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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista
segunda-feira, agosto 26, 2013
CUBA TERÁ UNIÃO HOMOSSEXUAL PERMITIDA POR LEI
Por Thonny Hawany
Cuba se prepara
para definir os direitos de lésbicas, de gays, de bissexuais e de
transexuais em seu território, segundo informou à imprensa a sexóloga
Mariela Castro, filha do presidente de Cuba, Raúl Castro. Essa é uma
notícia que recebo com muita alegria. A Ilha de Fidel, caso sejam
confirmadas as palavras de Mariela, surpreenderá o mundo positivamente e
em matéria de Direitos Humanos.
Para Mariela
Castro, a discriminação não combina com os interesses da Revolução
Cubana, tanto por isso, será desenvolvido um trabalho que "demonstra a
vontade política do governo cubano para enfrentar a homofobia como forma
de discriminação, algo incoerente com o projeto emancipador da
Revolução Cubana".
Sobre a
possibilidade de os Estados Unidos criticarem a atitude do governo de
Cuba na rede mundial de computadores pelo feito, segundo anunciou a
sexóloga Mariela, considero pouco provável haja vista ter a Secretária
de Estado Americano, Hillary Clinton, anunciado em Genebra, no mês de
dezembro, por ocasião das comemorações do Dia Internacional dos Direitos
Humanos, a criação de fundo para auxiliar países a descriminarem a
homossexualidade dentre outras ações positivas anunciadas no mesmo
pacote. Espero que, apesar dos entraves políticos e econômicos
existentes entre Cuba e o EUA, este se posicione favoravelmente à humana
e louvável atitude daquela. Seria a mais digna atitude de uma país que
efetivamente entreou na briga contra a homofobia mundial.
Conforme
Mariela, será encaminhada à Assembleia Nacional do Poder Popular um
projeto de lei que reconhecerá a união livre entre pessoas do mesmo
sexo. A modalidade de união denominada de livre deve ser semelhante ao
que conhecemos por união estável, visto que no texto do projeto
encaminhado ao Congresso não consta a palavra casamento. Isso já
representa um gigantesco passo para os irmãos e irmãs lésbicas, gays,
bissexuais e transexuais da Ilha de Fidel Castro. Com a decisão, se
favorável, haverá mudanças no Código da Família de Cuba.
Mariela
acredita que esse passo significa o primeiro na adoção do que ela mesma
chamou de “política de não-discriminação”. Resta então esperarmos para
ver o posicionamento do Partido Comunista que se reunirá em conferência .
Cabe salientar
que Mariela Castro dirige o Centro Nacional de Educação Sexual de Cuba e
que sua luta em favor da aprovação de direitos aos homossexuais não é
de hoje. Sua luta vem de longa data e tem ecoado por todos os
continentes.
Em face do
exposto, podemos afirmar que o mundo olhará diferente para Cuba a partir
da concretude dessa decisão. Tratar seu povo com humanidade, com
igualdade, com liberdade e respeitar a sua dignidade é o maior de todos
os passos para o progresso em todos os aspectos. Estou de olho e deverei
acompanhar o progresso desse feito histórico, não só para Cuba, mas
para o mundo.
FONTES: Agência Brasil e O Diário de Cuba
www.blogdocarlosmaia.blogspot.com Carlos Maia
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Dilma cria quatro universidades federais no Norte e no Nordeste
Juntas, as instituições terão 145 cursos e abrirão 38,3 mil novas vagas para estudantes
A presidente Dilma Rousseff criou quatro
universidades federais no Norte e no Nordeste do País: a do Sul e
Sudeste do Pará (Unifesspa), do Oeste da Bahia (UFOB), do Sul da Bahia
(UFESBA) e do Cariri (UFCA), no Ceará. Juntas, as quatro instituições
terão 145 cursos e abrirão 38,3 mil novas vagas para estudantes. A
proposta de lei foi sancionada nessa quarta-feira, 5.
Segundo Dilma, as novas instituições
terão papel relevante na redução das desigualdades regionais. “Quando
fizemos esse processo de seleção, olhamos muito esse problema da
capacidade de irradiação que aquela universidade tem numa determinada
região. Acreditamos que as potencialidades de uma região se desenvolvem e
se expandem quando se cria naquela população formação educacional capaz
de tornar essa educação em elemento transformador da realidade”, disse a
presidente, em discurso a jornalistas.
Em 2002, segundo números do governo, 114
municípios possuiam câmpus de universidades federais. Em 2013, são 275.
“São municípios que respondem por uma parcela significativa da
população brasileira, mas não significa que devamos parar por aqui. Esse
processo vai continuar, será complementado pelas escolas técnicas,
pelos institutos federais”, acrescentou Dilma.
Com as quatro novas instituições no
Norte e no Nordeste, o número de universidades federais no País chegará a
63, disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
A Universidade Federal do Cariri (UFCA)
terá 27 cursos e deverá receber 6,5 mil estudantes, com câmpus nos
municípios de Juazeiro do Norte, Barbalha e Crato.
Com a Universidade Federal do Oeste da
Bahia, além da sede em Barreiras, haverá campi em Bom Jesus da Lapa,
Barra e Santa Maria da Vitória. Ao todo, serão 35 cursos e 7,9 mil
estudantes.
A Universidade Federal do Sul da Bahia
terá 36 cursos para 11,1 mil estudantes na sede, em Itabuna, e nos
câmpus dos municípios de Porto Seguro e Teixeira de Freitas.
Na Região Norte, a Universidade Federal
do Sul e Sudeste do Pará terá unidades em Marabá, Rondon do Pará,
Santana do Araguaia, São Félix do Xingu e Xinguara. A nova instituição
poderá receber 12,8 mil estudantes e oferecerá 47 cursos.
As informações são da Agência Brasil.
Por que Alckmin não deveria comprar lotes de revistas e jornais amigos
![]() |
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Na Era Digital,
que estudante vai ler a Veja, a Folha ou o Estadão?
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“É uma ação entre amigos na qual quem entra
com o dinheiro é o contribuinte.
Paulo Nogueira,
Diário do Centro do Mundo
A internet está agitada neste final de
semana por conta de uma compra de alguns milhares de assinaturas da Veja, da
Folha e do Estadão pelo governo do Estado de São Paulo.
É dinheiro público, extraído do
orçamento da educação. As publicações supostamente vão ser lidas pelos alunos
das escolas públicas de São Paulo, e isso os ajudará em sua formação.
Isso mitigaria, pelo menos em parte, o
problema de a compra haver sido feita sem licitação.
Mas não é exatamente isso.
O que ocorreu é a chamada ação entre
amigos, em que as partes – empresas jornalísticas e políticos — trocam
favores usando o dinheiro do contribuinte.
É uma prática velha, e que graças à
internet vai sendo cada vez mais exposta aos brasileiros.”
Matéria Completa, ::AQUI::
*Saraiva
Assembléia são CONTRA a CPI para investigar a corrupção no metrô
Barros Munhoz, Campos Machado, Edson Ferrarini, Leandro do KLB, Célia Leão e toda a bancada de Alckmin na Assembléia são CONTRA a CPI para investigar a corrupção no metrô. Veja quem são um por um
por Paulo Jonas de Lima Piva
Abaixo, alguns dos deputados estaduais do governador Geraldo Alckmin
(PSDB) que são contra a abertura de uma Comissão Parlamentar de
Inquérito (CPI) para investigar a corrupção no metrô de São Paulo:






Veja aqui a lista completa dos deputados que temem a investigação:
Padilha: governo não vai tolerar preconceito contra médicos estrangeiros
Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse hoje (26) que o governo não vai tolerar qualquer incitação ao preconceito e à xenofobia contra os estrangeiros que estão no Brasil para trabalhar no Programa Mais Médicos. Padilha participou hoje (26) do início das atividades de acolhimento e avaliação de médicos estrangeiros, em Brasília.
“Não admitimos qualquer incitação ao preconceito e à xenofobia. Temos que receber de braços abertos médicos e médicas que aceitaram esse chamamento para vir atender à população brasileira que não tem médicos”, disse Padilha a jornalistas após a cerimônia.
Padilha reiterou as críticas ao presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, João Batista Gomes, que disse que orientaria os médicos brasileiros a não socorrerem erros dos colegas cubanos. “Essa recomendação é omissão de socorro e é uma afronta ao Código de Ética Médica. Nenhum médico pode se negar a atender ou a socorrer qualquer brasileiro ou brasileira”, afirmou.
De acordo com o ministro, o governo tem segurança jurídica sobre a determinação para que os conselhos regionais de Medicina concedam registro provisório aos os estrangeiros que participam do programa. A determinação está na medida provisória (MP) que cria o Programa Mais Médicos. “Temos segurança jurídica, o próprio procurador-geral doTrabalho disse claramente que a MP estabelece o processo de registro desses profissionais. Os conselhos têm que seguir a lei. Temos segurança jurídica disso.”
Ao discursar na cerimônia de acolhimento a cerca de 200 médicos estrangeiros, Padilha pediu desculpas por problemas no alojamento em Brasília, onde profissionais reclamaram do número excessivo de pessoas. Segundo o ministro, serão feitos ajustes em Brasília e em outros locais, caso seja necessário. “Aqui em Brasília estamos programando o deslocamento desses profissionais para outras estruturas para ficarem mais bem acomodados”. Os estrangeiros recebem treinamento em oito capitais com duração de três semanas.
Edição: Nádia Franco
*Nassif
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse hoje (26) que o governo não vai tolerar qualquer incitação ao preconceito e à xenofobia contra os estrangeiros que estão no Brasil para trabalhar no Programa Mais Médicos. Padilha participou hoje (26) do início das atividades de acolhimento e avaliação de médicos estrangeiros, em Brasília.
“Não admitimos qualquer incitação ao preconceito e à xenofobia. Temos que receber de braços abertos médicos e médicas que aceitaram esse chamamento para vir atender à população brasileira que não tem médicos”, disse Padilha a jornalistas após a cerimônia.
Padilha reiterou as críticas ao presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, João Batista Gomes, que disse que orientaria os médicos brasileiros a não socorrerem erros dos colegas cubanos. “Essa recomendação é omissão de socorro e é uma afronta ao Código de Ética Médica. Nenhum médico pode se negar a atender ou a socorrer qualquer brasileiro ou brasileira”, afirmou.
De acordo com o ministro, o governo tem segurança jurídica sobre a determinação para que os conselhos regionais de Medicina concedam registro provisório aos os estrangeiros que participam do programa. A determinação está na medida provisória (MP) que cria o Programa Mais Médicos. “Temos segurança jurídica, o próprio procurador-geral doTrabalho disse claramente que a MP estabelece o processo de registro desses profissionais. Os conselhos têm que seguir a lei. Temos segurança jurídica disso.”
Ao discursar na cerimônia de acolhimento a cerca de 200 médicos estrangeiros, Padilha pediu desculpas por problemas no alojamento em Brasília, onde profissionais reclamaram do número excessivo de pessoas. Segundo o ministro, serão feitos ajustes em Brasília e em outros locais, caso seja necessário. “Aqui em Brasília estamos programando o deslocamento desses profissionais para outras estruturas para ficarem mais bem acomodados”. Os estrangeiros recebem treinamento em oito capitais com duração de três semanas.
Edição: Nádia Franco
*Nassif
domingo, agosto 25, 2013
Malgrado o folclore, maconha não deixa ninguém lesado. Nem nunca deixou. Ao contrário, ela cura e reverte lesões cerebrais
Novo Estudo: maconha pode ajudar a curar o cérebro após lesão
De acordo com os pesquisadores para o estudo, "Os resultados forneceram a primeira evidência para o envolvimento da ECS [sistema endocanabinóide] na ação neuroprotetora de minociclina em edema cerebral, comprometimento neurológico, lesão axonal difusa e ativação da microglia, uma vez que todos estes efeitos foram impedidos pelos antagonistas dos receptores CB1 e CB2. "
A ativação de receptores canabinóides do corpo (como o consumo de cannabis) é vital em trazer os efeitos neuroprotetores da minociclina drogas. Os resultados indicam que a activação do sistema canabinóide podem aumentar os efeitos benéficos de um número de medicamentos, e pode, por si só, têm vastas capacidades neuroprotectoras.
Estes resultados, embora não diretamente relacionados, ajudam a validar um estudo divulgado no início deste ano , que concluiu que mesmo quantidades minúsculas de canabinóides (neste caso, THC) pode proteger o cérebro após acidentes de coisas, tais como convulsões, exposição à droga tóxica ou uma falta de oxigênio.
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