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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

sexta-feira, dezembro 16, 2011

Oscar Niemeyer: 104 anos

 Parabéns Camarada Oscar 
Embora repita com frequência que "ter mais de 100 anos é uma merda", Niemeyer já recebeu um presente de aniversário: una escultura denominada "Laura", criação do caricaturista Lan e esculpida em bronze pelo artista Marcos André.
Nascido no dia 15 de dezembro de 1907 no Rio de Janeiro, o arquiteto - (ateu e comunista de carteirinha) - concebeu mais de 600 projetos arquitetônicos em todo o mundo. Ainda dirige vários, como a renovação do Sambódromo no Rio de Janeiro, adaptando-o aos Jogos Olímpicos de 2016 na cidade.
Em agosto passado, Niemeyer, que revolucionou a arquitetura moderna com curvas sensuais inspiradas, segundo ele, "no corpo da mulher brasileira", disse à imprensa que ainda há coisas que gostaria de fazer, como um "belo projeto para Copacabana".
"Uma vez me perguntaram o que pensava da vida. Respondi: enquanto houver uma mulher perto, que aconteça o que acontecer!", brincou Niemeyer, também autor da letra do samba "Tranquilo com a vida", uma canção otimista sobre um morador de uma favela que tem a esperança de um futuro mais justo.
*comtextolivre

Charge do Dia

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A CPI que a Globo esconde

FHC sem moral para falar de Amaury porque é réu por fraude na Privataria Tucana

O ex-presidente FHC tenta desqualificar o autor do livro "A Privataria Tucana", o premiado jornalista Amaury Ribeiro Jr., dizendo que ele é indiciado por quebra de sigilo (*). FHC acha que com isso desestimularia os outros a lerem o livro.
Mas o autor do livro não recorre só ao gogó para contar as roubalheiras na privataria de FHC e Serra, ele usa farta documentação que pode ser facilmente confirmada a autenticidade.
Além disso, se qualquer indiciamento fosse critério para desqualificar uma pessoa, o que dizer do próprio FHC que é réu por fraude no edital de licitação na privataria da Vale? (quem é réu, ainda nao é culpado, mas está numa fase posterior ao indiciamento, quando um juiz já aceitou a denúncia, abrindo processo, por considerá-la suficientemente fundamentada para ir a julgamento).
Conforme já cansamos de escrever aqui, desde agosto de 2007, e que pode ser conferido no Tribunal Regional Federal da Primeira Região, ...
O "sumiço" de 9,688 bilhões de toneladas em reservas de minério de ferro:
Em maio de 1995, a Vale informou oficialmente à Securities and Exchange Commission - SEC, órgão responsável pela fiscalização do mercado de ações norte-americano - que suas reservas de minério de ferro nas minas do Sistema Sul, todas localizadas em Minas Gerais, totalizavam 7,918 bilhões de toneladas.
No edital de venda da empresa (item 6.5.1), o Sistema Sul aparece com apenas 1,4 bilhão de toneladas, ou seja, 6,518 bilhões de toneladas a menos (e o tucano Aécio Neves ainda defende essa patranha contra o Estado de Minas Gerais).
A Vale informou à SEC que as reservas minerais do complexo de Carajás, situado no Pará, eram de 4,970 bilhões de toneladas. No edital, as reservas de Carajás foram estimadas em 1,8 bilhão de toneladas - 3,170 bilhões de toneladas a menos.
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(*) Ao contrário de FHC que quer abafar o assunto que lhe atinge, o próprio Amaury não foge do assunto e conta a história deste indiciamento em seu livro.
Zé Augusto
*Amigos do Presidente Lula

“Briberization”? No livro do AmauryJr tem a explicação do termo por Joseph Stiglitz – Prêmio Nobel de Economia


O texto abaixo se encontra entre páginas de 38 a 40 do livro Privataria Tucana, de AmauryJr, editado por Luiz Fernando Imediato pela Geração Editorial.
Uma pequena amostra do que foi o maior assalto ao patrimônio de todo o povo brasileiro, um autêntico crime de lesa-pátria.
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Antes, porém, as estatais e seus servidores passaram a ser perseguido re linchados diariamente nas manchetes. O Estado passou a ser o Grande Satã, semeando -se uma ira santa contra sua presença na economia e um fogo constante dirigido aos seus serviços. Seus erros foram escancarados e seus acertos, subtraídos. Era preciso preparar o clima para vender as estatais, fossem quais fossem. As pessoas precisavam entender que leiloar patrimônio público “seria um benefício” para todos. O Estado reduziria suas dívidas interna e externa e receberia um aporte de dólares que permitiria que se dedicasse somente à saúde, à educação e a um ou outro setor. E todos se livrariam daqueles trastes que não se sabia, afinal por que ainda continuavam existindo.
Na prática, a teoria acabou sendo outra. O torra -torra das estatais não capitalizou o Estado, ao contrário, as dívidas interna e externa aumentaram, porque o governo engoliu o débito das estatais leiloadas — para torná -las mais palatáveis aos compradores — e ainda as multinacionais não trouxeram capital próprio para o Brasil. Em vez disso, contraíram empréstimos no exterior e, assim, fizeram crescer a dívida externa. Para agravar o quadro, os cofres nacionais financiaram a aquisição das estatais e aceitaram moedas podres, títulos públicos adquiridos por metade do valor de face, na negociação.
Alguns cases clássicos do processo ajudam a esclarecer o que se passou. Na privatização da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) dos R$ 1,05 bilhão pagos pela maior siderúrgica da América Latina e marco da industrialização nacional no pós -guerra, R$ 1 bilhão era formado de moedas podres. Nos cofres públicos só ingressaram, de verdade, R$ 38 milhões... E, como se o incrível habitasse o inacreditável, as moedas podres foram leiloadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES. Nesta matrioshka, na qual as aberrações brotam uma do interior da outra, o BNDES ainda financiou a aquisição das moedas podres com prazo de 12 anos para pagá -las.
Na privatização da Ferrovia Paulista S.A. (Fepasa), o governo de São Paulo, sob o PSDB de Mário Covas, demitiu dez mil funcionários e assumiu a responsabilidade pelos 50 mil aposentados da ferrovia!
No Rio, o também tucano Marcelo Alencar realizou proeza maior: vendeu o Banerj para o Itaú por R$ 330 milhões, mas antes da privatização demitiu 6,2 mil dos 12 mil funcionários do banco estadual. Como precisava pagar indenizações, aposentadorias e o plano de pensões dos servidores, pegou um empréstimo de R$ 3,3 bilhões, ou seja, dez vezes superior ao que apurou no leilão. Na verdade, 20 vezes superior, porque o Rio só recebeu R$ 165 milhões, isto porque aceitou moedas podres, com metade do valor de face.
A temporada de bondades com dinheiro público ultrapassou os preços baixos, os financiamentos, as prestações em 12 anos e as moedas podres. Nos anos que antecederam a transferência das estatais para o controle privado, suas tarifas sofreram uma sequência de reajustes para que as empresas privatizadas não tivessem “de enfrentar o risco de protesto e indignação do consumidor”.
No caso das tarifas telefônicas, aumentos de até 500% a partir de 1995 e, no caso da energia elétrica, de 150%. Tais custos ficaram com o Estado e o cidadão. Mas a cereja do bolo foram os empréstimos do BNDES. Quem adquiria uma estatal imediatamente se habilitava a contratar financiamentos oficiais com juros abaixo dos patamares do mercado. Comprada com moedas podres, a CSN foi contemplada com R$ 1,1 bilhão. E a Light, onde Serra bateu seu martelo, ganhou R$ 730 milhões. O resultado de tudo isso é que, em dezembro de 1998, quando já haviam sido leiloadas grandes empresas como a Vale, Embraer, Usiminas, Copesul, CSN, Light, Acesita e as ferrovias, havia um descompasso entre expectativa e realidade. Enquanto o governo FHC afirmava ter arrecadado R$ 85,2 bilhões no processo, o jornalista econômico Aloysio Biondi publicava no seu best ‑seller O Brasil Privatizado que o país pagara para vender suas estatais. Este pagamento atingira R$ 87,6 bilhões, portanto R$ 2,4 bilhões a mais do que recebera. Reunindo sete itens que conseguiu calcular — vendas a prazo com dinheiro já contabilizado, mas fora dos cofres públicos; dívidas absorvidas; juros de 15% sobre dívidas assumidas; investimento nas estatais antes do leilão; juros sobre tais investimentos; uso de moedas podres e mais R$ 1,7 bilhão deixados nos cofres das estatais privatizadas — Biondi chegou ao seu valor. Mais cinco itens, entre eles custo de demissões e compromissos com fundos de pensão, considerados incalculáveis, não integram a coluna das despesas.
Por tudo isso, não foi graciosamente que o Prêmio Nobel de Economia (2001) Joseph Stiglitz cunhou um neologismo ácido ao definir a onda privatista que avassalou as economias do Terceiro Mundo. Ex -economista chefe do Banco Mundial, Stiglitz interpreta o que ocorreu como “briberization” e não “privatization”, sendo que “bribery” constitui -se crime e significa “oferecer, dar, receber ou solicitar qualquer bem ou valor para influenciar as decisões de funcionário público ou outra pessoa em cargo de confiança”. A raiz da palavra, bribe, é discutível, mas vincula -se à “coisa roubada” desde o século 14, sendo percebida como “jargão de ladrões” e, com a acepção de favores adquiridos por meio de corrupção desde 1530.De forma mais clara, o que houve no Brasil não foi privatização mas “propinização”. A versão local da práxis foi batizada como privataria pelo jornalista Elio Gaspari, ao casar, com felicidade, os vocábulos “privatização” e “pirataria”.
*GilsonSampaio

SERRA CUMPRIRÁ PENA EM CELA COMUM

Se o ministro Gilmar Mendes não interferir no processo, o morto-vivo Zé Chirico, candidato à presidência da república derrotado por Lula e Dilma,  deverá puxar a cana a que será condenado dividindo "espaço" com vários coleguinhas e correligionários. 

Baseados nas bandalheiras apresentadas pelo livro A Privataria Tucana, renomados criminalistas consultados por este Cloaca News estimaram que Serra pode pegar uma condenação cumulativa superior a 50 anos de xilindró, em regime fechado. A privação da liberdade, nesse caso, não seria a pior notícia para o tucano. Por não possuir diploma de graduação em curso superior reconhecido no Brasil, Serra não poderá desfrutar o "benefício" da cela especial. Se tivesse concluído o curso de Engenharia na Escola Politécnica da USP, quem sabe. Mas, como ele mesmo já declarou, "não deu pra terminar". Serra não é engenheiro, apesar de já ter mentido a esse respeito em uma audiência no Senado. Serra também não é economista, uma vez que, até hoje, nenhum Corecon do país tenha encontrado sua ficha. A bem da verdade, alguns Conselhos Regionais de Economia já tentaram denunciá-lo por falsidade ideológica, contravenção que lhe renderia mais três meses tomando café de canequinha. O único alento para o ex-governador e ex-prefeito é que, em troca de alguns pacotes de cigarros, ele poderá  gozar de visitas íntimas. Com direito a cortininha, claro.
*Gilsonsampaio

Igreja católica se desculpa por casos de pedofilia na Holanda



Os bispos holandeses afirmaram nesta sexta-feira que lamentam e pedem desculpas sinceras às vítimas de abusos sexuais cometidos por membros do clero, depois da publicação de um relatório que assinala milhares de vítimas desse crime.
"Lamentamos os abusos", indicaram os bispos em um comunicado. "Compadecemo-nos das vítimas e apresentamos a elas nossas sinceras desculpas", acrescentaram.
Milhares de menores foram abusados sexualmente na Igreja católica holandesa entre 1945 e 2010, e 800 supostos autores foram identificados, afirmou nesta sexta-feira uma comissão investigadora independente ao apresentar seu informe final.
"Várias dezenas de milhares de menores enfrentaram formas leves, graves ou muito graves de condutas sexuais que ultrapassavam os limites entre 1945 e 2010 na Igreja católica holandesa", indicou um comunicado da comissão, cuja investigação teve início no dia 24 de agosto.
"Sobre a base de 1.795 casos, a comissão pôde encontrar os nomes de 800 autores de abusos sexuais que trabalham ou trabalharam para os arcebispados", indicou o informe da comissão.
"Destas 800 pessoas, ao menos 105 continuam vivas", acrescentou o informe.
"O problema dos abusos sexuais era conhecido pelas ordens (religiosas) e pelas dioceses da Igreja católica holandesa", indicou o informe da comissão.
"Mas não foram realizadas ações adequadas" para impedir isso, acrescentou o informe da comissão Deetman.
A comissão Deetman, presidida pelo ex-ministro Wim Deetman, também é integrada por um juiz, um psicólogo e três professores universitários.
No dia 9 de março de 2010, a conferência episcopal holandesa havia expressado seu desejo de que fosse realizada uma investigação "ampla, externa e independente" sobre os abusos sexuais cometidos por membros do clero.


Papa Bento XVI é denunciado ao tribunal de Haia por vítimas de pedofilia

Vítimas de padres pedófilos denunciam autoridade máxima da Igreja Católica em tribunal internacional por acobertar crimes sexuais contra crianças de todo o mundo
Uma associação norte-americana de vítimas de padres pedófilos anunciou nesta terça-feira (13) ter apresentado queixa ante o Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o papa Bento XVI e outros dirigentes da Igreja Católica por crimes contra a humanidade.
Os dirigentes da associação SNAP, orientados pelos advogados da ONG norte-americana "Centro para Direitos Constitucionais", entraram com uma ação para que o papa seja julgado por "responsabilidade direta e superior por crimes contra a Humanidade, por estupro e outros casos de violência sexual cometidos em todo o mundo".
A organização acusa o chefe da Igreja Católica de "ter tolerado e ocultado sistematicamente os crimes sexuais contra crianças em todo o mundo".
Além do papa, foram acusados três cardeais que têm ou tiveram responsabilidades de primeiro plano na Cúria: o secretário de Estado e segundo da Santa Sé, o italiano Tarcisio Bertone, seu antecessor Angelo Sodano, também italiano, e o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o estadunidense William Levada, que sucedeu Joseph Ratzinger antes deste ser eleito papa, convertendo-se em Bento XVI.
À queixa acrescentaram 10 mil páginas de documentação de casos de pedofilia. Membros da SNAP provenientes de Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Bélgica, quatro países muito afetados pelo grande escândalo de pedofilia que envolve a Igreja, foram a Haia pedir a abertura desse processo judicial contra o papa e seus assessores "por sua responsabilidade direta como superiores hierárquicos".
"Crimes contra dezenas de milhares de vítimas, a maioria crianças, foram escondidos pelos líderes nos mais altos níveis do Vaticano. Neste caso, todos os caminhos levam a Roma", declarou a advogada do grupo, Pamela Spees.
Os bispos e, em alguns casos, o próprio Vaticano rejeitaram ou ignoraram muitas das queixas das vítimas de padres pedófilos. O escândalo desacreditou a Igreja em vários países na Europa.
O papa Bento XVI expressou sua vergonha e pediu desculpas, apelando para a tolerância zero contra os pedófilos. Ele também pediu aos bispos do mundo, que têm a responsabilidade primária sobre seus sacerdotes, a plena cooperação com os tribunais criminais.
A SNAP não acredita nesse desejo de transparência e justiça, e não moderou suas acusações. Em função disso, a organização iniciou nesta terça-feira (13) uma campanha de informação que levará seus integrantes a Amsterdã, Bruxelas, Berlim, Paris, Viena, Londres, Dublin, Varsóvia, Madri e Roma, onde pretendem "levar a queixa às portas do Vaticano".
*comtextolivre

quinta-feira, dezembro 15, 2011

Amaury fez uma
CPI em seis dias



A revista Carta Capital chegou às bancas com a notícia do livro do Amaury na sexta-feira da semana passada às 20 horas.

Simultaneamente, os primeiros exemplares do livro do Amaury chegavam às livrarias para que a venda começasse no sábado de manhã.

Na segunda-feira, o livro do Amaury vendeu a primeira edição.

A primeira notícia do PIG (*) saiu na Folha (**) nesta quinta-feira.

Nesta quinta-feira, o deputado Protógenes Queiroz conseguiu as assinaturas para criar a CPI da privataria.

Jamais se viu isso antes.

Paulo henrique Amorim

A casa caiu:
Protógenes cria CPI !

Protógenes foi à forra

O deputado federal Protógenes Queiroz, em associação com o deputado Brizola Neto, completou 172 assinaturas e, assim, criou a CPI da Privataria.

Ele precisava de 171.

O 171º foi o deputado Juliano Rabelo, do PSB do Mato Grosso.

Como se diz na bandidagem, a casa caiu !

Antes o Conversa Afiada tinha publicado:


Falta uma assinatura para a CPI da Privataria


O deputado federal Protógenes Queiroz disse a esse ansioso blogueiro que tem 170 assinaturas para instalar a CPI da Privataria.


A casa começa a cair !

Por sugestão do deputado Protógenes Queiroz, a Comissão de Constituição de Justiça da Câmara, a mais importante, vai votar na terça-feira da semana que vem a convocação do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, para traçar um perfil biográfico não-autorizado do clã Cerra.


Paulo Henrique Amorim