Atrás de tudo o que o ser humano faz
existem sua patologia e a da sociedade em que vive, as quais devem ser
conscientizadas para serem controladas. Observa-se atualmente uma grande
decadência mundial, que pode ser percebida pelos seguintes
índices: 1) Ausência ética na vida social; 2) Predomínio do dinheiro
na estrutura social; 3) Ausência de espiritualidade; 4) Domínio do
processo especulativo; 5) Desvalorização da cultura e das artes e 6)
Mediocrização do ser humano. Tanto a estrutura humana como a social
sofreram enorme decadência, por isso a importância fundamental da
conscientização para salvarmos nosso planeta.
*NorbertoKeppe
Páginas
Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista
terça-feira, janeiro 24, 2012
segunda-feira, janeiro 23, 2012
Supremo é acionado para suspender desocupação de Pinheirinho
Fotos
Ação de desocupação mobilizou 2 mil PMs; segundo associação, comandante desobedeceu a Justiça
Foto: Reuters
Comentar14
A Associação Democrática por Moradia e Direitos Sociais de São José dos Campos, a 87 km de São Paulo, entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a suspensão da desocupação de Pinheirinho. A comunidade do município, construída no terreno da massa falida da empresa Selecta, do investidor Naji Nahas, vinha sendo ocupada por 1,6 mil famílias desde 2004 - que foram despejadas pela PM no domingo, após uma batalha de decisões e liminares entre as Justiças paulista e federal.
A desocupação da área teve início na manhã de ontem e, segundo a associação, o comandante da Polícia Militar que estava à frente da operação ignorou uma ordem da Justiça Federal para não desocupar a área. A associação também alega que o comandante da Guarda Municipal não recebeu a ordem para suspender as atividades das mãos do oficial de Justiça que foi entregar o mandado.
A reintegração de posse da área resultou em uma disputa judicial de liminares que passou por varas de primeira instância, pelo Tribunal de Justiça de São Paulo e, finalmente, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que anulou todo o processo por entender que ele tinha irregularidades. Segundo a associação, a decisão do STJ foi comunicada à 6ª Vara Cível de São José dos Campos (SP), mas a juíza titular desconsiderou a informação.
A associação também informou que a União passou a manifestar interesse pela solução do problema e chegou a firmar um termo de compromisso com o governo paulista e com o município de São José dos Campos para regularizar o terreno. Foi assim que o caso foi parar na Justiça Federal, com decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) suspendendo a desocupação. Mesmo assim, no último domingo, a Polícia Militar e a Guarda Municipal iniciaram a ação.
A associação pede que o STF reconheça que a competência de julgar o caso é da Justiça federal, e não da estadual. Alega perigo na demora de uma decisão, observando que não é possível aguardar o fim do recesso do Judiciário para que o STJ julgue recurso definitivo sobre o assunto.
*Terra
Onda de radiação de tempestade solar se aproxima da Terra
23 de janeiro de 2012 • 17h16 • atualizado às 17h39
Segundo o NOAA, a radiação começou a chegar à Terra uma hora após a erupção solar
23 de janeiro de 2012 • 17h16 • atualizado às 17h39
Segundo o NOAA, a radiação começou a chegar à Terra uma hora após a erupção solar
Foto: NOAA/Divulgação
Comentar19
No meio da temporada de tempestades solares mais intensa desde setembro de 2005,os cientistas afirmaram nesta segunda-feira que outra labareda do astro enviará radiações à Terra até a próxima quarta-feira e pode afetar satélites. A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos indicou que seu Centro de Previsões de Clima Espacial, no Colorado, observou a erupção solar no domingo às 14h (de Brasília). A radiação começou a chegar à Terra uma hora mais tarde e continuará até na quarta-feira.
O campo magnético da Terra já está afetado por uma ejeção de massa da coroa solar, após uma erupção ocorrida na superfície do Sol na quinta-feira, 19 de janeiro, segundo os astrônomos. A agência governamental afirmou que a tempestade ganha força e uma onda de radiação se dirige rapidamente à Terra.
"Devido a este fenômeno é quase certo que haverá uma tempestade geomagnética", ressaltou um comunicado da NOAA. "A labareda solar associada alcançou sua máxima altura no dia 23 de janeiro", acrescentou.
Um modelo informático feito pelo Centro de Previsões aponta que esta onda da tempestade terá seu maior efeito no campo magnético da Terra nesta terça-feira. O problema principal desta radiação é a interferência com o funcionamento dos satélites e é um inconveniente em particular para os astronautas no espaço.
*Terra
nota do Chebola:
Tem-se observado terremotos quando acontecem estas radiações Pinheirinho: Juiz ordenou confronto com força policial federal. Não dá pra fingir que está tudo normal
Se
dependesse do despacho de Sartori, poderia ter acontecido ali uma
guerra civil, já que o magistrado deu ordens para que sua decisão fosse
cumprida, "repelindo-se qualquer óbice que venha a surgir no curso da
execução, inclusive a oposição de corporação policial federal". ( Ricardo Kotscho)
*Gilsonsampaio
Não
dá mais para fingir que está ocorrendo processo semelhante ao que deu o
golpe contra Hugo Chavez, na Venezuela. A virulência da máfia
midiática reverberando discursos da direita raivosa representada por
setores da igreja católica, do exército e do judiciário não deixa
qualquer margem para dúvidas quanto a aglutinação e intenção das viúvas
da ditadura.
A ordem de confronto com a polícia federal desse juiz irresponsável é uma declaração de guerra, nem mais, nem menos.
Com
a publicação do Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Jr, e do
re-lançamento do O Brasil Privatizado, de Aloysio Biondi, o
representante das forças mais reacionárias de São Paulo, a tucanalhada
do PSDB, foi jogado na lixeira da história, sem projeto para o país e
divorciado do povo. Daí, não resta outra alternativa para a direita
raivosa se não o golpe. Simples, assim.
Basta de governabilidade sem povo.
Os versos de Brecht caem como uma luva nesta situação:
Primeiro levaram os negrosMas não me importei com issoEu não era negro
Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário
Depois prenderam os miseráveisMas não me importei com issoPorque eu não sou miserávelDepois agarraram uns desempregadosMas como tenho meu empregoTambém não me importeiAgora estão me levandoMas já é tarde.Como eu não me importei com ninguémNinguém se importa comigo.
*mariadapenhaneles Gente também não é Bicho?!?
Assisti, nos telejornais da manhã, várias reportagens sobre as manifestações pelos direitos dos animais, no domingo ensolarado.
Bem, muito bem, porque maus-tratos a animais é sinal de desumanidade.
Mas não vi nenhuma matéria sobre a pesquisa do Dieese que mostra como os garis sofrem discriminações por limparem a sujeira que eu, você e o mais ilustre quatrocentão paulistano fazemos todo dia em nossas cidades. Mais de um quilo por dia cada pessoa, segundo as estatísticas.
Nenhuma, exceto a do repórter Uirá Machado, na Folha, um trabalho que só poderia ser feito com a sensibilidade de um jornalista que os vê como seres humanos.
Infelizmente, Uirá não tem o prestígio público de um Boris Casoy, que desdenha de que possam dizer algo de útil e verdadeiro “do alto de suas vassoras”.
Mas deu gosto ver a profissão exercida com sentido de humanidade, por gente que é capaz de entender o velho poema de Manoel Bandeira:
Mas já vi muito desembargador botando a polícia para correr com pobre de sua humilde casinha, onde não está na rua, feito bicho abandonado.
E não os vi cuidando com o mesmo vigor que criança não viva de bicho abandonado, porque isso ofende uma ordem social civilizada.
Os garis, estes homens que recolhem a nossa irresponsabilidade com o planeta, não são invisíveis, ao contrário do que diz a matéria de Uirá.
Muitos de nós, os graúdos, de mente atilada e sabedoria pedante, é que somos cegos.
*Tijolaço
Bem, muito bem, porque maus-tratos a animais é sinal de desumanidade.
Mas não vi nenhuma matéria sobre a pesquisa do Dieese que mostra como os garis sofrem discriminações por limparem a sujeira que eu, você e o mais ilustre quatrocentão paulistano fazemos todo dia em nossas cidades. Mais de um quilo por dia cada pessoa, segundo as estatísticas.
Nenhuma, exceto a do repórter Uirá Machado, na Folha, um trabalho que só poderia ser feito com a sensibilidade de um jornalista que os vê como seres humanos.
Infelizmente, Uirá não tem o prestígio público de um Boris Casoy, que desdenha de que possam dizer algo de útil e verdadeiro “do alto de suas vassoras”.
Mas deu gosto ver a profissão exercida com sentido de humanidade, por gente que é capaz de entender o velho poema de Manoel Bandeira:
Vi ontem um bicho/Na
imundície do pátio/Catando comida entre os detritos.Quando achava alguma
coisa,Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade.O bicho não
era um cão,Não era um gato, Não era um rato.O bicho, meu Deus, era um
homem.
Nunca vi um gari matratando um mendigo que lhe espalhasse, em busca
de comida, o lixo que teria de recolher. Uma praguejada, um palavrão,
mas jamais os ouvi pedirem tropa de choque para expulsar os que têm de
tirar do monturo o quase nada para viver.Mas já vi muito desembargador botando a polícia para correr com pobre de sua humilde casinha, onde não está na rua, feito bicho abandonado.
E não os vi cuidando com o mesmo vigor que criança não viva de bicho abandonado, porque isso ofende uma ordem social civilizada.
Os garis, estes homens que recolhem a nossa irresponsabilidade com o planeta, não são invisíveis, ao contrário do que diz a matéria de Uirá.
Muitos de nós, os graúdos, de mente atilada e sabedoria pedante, é que somos cegos.
*Tijolaço
O Tribunal de Justiça e o comandante da PM, o gov. Geraldo Alkmin, não tinham outra saída além de atender Naji Nahas
Via Marques Casara
A Selecta deve 10 milhões só em IPTU atrasado.
O terreno deveria ter sido desapropriado e inscrito no programa
habitacional do governo federal, o Cidade Legal. Esse assunto,
inclusive, seria tema de uma reunião entre o prefeito e o secretário
geral da presidência da república, Gilberto Carvalho, na quinta feira
19.
Naji Nahas: amigos nos Três Poderes
Com
armas de combate e carros blindados, a Polícia Militar de São Paulo
realizou uma operação de guerra em São José dos Campos. Colocou
helicópteros, cães, armamento, escudos, ROTA, tropa de choque, quase
dois mil homens a serviço da “reintegração” da ocupação Pinheirinho.
Em
2004, com mais de 1 milhão de metros quadrados, Pinheirinho era um
terreno abandonado. Começou a ser ocupado por famílias pobres da região
do Vale do Paraíba – entre São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2012, quando
as tropas chegaram, seis mil pessoas viviam no
Pinheirinho. Tornou-se um bairro pobre como qualquer outro, com lojas,
igrejas, esgoto a céu aberto, ruas de terra, biroscas, miséria, casas em
situação precária.
O terreno pertence a Selecta S/A, uma empresa falida controlada por Naji Nahas.
Essa é a informação mais importante até aqui. Logo veremos porque o
Tribunal de Justiça de São Paulo e o comandante da Polícia Militar, o
governador Geraldo Alkmin, não tinham outra saída além de atender Nahas.
Ação entre amigos
Existia
uma negociação avançada para resolver o problema sem o uso da força.
Por conta disso, por duas vezes, o Tribunal Regional Federal (TRF)
cassou a liminar que determinava a reintegração de posse: na sexta feira
e no próprio dia da invasão, domingo.
Nada
disso foi levado em conta. Mesmo no domingo, quando a ordem do TRF foi
enviada diretamente ao comando das operações no Pinheirinho. Quem
recebeu o oficial de justiça foi ninguém menos do que o desembargador Rodrigo Capez, que respondia pela presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).
Capaz
não estava ali para cumprir seu dever cívico ou suas obrigações como
desembargador. Estava ali para dar uma carteirada no oficial de justiça
do TRF. “A ação da Polícia Militar continua”, anunciou o
desembargador. Segundo a Ordem dos Advogados do Brasil, ao fazer isso
Capez rompeu o “pacto federativo”.
Mas quem se importa? O que acontecia ali era algo mais importante: uma ação entre amigos.
Entenda por quê:
O
desembargador Rodrigo Capez é irmão do deputado estadual Fernando
Capez, do PSDB, o mesmo partido do governador Geraldo Alkmin, o mesmo
partido do prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury.
Essas
pessoas são amigas entre si. Frequentam os mesmos jantares, tem os
mesmos financiadores de campanha, são amigos de gente que é muito, mas
muito amiga de Naji Nahas. E todos tem grandes amigos no Tribunal de
Justiça de São Paulo.
Por isso, o prefeito
Eduardo Cury não fez o que deveria ter feito para proteger o seu povo:
desapropriar o terreno e inscrever os moradores em um programa
habitacional.
De fato, o terreno só pertence a Naji Nahas porque o prefeito Eduardo Cury operou o tempo todo a favor do megainvestidor. Pois da massa falida da Selecta, o único credor que ainda falta ser pago é…
…adivinhe?
Sim, o município de São José dos Campos.
A Selecta deve 10 milhões só em IPTU atrasado.
O terreno deveria ter sido desapropriado e inscrito no programa
habitacional do governo federal, o Cidade Legal. Esse assunto,
inclusive, seria tema de uma reunião entre o prefeito e o secretário
geral da presidência da república, Gilberto Carvalho, na quinta feira
19.
Inesperadamente, o prefeito cancelou a
reunião com Carvalho, sem dar motivos. Ele já sabia da invasão e nesse
momento atuava como homem forte a favor de Naji Nahas. Para defender os
interesses do megapicareta, empastelou a negociação com o governo
federal.
Fora isso, a reintegração de posse nunca deveria ter sido emitida. Está baseada em um documento caduco. A história é mais ou menos assim:
A
primeira liminar de reintegração foi emitida pela 18ª Vara de Falências
de São Paulo. Essa liminar foi cassada, pois a Vara da capital não pode
discutir posse de área em outra cidade.
A massa falida então pediu reintegração à 6ª Vara Civil de São José dos Campos, que negou a ação de reintegração.
A
massa falida então recorreu ao TJSP, que agora autoriza, mas não avisa o
juizado de São José, o que caracterizou erro processual.
Por conta do erro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou todo o recurso da massa falida.
Agora pasme:
baseado no recurso que começou na Vara de Falência de São Paulo e foi
anulado pelo STJ, a juíza Márcia Loureiro, de São José dos Campos,
reabriu o processo que culminou com a invasão da PM. Márcia Loureiro é
uma conhecida e ferrenha militante a favor da reintegração de posse, ou
seja, a favor de Naji Nahas.
Essas coisas não
acontecem por acaso. A começar pelo desembargador irmão do deputado, que
faz parte da base de Alkmin, que é do mesmo partido do prefeito, que
opera a favor de Naji Nahas, que é amigo de Daniel Dantas.
Daniel Dantas???
Mas o que uma coisa tem a ver com outra?
Dantas
e Nahas foram sócios em operações criminosas descobertas pela operação
Satiagraha, posteriormente anulada pelo STJ. A dupla, diziam as
investigações, subornava políticos e juízes como quem troca de camisas.
Mas tudo foi extinto, anulado.
Durante as
privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso, Dantas e Nahas,
ganharam rios de dinheiro em esquemas envolvendo estatais. Você sabe,
Fernando Henrique, que é do PSDB, o partido do prefeito, que é o partido
do governador, que é o partido do deputado, que é irmão do
desembargador.
E que são amigos de Nahas e
Dantas, que são amigos de muita, mas muita, mas muita gente que deve
favores a eles, inclusive juízes, desembargadores, políticos…
O
Tribunal de Justiça de São Paulo e o comandante da Polícia Militar, o
governador Geraldo Alkmin, não tinham outra saída além de atender Nahas.
*Gilsonsampaio
Se os conselheiros do Ministério da Fazenda – e os aposentados do Banespa - quiserem saber como o Santander está gastando o dinheiro que economizou
SANTANDER ECONOMIZA EM MULTA BILIONÁRIA NO BRASIL E PAGA PARA EXECUTIVO RESPONSÁVEL PELA AMÉRICA LATINA APOSENTADORIA DE 161 MILHÕES DE REAIS.
Via Mauro Santayana
Se
os conselheiros do Ministério da Fazenda – e os aposentados do Banespa
- quiserem saber como o Santander está gastando o dinheiro que
economizou, depois que foi liberado por unanimidade, no mês de setembro
do ano passado, pelo Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, de
pagar em impostos atrasados cerca de 4 bilhões de reais, basta ler a
matéria do link que publico abaixo. Parte da fortuna foi para o bolso de
Francisco Luzón, o homem do Santander na América Latina, que acaba de
se aposentar “voluntariamente”, com um ano de antecedência, levando para
casa 70 milhões de euros, o equivalente a 175 milhões de reais:
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