabalho de sujar as mãos para trocá-lo, além do que agüenta cem descargas.
Há dias um servidor de interesses norte-americanos no Brasil e que ocupa um mandato de senador, criticou o governo afirmando que o setor do agronegócio está quebrado.
Como? Segundo esse senador, Tasso Jereissati, representa o Ceará, mas tem negócios em São Paulo, os latifundiários brasileiros pagam o olho da cara para manter nossa agricultura em padrões competitivos com o mercado internacional. Não existe mercado internacional como quer fazer crer Tasso nesse negócio.
O setor simplesmente não quer pagar suas dívidas contraídas junto a agentes financeiros públicos, Banco do Brasil por exemplo. Prefere mandar o dinheiro a paraísos fiscais, investir em especulação na Bolsa, em imóveis nos grandes centros e gastar dinheiro para eleger senadores como Tasso, ou Kátia Abreu, para que possam vociferar pelos negócios.
Jogam com a palavra chave dessa história toda, progresso. Mas o deles.
Um recente levantamento mostrou que no mundo inteiro existem perto de 600 bases militares norte-americanas. Para que?
Em diversas oportunidades os norte-americanos insinuaram a necessidade de bases no Brasil, seja o controle da base de lançamento de satélites em Alcântara, seja no sul, sob o pretexto de combater um terrorismo que não existe. Vão montar quantas quiserem se Arruda Serra for presidente.
Mataram a EMBRAER na privatização vergonhosa de FHC.
E enquanto isso vão desmatando e desbravando o caminho com deputados trêfegos e destituídos de qualquer responsabilidade com o Brasil e os brasileiros como Aldo Rebelo.
É o novo integrante da bancada ruralista. Autor de uma ode ao latifúndio e ao agronegócio.
Paris Hilton, aquela que viaja o mundo inteiro e recentemente foi presa na África do Sul por porte de drogas (um subalterno assumiu a culpa e a moça foi libertada) disse que quando criança imaginava que todas as pessoas viviam em mansões.
Os norte-americanos querem o mundo todo como uma grande África, cheia de ditadores, tiranos, corroída por disputas internas, o povo faminto, doente, dessa forma fica mais fácil manter o poder.
Na América Latina o Brasil é indispensável para eles. O parecer do deputado Aldo Rebelo ou foi feito em Washington e já chegou aqui em português (por técnicos da Monsanto, etc), ou a senadora e miss desmatamento Kátia Abreu encomendou a seus sicários e mandou embalado em caixa de presente para o novo integrante da bancada ruralista, Aldo Rebelo, com alguns agrados a parte.
Com certeza. Ah! Tem um detalhe, a culpa é do MST, ou do Irã.





A Folha de S.Paulo na sua eterna perseguição a Dilma Rousseff não heistou em classificar de radical o programa de governo encaminhado inicialmente ao TSE, que defendia, entre outras questões, o combate “ao monopólio dos meios eletrônicos” de comunicação.
Como as empresas do Grupo Folha não possuem meios eletrônicos, pode-se subtender que agiu com altruísmo de classe, defendendo o monopólio destes meios, mesmo que não estejam em suas mãos.
Mas como diz o velho ditado, pimenta nos olhos dos outros… No dia em que destacou o radicalismo do programa de Dilma, o Grupo Folha foi obrigado a se defender das Organizações Globo, que entraram na Justiça contra o UOL, portal do grupo, com a alegação de aproveitamento ilícito das imagens da Copa do Mundo.
O UOL teve que se defender do poderio global, afirmando seguir “estritamente” a legislação brasileira, se fundamentando na Lei Pelé, que permite a todos os meios de comunicação a utilização jornalística de vídeos desde que tal exibição se restrinja a 3% do tempo total de cada evento.
Mas a Globo não quer saber desses argumentos e pede a retirada imediata de todos os vídeos dos gols da Copa 48 horas após a primeira veiculação, sob pena de multa diária de R$ 100 mil. E cobra ainda custas judiciais, honorários dos advogados e indenização de US$ 2 milhões.
O mais curioso, porém, na matéria do UOL, é que ela cita que a Globo funciona sob concessão pública e que é reincidente em tentar impedir a veiculação de certos conteúdos pelo portal. Será que a Folha virou radical do dia para a noite e passou a defender algum tipo de combate ao monopólio dos meios eletrônicos de comunicação?
Pelo último parágrafo da matéria do UOL dá até para imaginar que sim, já que cita que o programa de Dilma propunha o combate ao monopólio da mídia, mas acabou alterado. Desta vez, o tom pareceu de lamento e o adjetivo radical desapareceu por completo do contexto.
dotijolaço







Protógenes faz caminhada ao lado da candidata à presidente Dilma Rousseff e do vice Michel Temer, chegando junto com eles no palanque da Praça da Sé, onde foi realizado o comício.

Durante a caminhada de Dilma Rousseff no centro de São Paulo, Protógenes foi entrevistado pelos jornalistas. Denunciou que recebeu mais processos no início da campanha e disse: “eles querem impedir minha candidatura porque temem que eu fale o que sei na tribuna da Câmara”.
doprotógenesqueiroz





Começou atrapalhada a campanha do tucano José Serra, em Curitiba, quando no início desta tarde realizou uma caminhada na tradicional Rua XV de Novembro, a Rua da Flores, ao lado de Beto Richa, que disputará o governo do estado.
Sem as presenças do prefeito Luciano Ducci (PSB) e do senador Alvaro Dias (PSDB), cerca de 500 servidores comissionados da prefeitura (que até março era comandada pelo candidato Beto Richa), participaram da caminhada que deu a largada oficial de Beto e Serra.
A passagem de Serra pela capital paranaense foi marcada pelo constrangimento. Quando foi chamado a usar o microfone, na Boca Maldita, ponto de encontro da política curitibana, moradores dos prédios do entorno gritavam “Dilma! Dilma! Dilma!”.
A equipe tucana teve que amparar Serra até um estacionamento nas proximidades do local. (Do blog do Esmael Morais)
dosamigosdopresidentelula










COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A rádio do Exército israelense anunciou nesta quarta-feira que teve acesso a um documento secreto enviado pelos Estados Unidos ao governo israelense afirmando um comprometimento de cooperação nuclear entre os dois países, apesar de Israel não ser signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP).
doaposentadoinvocado