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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

sábado, julho 17, 2010

O ex sogro do Indio da Costa continuara Preso o safado






Adivinhe quem não vem mais para jantar

GilsonSampaio

Salvatore Cacciola vai ter esperar mais um tempo, seu pedido de progressão de pena foi negado e o almejado regime semi-aberto vai ter que esperar. Determinante para a decisão foi o comportamento do dito cujo na cana dura. Já curtiu 45 dias de solitária.

A juíza do caso legou que ele não tem “mérito carcerário”.

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Via O Dia

Justiça nega progressão de regime a Salvatore Cacciola


Rio - O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) negou, na quarta-feira, o pedido de progressão de regime do ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que está preso há quase três anos na penitenciária Pedrolino Werling de Oliveira, no complexo de Bangu, zona oeste do Rio. A decisão foi da juíza Roberta Barrouin Carvalho de Souza, da Vara de Execuções Penais.
Para a magistrada, o dono do extinto Banco Marka não possui "mérito carcerário" para obter o benefício do regime semiaberto. "Indefiro a progressão de regime almejada, pois o apenado, há menos de um ano, cometeu falta grave, não possuindo, assim, mérito carcerário para progredir para o regime semiaberto, já que não preenche o requisito subjetivo previsto no artigo 112 da LEP", escreveu a juíza na decisão. De acordo com os autos, Cacciola teria se insubordinado contra um agente de segurança em julho de 2009.
Ele foi condenado em abril de 2005 e cumpre pena de 13 anos por peculato e gestão fraudulenta dos bancos Marka e FonteCindan. A juíza afirmou ainda, na decisão, que há um pedido do Ministério Público estadual a ser analisado na 2ª instância do TJ.
O pedido de progressão de pena para regime semiaberto de Cacciola foi feito pela defesa do ex-banqueiro na segunda-feira, após o cumprimento de um sexto da pena, segundo informou sua defesa.
O caso
Cacciola foi condenado em abril de 2005 pela Justiça Federal do Rio de Janeiro a 13 anos de prisão, oito deles por cumplicidade em peculato e cinco anos por gestão fraudulenta de instituição financeira, o Banco Marka, do qual foi dono.
Ele já tinha tido decretada sua prisão preventiva em 2000 e chegou a ficar 37 dias preso naquele ano, até ser beneficiado por uma liminar do STF. Logo depois de solto, Cacciola foi para a Itália, país em que nasceu e que não tem acordo de extradição para seus nacionais com o Brasil. Cinco anos depois, a Justiça do Rio decretou novamente sua prisão. Em setembro de 2007, ele foi preso por agentes da Interpol, durante uma viagem de lazer ao Principado de Mônaco. Em julho de 2008, ele foi extraditado para o Brasil e passou a cumprir pena no presídio de segurança máxima Bangu 8, no Rio de Janeiro.
Durante o julgamento os ministros ressaltaram o prejuízo de R$ 1,5 bilhão aos cofres públicos por conta da fraude financeira. A condenação ocorreu por conta de informações privilegiadas do Banco Central em meio à crise financeira de 99.
O prejuízo também foi mencionado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que defendeu a manutenção da prisão. "Se o paciente for posto em liberdade, mais uma vez o escárnio à Justiça acontecerá", disse o procurador-geral. Para ele, o "escárnio" aconteceu pela primeira vez quando o economista deixou o Brasil, permanecendo oito anos na Itália. "O paciente é sim criminoso, é um dos grandes criminosos do país e é extremamente perigoso. Deve permanecer encarcerado como única maneira de se garantir a aplicação da lei penal brasileira", acrescentou.

Como Serra “combateu” as drogas quando era governador de São Paulo

José Serra quer ser considerado o paladino da justiça e defensor da família brasileira. Mas o Youtube é uma arma muito poderosa da internet hoje, e uma busca rápida no site pode nos levar a conhecer tudo por trás da mentira do José Serra. Se combateu o tráfico desse jeito quando era governador, imagine como presidente.

By: SejaDitaVerdade

Vice de Serra comete mais um crime

O iletrado ex-genro do Cacciola disse só isso:
"Todos sabem que o PT é ligado as Farcs, ao narcotráfico, a tudo o que há de pior. Não tenho dúvida nenhuma disso".
De todas as incontáveis idiotices que Serra fez nessa campanha a maior, de longe, foi aceitar esse lixo como vice.
Alguém com a intenção infeliz de votar em Serra não pode esquecer que o sujeito tem 68 anos e hábitos terríveis. A possibilidade dele morrer e deixar esse completo débil mental na presidência é um risco que nenhuma pessoa sã pode correr.
Uma coisa é ter blogueiros de esgoto fazendo campanha desse jeito, outra é a possibilidade real desse imbecil desqualificado assumir a presidência.
By: Esquerdopata

Dra. Pamonha demite Maulício de Souza, por oldem do Plesidente Zezinho

A conspilação descobelta não poupava nem as clianças.
O apego à veldade semple demonstlado pelo Mais Plepalado dos Blasileilos, o futulo plesidente Zezinho é uma pungente lição pala todo o povo blasileilo. Ainda que as massas entusiasmadas apóiem-no em sua cluzada, alguns lenitentes ainda teimam em espalhar a falsidade.
Agentes a soldo do usulpador do planalto e de sua usulpadola-milim insistem na disseminação de mentilas soble a existência de um suposto custo elevado de supostos pedágios em São Paulo. O jolnalista Meldoval Pedleila infolmou que se tlata de uma notícia totalmente descabida.
Semple lesoluto, o Plesidente de Nascença lesolveu agir. Acionou a CIAZ (Centlal de Inteligência Alapongas do Zezinho) pala descoblir quem elam as ímpias falanges que foljavam o pélfido e astuto aldil.








Plofissionalismo: o gibão Malcelo Ita está semple plonto pala a plóxima investigação secleta.
docomtextolivre


Qualquer governo trabalhista do mundo a mídia corrupta é e será contra : dominação para os incautos esperteza dos corruptos.

Venício Lima: A velha mídia finge que o país não mudou


Venício Lima: A velha mídia finge que o país não mudou


Venício Lima*, no Observatório de Imprensa

Apesar de não haver consenso entre aqueles que estudaram o processo eleitoral de 1989 – as primeiras eleições diretas para presidente da República depois dos longos anos de regime autoritário –, é inegável que a grande mídia, sobretudo a televisão, desempenhou um papel por muitos considerado decisivo na eleição de Fernando Collor de Mello. O jovem e, até então, desconhecido governador de Alagoas emergiu no cenário político nacional como o “caçador de marajás” e contou com o apoio explícito, sobretudo, da Editora Abril e das Organizações Globo.

No final da década de 80 do século passado, o poder da grande mídia na construção daquilo que chamei de CR-P, cenário de representação da política, era formidável. A mídia tinha condições de construir um “cenário” – no jornalismo e no entretenimento – onde a política e os políticos eram representados e qualquer candidato que não se ajustasse ao CR-P dominante corria grande risco de perder as eleições. Existiam, por óbvio, CR-Ps alternativos, mas as condições de competição no “mercado” das representações simbólicas eram totalmente assimétricas.

Foi o que ocorreu, primeiro com Brizola e, depois, com Lula. Collor, ao contrário, foi ele próprio se tornando uma figura pública e projetando uma imagem nacional “ajustada” ao CR-P dominante que, por sua vez, era construído na grande mídia paralelamente a uma maciça e inteligente campanha de marketing político, com o objetivo de garantir sua vitória eleitoral [cf. Mídia: teoria e política, Perseu Abramo, 2ª. edição, 1ª. reimpressão, 2007].

2010 não é 1989

Em 2010 o país é outro, os níveis de escolaridade e renda da população são outros e, sobretudo, cerca de 65 milhões de brasileiros têm acesso à internet. A grande mídia, claro, continua a construir seu CR-P, mas ele não tem mais a dominância que alcançava 20 anos atrás. Hoje existe uma incipiente, mas sólida, mídia alternativa que se expressa, não só, mas sobretudo, na internet. E – mais importante – o eleitor brasileiro de 2010 é muito diferente daquele de 1989, que buscava informação política quase que exclusivamente na televisão.

Apesar de tudo isso, a velha mídia finge que o país não mudou.

O CR-P do pós-Lula

Instigante artigo publicado na Carta Maior por João Sicsú, diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do IPEA e professor do Instituto de Economia da UFRJ, embora não seja este seu principal foco, chama a atenção para a tentativa da grande mídia de construir, no processo eleitoral de 2010, um CR-P que pode ser chamado de “pós-Lula”.

Para ler o artigo do João Sicsú, clique aqui

Ele parte da constatação de que dois projetos para o Brasil estiveram em disputa nos últimos 20 anos: o estagnacionista, que acentuou vulnerabilidades sociais e econômicas, aplicado no período 1995-2002, e o desenvolvimentista redistributivista, em andamento. Segundo Sicsú, há líderes, aliados e bases sociais que expressam essa disputa. “De um lado, estão o presidente Lula, o PT, o PC do B, alguns outros partidos políticos, intelectuais e os movimentos sociais. Do outro, estão o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), o PSDB, o DEM, o PPS, o PV, organismos multilaterais (o Banco Mundial e o FMI), divulgadores midiáticos de opiniões conservadoras e quase toda a mídia dirigida por megacorporações”.

O que está em disputa nas eleições deste ano, portanto, são projetos já testados, que significam continuidade ou mudança. Este seria o verdadeiro CR-P da disputa eleitoral para presidente da República.

A grande mídia, no entanto, tenta construir um CR-P do “pós-Lula”. Nele, “o que estaria aberto para a escolha seria apenas o nome do ‘administrador do condomínio Brasil’. Seria como se o ‘ônibus Brasil’ tivesse trajeto conhecido, mas seria preciso saber apenas quem seria o melhor, mais eficiente, ‘motorista’. No CR-P pós-Lula, o presidente Lula governou, acertou e errou. Mas o mais importante seria que o governo acabou e o presidente Lula não é candidato. Agora, estaríamos caminhando para uma nova fase em que não há sentido estabelecer comparações e posições (…); não caberia avaliar o governo Lula comparando-o com os seus antecessores e, também, nenhum candidato deveria (ser de) oposição ou situação (…); projetos aplicados e testados se tornam abstrações e o suposto preparo dos candidatos para ocupar o cargo de presidente se transforma em critério objetivo”.

Sicsú comenta que a tentativa da grande mídia de construir esse CR-P se revela, dentre outras, na maneira como os principais candidatos à Presidência são tratados na cobertura política. Diz ele: “a candidata Dilma é apresentada como: ‘a ex-ministra Dilma Rousseff, candidata à Presidência’. Ou ‘a candidata do PT Dilma Rousseff’. Jamais (…) Dilma (é apresentada) como a candidata do governo (…)”. Por outro lado, “Serra e Marina não são apresentados como candidatos da oposição, mas sim como candidatos dos seus respectivos partidos políticos. Curioso é que esses mesmos veículos de comunicação, quando tratam, por exemplo, das eleições na Colômbia, se referem a candidatos do governo e da oposição”.

Novos tempos

Muita água ainda vai rolar antes do dia das eleições. Sempre haverá uma importante margem de imprevisibilidade em qualquer processo eleitoral. Se levarmos em conta, no entanto, o que aconteceu nas eleições de 2006, o poder que a grande mídia tradicional tem hoje de construir um CR-P dominante não chega nem perto daquele que teve há 20 anos. E, claro, um tal CR-P não significaria a eleição garantida de nenhum candidato (a).

O país realmente mudou. A velha mídia, todavia, insiste em “fazer de conta” que tudo continua como antes e seu poder permanece o mesmo de 1989. Aparentemente, ainda não se convenceu de que os tempos são outros.

*Venício A. de Lima é professor titular de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado) e autor, dentre outros, de Liberdade de Expressão vs. Liberdade de Imprensa – Direito à Comunicação e Democracia, Publisher, 2010.

doviomundo


1984, finalmente, chegou

INFORMATIVO E ISENTO
Quando a economia cresce forte, os jornalões advertem: 'insustentável'; quando a atividade se acomoda, gerando 202 mil empregos por mes, como em junho, o diretório midiático carimba: 'estagnação'.
Quando o país atingiu a autossuficiência em petróleo, em 2006, 'sardenbergs & mirians leitões' minimizaram: 'Brasil ainda importa óleo leve'. Quando a Petrobras inicia a extração de óleo leve do pré-sal, retrucam: 'há riscos, melhor não mexer nisso'.
Quando Dilma faz passeata com 15 mil pessoas debaixo d'água, no Rio, como 6º feira, um uníssono: 'fra-ca-sso'; Serra vai da Central do Brasil a Bangu, anônimo e ignorado, a turma obsequiosa reporta: 'passeou e conversou com populares'.
O PT critica a mídia, mervais & que tais fuzilam: 'chavismo'; Serra destrata jornalistas, afasta, pune e corta cabeças na TV Cultura para intimidar quem faz perguntas incomodas: nada.
By: Esquerdopata

A calúnia golpista da SIP contra Lula


Breno Altman, publicado no sítio Opera Mundi:

Os jornais de hoje estampam declaração do presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa, Alejandro Aguirre, afirmando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “não pode ser chamado de democrático”. O ataque se estende aos demais países da região que são administrados por partidos de esquerda. Esses governos, de acordo com o dirigente da SIP, “se beneficiam de eleições livres para destruir as instituições democráticas”.
Certamente é importante, para os leitores, conhecer a história dessa entidade antes de julgar a credibilidade das declarações de seu principal dirigente. Fundada nos Estados Unidos em 1946, a SIP teve papel fundamental durante a Guerra Fria. Empenhou-se com afinco a etiquetar como “antidemocráticos” os governos latino-americanos que não se alinhavam com a Casa Branca. Constituiu-se em peça decisiva da guerra psicológica que antecedeu os levantes militares no continente entre os anos 60 e 80.
Orgulha-se de reunir 1,3 mil publicações das Américas, com 40 milhões de leitores. Entre seus membros mais destacados, por exemplo, está o diário chileno El Mercurio, comprometido até a medula com a derrubada do presidente constitucional Salvador Allende, em 1973, e a ditadura do general Augusto Pinochet
Outros jornais filiados são os argentinos La Nación e El Clarín, apoiadores de primeira hora do golpe sanguinário de 1976, liderado por Jorge Videla. Aliás, suspeita-se que a dona desse último periódico recebeu como recompensa um casal de bebês roubado de seus pais desaparecidos.
A lista é interminável. O vetusto diário da família Mesquita, Estado de S.Paulo, também foi militante estridente das fileiras anticonstitucionais, clamando e aplaudindo, em 1964, complô contra o presidente João Goulart. Mas não foi atitude solitária: outros grupos brasileiros de comunicação, quase todos também inscritos na SIP, seguiram a mesma trilha golpista.
Os feitos dessa organização, entretanto, não são registros de um passado longínquo. Ou é possível esquecer a histeria da imprensa venezuelana, em abril de 2002, no apoio ao golpe contra o presidente Hugo Chávez? Naquela oportunidade, a SIP não deixou por menos: a maioria de seus filiados foi cúmplice da subversão oligárquica em Caracas.
Uma trajetória dessas é para deixar até o mais crédulo com as barbas de molho. Qual a autoridade dos dirigentes dessa agremiação para falar em democracia, com sua biografia banhada na lama e no sangue? O que fazem é se aproveitar dos espaços públicos sobre os quais exercem propriedade privada para conspirar, agredir e manipular.
Ainda mais quando apelam à calúnia. A imensa maioria dos veículos de imprensa no Brasil dedica-se à desabusada oposição contra o presidente Lula e seu partido. Nenhuma publicação dessas foi fechada ou censurada por iniciativa de governo. Circulam livremente, apesar de muitos terem atravessado o Rubicão que separa o jornalismo da propaganda política, violando as mais comezinhas regras de equilíbrio editorial.
As palavras do presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa, dessa forma, devem ser compreendidas através do código genético de Aguirre e seus pares. Hoje, como antes, atacam os governos progressistas porque desejam sua desestabilização e derrocada. Insatisfeitos com os resultados e as perspectivas eleitorais de aliados políticos, tratam de vitaminá-los com factóides de seu velho arsenal.
A história do presidente Lula, afinal, é de absoluto respeito à Constituição e à democracia. O mesmo não pode ser dito da SIP, cujas impressões digitais estão gravadas na história dos golpes e ditaduras que infelicitaram a América Latina.

dogilsonsampaio


sexta-feira, julho 16, 2010

Dilma no Rio hoje

LULA: " querem me tirar da campanha política"

A qualidade da imagem não é boa, e você vai entender por que: é que meu jovem companheiro que gravou o vídeo teve que subir e se equilibrar em um galho de árvore debaixo de chuva e de ventania para gravar. Mas o som está legal e você vai ouvir o próprio Lula dizendo aquilo que por diversas vezes temos afirmado aqui: há um esforço enorme para impedir que ele, como cidadão e político tenha o direito de participar da campanha eleitoral e de informar ao povo brasileiro que sua candidata é Dilma Rousseff.

Um esforço imenso, porém inútil. O povo brasileiro já está sabendo e vai consagrar Dilma nas eleições de outubro.

Do comício, com o povo, debaixo de chuva




Viva a informação alternativa!

Fui entrevistado por uma repórter do Globo durante a caminhada com Dilma, entre a Candelária e a Cinelândia. Duvido muito que o material seja aproveitado, não pela jornalista, que se mostrou correta e educada, mas pelo conteúdo das respostas. Aproveitei a oportunidade para falar da experiência que temos vivido aqui no Tijolaço, de múltiplas vozes e de uma informação alternativa a que se vê, de forma uniforme, nos grandes meios de comunicação.

Acho que esse discurso sobre o poder da internet e a possibilidade de uma verdadeira democracia direta não interessa muito à mídia tradicional, que deseja amestrar a ferramenta à sua maneira de fazer política. Publico a entrevistas aqui para vocês verem como foi a conversa.



do Tijolaço

Em comício de Dilma, Lula diz que querem tirá-lo da campanha

No seu primeiro comício eleitoral deste ano, o Presidente Lula disse que querem tirá-lo da campanha da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.

"Há uma premeditação para me tirarem da campanha para impedir que eu ajude a Dilma", disse Lula, no comício que acontece na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro.

. "Querem me inibir para que eu finja que não a conheço. Até botaram uma procuradora no meio para fingir que eu não a conheço",disse Lula



No comício, Lula afirmou que a sua amizade por Dilma é recente. "Vou dizer do fundo da minha alma: não tinha amizade por essa mulher até pouco tempo antes de entrar na Presidência."

"Ela ganhou a minha confiança. Ao indicar a Dilma é como se eu colocasse as minhas duas mãos no fogo, a minha alma em jogo. Sei da competência dela. Esta mulher com cara de anjo já foi torturada e tomou choque elétrico. Mas ela não guarda mágoa. Ela não quer viver o passado. Ela quer construir o futuro do Brasil".

Um temporal começou a cair por volta das 19h no início do comício. Parte do público já foi embora..A Polícia Militar avaliou em 20 mil pessoas no evento.Lula chegou por volta das 19h15.

O comício inicia uma série de cinco grandes atos nos quais Lula participará. A Cinelândia é conhecida por eventos políticos históricos.Dilma participou apenas dos 200 metros finais da caminhada que saiu da praça da Candelária e chegou até o comício.

Após o Rio, Lula estará ao lado de Dilma e do candidato a vice Michel Temer (PMDB) em Recife (23/7), Curitiba (30 ou 31/7), Belo Horizonte (6 ou 7/8) e por fim em São Paulo (13 ou 14/8), Estado onde o PSDB leva vantagem por estar no governo há 16 anos.
dosamigosdopresidentelula

“Dilminha, eu tenho a convicção de que o Brasil precisa de você”

“Dilminha, eu tenho a convicção de que o Brasil precisa de você”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou hoje pela primeira vez de um ato público da campanha de sua candidata à sucessão presidencial. Na Cinelândia, no Rio de Janeiro, e sob chuva intensa, Lula disse que não era o mau tempo que o impediria de pedir votos para Dilma Rousseff e o candidato ao governo estadual, Sérgio Cabral.

“Eu acho que a primeira vez a gente nunca esquece e essa é a primeira vez que a gente vem fazer a campanha da Dilma e do Sergio Cabral no Rio e não há chuva que me tirasse de estar aqui nessa praça para poder conversar com vocês”, afirmou para 15 mil pessoas. “Certamente sairei daqui tão molhado como vocês. Mas, sairei convencido de que me dirigi a uma parte do povo brasileiro para que a gente não permita que nenhum retrocesso aconteça nos próximos anos.”

Ao falar de “Dilminha”, Lula afirmou aos militantes que as palavras sairiam do “fundo” de sua “alma”. “Eu não tinha amizade com essa mulher. Eu a conheci um pouco antes de ser presidente e posso dizer a cada um de vocês que ao indicar ela para ser a futura presidenta desse país eu estou indicando uma pessoa que eu colocaria as minhas duas mãos no fogo, que eu colocaria a minha alma por ela, porque eu sei da competência e da honestidade, do compromisso e do sofrimento [dela].”

Dilma vive do futuro

Segundo ele, apesar da “cara de anjo”, Dilma já passou por torturas bárbaras e mesmo assim não leva mágoa em seu coração. “Essa mulher já tomou choque elétrico e essa mulher não guarda uma mágoa de sentimento, porque essa mulher não quer viver do passado. Ela quer construir o futuro. E o futuro é o destino do povo brasileiro”, salientou.

O presidente lembrou as melhorias nas favelas cariocas com o Programa Nacional de Segurança Pública e Cidadania (Pronasci) e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e que seu projeto é transformar essas comunidades em bairros, elevando a cidadania de seus moradores.

“É por isso que a minha alma bate forte, quando eu posso pegar na mão de uma companheira, e dizer: Dilminha, eu tenho a convicção de que o Brasil precisa de você e de que você pode ajudar o Brasil. Que Deus te abençoe e que Deus te faça com a força desse povo a futura presidenta da República desse país para que o Brasil experimente pela primeira vez que a mulher não é objeto de cama e mesa, que a mulher é um ser político e ela pode fazer mais e melhor do que nós fizemos durante 500 anos nesse país”, concluiu.


Dilma abre campanha no Rio ao lado de Lula

FOTO: Roberto Stuckert Filho

Dilma abre campanha no Rio ao lado de Lula

Mais de 15 mil pessoas se reuniram hoje num dos melhores palcos históricos da democracia brasileira, a Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro. Foi o primeiro ato público da campanha da candidata Dilma Rousseff na cidade. Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sob muita chuva, ela disse que estava com a alma cheia de alegria por estar junto a tantos militantes.

Nem mesmo a chuva forte afastou as pessoas que percorreram o trecho da Candelária à Cinelândia, na mesma região da cidade onde ocorreu uma das grandes passeatas pelas Diretas Já, em 1984. Dilma lembrou daquele dia e de que ali começou o processo de redemocratização do Brasil.

“Nós todos aqui estamos muito molhados, mas estamos com a alma lavada”, disse, na abertura do discurso. "A nossa alma está cheia de alegria, porque estamos aqui nessa praça e estamos aqui iniciando a nossa caminhada.”

Dilma citou uma frase de Lula para mostrar o desafio que tem pela frente: ele disse que não poderia errar porque era o primeiro trabalhador a presidir o país. Segundo Dilma, ela também, como mulher, não poderá errar sob pena de não honrar as milhões de brasileiras.

“Vocês vejam que eu também não posso errar, porque a primeira mulher presidente da República tem de honrar a todas as mulheres, honrar a cada uma das mulheres que trabalham, que criam seus filhos e que muitas vezes têm duas ou três jornadas de trabalho”, explicou, acrescentando que carrega um legado importante a ser deixado por Lula: o da esperança que brotou no coração dos brasileiros com as novas conquistas do país.

“Carrego um legado que é um legado sagrado, é da transformação e o da esperança desse país, que levantou a cabeça e hoje pode se olhar nos olhos de cada uma das mulheres e dos homens desse país, olhar para as nossas crianças e perceber que o nosso povo sabe, tem certeza que nós governaremos para ele”, afirmou. “Porque nós não somos aqueles que acreditam que vão governar sozinhos. Nós vamos governar com o povo, escutando povo, percebendo as suas necessidades e fazendo o possível e impossível.”

Lula desafia “procuradora qualquer”
a dar o Golpe contra a Dilma


Na Brizolândia, Lula desafia os que não querem que ele beije a Dilma



Num comício na Cinelândia, no Rio, que já foi conhecida como Brizolândia, Lula chamou a dra. Cureau a assumir a sua responsabilidade no jogo da democracia: a senhora quer impedir que eu eleja a Dilma ?

A senhora quer dar a vitória ao Serra no tapetão ?

A senhora não acredita que eleição se ganhe no voto ?

Foi isso o que Lula provavelmente quis dizer.

A dra Cureau, Procuradora do Tribunal Superior Eleitoral, parece querer ganhar a eleição sozinha.

Que tente.

Clique aqui para ler “Procuradora amiga do Jobim quer dar o Golpe do Gilmar contra a Dilma”.

Veja o que disse a Globo sobre a reação do Lula contra essa “procuradora qualquer”:

‘Querem me inibir para fingir que eu não conheço a Dilma’, diz Lula

Lula afirmou em comício que há ‘premeditação’ para que saia da campanha. Eleição de Dilma vai mostrar que ‘mulher não é objeto de cama e mesa’, disse.

Aluizio Freire e Thássia Thum Do G1, no Rio de Janeiro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (16), durante comício da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, no Rio de Janeiro, que há “uma premeditação” para que ele seja afastado da campanha da petista.

“Vocês estão acompanhando a imprensa diariamente. Vocês leem os jornais. Vocês veem televisão. Vocês escutam rádio. E (…) há uma premeditação de me tirarem da campanha política para não permitir que eu ajude a companheira Dilma a ser a presidente da República deste país. Na verdade, o que eles querem me inibir para fingir que eu não conheço a Dilma”, afirmou.

Em seu discurso, Lula disse que não é “homem de duas caras” para fingir que não conhece a candidata do PT. Ele chegou a citar “uma procuradora qualquer” ao sugerir as limitações impostas pela legislação eleitoral de sua participação na campanha da petista.

No site Amigos do presidente Lula é possível ter uma ideia do que aconteceu na Cinelândia, nesta sexta-feira (não será isso o que o Globo dirá, aquele jornal que, numa única primeira página, deu seis títulos para derrubar o presidente Lula):

Multidão debaixo de chuva faz a festa da vitória no Rio e grita “A Dilma é… ousadia!”

O primeiro grande comício de campanha, com Dilma e Lula, no Rio de Janeiro, foi emocionante. Eu fui, e os leitores do blog que não puderam ir, podem se sentir representados.


A caminhada da Candelária até a Cinelândia arrastou dezenas de milhares de pessoas que se reuniram na Cinelândia.

Enquanto os discursos não começaram, a praça e as ruas em volta estavam tomadas, cheia de gente circulando, “à paisana” ou “à caráter” com camisetas e bandeiras de seus partidos.

O tempo não ajudou, começou a chover antes mesmo dos discursos. Mesmo assim a maioria das pessoas não arredou o pé. Uns procuraram abrigo embaixo de alguma barraca de apoio, muitos abriram seus guarda-chuvas, onde quem tinha dava abrigo solidário a mais um ou dois companheiros ou companheiras, outros se cobriram com capas de chuva, outros até usaram bandeiras e faixas de plástico como capa. A galera mais animada não tava nem aí pra chuva e ficava molhada mesmo. Mas a multidão continuava lá.

Com Dilma no palanque vieram os discursos de candidatos ao Senado, o ex-prefeito de Nova Iguaçu, Linderberg Farias (PT), foi muito aplaudido, e fez um rápido discurso contagiante, com a oratória de ex-presidente da UNE, mas daqueles que não viraram a casaca, como o candidato demo-tucano. Depois falou o ministro do trabalho, Carlos Lupi (PDT).

A multidão explodiu em “Olê, Olê… olê, olá… Lulá… Lulá”, quando anunciaram a chegada de Lula. A chuva caía mais forte, mas ninguém arredava o pé enquanto não ouvissem Lula e Dilma falarem.

Depois discursaram o vice-governador Pezão (PMDB), o candidato a vice de Dilma, Michel Temer (PMDB), o governador candidato à reeleição, Sérgio Cabral (PMDB). Todos aplaudidos.

Uma galera na faixa dos 18 a 20 anos ali perto, criaram seu grito: “A Dilma é … ou-sa-di-a! … A Dilma é… ousadia!” – gritavam toda hora que alguém falava no nome dela.

A multidão explodiu de novo, quando Lula assumiu o microfone.

Lula é daqueles políticos queridos igual a um ídolo pop. Longos aplausos, gritos, assobios, o pessoal avança um passo a frente para ver mais perto, procura lugar com melhor visibilidade, quem estava mais atras reclama para abaixar as bandeiras para conseguirem ver. O presidente deu o recado e todos abaixaram.

O presidente Lula falou que estava em São Paulo e ficou sabendo que a previsão era de chuva, mas não quis nem saber. “Poderia estar chovendo canivete até e eu estaria aqui” – disse o Presidente.

Imagine se o presidente iria faltar, com a multidão que estava ali, muitos vindo de longe, sabendo que o tempo estava para chuva.

E o presidente criticou as tentativas da oposição de impedir que ele faça campanha para Dilma nas horas vagas, e criticou o Ministério Público Eleitoral que quer multá-lo apenas por mencionar o nome da Dilma:

“Há uma tentativa de me tirar da campanha política, para que eu não ajude Dilma a ser a presidenta desse país. É como se eu pudesse passar por Dilma e tem uma procuradora … que eles querem é me inibir, para eu fingir que não conheço a Dilma, para que eu passe por ela e vire o rosto. Mas não sou homem de duas caras. Vou dizer que a minha companheira Dilma, que foi chefe da Casa Civil, está preparada para ocupar a presidência da República desse país” – disse enquanto apertava fortemente as mãos da candidata.

Lula prosseguiu: “Ao indicá-la para ser a futura presidente, estou indicando uma pessoa que eu colocaria minhas duas mãos no fogo. Essa mulher com cara de anjo já foi torturada. Barbaramente torturada. E não guarda mágoa”.

O Presidente também elogiou a união do governo do Estado do Rio com o governo federal, que permitiu tantas obras do PAC, inclusive em favelas, como não se via há muitos anos na história do Rio. E falou da emoção de trazer as olimpíadas para o Brasil, que acontecerá no Rio, contando a história de como foi a vitória do Rio como cidade sede, diante do Rei da Espanha, do primeiro-ministro japonês, e do Obama, fazendo a multidão cair no riso.

No fim, Dilma foi a última a falar, depois de Lula, elogiou a militância e a multidão que estava ali na chuva, falou das obras PAC, do ProUni, das UPP’s, das transformações que estão passando o Complexo do Alemão, Manguinhos, Pavão e Pavãozinho, Rocinha, que antes eram favelas e estão virando bairros bons de se morar.

Dilma pediu que todos dêem importância também no voto para Senado e para Deputados, elegendo gente aliada, que não vão passar 4 anos criando dificuldades só para atrapalhar e fabricando factóides.

No fim, mandou uma mensagem à todas as mulheres. Disse que, assim como Lula falou que não poderia errar no governo, senão um operário só chegaria à presidência de novo daqui a uns 200 anos, ela também não poderá errar como primeira presidenta mulher, porque será cobrada por isso.

O discurso de Dilma foi acompanhado por gritos de Dilma! Dilma!… “Olê, Olê… olê, olá… Dilma… Dilma”, e com o novo grito da galera do lado, que aprendi hoje: “A Dilma é … ou-sa-di-a! … A Dilma é… ousadia!”.

Terminado os discursos, desceram todos do palanque, e Dilma, muito simpática, ainda foi até a platéia cumprimentar a “turma do gagarejo”, o pessoal que fica ali na linha de frente do palco. E foi um corre-corre de quem estava atrás para também cumprimentar a futura presidenta. Não sei de onde a imprensa tinha inventado que Dilma era antipática. Ela é super-simpática, principalmente com as pessoas mais humildes.

O comício foi maior do que imaginado, sobretudo por causa da chuva. Teve gosto de vitória, e prenuncia uma vitória das grandes no Rio de Janeiro.

Dilma e Lula devem percorrer o Brasil, nas cidades que for possível percorrer. Quando passar na cidade de cada um, não deixem de ir. A chuva molhou o corpo, mas lavou a alma.


Por Zé Augusto.

Paulo Henrique Amorim


“Tenho um vice que não é improvisado”, afirma Dilma

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“Tenho um vice que não é improvisado”, afirma Dilma

Mais de duas mil pessoas estiveram reunidas para apoiar a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República, em uma universidade de Jales (SP), hoje à tarde, no encontro regional da coligação PMDB-PT.

Em seu discurso, Dilma ressaltou as qualidades do candidato a vice-presidente, Michel Temer (PMDB). “Competente, capacitado, um vice que não é improvisado”, definiu. Michel Temer, por sua vez, disse que têm uma “alegria cívica extraordinária”, porque sabe que encerrará a vida pública “ao lado de uma grande presidente”.

Dilma também afirmou que São Paulo merece sediar a abertura da Copa do Mundo de 2014. “Mais que merecer, tem todas as condições, tem experiência em sediar grandes eventos”, explicou. “Me estranha muito que nós não protestemos sobre essa história de São Paulo não abrir a Copa do Mundo. Tenho certeza que o povo não vai deixar, no dia 3 de outubro, que isso ocorra.”

Já o candidato ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, criticou os pedágios nas rodovias paulistas. “A minha política é acabar com o abuso dos pedágios, porque isso tá acabando com uma parte da economia do interior”, disse, sob aplausos, Mercadante. “Hoje, 443 municípios têm só 5% do PIB do estado”, afirmou o petista.

Também estiveram presentes no evento, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha; o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi; os candidatos ao Senado Marta Suplicy e Netinho, além de centenas de prefeitos do Oeste paulista.



O PAC emperra em São Paulo






Lula acusa governo de São Paulo de atrasar licenças para obras do PAC


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou o governo de São Paulo, administrado pelo PSDB, de atrasar a liberação de licenças ambientais para obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Estado.

Ao inaugurar nesta sexta-feira um conjunto habitacional em Diadema, região metropolitana de São Paulo, ele pediu que os prefeitos "partam para a briga" para conseguir a autorização para as obras.

"Não é apenas em Diadema que as licenças não saem. Em vários lugares deste Estado me parece que tem uma pessoa que não sei quem é, que cria dificuldades para dar as licenças ambientais para a gente fazer as coisas. É importante que os prefeitos partam para a briga", disse o presidente.

Lula subiu o tom ao criticar os órgãos responsáveis pelo licenciamento no Estado.

"Nossa passagem pela Terra é curta. E a gente não pode ficar a vida inteira esperando a vontade de um burocrata que tá com a bunda na cadeira, com ar-condicionado, sentado, sem se preocupar como é que o povo está vivendo".

Em seguida o presidente justificou os termos usados para se referir aos servidores paulistas.

"Eu já estou quase deixando de ser presidente e vou voltar a falar do jeito que sempre falei neste país".

Ao lado do prefeito Mário Reali (PT), Lula entregou as chaves de 252 apartamentos construídos na antiga favela Naval, comunidade conhecida por episódios de violência policial nos anos 90.

O conjunto habitacional faz parte do PAC, e teve investimentos de R$ 13,8 milhões.

SERRA E PSDB , IMPEDEM OBRAS DO GOVERNO FEDERAL EM SÃO PAULO,A POPULAÇÃO QUE SE LIXE

Lula critica atraso na concessão de licença ambiental em SP

'Não dá para ficar esperando a boa vontade de um burocrata', disse presidente em inauguração de conjunto habitacional

Em um discurso de improviso nesta sexta-feira, 16, durante a inauguração de um conjunto habitacional na cidade de Diadema, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu o tom contra "burocratas" do governo de São Paulo, que, nas palavras dele criam "dificuldades para dar licença ambiental" para o governo federal "fazer as coisas". Durante a entrega da primeira etapa do projeto de urbanização da antiga Favela Naval, Lula disse que o governo estadual impede a União de fazer obras e projetos na região e não atua como parceiro, apesar de ter terrenos disponíveis.


Ao se referir ao prefeito de Diadema, Mario Reali (PT), que discursou pouco antes do presidente, Lula disse que o prefeito havia se esquecido de criticar "a pessoa do Estado que tem de dar licença ambiental para fazer as coisas aqui". "Não é apenas em Diadema que as licenças não saem, mas também em outros lugares do Estado. Me parece que tem uma pessoa, que eu não sei quem é, que cria dificuldades para dar licença ambiental para a gente fazer as coisas", afirmou o presidente. "Nossa passagem pela Terra é muito curta. Não dá para ficar a vida inteira esperando a boa vontade de um burocrata com a bunda na cadeira, no ar condicionado, sentado sem se preocupar em como o povo vai viver."


Lula disse que é importante que os prefeitos assumam essa briga com o Estado. "A nível federal nós temos brigado muito para que a gente consiga liberar as coisas com a rapidez necessária."


O presidente justificou o seu linguajar pela proximidade do fim de seu mandato como presidente da República. "Sei que a gente é governo e tem de ter diplomacia e linguajar adequado, mas eu estou quase deixando de ser presidente e vou voltar a falar do jeito que sempre falei nesse País", afirmou, muito aplaudido pela plateia de moradores da região, que ouviam o presidente ao ar livre, apesar do frio e da chuva.


O prefeito de Diadema também cobrou uma atuação mais ativa do governo do Estado em obras de urbanização da cidade. "O Estado tem área disponível e tem de entrar como parceiro no Programa de Aceleração do Crescimento(PAC) 2", disse. O projeto de urbanização da região custou R$ 25,5 milhões, dos quais R$ 20,5 milhões vieram do governo federal e R$ 5 milhões do município. Cada uma das 252 unidades habitacionais, de 42m?, custou R$ 34 mil, dos quais R$ 19,6 mil foram repassados pelo governo federal e o restante, pela Prefeitura de Diadema.

de como o PIG terminará

Réquiem para o JB

Lustosa da Costa(Diário do Nordeste): o "Jornal do Brasil" deixará de ir às bancas, impresso, ficando, apenas um arremedo do que ele foi, na Internet. É o fim de uma longa agonia e de decadência de muitos anos. Deixa saudades porque foi padrão de jornal, durante duas décadas, depois das reformas que, na parte gráfica, o arquiteto Amílcar de Castro e, na editorial, Odilo Costa Filho lhe impuseram. Outro jornal importante que desapareceu e que era ligado ao interesse nacional e dos trabalhadores foi "Última Hora", fundado por Samuel Wainer, com o patrocínio de Getúlio Vargas.
Adeus
por várias décadas, o "Jornal do Brasil" proporcionou, por sua leveza e elegância, intenso prazer aos leitores. Morreu, é pena. Como demorou a falecer. A agonia de um jornal é demorada, muito demorada.
desabafobrasil

Abunda Canalha o que não faltam é 2 caras hipócritas






Haja bico


O verde-tucano Gabeira participou de evento na última quarta-feira, no restaurante La Fiorentina, sentado ao lado do Serra. Perguntado, disse que sempre que convidado estaria presente na campanha tucana. E ajudou o candidato com suas propostas “modernas”, falando mal de Cuba, Irã, governo Lula, Chávez...

Gabeira, quem não lembra, foi um dos primeiros a escrever um livro sobre o período da luta armada. Para condená-la, é claro. Contou a história do sequestro do embaixador americano de tal jeito que parecia que foi ele o comandante. A Globo acreditou, produziu até um filme baseado no livro, o personagem principal era um ex-guerrilheiro arrependido.

Mas um outro filme, o ótimo documentário Hércules 56, reuniu os ex-guerrilheiros que fizeram o sequestro ou que foram libertados em troca do embaixador. Gabeira não foi chamado, nem convidado para a estreia. Lá nos extras, alguém em uma platéia pergunta ao diretor Silvio Da-Rin por que o Gabeira não aparece. A resposta é que não foi nada de pessoal, mas uma opção natural, já que a participação do Gabeira foi irrelevante no episódio, o que alguns dos ex-guerrilheiros presentes confirmam.

O bico é maior que a pessoa.

"mentiras que parecem verdades"


no mundo andamos, engolimos coisas prontas, muitas vezes, nem ousamos apreciar a nossa singularidade. a impressão que tenho é de que não existem as verdades a não ser aquelas simuladas nas mentiras.

Tânia Marques 10 de julho de 2010

Diferenças entre a juventude PT e PSDB

A juventude PT está nas ruas, a do PSDB nas confortáveis moradas.
A juventude PT é povo, enquanto a outra é “elite”.
A juventude PT é engajada, a Psdbista conformada.
A juventude PT se preocupa com os problemas do Brasil. A direita, limita-se a resolver apenas os seus.
A juventude PT questiona, a do PSDB se cala.
A juventude PT respeita os direitos e escolhas dos outros, a Psdbsita critica.
A juventude PT é democratica, a Psdbista autoritária.
A juventude PT acompanha política nos 365 dias do ano, a Psdbista só em ano eleitoral
A juventude PT tem argumentos para discutir política, a Psdbista fica sempre na superficialidade.
A juventude PT não é manipulada pela mídia, a Psdbista vive das factóides midiáticas.
A juventude PT, quando estoura algum escândalo político, vai às ruas, a Psdbista apenas resmunga nos cantos da casa.
A juventude PT é coragem, a Psdbista corvade.
A juventude PT não vota no candidato da direita porque as proposta políticas não são boas para o Brasil.
A juventude PT tem história, a Psdbsita estórias.
A juventude PT não vive falando das plásticas, rugas, peso, ou ainda, das roupas do candidato da oposição, porque isso não é importante na política.
A juventude PT lutou pelas Diretas Já, pelos direitos dos trabalhadores e continua lutando para a construção de um país melhor. A Psdbista luta para voltar ao poder e manter sua política de privatizações e desigualdades.
A juventude PT faz oposição, a Psdbista fica apenas na lamentação.
A juventude PT existe, já a Psdbsita…
docomtextolivre





Serra e Alckmin deixaram o PCC crescer. Agora o PCC expande para a Bolívia.


O PCC foi criado e cresceu DENTRO dos presídios paulistas, debaixo do nariz dos governos demo-tucanos de Geraldo Alckmin e José Serra.

A desastrosa política de segurança pública tucana no estado de São Paulo, fez o PCC crescer e estender seus tentáculos para outros estados do Brasil inteiro. Agora aparece em países vizinhos, como no Paraguai e na Bolívia.

O jornal boliviano La Razón, noticia o que a imprensa demo-tucana daqui não tem coragem de dizer: o vice-ministro de Defesa Social da Bolívia, Felipe Cáceres, disse que o PCC, de São Paulo, o Comando Vermelho (CV), do Rio, e o cartel mexicano Zeta estão agindo em sociedade. O PCC expandiu seus "negócios" de São Paulo e invade a Bolívia. Em São Paulo levanta o dinheiro vendendo crack e cocaína, no estado e para o resto do Brasil. Com o poder econômico do dinheiro, financia o tráfico indo "produzir", e buscar a "matéria prima", corrompendo os países vizinhos pobres, como Bolívia e Paraguai.

O CV no Rio de Janeiro está sofrendo baixas, uma após a outra, com a política de UPP's (Unidades de Polícia Pacificadora). Já em São Paulo, não se tem notícia de que o PCC esteja perdendo terreno, muito pelo contrário.

Não dá para José Serra simplesmente culpar o governo da Bolívia como se os governos tucanos de São Paulo nada tivesse a ver com isso. A cúpula do DENARC (departamento de narcóticos), nos governos Serra e Alckmin foram um covil de corrupção, onde mega-traficantes ficaram soltos mediante propina, e continuavam traficando à vontade, como prova a reportagem no vídeo abaixo:



Assim como foi preciso a Polícia Federal intervir para prender o traficante Abadia, que agia livre em São Paulo com a cumplicidade do DENARC, de novo é a Polícia Federal quem está tendo que consertar a lambança da expansão do PCC, devido à negligência de Serra e Alckmin, quando foram governadores.
dosamigosdopresidentelula

O candidato do contra

Numa campanha eleitoral os candidatos costumam ser afirmativos, ou seja, geralmente fazem propostas, promessas ou seja lá o que for preciso, para conquistar o voto.
Nesta, porém, ocorre um fato raro: um dos principais presidenciáveis, o tucano-pefelista José Serra, desenvolve a campanha do contra.
Em pouquíssimas ocasiões ele deixa de se manifestar contra alguma coisa.
Não se sabe se a tática foi pensada pelo seu comitê de campanha ou se sai mesmo de sua cabeça genial.
O fato é que Serra vai se impondo como o sujeito do contra. Até agora, ele já se revelou contra:
1) a Argentina;
2) a Bolívia;
3) o Mercosul;
4) as centrais sindicais;
5) baixar o preço dos pedágios;
6) Heródoto Barbeiro;
7) a TV Brasil;
8) jornalistas em geral;
9) a exploração da camada do pré-sal;
10) o trem-bala;
11) a contratação de servidores públicos;
12) o Banco Central independente;
13) Lula;
14) Dilma;
15) o tró-ló-ló petista;
16) o PT;
17) a usina de Belo Monte;
18) as pesquisas eleitorais desfavoráveis;
19) o Irã;
20) Cuba;
21) o aumento do salário dos professores;
22) o aumento do salário dos policiais;
23) FHC;
24) Yeda Crusius;
25) o MST;
26) o PAC;
27) trabalhar em equipe;
28) acordar cedo;
29) trocar a cor da camisa;
30) ser educado, simpático ou agradável.
Claro que a lista dos contras não para por aí. Seria tedioso estendê-la. O certo é que até as eleições ela deverá ser muito ampliada.
docomtextolivre


Dilma defende ampla parceria para o combate ao tráfico de drogas

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, defendeu hoje (16),durante entrevista hoje à rádio Banda B, de Curitiba (PR), a necessidade de se construir uma parceria ampla, entre União, estados e municípios, para reforçar o policiamento de fronteiras a fim de combater o tráfico de drogas e de contrabando nas fronteiras.

“Nós estamos, e eu vou intensificar isso muito mais, através da operação Sentinela, construindo uma parceria entre Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Forças Armadas, todos os contingentes da Polícia Civil e militar, e os municípios envolvidos e de fronteira”, disse Dilma.

Ela destacou a utilização do Veículo Aéreo Não Tripulado (Vant), um equipamento militar, que será utilizado pela primeira vez, especialmente em Foz de Iguaçu, na região da Tríplice Fronteira, capaz de identificar áreas plantadas com coca, rotas de tráfico e laboratórios ilegais. Uma medida, segundo ela, essencial para intensificar o combate às drogas, principalmente ao crack, com alto índice de consumo entre adolescentes e jovens. “E, portanto, intensificar de forma rigorosa a repressão a toda e qualquer ação do crime organizado, nessa fronteira, é crucial”.

Escolas técnicas
Durante a entrevista, Dilma falou da importância da expansão da rede de escolas técnicas no Brasil, para atender à demanda do mercado de trabalho por mão de obra qualificada. Ela contabiliza que, desde 2003, início do atual governo até o final desde ano, serão 214 escolas profissionalizantes. Escolas que vão contribuir para garantir a capacitação profissional, disse Dilma.

Em sua avaliação, outro aspecto importante é observar a vocação de cada região e oferecer a formação técnica adequada à demanda daquele mercado. “Tem regiões, por exemplo, onde o agronegócio, a agroindústria tem maior peso. Então, você teria de ter aí maior profissionalização dirigida para essa área do agronegócio ou da agricultura familiar, possibilitando que as pessoas tivessem formação técnica especializada”, disse.

Emprego em alta
Dilma comemorou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem, de criação, em seis meses, de 1,47 milhão de empregos, o melhor resultado do País em 20 anos.

“Para se ter uma idéia, a maior quantidade de emprego que ocorreu no período do governo Fernando Henrique, foi 1,49 milhão. Isso em um ano. Deles é um ano. Nós, em menos, em seis meses, criamos a mesma coisa. Praticamente a mesma coisa. Então, o Brasil mudou”, destacou.

“Eles [a oposição], quando puderam fazer mais, já que estavam no governo, fizeram menos. E detestam essa comparação de quem fez o que. Eu sou um produto de um esforço imenso de um governo, eu sou produto disso”, disse.
http://www.dilma13.com.br/

Com certeza não são os filhos do dono da globo de Florianópolis que vão dizer como educar filhos nem o PIG infâme






Quem vai controlar os estupradores de menores e os horários dos trens?


O editorial de Zero Hora é uma cusparada para cima

A mídia oligárquica, como sempre, está distorcendo o debate sobre os limites na educação infantil. Toma ao pé da letra, de forma reduzida, uma questão mais abrangente. A intenção é criar um falso debate com o objetivo de alvejar o lulismo com a pecha moral do autoritarismo - tudo o que o lulismo jamais foi.

O governo Lula ao propor punição a quem comete violência contra as crianças, de resto, na maioria dos casos contra os próprios filhos, está cumprindo tratados internacionais que o País assinou recentemente. Mais que isso: cria mecanismos particulares de punição para os que espancam crianças, sejam pais, cuidadores, parentes próximos ou estranhos.

O principal editorial de Zero Hora de hoje é um ranço só contra a medida (correta) do lulismo. Reclama, em nome de uma ultraliberalidade que roça a irresponsabilidade com a educação infantil, que se trata de "uma ingerência indevida do Estado na vida das pessoas".

O editorialista de ZH talvez não saiba, ou esqueceu, que o Estado é a instituição responsável pela organização e pelo controle social. Max Weber, que frise-se, nunca foi marxista, vai mais além, ao garantir que o Estado detém, de forma soberana e irrenunciável, o monopólio da violência legítima e da coerção legal.

Isso significa que a ninguém é dado - nem a jogador de futebol, nem a filhinho de papai executivo de um grupo midiático - o direito de matar a namorada e jogar os restos mortais como repasto a cães famintos, ou de violentar menor usando o celular blueberry ao invés do flácido e inútil pênis. O jogador que alimenta os cães com a carne da namorada, o filho do executivo que - impotente - enfia gadgets sem consentimento na amiga pré-adolescente, o pai que espanca o filho, todos, sem execeção, devem ser punidos no modo previsto em lei e sob a custódia do Estado soberano e seus agentes. Onde está configurado o "viés autoritário e intervencionista do governo na vida das pessoas" como cacareja o editorial do diário da Azenha?

Estado, conceitualmente, é isso e para isso. Ou quem sabe a RBS prefere o anarquismo, que propugna a eliminação completa do Estado? Resta saber, quem controlaria o horário dos trens, como indagou um dia Lênin em debate com os partidários do velho anarquista Piotr Kropotkin (foto ao lado). Quem controlaria os estupradores, mesmo os impotentes, indagamos nós?

Assim, o editorial de ZH é uma cusparada para cima. Não fosse o Estado, a sede do jornal Zero Hora, sito na avenida Ipiranga esquina com Érico Veríssimo, já teria sido empastelado inúmeras vezes, quiça incendiado pela turbamulta ensandecida - politizada ou não.

Coisas da vida.
dodiariogauche