














GilsonSampaio
Silogismo é um exercício de lógica, uma argumentação baseada em duas premissas que induzem a uma conclusão por dedução.
Ex.: A direita raivosa é golpista. A midiazinha sem-vergonha é parte da direita raivosa. Logo, a midiazinha sem-vergonha é golpista.
Podem ser usadas para o bem e para o mal, pelos bons e pelos maus.
Zé Pedágio, Índio e a tribo midiática sem-vergonha estão usando a técnica para atacar de forma mentirosa a candidatura de Dilma Rousseff.
Usando o mesmo artifício da direita raivosa, proponho brincar com os silogismos.
Exercitem seus cérebros e contribuam.
Silogismo é um exercício só para inteligentes. Você se exercitou e deixou um ou mais silogismos nos comentários. Logo, você é inteligente. (he he he he he )
Como incentivo, apresento minha contribuição, uns são tão canalhas como os que Zé Pedágio e Índio espalham pela midiazinha sem-vergoinha, outros, não.
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Democratas é o partido mais corrupto do Brasil. Serra fez aliança com os Democratas. Logo, Serra é corrupto.
FHC quis vender o país. Serra, por duas vezes, foi ministro de FHC. Logo, Serra quer vender o país.
Quem se apropria da idéia dos outros é desonesto. Serra se apropriou do FAT, dos genéricos e dos remédios para AIDS. Logo, Serra é desonesto.
Maconha é uma droga. FHC defende a descriminalização. Logo, FHC é maconheiro.
Todo mentiroso não cumpre com os compromissos assumidos. Serra assinou compromisso de não renunciar à prefeitura de SP e renunciou. Logo, Serra é mentiroso.





Emir Sader, em seu BlogueTem gente que não gosta do Brasil. “O problema do Brasil é que já foi descoberto por estrangeiros”, dizia um parlamentar da ditadura, pilhado pelo Febeapá do Stanislaw Ponte Preta. O avô de um coordenador da campanha do candidato tucano-demista, Juracy Magalhães, primeiro Ministro de Relações Exteriores da ditadura, disse: “O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil”. Collor gostava de denegrir a indústria brasileira, FHC de dizer que os brasileiros são “preguiçosos”.
No dia em que se decidia a sede das Olimpíadas de 2016, nenhum jornal brasileiro dava destaque ao tema, certamente já tinham seus editoriais prontos para alegar que o governo tinha gasto muito dinheiro para fazer dossiês, promover viagens e que não tinha sido parada para a Chicago de Obama ou para Madri ou Tóquio. No dia seguinte, tinham cadernos especiais dizendo que o Brasil tinha ganho – sem destaques para o desempenho do Lula – e que eram a favor desde o começo.
Tendo perdido essa parada, os corvos não cansam de abastecer os inimigos externos do Brasil sobre o Campeonato Mundial de Futebol de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Se somam cotidianamente à campanha das entidades internacionais, cujos burocratas tem a função de atazanar os países da periferia do sistema de que seriam incapazes de promover eventos globais como esses. Fizeram isso o tempo todo com a Grécia e as Olimpíadas ali foram um sucesso. Criaram um clima de que o Campeonato Mundial de Futebol na África do Sul seria um desastre e tudo correu muito bem. Agora se volta, como corvos, para o Brasil. Serão 4 ou 6 anos de atazanamento. Depois de nos livrar-nos das missões do FMI, agora teremos os burocratas da FIFA e do COI “controlando” as obras.
Contam com a imprensa quinta coluna brasileira e suas denúncias preventivas sobre má utilização dos recursos, corrupção, atrasos, elefantes brancos que seriam construídos e não utilizados e até mesmo sua repentina preocupação com a miséria brasileira, que deveria primeiro ser superada, para só depois podermos organizar atividades dessa importância. A Federação Inglesa de Futebol já afirmou que está disponível para organizar o Campeonato de 2014, caso confirmassem as previsões agoureiras dos corvos de plantão por aqui.
Incomoda aos corvos, a auto-estima brasileira, como incomodava a alegria dos africanos durante a Copa. Incomoda que um presidente nordestino, torcedor de futebol, tenha passado pra trás seu ídolo querido, o presidente dos EUA e sua elegante senhora, que chegaram no ultimo momento ao local da decisão das Olimpíadas, acreditando que com seu charme e sua prepotência, levariam para sua cidade os Jogos.
Perderam eles lá e os corvos aqui. Perderão nas eleições deste ano e o Brasil organizará, como disse Lula, os jogos mais inesquecíveis da história do esporte, com um povo alegre e solidário.
Postado por Emir Sader
doestadoanarquista





Funciona assim o cilojismo do jenio (revisor, por favor, deixe-me em paz !):
O PT se ligou nas Farc.
As Farc se ligam no narcotráfico.
Logo, o PT está no narcotráfico.
Serra aderiu ao terror dos DEMOS.
O jenio caiu no colo da extrema direita do espectro político brasileiro.
É um velho truque.
Segundo a Folha (*), na pág. A4, “o PSDB já utilizou essa acusação na eleição de 2002” (quando Lula deu uma surra no Serra por 61% a 39%).
Da mesma forma, na eleição de 2002, o jenio ameaçou: o Brasil vai se tornar uma Argentina.
E levou a Regina Duarte para ter medo no horário eleitoral.
O jenio não é FHC.
Não é Lula.
Não produziu nessa campanha uma única idéia que preste.
Ele aparentemente não é nada.
Mas, não existe o “nada”.
Clique aqui para ler “A loucura do Serra tem uma lógica”.
Por isso, ele caiu no leito mais acolhedor: o dos DEMOS.
A novidade é que o jenio agora usa esse vice de marionete.
Mas, vai ser difícil continuar a usar esse vice de porta-voz.
Quem o leva a sério ?
Com certeza, o jenio continuará a se valer da verdadeira oposição: o PiG (**).
O PiG fala por ele.
Como diz o Gilson Caroni, no Vermelho: o Serra quer criar uma ditadura mediática.
A Veja fala por ele, há muito tempo.
O Conversa Afiada já demonstrou que o Serra é o Eleito da Veja, porque é “a elite da elite”.
Está no livro – excelente – de Carla Luciana Silva – clique aqui para ler o post que tratou dela.
A Veja, a última flor do Fáscio, foi quem levantou a bola da “ligação” do Lula com as Farc.
Uma pergunta sobre a ligação do Lula com as Farc foi motivo de uma das poucas explosões do Lula com um entrevistador.
Boris Casoy, que trava reveladora polêmica com garis, foi o autor da pergunta.
Serra é o Boris revisitado.
E a Veja faz o papel sujo para o Serra.
Que o vice agora tenta acompanhar, como uma paródia de programa de calouros.
Onde foi parar o jenio, o “economista competente”, o mais “consistente” ?
Onde foi parar o “criador” dos genéricos ?
Clique aqui para ler o que a Dilma disse do Jamil Haddad, verdadeiro pai dos genéricos, e a tentativa do Serra de surripiá-lo.
O jenio também criou o programa antiaids do Jatene.
O FAT do Jorge Uequed.
Será que ele sempre esteve lá, na extrema direita, e o Jango não sabia ?
O Ciro é quem sabe do Serra: o Serra não tem escrúpulos; se preciso for, passa com um trator por cima da mãe.
Paulo Henrique Amorim
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
doconversaafiada











Cena do vídeo que provocou o afastamento das delegadas mineiras
Durante a exibição da reportagem, a Globo, a todo momento, reafirmava que se tratava de um "material exclusivo", só não revelou que foi a própria polícia mineira quem repassou as fitas à emissora. Não se sabe, até agora, se houve alguma negociação financeira em troca desta exclusividade.
O chefe de Polícia Civil, Marco Antonio Monteiro, designou o delegado Edson Moreira, que já participava do caso Bruno, para presidir o inquérito. A Corregedoria da Polícia Civil investigará o vazamento do vídeo, que foi filmado em um avião da polícia mineira. A delegada Alessandra Wilke foi a chefe da operação de transferência e acompanhou os suspeitos no voo.
O advogado Ércio Quaresma Firpe, que representa Bruno, classificou de ilícito o vídeo obtido pela TV Globo. “Prova ilícita eu não discuto”, afirmou Quaresma. O advogado disse ainda, em tom irônico, que ficou muito "satisfeito" em saber que a “Globo está patrocinando o avião da Polícia Civil de MG e feliz de saber que tem alguém na folha de pagamento na Polícia Civil”.
O advogado disse ainda que todas as informações sobre o vídeo já são conhecidas. "São nove passageiros, dois tripulantes, um assessor da Polícia Civil e duas autoridades policiais. Sobram quatro agentes. Eles serão identificados e a polícia vai tomar as providências."
A Secretaria de Estado de Defesa Social de Minas Gerais, administrada pelo PSDB, não se pronunciou sobre o caso.
As imagens foram captadas durante a viagem do jogador do Rio de Janeiro a Belo Horizonte, em um avião da Polícia Civil mineira. Horas depois de pousar, Bruno e Macarrão foram instruídos por sua defesa a não dar mais declarações.





Herman Daly
Quando o economista Herman Daly foi contratado para trabalhar na área de meio ambiente do Banco Mundial, no final dos anos 80, a escolha surpreendeu quem o conhecia. Desde o início da carreira, Daly defendeu ideias tidas como, no mínimo, exóticas pela maioria de seus colegas de profissão. Para ele, era fundamental entender a relação da economia com o mundo físico e com a ecologia, o que não parecia caber em uma instituição tão tradicional como o banco.
Parte de suas ideias surgiu do contado de Daly com o professor Nicholas Georgescu-Roegen, o primeiro economista a dizer que a economia não poderia ser vista como um sistema isolado e deveria absorver conceitos da física no seu estudo. Vivendo em um mundo de alto crescimento e baixa preocupação ecológica, ao apresentar suas teses Georgescu-Roegen passou de economista brilhante a profissional esotérico. Acabou a vida isolado e ressentido.
Daly, porém, deu mais sorte. Apesar de visto com desconfiança por muitos colegas, ele desenvolveu seu trabalho em um período em que as questões ambientais tornaram-se muito mais relevantes do ponto de vista intelectual e político. Como resultado, virou o pai da economia ecológica, uma linha de estudo econômico que com o tempo tem ganhado cada vez mais espaço e respeito. Daly ficou seis anos no Banco Mundial e, depois, retomou a carreira acadêmica. Hoje é professor da Universidade de Maryland, em Washington. Nesta entrevista, concedida por telefone, o economista fala de suas ideias e propostas econômicas incomuns.




E ssERRA Diz Que Entende de Segurança!!