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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

terça-feira, março 27, 2012

Enquanto em SP os filhinhos de papai protestam na Paulista: Universidade de Oxford reconhece ‘Enem’ indiano em processo seletivo

A Universidade de Oxford, no Reino Unido, passará a aceitar, em seu processo de admissão, os resultados dos exames realizados por estudantes indianos ao fim do ensino médio – em linhas gerais, o equivalente indiano do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

Wikimedia Commons

Universidade de Oxford, no Reino Unido

De acordo com o jornal acadêmico norte-americano Chronicle of Higher Education, a partir de 2013 vagas em Oxford serão oferecidas, condicionalmente, aos estudantes que obtiverem 90% ou mais de aproveitamento nos exames da Índia, que são administrados por um órgão governamental, a BCSE (Central Board of Secondary Education), e um privado, o CSIE (Council for the Indian School Certificate Examinations). Cada uma dessas organizações aplica seus próprios exames.

Em visita à Índia, o vice-chancellor – principal dirigente executivo – de Oxford, Andrew Hamilton, disse que o objetivo é “atrair os melhores estudantes indianos” para a tradicional universidade britânica. Até agora, os indianos que desejavam vaga em Oxford tinham de se submeter a certificações internacionais para comprovar aptidão acadêmica.

Chronicle nota que a medida anunciada pela instituição inglesa se assemelha à adotada, em fevereiro, pela Universidade de Sydney, na Austrália, que passou a aceitar os resultados de exames chineses na seleção de estudantes.





No OperaMundi

Mercado: Em dez anos, carro blindado vira mico

Se um carro blindado já é, por si só, um produto com alta depreciação, quando ele passa dos dez anos o seu valor despenca

(27-03-12) - É muito difícil estabelecer uma cotação média de preço de carro usado blindado, e quanto mais velho o modelo, maior a dificuldade de formação do preço. No caso do carro blindado com mais de dez anos, então, é impossível estabelecer uma cotação confiável.

O grande número de blindagens feitas no início dos anos 2000 resultou hoje numa frota que está disponível a preços vis, carros totalmente depreciados e sem nenhum padrão de preço, quer dizer: o mesmo modelo é oferecido a preços díspares, mesmo que estejam em estado de conservação semelhante.

Os pesquisadores da Molicar - empresa responsável pela cotação usada nos estudos da Agência AutoInforme - encontraram blindados do mesmo modelo e mesmo ano de fabricação, com uma variação de preço totalmente fora dos padrões. A impossibilidade de estabelecer uma média de preço fez com que a empresa deixasse de cotar os carros blindados com mais de dez anos.

Uma picape Cherokee ano 1998 blindada foi ofertada em São Paulo por R$ 25 mil, enquanto uma outra unidade do mesmo modelo e ano era vendida por R$ 7 mil na mesma cidade. É verdade que os diferentes níveis de blindagem contribuem para a variação de preço, mas num carro com mais de dez anos, caso da Cherokee em questão, a blindagem não é levada em conta na formação do preço. Muitas vezes, por falta de manutenção, a blindagem perde a eficiência e o interesse do comprador de um carro desse tipo é pelo veículo e não pelo equipamento.

Se um carro blindado já é, por si só, um produto com alta depreciação, quando ele passa dos dez anos o seu valor despenca, por várias razões. Em primeiro lugar porque o serviço de blindagem normalmente não está atualizado e nem revisado. Como as peças para blindagem são pesadas, especialmente a parte transparente, isso reduz a vida útil dos componentes, fazendo que o carro blindado tenha uma exigência maior na manutenção.

Outro problema é que a maioria dos consumidores de carro blindado procura o modelo zero quilômetro. O mercado de usados é aquecido, mas se limita a modelos mais novos, com dois, três, quatro anos de uso. Depois disso a depreciação é muito grande e um carro blindado com mais de dez anos vira um verdadeiro mico
*Yahoo

Índios, vítimas da imprensa


Por Dalmo de Abreu Dallari*
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Os índios brasileiros nunca aparecem na grande imprensa com imagem positiva. Quando se publica algo fazendo referência aos índios e às comunidades indígenas o que se tem, num misto de ignorância e má fé, são afirmações e insinuações sobre os inconvenientes e mesmo o risco de serem assegurados aos índios os direitos relacionados com a terra. Essa tem sido a tônica.

Muitas vezes se tem afirmado que a manutenção de grandes àreas em poder dos índios é inconveniente para a economia brasileira, pois eles não produzem para exportação. E com essa afirmação vem a proposta de redução da extensão da ocupação indígena, como aconteceu com a pretensão de reduzir substancialmente a área dos Yanomami, propondo-se que só fosse assegurada aos índios o direito sobre o pequeno espaço das aldeias. E como existem várias aldeias dentro do território Yanomami, o que se propunha era o estabelecimento de uma espécie de “ilhas Yanomami”, isolando cada aldeia e entregando a especuladores de terras, grileiros de luxo ou investidores do agronegócio a quase totalidade da reserva indígena.

Não é raro encontrar a opinião de alguém dizendo que “ é muita terra para pouco índio”, o que autoriza a réplica de que quando somente um casal ou um pequeno número de pessoas ocupa uma grande mansão ou uma residência nobre com jardins, piscina e até quadra de tênis, usando um grande espaço que vai muito além do necessário para a sobrevivência, um índio está autorizado a dizer que “é muita terra para pouco branco”.

Créditos de carbono

Outro argumento que aparece com grande frequência na imprensa é a afirmação de que as reservas indígenas próximas das fronteiras colocam em risco a soberania brasileira, pois os índios não fazem a vigilância necessária para impedir a invasão ou a passagem de estrangeiros.

Uma primeira resposta que se pode dar a essa acusação é que frequentemente, quando se registra uma ocorrência mais marcante relacionada com o tráfico de drogas, aparecem informações, às vezes minuciosas, sobre os caminhos da droga, seja por terra, pelos rios ou pelo ar. Várias vezes se mostrou que a rota dos traficantes passa perto de instalações militares basileiras de fronteira, vindo logo a ressalva de que o controle do tráfico é problema da polícia, não dos militares. E nunca se apontou uma reserva indígena como sendo o caminho da droga, jamais tendo sido divulgada qualquer informação no sentido de que a falta de vigilância pelos índios facilita o tráfico.

E quanto à ocupação de partes de uma reserva indígena por estrangeiros, qualquer pessoa que tenha algum conhecimento dos costumes indígenas sabe que os índios são vigilantes constantemente atentos e muito ciosos de seus territórios.

Noticiário recente é bem revelador do tratamento errado ou malicioso dado às questões relacionadas com terras indígenas. Em matéria de página inteira, ilustrada com foto de 1989 – o que já é sintomático, pois o jornal poderia facilmente obter foto de agora e não usar uma de 23 anos atrás – o jornal O Estado de S.Paulo coloca em caracteres de máxima evidência esta afirmação alarmante: “Por milhões de dólares, índios vendem direitos sobre terras na Amazônia”.

Como era mais do que previsível, isso desencadeou uma verdadeira enxurrada de cartas de leitores, indignados, ou teatralmente indignados, porque os índios estão entregando terras brasileiras da Amazônia a estrangeiros. Na realidade, como a leitura atenta e minuciosa da matéria evidencia, o que houve foi a compra de créditos de carbono por um grupo empresarial sediado na Irlanda e safadamente denominado “Celestial Green Ventures”, sendo, pura e simplesmente, um empreendimento econômico, nada tendo de celestial.

Mas a matéria aqui questionada não trata de venda de terras, como sugere o título.

Fora de dúvida

Por ignorância ou má fé a matéria jornalística usa o título berrante “índios vendem direitos sobre terras na Amazônia”, quando, com um mínimo de conhecimento e de boa fé, é fácil saber que, mesmo que quisessem, os índios não poderiam vender direitos sobre terras que ocupam na Amazônia ou em qualquer parte do Brasil.

Com efeito, diz expressa e claramente o artigo 231 da Constituição brasileira :

“São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens”.

Nesse mesmo artigo, no parágrafo 2°, dispõe-se que “as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua posse permanente, cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes”. E o parágrafo 4° estabelece uma restrição muito enfática, cuja simples leitura deixa bem evidentes o erro e a impropriedade da afirmação de que os índios venderam seus direitos sobre sua terras na Amazônia.

Diz muito claramente o parágrafo 4°: “As terras de que trata este artigo são inalienáveis e indisponíveis, e os direitos sobre elas, imprescritíveis”. Acrescente-se a isso tudo, o que já seria suficiente para demonstrar a má fé do título escandaloso dado à matéria, que o artigo 20 da Constituição, que faz a enumeração dos bens da União, dispõe, também com absoluta clareza : “São bens da União : XI. As terras tradicionalmente ocupadas pelos índios”.

Com base nessas disposições constitucionais, fica absolutamente fora de dúvida que os índios não têm a possibilidade jurídica de vender a quem quer que seja, brasileiro ou estrangeiro, seus direitos sobre as terras que tradicionalmente ocupam, na Amazônia, em Goiás, na Bahia, em São Paulo, no Rio Grande do Sul ou em qualquer outra parte do Brasil.

Errada e absurda

Se, por malícia, alguém, seja uma pessoa física, uma empresa ou qualquer instituição, obtiver de um grupo indígena uma promessa de venda de algum desses direitos estará praticando uma ilegalidade sem possibilidade de prosperar, pois, como está claramente disposto na Constituição, esses direitos são inalienáveis. E ainda de acordo com a Constituição é obrigação da União, que é a proprietária das terras indígenas, proteger e fazer respeitar todos os bens existentes nessas terras.

Em conclusão, o título escandaloso da matéria jornalística aqui referida está evidentemente errado pois afirma estar ocorrendo algo que é juridicamente impossível sgundo disposições expressas da Constituição brasileira.

Comportando-se com boa fé e respeitando os preceitos da ética jornalística, a imprensa deveria denunciar qualquer ato de que tivesse conhecimento e que implicasse o eventual envolvimento dos índios, por ingenuidade e ignorância, na tentativa da prática de alguma ilegalidade. Mas, evidentemente, é absurda, errada e de má fé a afirmação de que os índios vendam direitos sobre terras na Amazônia.
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*Dalmo de Abreu Dallari é jurista e professor emérito da Faculdade de Direito da USP
*Tecedora

EM 2011, 2,7 MILHÕES DE BRASILEIROS MIGRARAM PARA A CLASSE C, DA QUAL JÁ FAZ PARTE MAIS DA METADE DA POPULAÇÃO NACIONAL

Maioria da população já está na classe C

Em 2011, a classe C passou a representar mais da metade da população brasileira (54%). Isso porque no último ano, 2,7 milhões de brasileiros saíram das classes D e E e migraram para a classe C, como mostra notícia publicada pela Agência Brasil. Além disso, 230 mil pessoas deixaram a classe média e entraram nas classes mais ricas (A e B).

Com isso, o desenho da distribuição dos brasileiros pelas classes sociais foi reconfigurado e a maioria da população não se encontra mais nas classes D e E, como acontecia até então. A renda familiar do brasileiro também cresceu, principalmente na classe C, já que nas classes A e B ela se manteve relativamente estável. No entanto, a renda disponível teria aumentado em todas as classes de forma geral, o que significa uma maior contenção de gastos segundo especialistas.

Com o crescimento da renda dos brasileiros o principal desafio continua sendo o da distribuição de renda, junto com a oferta de oportunidades visando pelo menos diminuir um pouco a imensa desigualdade social brasileira. E é aí que mora a parte mais complicada da questão.

Veja notícia sobre o assunto:

Classe C passou a ser maioria da população em 2011
Por Marli Moreira
No ano passado, 2,7 milhões de brasileiros mudaram o perfil de renda, saindo das classes D e E para integrar a classe C. Além disso, 230 mil pessoas deixaram a classe média e entraram nas classes mais ricas (A e B).
Com isso, em 2011, a maior da parte da população (54%) já fazia parte da classe C. Isso representa uma mudança em relação ao verificado em 2005, quando a maioria (51%) estava nas classes D/E. É o que mostra a sétima edição da pesquisa Observador Brasil 2012, feita pela empresa Cetelem BGN, do Grupo BNP Paribas, em parceria com o instituto Ipsos Publics Affairs.
O levantamento também revela um aumento, em comparação a 2005, da porcentagem de brasileiros na classe A/B. Hoje a porcentagem é de 22%, em 2005, era de 15%.
Consumo e renda
A pesquisa indica ainda que a capacidade de consumo do brasileiro aumentou. A renda disponível, ou o montante de sobra dos ganhos, descontando-se as despesas, subiu pouco mais de 20% (de 368 reais, em 2010, para 449 reais, em 2011) . Na classe C, houve um aumento de 50% (de 243 reais para 363 reais). (Texto completo)
*educaçãopolitica

O ato contra o desmonte da TV Cultura


Da Carta Maior

Venha se manifestar contra a privataria da Cultura!

Ato acontece no dia 3 de abril, terça-feira, no Sindicato dos Engenheiros de São Paulo. Entidades denunciam desmonte geral da rádio e TV Cultura, defendem retomada de programas extintos, democratização do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta, pluralismo, diversidade na programação e uma política transparente e democrática para abertura à programação independente.

As rádios e a TV Cultura de São Paulo se consolidaram historicamente como uma alternativa aos meios de comunicação privados. As rádios AM e FM ficaram conhecidas pela excelente programação de música popular brasileira e de música clássica. A televisão criou alguns dos principais programas de debates de temas nacionais, como o Roda Viva e o Opinião Nacional, e constituiu núcleos de referência na produção de programas infantis e na de musicais, como o Ensaio e o Viola, Minha Viola. As emissoras tornaram-se, apesar dos percalços, um patrimônio da população paulista.
*LuisNassif

Não consigo ver o ateísmo como nada além disso: um primeiro passo em direção à morte de um Deus geral e de encontro de divindades pessoais.


AI DEUS!











A grande divisa que separa fé e ateísmo, e toda a discussão que envolve Deus, é um equívoco: o equívoco sobre a necessidade de indagar a existência de Deus. Enquanto essa pergunta ocupa o lugar central de todas as discussões do tema, outra é deixada de lado. Afinal, se concluíssemos sobre a existência ou não de Deus, quais alterações teríamos em nossas vidas? Provavelmente nenhuma: continuaríamos acordando, tendo que lidar com nossos medos, trabalhando sem parar, esperando as esperanças que temos. Por outro lado, se estivéssemos realmente atentos com essa discussão histórica, lançaríamos luz não na questão sobre a existência de Deus, mas na existência da indagação e sua possibilidade de projetos em nossos rumos pessoais e coletivos...É o endeusamento da indagação que faz com que coloquemos em xeque tudo aquilo que de mais comum divinizamos em nossas vidas - do nosso cachorro vira-latas ao nosso estilo ou "filosofia" de vida. Esse indagar é o único meio de perceber o que de podre existe em nossas posições, crenças, opiniões e jeitos de ser. Para encontrar nossas "divindades" legítimas, matando deuses do passado, modos de pensar e agir que não servem mais, ou que são cópias toscas de nossos pais fora de moda ou de nossa comunidade atrasada, precisamos dessa ode à indagação...E duvidar de alguma coisa que se diz absoluta como Deus é o 1o passo. Não consigo ver o ateísmo como nada além disso: um primeiro passo em direção à morte de um Deus geral e de encontro de divindades pessoais.
*entrehermes

Pedofilia mancha visita

México – pedofilia persegue o Papa


Pedofilia mancha visita

Os abusos sexuais cometidos durante anos pelo já falecido sacerdote mexicano Marcial Maciel, líder da Legião de Cristo, ensombraram a visita que o Papa terminou ontem no México. Vítimas desses abusos criticaram Bento XVI por não aceitar recebê-los e a Igreja Católica por ter tolerado os crimes.
“O Vaticano ignorou sistematicamente a sua responsabilidade. Não só sabia, como também tolerou e protegeu Maciel. O Vaticano mentiu”, declarou Bernardo Barranco.
 

No original de Orwell, era «liberdade é servidão»

*DiarioAteista

A sanha privatista de Serra


Ainda na entrevista dada à Folha de São Paulo, ao falar sobre transporte público, José Serra respondeu ao sabujo:
"O PT fez corredores às pressas no último ano de prefeitura para usar como propaganda na campanha. Quando assumi, tinha corredor com defeito ou incompleto. E tinha corredor que nem corredor era, cheio de cruzamentos e sem área de ultrapassagem".
Serra só não disse ao sabujo que quis privatizar o sistema de bilhete único, criado por Marta Suplicy.Só não privatizou porque o TCE-SP, comandado na sua maioria por tucanos, não deixou:Até  Robson Marinho, amigo de  GeraldoAlckimin,  que  é mais sujo que pau de galinheiro, resolveu dar um basta na sanha privatista de Zé bolinha de papel.

TCE-SP suspende licitação do bilhete único

*Oterrordo nordeste

 

Chebola:Detalhe que nenhum corredor mais foi feito depois de Marta na prefeitura.

Enquanto isso, graças a Lula que governou o Brasil pensando no "Consumo das Famílias":Teleférico do Complexo do Alemão vira atração turística no Rio


Foto 21 de 21 - Acostumada a descer as escadarias a pé e com saltos altos, Viviane Alves do Carmo, 32, disse que desce de teleférico da estação do Alemão, onde mora, em menos de 10 minutos Mais Ricardo Cassiano