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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

quinta-feira, julho 15, 2010

Educar pelo AMOR






O FIM DAS SURRAS PEDAGÓGICAS


Publicada em:14/07/2010


Recife (PE) - O presidente Lula assinou hoje um projeto de lei revolucionário: as palmadas e surras tidas como educativas, aplicadas há séculos pelos pais aos filhos, poderão ser punidas agora com advertências, encaminhamentos a programas de proteção à família e orientação especializada. E não só os país, os amorosos e exemplares pais, coitados. Os professores e cuidadores (dos quais ninguém cuida) também ficam proibidos de beliscar, empurrar ou mesmo bater em menores de idade.

Até então, a Lei 8.069, que instituiu o Estatuto da Criança e do Adolescente, condenava os maus-tratos contra a criança e o adolescente, mas não definia se os maus-tratos seriam físicos ou morais. Com o projeto assinado, o artigo 18 passa a definir "castigo corporal" como "ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente".

Em um país de cotidiana prática de tortura nas delegacias policiais, cometidas sempre contra os delinqüentes de fato ou em potência, a saber, negros e pobres; em um país cuja maior escola, para todo o povo, foi e tem sido a herança da escravidão, que naturalizou a dor contra pessoas como se fossem bestas; em um país que mal saiu de uma ditadura que matou, destruiu e mutilou brasileiros sob o aleijão ideológico de que apagavam terroristas, o projeto assinado pelo presidente é um salto para a civilização.

Pelos comentários que agora correm em toda a web, sabemos bem quem se opõe ao projeto de lei: vêm sempre de indivíduos de extrema-direita ou conservadores de todo gênero. Alguns podem ser tomados como representantes do pensamento de nossa educação pela porrada. Dentre os mais legíveis, excluídos os insultos sórdidos à pessoa do presidente, colho:

“... não aceito interferência do Estado dentro da minha casa, na condução da educação dos meus filhos... Os pais ficam nessa de dialogar e as crianças tomarão conta da casa. Não respeitando mais os pais, não respeitarão nenhum adulto... Não vai ter juiz, desembargador ou presidente, que vai me dizer como educar meus filhos. ...Na minha opinião o ECA veio para estragar ainda mais a ordem em nosso pais, porque amparados por esse estatuto temos centenas de menores com 16, 17 anos praticando crimes e ficando impunes. Na minha opinião a lei mais forte é o direito dos pais de educarem seus filhos”.

Observem que a média de nossos bárbaros ainda nem assimilou o ECA, o Estatuto da Criança e do Adolescente, que para eles é só eca, porcaria, nojo, nada mais. No entanto, creiam, o projeto de Lula segue uma tendência mundial. Ele cumpre uma recomendação do Comitê da Convenção sobre Direitos da Criança das Nações Unidas, para que os países passem a ter legislação própria referente ao tema. A Suécia nos antecipou em 1979. Depois vieram Áustria, Dinamarca, Noruega e Alemanha. Atualmente 25 países têm legislação para proibir essa prática. Na América do Sul, até então, apenas o Uruguai e a Venezuela possuíam lei semelhante. Agora, vem o Brasil. É tempo, há tempo não somos mais o fim do mundo.

O presidente Lula, do alto de sua cultura extraordinária (sinto que explicar isso exigiria um outro artigo), homem educado na vida política e sindical, traz agora para todos os brasileiros os avanços do resto do mundo. Eu, que fui criado sob o lema paterno de “bato num filho como quem bate num homem”, e que sob tão alto princípio recebi as lições educativas de surras de borracha, mangueira de jardim e socos, bem conheço o alcance do projeto assinado pelo presidente. Salve. Assuntos de desrespeito à pessoa, de brutalidade contra jovens, não são assuntos de foro íntimo, da vida privada, a se resolverem entre quatro paredes. Violência educativa não pode nem deve continuar a ser assunto restrito aos pais e doces educadores.

Com esse projeto, parece que chegou a hora de as crianças brasileiras receberem o mesmo afeto e cuidado que as mulheres e senhores classe média dispensam a seus cachorrinhos. Tão fofos, eles, os cachorrinhos.


Urariano Mota, Direto da Redação

Obama político incapaz : títere






O fascismo bate à porta

Quem acha que o Brasil destaca-se pela corrupção, violência e ignorância, além de vira-lata, é um completo ignorante do mundo em que vive. Essa bobagem abaixo comparando o zé-mané Obama, uma mediocridade política que só chama atenção pela cor, com Hitler e Lenin NÃO é obra de algum grupinho minoritário americano, é uma fortíssima tendência política que inclui Rush Limbaugh, Sarah Palin, a Fox News e milhões de fanáticos iletrados prestes a assumir o governo graças a extraordinária incapacidade de Obama.

Genérico


Imaginem o nível intelectual de quem faz isso e o tipo de público alvo. É como se o Grupo Guararapes, o Reinaldo Azevedo, o Marcola, o Ternuma, o Brilhante Ustra e outros lixos fossem fortíssimos candidatos à sucessão de Lula.
doesquerdopata


UM POUCO MAIS DE SERIEDADE

Depois de fracassar na versão 'continuador de Lula', Serra adota o discurso da UDN de 1964 e fala como um ectoplasma de Carlos Lacerda. Em SP, na 4º feira e 5º, no Rio, onde sua candidatura derrete, o presidenciável demotucano afirmou que as centrais sindicais que apóiam Dilma são pelegas e que o Brasil se transformou numa ' república sindicalista sob o governo Lula'. Em outubro de 2002, em momento igualmente desfavorável como candidato de FHC contra Lula, Serra declarava que se o petista vencesse as eleições --como de fato venceu e gerou 10 milhões de empregos de janeiro de 2003 a junho de 2010-- o Brasil iria se transformar numa Venezuela e a economia explodiria, como na Argentina. Diante do destempero, o saudoso economista Celso Furtado declarou então ao site de campanha do PT, numa entrevista publicado em 13-10-2002. Aspas para as atualíssimas observações do grande economista brasileiro: 'O Serra está aperreado. Como ele vê que todos os apoios vão para o Lula, ele se destempera, diz coisas descabidas, tenta juntar fatos sem nexo. Mistura tudo, Brasil, Venezuela, descontrole cambial e eleições. Um pouco mais de seriedade. O Brasil precisa de seriedade. Existe uma expressão francesa para definir esse comportamento [de Serra]: aux bois, quer dizer, ladrando a torto e a direito. Enfim, o sujeito está no sufoco, fala qualquer coisa. É o fim de festa'.
(Carta Maior, 16-12)

Chavez falou






JB Online

CARACAS - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, criticou mais uma vez a Igreja Católica, pediu uma revisão do convênio com o Vaticano e disse que o papa não é o embaixador de Cristo na Terra. - Com todo o respeito ao Estado do Vaticano e ao chefe de Estado, que é o papa, que não é nenhum embaixador de Cristo na Terra -afirmou.

- Que coisa é essa de embaixador de Cristo? Cristo não precisa de embaixador. Cristo está no povo e nos que lutam por justiça e libertação dos humildes - acrescentou.

As críticas são uma resposta às declarações do arcebispo de Caracas, cardeal Jorge Urosa, para quem Chávez está levando a Venezuela para o caminho do socialismo marxista.

Chávez afirmou que os bispos são 'trogloditas' e 'homens das cavernas' que desconhecem as leis e a Constituição.

O presidente pediu também ao chanceler Nicolás Maduro que revisasse o convênio que o Estado venezuelano tem com o Vaticano.

Mas desta vez seu discurso citou até o papa Bento 16.

Contra Chávez, o PiG defende o terrorismo!

Sanguessugado da redecastorphoto

Os “jornalistas” brasileiros seguem justificando seus salários: a notícia de que a inteligência venezuelana desarticulou um esquema terrorista para desestabilizar as eleições de setembro virou, na nossa “GRANDE IMPRENSA”, prisão de oposicionista PROCURADO por “perseguição política”.

Deu no Jornal Nacional, no Estadão, no Globo, nos blogs nazi-fascistas... Todos com a mesma história: Chávez mandou prender o sujeito por praticar oposição ao governo.

Acesse “link” abaixo com a matéria do Jornal Nacional de 13 de julho, apresentado por Alexandre Garcia (lembram dele como porta-voz dos MILICANALHAS/64?) e Renata Vasconcellos:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1299984-7823-UM+DOS+LIDERES+DA+OPOSICAO+NA+VENEZUELA+E+PRESO,00.html

Leia, aqui, a matéria do “suposto” Estadão, que “supostamente” manchetou: “Caracas prende e acusa outro opositor”, em “suposta” matéria em que ninguém é terrorista ou bandido, só “suposto”.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100714/not_imp580884,0.php

E o "colunista" da revista VEJA, Reinaldo Azevedo, foi mais longe: “Já estive num debate com Esclusa em 2005 ou 2006, não tenho certeza. É um homem inteligente, cordial, convicto. Nada em seu discurso ou em sua prática sugere nem sequer flerte longínquo com o terror.”

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/prisao-do-lider-oposicionista-venezuelano-pena-esclusa-o-cheiro-fetido-de-uma-farsa-organizada-por-dois-estados-policiais-o-que-isso-tem-a-ver-com-a-gente/

Será que tudo isso é verdade?

Vejamos os envolvidos:


Francisco Chávez Abarca é um terrorista internacional PROCURADO pela Interpol por fazer parte dos quadros de Luis Posada Carrilles – famoso terrorista cubano que vive em Miami, protegido pelo Governo dos EUA, notável pela derrubada de um avião cubano que resultou em 73 mortos em 1976. Abarca recrutou os mercenários que explodiram quatro bombas em Havana em 1997, vitimando um turista italiano.

Chávez Abarca foi preso pela polícia venezuelana tentando entrar no país com identidade falsa, e confessou estar preparando mais um ataque terrorista, desta vez durante as eleições de setembro.

Veja o vídeo da prisão e da confissão aqui:

E de uma nova confissão, aos repórteres de TV, antes de ser extraditado para Cuba:

Foi pelo depoimento de Chávez Abarca que a polícia chegou a Alejandro Peña Esclusa, inexpressivo candidato a presidente em 1998, quando só teve 0,04% dos votos – um tipo de Enéas venezuelano, só que armado e perigoso: ele era o responsável por fornecer a base de operações para os ataques terroristas.

Foi preso em casa, sem oferecer resistência, com explosivos, detonadores e munição para armas de fogo.

Esclusa é um notório inimigo da democracia. Ele não tem biografia: tem ficha corrida.

  • Integrante do grupo religioso fascista/integralista Tradição, Família e Propriedade, há suspeita sobre seu envolvimento em plano de atentado contra o Papa João Paulo II durante a visita papal à Venezuela em 1984
  • Em 2008, fundou na Colômbia (onde mais?) uma ONG chamada UnoAmerica, cujo único “serviço social” foi tentar alavancar a candidatura do partido conservador nas eleições de 2009 em El Salvador, o Arena (quiçá inspirado pelos MILICANALHAS brasileiros?)
  • Participou da tentativa de golpe contra Chávez em 2002, insuflando a agitação e depredação de patrimônio público a partir de 2001 (que coincidência: os mesmos métodos que Abarca Chávez relata em sua confissão)
  • Foi conselheiro dos golpistas em Honduras, em 2009 e condecorado pelo presidente “de facto” Roberto Micheletti

Veja neste site de uma das ONGs presididas por Esclusa sua foto com o golpista Micheletti e sua condecoração.

E, aqui, entrevista do golpista Micheletti em que diz que o “pacifista” Esclusa o alertava sobre o “perigo Chávez”, criando problemas diplomáticos entre dois países:

Esses são os ideais de democracia e justiça que a Globo e o Estadão querem para o povo da Venezuela.

Imagine então o que eles querem para o Brasil...

Dia 14 de Julho aniversário do Che também






O aniversário de Che Guevara

Do Portal Luís Nassif



De Ernesto Guevara Lynch, autor do livro Meu filho "Che":

"Se eu tivesse a juventude e a coragem necessárias para empunhar a arma que meu filho deixou, este livro jamais teria sido escrito"

Comentário

Quando Che morreu, minhas tias Rosita e Marta comentaram: "Era o filho do dr. Guevara". Meu avô Luiz morou em Rosário, onde nasceram seus filhos. E foi muito amigo do arquiteto dr. Guevara.


Reflexões de Fidel Castro...

Fidel: “Os EUA não jogam limpo nem dizem nenhuma verdade”
(Extraído do CubaDebate)
“OS Estados Unidos não jogam limpo nem dizem nenhuma verdade”, afirmou o Comandante-em-chefe Fidel Castro na Mesa-Redonda especial que transmitiu a Televisão Cubana na tarde da segunda-feira, dia 12, conduzida pelo jornalista Randy Alonso.
Fidel fez uma análise exaustiva da situação no Oriente Médio, particularmente a crise provocada pelos Estados Unidos e por Israel em sua política de fustigação ao Irã, além de avaliar o arsenal nuclear de que as grandes potências internacionais dispõem e o afundamento do Cheonan, que foi navio-insígnia da armada sul-coreana, ação que foi imputada à Coreia do Norte.
Ao reiterar o perigo de guerra com o emprego de armas nucleares que vinha alertando em sua Reflexões, o Comandante-em-chefe ofereceu um enorme leque de argumentos e comentou opiniões de analistas políticos que vêm acompanhando os últimos acontecimentos no Oriente Médio.
Na Mesa-Redonda na qual, além do diretor do programa televisivo, encontrava-se o historiador Rolando Rodríguez; o diretor do Centro de Pesquisas da Economia Mundial, Osvaldo Martínez, e o diretor do Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNIC), doutor Carlos Gutiérrez, Fidel analisou o enorme arsenal de guerra de que dispõem as principais potências mundiais, lideradas pelos Estados Unidos: “é demencial o número de ogivas estratégicas”, assegurou.
Os dados do Instituto de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (Sipri), disse Fidel, não deixam dúvida alguma do perigo que ameaça a humanidade. O gasto militar total dos Estados Unidos, em 2009, foi de US$1,531 trilhão, o que significa um incremento de 49% a respeito do ano 2000.
Não é difícil imaginar o que aconteceria se for utilizada ao menos uma parte desse arsenal, e “no Congresso (dos Estados Unidos) há posições ainda mais agressivas que as do presidente”, acrescentou o líder da Revolução.
Os gastos militares dos EUA não deixaram de crescer. Fidel comentou que o orçamento da Defesa desse país passou de US$316 bilhões em 2001 a US$565 bilhões em 2010, para um incremento em 2,16 vezes.
“Os Estados Unidos apenas gastam mais que todos os países juntos”, disse. “Tem 2.002 ogivas estratégicas, e 500 não-estratégicas. Dispersaram 2.702, enquanto a Rússia tem 2.787 estratégicas, e 2.047 não-estratégicas. Entre os dois, têm quase sete mil ogivas estratégicas. Este número é demencial”.
CONCORDO COM O RISCO DE UMA GUERRA
Ante um comentário de Randy sobre o risco de que possa produzir-se uma guerra no Oriente Médio, Fidel assegurou: “concordo plenamente com o risco iminente de uma guerra”, e acrescentou: “Eu comecei a escrever sobre este tema depois da acusação contra a Coreia do Norte, à qual imputavam o afundamento do navio sul-coreano muito sofisticado, um dos mais modernos com que conta a indústria norte-americana, que usa metais especiais, artigos que não vendem à Coreia do Norte”.
Ironizou sobre a acusação contra a Coreia do Norte, à qual culpam de usar um velho torpedo dos anos 1950. “Imagine, um velho torpedo contra esse navio sofisticado!”, comentou.
Assegurou que um analista norte-americano deu uma explicação lógica: “A Coreia do Sul estava fazendo uma manobra com seu aliado, os Estados Unidos. O difícil que tem este fato, o que custa muito admitir aos EUA, é que foram eles que afundaram o navio sofisticado da Coreia do Sul. Morreram 46 homens... Uma embarcação assim apenas pode ser explodida com uma mina. E foi o que fizeram”.
Fidel disse ter a certeza de que se esta situação com a Coreia fugia ao controle, a situação teria sido dramática, e lembrou a frase utilizada pelos coreanos: “haverá um mar de fogo, de chamas”. Reconheceu que “isso era o que pensava inicialmente, que o problema ia desatar-se por ai, porque ainda não estava a resolução (do Conselho de Segurança) sobre o Irã”.
Quando esta foi aprovada, “evidenciou-se que primeiro se desataria o conflito com o Irã, e depois na Coreia. A Coreia do Norte deve acompanhar com muita atenção o que acontecer no Irã uso e minh do Norte"tentos do que aconteça no Ira sao ois na Coreia.ai, porque ainda nao estava a resoluçao dñu ”.
A CRISE MAIS SÉRIA DE OBAMA
Fidel comentou as recentes declarações do acadêmico norte-americano Noam Chomsky, quem garantiu que a posição dos Estados Unidos frente ao Irã, ”é a crise de política externa mais séria que tenha enfrentado a administração de Obama”.
“O Irã é a maçã da discórdia”, assegurou Fidel, “porque certamente não vão poder inspecionar esse país. Há 31 anos, quando travaram a guerra química contra a revolução do aiatolá Khomeini, que derrubou sem armas o xá do Irã, esse país não tinha exército, tinha os Guardiões da Revolução”.
Fidel acrescentou que Ahmadineyad não é um improvisado — pode-se concordar com ele ou não — mas não é um improvisado. Calcular que os iranianos vão se ajoelhar e pedir perdão aos ianques é absurdo”.
Arguiu que os iranianos “levam 30 anos se preparando, com um desenvolvimento industrial, adquirindo aviões, radares, armas antiaéreas... Os russos comprometeram-se a fornecer-lhes o (míssil) S-300, mas o fazem muito devagar e ainda não os entregaram. Compraram todos os aviões que puderam comprar. Têm armas russas. Têm centenas de lançadeiras de mísseis. O Exército também dispõe de forças de ar, mar e terra. A Marinha também tem forças de ar, mar e terra. Os Guardiões da Revolução têm mais de um milhão de soldados. Estão treinando todas as pessoas maiores de 12 anos e menores de 60. E são 20 milhões de muçulmanos xiítas. Quem vai simpatizar com esse inimigo que quer destruir tudo e que, aliás, o diz abertamente.
Fidel assegurou que entre todas as potências nucleares dispõem de umas 20 mil armas nucleares e é ridículo o pretexto que alegam contra o Irã: “É ridículo este problema criado e todas as resoluções (do Conselho de Segurança da ONU). O risco de que o Irã desenvolve ou fabrique duas bombas nucleares daqui a dois ou três anos. Onde está a lógica? Todo esse grande problema é por causa disso.”
Segundo o Comandante-em-chefe, a verdadeira causa é “o controle, a influência que tem o Estado de Israel sobre os Estados Unidos. Um país que em poucos anos se converteu numa potência nuclear”.
Afirmou que Cuba conhece muito bem acerca da experiência nuclear. “Nós estivemos sob o risco de que nos atacassem. Quando do governo de Ronald Reagan fizeram um teste nuclear no mar. Em um navio. Adivinhamos aquilo porque tínhamos as tropas viajando rumo à Namíbia”.
Através de Israel, “entregaram aos sul-africanos como 14 bombas nucleares, mais poderosas que as que jogaram em Hiroshima e Nagasaki. Essa circunstância não é nova. Nós tínhamos ali (Angola) uns 60 mil homens avançando. E já tínhamos vivido sob o risco de uma experiência nuclear”.
Lembrou o momento em que os soviéticos instalaram seus projéteis nucleares em Cuba, que, por sinal, nós não gostávamos muito, porque quando fizemos esta Revolução, não contamos com nenhuma aliança com a URSS”. Essa aliança “foi boa para nós, porque quando (os EUA) nos tiraram o petróleo, (a URSS) nos forneceu petróleo. Não estamos falando sem ter vivido uma experiência: vivemo-la em 1962 e em 1970 e pouco, durante uma missão internacionalista. E adotamos todas as medidas: avançarmos e refugiarmo-nos sob a terra. Não podíamos esperar uma casualidade. Tudo foi verificado. Nem sequer Mandela sabe o que fizeram com essas armas nucleares. Perguntei-lhe: “Ninguém sabe!”, disse. Lavaram-nas. Nunca atuaram de forma limpa.”
Por acaso pode-se brincar com isso?”, acrescentou. “Se você fala da hipótese não vai convencer ninguém. Não é preciso dramatizar, porque os fatos são dramáticos mesmo.“
O Comandante-em-chefe anunciou novas análises sobre estes perigosos acontecimentos para a Humanidade em sua reflexão publicada no site Cubadebate, na noite de domingo.
doblogdoturquinho



quarta-feira, julho 14, 2010

Cinema - Documentário Irã is not the problem?






Documentário - O Problema não é o Irã? - Iran Is Not the Problem?




O Irã é uma ameaça aos EUA e seus aliados?
Por que essa obstinação dos EUA em querer abrir um novo fronte?
Será que é por causa do Programa de Energia Nuclear do Irã (comprovado ser para fins pacíficos pelos técnicos da Agência Internacional de Energia Atômica), ou será porque o país é a terceira maior reserva de petróleo no mundo, ficando atrás somente da Arábia Saudita e o Iraque, ambos controlados por governos fantoches dos EUA?
Não podemos olhar essa questão de forma indiferente, já que o Brasil vem se tornando um enorme produtor de petróleo, num mundo cada vez mais escasso dessa riqueza.
Áudio - Legenda PT/BR
Formato Vídeo - AVI

A bola da vez do PIG a Copa de 2014






O "caosaéreo" está de volta

Aqui jaz o helicóptero da seleção da Espanha


O PiG (*) tentou furiosamente derrubar o presidente Lula em dois dramáticos episódios.

Um, quando os pilotos americanos do Legacy se esqueceram de ligar o transponder e derrubaram o avião da Gol.

O PiG (*) ficou ao lado dos (advogados brasileiros dos) americanos e disse que o avião da Gol caiu por causa do presidente Lula e do “caosaéreo”.

Depois, foi a tragédia da TAM em Congonhas.

O PiG, primeiro, disse que uma chuvinha, que produzisse uma poça da altura de uma moeda de um Real seria capaz de derrubar o Airbus, tal a inépcia do presidente Lula.

Depois, disse que o presidente Lula se esqueceu de pisar no freio do Airbus da TAM.

Sempre, a culpa era dele.

Esse lamentável da TAM em Congonhas episódio teve a desastrosa conseqüência de provocar a substituição do grande brasileiro Waldir Pires pelo serrista Nelson Jobim, aquele que produziu uma babá eletrônica e derrubou o inclito delegado Paulo Lacerda da ABIN, para conter a fúria do Gilmar Dantas (**).

O jornal nacional de hoje reproduz o Globo desta manhã – clique aqui para ler “ a Globo quer detonar a Copa de 2014 no Brasil. O Itaú também ?” – O jornal nacional instala o “casaosárero”, de novo.

Segundo o jornal nacional de hoje, quando a seleção da Espanha chegar para a Copa de 2014, ficará presa num engarrafamento monstro no Galeão, terá que ser resgatada de helicóptero, sob a
artilharia pesada dos traficantes na Linha Vermelha.

Aqueles que derrubaram um helicóptero da Policia e levaram a Olimpíada de 2016 de volta para Madrid.

O jornal nacional, hoje, prevê que os aeroportos brasileiros não conseguirão administrar o aumento da demanda de hoje, quanto mais uma Copa do Mundo.

Como se sabe, segundo o PiG, o Brasil é uma tribo de idiotas.

E quando o carregamento de lugares comuns do Galvão chegar de Monte Carlo ?

Aí mesmo é que o Galeão vai entupir.

Se o Galvão não cair antes de 2014, como previu o David Ogilvy.

Prepare-se, amigo navegante.

Até a Copa abrir no Mineirão em 2014, o jornal nacional vai anunciar muito “caoesáereo”.

Como diria o Jabor: quem mandou o pobre aprender a andar de avião ?

Sabe quanto custa ir a Nova York pela American, em dez prestações ?

R$ 500.

Que horror !

Onde já se viu a classe “C” ir a Nova York ?

Antigamente, isso era privilégio dos colonistas (***) do PiG.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Clique aqui para ver como um eminente colonista (***) do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista (***) da GloboNews e da CBN se refere a Ele.

(***) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (*) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

Em novembro de 1789 a Bastilha foi totalmente demolida (14 de Julho de 1790)

14 de Julho

Reparem se reconhecem uma das personalidades que aparece no vídeo abaixo (aos 32 segundos de exibição e também aos 3min29seg).

Este interessante documentário, verdadeira aula de História, está dividido em 14 partes. Caso tenha interesse, aqui estão as demais partes:
Parte 2 - Parte 3 - Parte 4 - Parte 5 - Parte 6 - Parte 7 - Parte 8 - Parte 9 - Parte 10 - Parte 11 - Parte 12 - Parte 13 - Parte 14 Final

docomtextolivre


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa
A Bastilha, antes da Revolução Francesa.

A Bastilha (em francês: Bastille) apenas como um portal de entrada ao bairro parisiense de Saint-Antoine, na França, motivo pelo qual era denominada Bastilha de Saint-Antoine. Encontrava-se onde hoje está situada a Place de la Bastille ("Praça da Bastilha") em Paris. Mas ficou realmente conhecida por ter sido uma prisão, assim funcionando desde o início do século XVII até o final do século XVIII.

Ficou famosa por ter sido o palco do evento histórico conhecido como a Queda da Bastilha, em 14 de Julho de 1789, o qual aliado ao Juramento do Jogo da Péla, está entre os fatos mais importantes do início da Revolução Francesa.

O evento foi grandiosamente comemorado exatamente um ano depois (em 14 de Julho de 1790) na pomposa festa que ficou conhecida como a "Fête de la Fédération" (A Festa da Federação). A data tornou-se feriado nacional na França, sendo comemorada anualmente. É popularmente chamada de "Dia da Bastilha", apesar de na França denominarem-na "Fête Nationale" (A Festa Nacional).

Em novembro de 1789 a Bastilha foi totalmente demolida

A derrota neoliberalismo e a afirmação de novos projetos de desenvolvimento, com soberania, democracia e valorização do trabalho.






O contrato entre China e Argentina no valor de 10 bilhões dólares assinado em Pequim na terça-feira (13) é emblemático das mudanças que estão em curso na conjuntura econômica internacional, num contexto geral de crise do capitalismo e da ordem imperialista mundial.

A ascensão da China e a decadência dos EUA na América Latina


Por Umberto Martins

O financiamento destinado ao ramo ferroviário do país sul-americano consolida um novo status do gigante asiático, o de provedor de capitais para os países posicionados na chamada periferia do sistema, condição que até então era privilégio exclusivo das grandes potências capitalistas (EUA, Europa, Japão) e das instituições da banca, o FMI e o Banco Mundial.
  • Leia também:

China avança na AL: contrato de US$ 10 bilhões com a Argentina

Exportação de capitais

A China se destacou na exportação de mercadorias, tornando-se, sob este aspecto, a maior potência comercial do planeta, exteriorizando a extraordinária expansão de sua indústria. Em 2009, ano de crise e contração do mercado mundial, o país ultrapassou a Alemanha no ranking das exportações, arrebatando o primeiro lugar. Os EUA recuaram para a terceira posição. No mesmo ano, a próspera nação asiática tornou-se a maior parceira comercial do Brasil, deslocando os EUA.

A exportação de mercadorias é fundamental, mas não é tudo. Mais relevante na projeção de poder e influência econômica internacional das nações é o que Lênin, o líder da Revolução Soviética, caracterizou como exportação de capitais, que podemos traduzir como investimentos diretos (sobretudo aquisições e instalações de empresas) e indiretos (empréstimos). É isto que a China passa a fazer, e em alto estilo, neste momento histórico, rivalizando com as potências capitalistas do chamado Ocidente.

O potencial de investimentos chinês deriva de suas reservas internacionais de cerca de 2,5 trilhões de dólares, as maiores do mundo. Ao priorizar os investimentos diretos, o governo comunista procura o caminho para transformar reservas em ativos reais no exterior, em vez de títulos emitidos pela Casa Branca ou hipotecas, aplicações que Karl Marx contabilizaria como capital fictício, sujeito a brusca depreciação como se viu na crise imobiliária.

Deslocamento geopolítico

Este movimento da economia, que tem caráter objetivo, tem notáveis repercussões geopolíticas, pois ocorre num momento de crise da hegemonia econômica e política dos Estados Unidos e da ordem econômica mundial, em que também rola o drama da decadência (relativa) da Europa e do Japão. É a expressão do que alguns observadores chamam de deslocamento do poder econômico global do Ocidente para o Oriente (leia-se China).

Enquanto avança o papel da China no jogo internacional das aquisições e implantação de empresas no exterior, declina a posição dos EUA que, conforme notou Hobsbawm, virou um importador líquido de capitais. Hoje, os norte-americanos comparecem ao fabuloso mercado de aquisições mais como vendedores que como compradores.

O novo status econômico da China, ou seja, o de provedor de capitais, é um fator que pode contribuir para reduzir ou mesmo tornar irrelevante a dependência histórica das economias latino-americanas em relação a fontes de financiamento tradicionais (EUA, Europa e Japão).
Neste sentido, a ascensão da China dialoga com o novo cenário político vivido por muitos países da América Latina e tem a ver com a luta por mudanças e o anseio de soberania, que passa, em primeiro plano, pela contestação do domínio imperialista exercido pelos EUA, a derrota do neoliberalismo e a afirmação de novos projetos de desenvolvimento, com soberania, democracia e valorização do trabalho.
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Maria da Conceição Tavares : Não voto no "olheirento"






Serra me liga, chora as pitangas...Mas eu voto em Dilma, diz ex professora do Serra


http://www.desenvolvimentistas.com.br/wp-content/uploads/2008/02/conceicao2.jpghttp://muitopelocontrario.files.wordpress.com/2010/04/maria_da_conceicao_tavares_economista.jpg

A economista Maria da Conceição Tavares diz que já avisou ao ex-aluno José Serra (PSDB): votará em Dilma Rousseff (PT) na eleição presidencial. "Ele me liga, chora as pitangas. Gosto dele, mas não adianta! Com essa candidata que é um luxo eu vou votar naquele "olheirento'?", dizia ela no almoço que Lily Marinho ofereceu à petista, apontando para os próprios olhos para explicar que fala das olheiras do ex-pupilo.(Coluna da Mônica Bergamo)
dosamigosdopresidentelula