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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

quarta-feira, agosto 13, 2014

PARA QUEM O ÓDIO SEMPRE INTERESSA Cantor Roger xinga jornalista e debocha de perseguidos pela ditadura


Cantor Roger xinga jornalista e debocha de perseguidos pela ditadura

Vocalista do "Ultraje a Rigor" critica Marcelo Rubens Paiva, que teve o pai assassinado durante a ditadura: "Seu bosta". Cantor afirmou ainda que quem foi perseguido pelo regime militar é porque "fazia merda"

roger ultraje marcelo rubens paiva
Roger Moreira ataca Marcelo Rubens Paiva no twitter por comentário na Flip (Edição: Pragmatismo Político)
O vocalista Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, usou o Twitter para atacar o jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva, que há dez dias citou o líder do Ultraje durante uma participação na 12ª Flip (Feira Literária Internacional de Paraty), em Paraty (RJ).
Paiva, que participava de uma mesa sobre os 50 anos do golpe militar, lamentou o fato de muitas pessoas não saberem sobre a ditadura que comandou o Brasil por mais de duas décadas. O escritor citou Roger como exemplo, questionando que se até o roqueiro, que antes escrevia músicas a respeito do movimento das Diretas Já e críticas ao regime militar, hoje se converteu ao conservadorismo, o que esperar de muitos jovens que não têm acesso à informação sobre o tema?
“É compreensível que você considere o comunismo legal. Mas daí a me usar de exemplo na Flip foi canalha de sua parte. E errado”, escreveu Roger, em mensagem que foi posteriormente deletada no Twitter nesta terça-feira.
Irritado, o músico seguiu rebatendo as observações de Paiva e também publicou ofensas contra o jornalista. “E tem mais, seu bosta: minha família não foi perseguida pela ditadura. Porque não estava fazendo merda”, concluiu.

Desaparecimento de Rubens Paiva

O jornalista Marcelo Rubens Paiva é filho do engenheiro civil e político brasileiro Rubens Paiva, desaparecido na época da ditadura militar.
Em um dos mais importantes e verossímeis depoimentos já prestados por agentes da ditadura, o coronel reformado Paulo Malhães confessou ter desenterrado em 1973 a ossada do desaparecido político Rubens Paiva.
No testemunho, o veterano da repressão também afirmou que ele e seus parceiros cortavam os dedos das mãos, arrancavam a arcada dentária e extirpavam as vísceras de presos políticos mortos sob tortura antes de jogar os corpos em rio onde jamais viriam a ser encontrados.

Ostracismo

Roger Moreira e sua banda caíram no ostracismo musical e não conseguiram emplacar mais nenhum sucesso desde meados da década de 90. O cantor, que se refere a Dilma Rousseff como ‘terrorista’ e dedica a maior parte do seu tempo para alardear na internet sobre os perigos da ‘ascensão comunista no Brasil’, trabalha hoje com o apresentador Danilo Gentili, no SBT. Ambos são admiradores confessos de Olavo de Carvalho – uma espécie de guru da nova direita brasileira.
Vídeo de Marcelo Rubens Paiva na Flip:

*PragmatismoPolítico

Proposta que legaliza maconha não será arquivada, diz Cristovam Buarque


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Apesar de não querer o título de “Senador da Maconha”, Cristovam já tem o respeito de todos os maconheiros e antiproibicionistas por não arredar o pé. Além disso, após a segunda audiência, já descarta a possibilidade de arquivamento da proposta de Sug nº 8/2014, que visa a regulamentação da maconha no Brasil. As informações são da Agência Senado.

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) garantiu nesta segunda-feira (11) que não vai recomendar o arquivamento da sugestão popular de regulamentação do uso recreativo, medicinal e industrial da maconha (SUG 8/2014). A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aguarda parecer de Cristovam, relator da matéria, para decidir se a sugestão se tornará um projeto de lei.
Cristovam disse que ainda não sabe que tipo de conteúdo teria um eventual projeto de lei, mas foi categórico em afastar qualquer hipótese de paralisar a discussão. A apresentação do parecer deve ocorrer após a realização de mais audiências públicas.
- Há muitos caminhos. Tem o caminho, por exemplo, de deixar a decisão para um plebiscito. Espero ter uma proposta até o fim do ano. Pelo arquivamento não será – afirmou o senador, após presidir a segunda audiência sobre o tema.
A ideia de um projeto para regulamentar o uso recreativo, medicinal ou industrial da maconha foi apresentada pela sociedade por meio do Portal e-Cidadania. A proposta recebeu mais de 20 mil apoios e assim, segundo as normas do portal, foi enviada à CDH.
Na audiência desta segunda, debatedores expuseram opiniões divergentes sobre o tema. Para Cristovam, o ponto alto foi o momento em que o coronel Jorge da Silva disse que é preciso decidir se queremos “afastar a droga dos jovens ou os jovens das drogas”.
- Afastar a droga dos jovens é criar uma barreira proibindo que a droga chegue a eles. Afastar os jovens da droga é educá-los tanto que eles não procurem a droga – refletiu Cristovam.
*http://smkbd.com/proposta-que-legaliza-maconha-nao-sera-arquivada-diz-cristovam-buarque/

"Lula é um tesouro global", afirma Bono Vox sobre ex-presidente brasileiro 2013

segunda-feira, agosto 11, 2014

Marilena Chauí: Sucessivos governos tucanos são responsáveis pela crise da USP


A filósofa Marilena Chauí afirmou na último ontem (8), em aula magna sobre a greve de funcionários e professores da Universidade de São Paulo (USP), na zona oeste de São Paulo, que a crise financeira e administrativa da universidade é resultado da “metamorfose da instituição social pública em organização operacional”.
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Na visão de Marilena, este tem sido o principal objetivo do governo do estado de São Paulo, administrado pelo PSDB há 20 anos. A professora criticou os governos tucanos ininterruptos no estado, e lembrou que lideranças do partido, originado em uma dissidência do PMDB, já governavam o estado muito antes do PSDB vencer eleições.
“Comecemos com a entrada deles no poder no governo Franco Montoro (PMDB), seguido por Orestes Quércia (PMDB), Luiz Antônio Fleury Filho (PMDB), Mário Covas (PSDB), José Serra (PSDB) e Chuchu Beleza [Alckmin]. Eles estão aí faz 30 anos! Eu quero alternância de governo! É claro que eu quero, porque, no que diz respeito a nós, vamos ver o que foi que foi feito da educação do estado nesses 30 anos.”
A greve de funcionários e professores da USP dura 73 dias. No último domingo (3), as ocupações realizadas pelo movimento enfrentaram a reintegração de posse de áreas como o restaurante universitário, institutos de ensino e o Centro de Práticas Esportivas (Cepe USP) pela Polícia Militar. O reitor, Marco Antonio Zago, anunciou nesta semana o corte de ponto de trabalhadores grevistas.
Segundo Marilena, a crise na universidade começou a ser gestada ainda nos anos 70, quando a USP abandonou o modelo de instituição social humanista, inserida no universo político e voltada à comunidade, e passou a assumir uma formação rápida e voltada aomercado de trabalho. Um boom de parcerias da universidade pública com o mundo empresarial na década de 1980 e a expansão de instituições de ensino privadas consolidaram, nas décadas seguintes, um modelo de administração neoliberal. Nele, a USP tem status de organização administrativa que, com gestão de recursos e índices de produtividade, busca estratégias de desempenho e eficácia e se articula com outras instituições públicas de ensino superior por meio da competição.
“O modelo tecnocrático de gestão voltado à sociedade de mercado dirige a universidade da mesma forma que administra uma montadora de automóveis ou uma rede de supermercados. USP, Volks, Walmart, Vale do Rio Doce são todas administradas da mesma maneira, porque tudo se equivale”, explicou a filósofa.
O aumento de horas-aula, a diminuição do tempo para mestrados e doutorados, aavaliação de estudantes e docentes por meio da quantidade de publicações, colóquios e congressos realizados e a multiplicação de cursos voltados à formação técnica são, para Marilena, evidências de que a formação da universidade é regida por normas alheias ao conhecimento, e que contribuem para a degradação interna e pública da USP.
A professora ainda aponta a privatização de direitos sociais – estabelecidos pela Constituição Federal de 1988 – por governos neoliberais, como o de Fernando Henrique Cardoso (PSDB, 1995-2002), como uma das principais razões para a privatização e crise do ensino público. “Os direitos sociais como saúde, educação, liberdade de expressão, religiosa e sexual foram transformados em serviços não exclusivos do estado, que podem ser vendidos e comprados, pelo ideal neoliberal do estado mínimo.”
As mudanças no sistema de gestão da USP se deram, de fato, em 1996, quando o estado de São Paulo, governado por Mário Covas (PSDB, 1995-2001), adotou a agenda de mudanças no ensino público recomendada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para a reestruturação das universidades da América Latina e do Caribe. O tratado federal havia sido assinado em 1994, por Itamar Franco, e passava a tomar corpo pelos governos estaduais. De acordo com Marilena, as normas do BID para financiamento aplicavam ao ensino superior os mesmos critérios utilizados em qualquer outro investimento: custo benefício, eficácia e operância e produtividade. As universidades privadas são indicadas pelo banco como modelo para as instituições públicas.
“As universidades privadas, além de serem prestadoras de serviços a governos democráticos, são ágeis em termos evolutivos, adaptam-se a ambientes conflitantes e fazem muito do que as universidades públicas paquidérmicas, excessivamente politizadas, nunca fizeram ou nunca conseguem fazer ao longo do tempo. Nós vivemos em um mercado competitivo, é assim que pensam as universidades privadas e, por isso, ganham o seu próprio dinheiro e regem-se de forma autônoma”, diz o documento.
O texto do BID é, na visão da filósofa, o que rege, até hoje, a atuação do governo tucano naadministração da educação pública do estado de São Paulo. Marilena ainda citou que os termos de gestão operacional estão evidenciados em uma carta da reitoria enviada aos docentes da USP em 21 de julho. Nela, Zago afirma buscar “um novo modelo de gestão compartilhada, de modernização e de priorização da vida acadêmica”, além de reforçar que o “comprometimento orçamentário está muito acima dos recursos disponíveis”.
“A autonomia universitária que o governo do estado de São Paulo busca nada tem a ver com o sentido sociopolítico de universalização do conhecimento voltado à sociedade. Ela está ligada à gestão de receitas e despesas, metas, indicadores de desempenho econtratos de gestão”, reforça a filósofa.
*EntreFatos

Escrito por: Redação

Poluição impede uso do Tietê para amenizar falta de água. Há 10 anos, Alckmin havia prometido rio limpo



Poluição impede uso do Tietê para amenizar falta de água. Há 10 anos, Alckmin havia prometido rio limpo e navegável

Itu, no interior de São Paulo, está enfrentando a pior seca dos últimos 90 anos,a pior seca dos últimos 90 anos, as represas que abastecem a cidade só estão com 5% de água e, como se não bastasse os problemas, o cheiro forte da água escura se tornou mais um desconforto para a população.

Antes de chegar a Itu, o rio Tietê passa pela Região Metropolitana de São Paulo e recebe esgoto e poluentes químicos. Na margem há sujeira de todo o tipo e os moradores lamentam que a água tão poluída não consiga ser reaproveitada. Se fosse limpa, a água poderia ser captada e resolveria o problema de abastecimento do município e em outras regiões ao longo do rio.

No entanto, segundo o geólogo de Itu Antônio Carlos Mendes Oliveira, o tratamento da águaseria inviável. “A despoluição ficaria muito cara já que esse rio é considerado classe 4, ou seja, não é utilizado para o abastecimento público. Se uma análise for feita, é possível constatar a quantidade de elementos químicos nocivos à saudade que realmente não permite que a água seja utilizada”, explica. (*com informações do portal G1)

Nível mínimo

Na sexta-feira (8/8), a represa do Itaim, um dos principais reservatórios de Itu, atingiu o nível de apenas 3% da capacidade da produção. De acordo com informações da concessionária que abastece o município, a captação é mínima e a água agora é retirada do fundo da represa. A concessionária Águas de Itu, responsável pelo fornecimento de água na cidade, implantou o racionamento de água em fevereiro. A partir daí a medida foi ampliada para toda a cidade. Os seis reservatórios de água do município estão com o nível abaixo do normal. 

Em 2003, Alckmin havia prometido entregar entregar rio Tietê limpo e navegável

Reportagem do jornal O Estado de São Paulo de 6/2/2003, traz promessa feito pelo governador Geraldo Alckmin de que com as obras que estariam sendo feitas à época, “até o segundo semestre de 2004, o paulistano poderá navegar no rio”. 

Clique aqui para ler a reportagem.

Sabe aquele AécioPorto construído na fazendo do titio? fica na cidade de Cláudio, nessa aqui onde a polícia fechou laboratório de refino de drogas.

Polícia fecha laboratório de refino de drogas em Cláudio, MG

Cocaína e maconha foram encontradas em casa abandonada.
Ocorrência foi no Distrito de Monsenhor João Alexandre; ninguém foi preso.

Do G1 Centro-Oeste de Minas
4 comentários
Materiais apreendidos no laboratório  (Foto: Polícia Militar / Divulgação)Materiais apreendidos no laboratório
(Foto: Polícia Militar/Divulgação)
Um laboratório de refino de drogas foi desarticulado na noite desta quinta-feira (21) emCláudio. De acordo com informações da Polícia Militar (PM), após denúncia anônima os militares foram até o local, que funcionava em uma casa abandonada no Distrito de Monsenhor João Alexandre. Lá foram apreendidos três balanças de precisão, embalagens com produtos químicos utilizados para o refino de drogas,  200g de pasta base de cocaína e aproximadamente 500g de maconha prensada.
Não tinha ninguém no local, mas populares contaram à polícia que havia uma movimentação estranha no imóvel, que foi alugado por duas pessoas há poucos dias. Todo material apreendido foi encaminhado para a delegacia. Os suspeitos foram identificados e estão sendo investigados. Segundo a PM, um deles é conhecido no meio polícial pela prática de crimes de tráfico de drogas e assaltos.
*Obviamente

Em plena campanha, eleitor formaliza denúncia contra o noticiário desequilibrado do Jornal Nacional

Jornal Nacional


POR Osvaldo Ferrera
Ilmo (a) Sr. (a),

Suá Manifestação FOI cadastrada com Sucesso!

Numero da Manifestação: 62413

Dados da Manifestação: 2014/10/08

Descrição:
Douto Ministério Público Federal,

A Rede Globo de Televisão no Ano de 2014 de, ano de Eleições Gerais, Conforme PESQUISA Fazer Manchetômetro,  UM Que locais P de Acompanhamento Diário da Cobertura Das Eleições de 2014 na Mídia Grande, especificamente Nos Jornais Folha de S. Paulo, O Globo e Estado de S. Paulo, e de: Não Jornal Nacional, da TV Globo e produzido Pelo Laboratório de Estudos de Mídia e Esfera Pública (LEMEP), o Grupo de PESQUISAS com Registro no CNPq, sediado no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP ) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro(UERJ), Instituição SEM QUALQUÉR filiação partidária UO com o Grupo Econômico, VEM produzindo de forma Sistemática Noticiario amplamente desfavorável, tendencioso eleitoralmente, Partidário e desequilibrado los desfavor do Partido dos Trabalhadores e da candidata à reeleição à Presidencia da República Dilma Rousseff FAZ Partido dos Trabalhadores em Seu Jornal Diário Televisivo denominado Jornal Nacional, de grande Alcance POR TODO o país e Capaz de Influenciar eleitoralmente a Opinião de Parcelas majoritárias dos Brasileiros, rincões EM TODOS OS PAIS Fazer, um função de SUA Audiência.
Como o Espectro eletromagnético de Transmissão televisiva Pela CF / 88 E de Propriedade da União, Quero Dizer Público, podendo Ser concedido Pela União à Iniciativa Privada, Como É O Caso da Rede Globo de Televisão, a Regulação SUA, MESMO soluço Concessão, Seguir Desen OS Parâmetros Legais vigentes Paragrafo TODO SERVIÇO PÚBLICO Solúcar Concessão OU NAO, Cais Cais Cais Cais Cais cais Quais d'Orsay d'Orsay d'Orsay d'Orsay d'Orsay d'Orsay sejam, o da supremacia do Interesse Público, da Transparência, Controle e Fazer Como Como Agências reguladoras Que deveriam Exercer hum e Fiscalização, Controle, sobretudo, o Poder Regulador incidente Sobre Serviços Delegados a Terceiros Não Tem se mostrado competentes Paragrafo coibir o OSU evidentemente Partidário Fazer Jornal Nacional da Rede Globo, cuja Evidência se Encontra na PESQUISA supra mencionada Que VEM Sendo realizada Pelo Laboratório de Estudos de Mídia e Esfera Pública (LEMEP), o Grupo de Pesquisas com Registro no CNPq, sediado no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Venho lhes Nome da Minha prerrogativa sagrada Pela CF / 88 (Direito de petição), Como Cidadão Solicitar Que o MPF ATUE Neste Caso, salvo Melhor Juízo, de flagrante violação da Legislação das Concessões Públicas None Espectro eletromagnético Que Pertence à totalidade dos cidadãos, Sendo portanto Res Publica e Localidade: Localidade: Não Domínio Privado, Procedimento que adotado Pela Rede Globo de Televisão Localidade: Não Seu Jornal Nacional, Influenciar PODE UMA Consciência Opinião ea Fazer Eleitor brasileiro los hum Ano de Intensa Disputa eleitoral e Democrática. Localidade: Não E Possível Que tamanha disparidade na Orientação dos noticiários POSSA Ser entendida Como Algo normal, Hajavista a PESQUISA da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e AINDA Mais los hum Ano eleitoral.
Tambem Venho POR Intermédio Desta petição AO Douto MPF Solicitar UMA notificação Fazer Federais MPE (Ministério Público Eleitoral) EM Ámbito, Bem Como, a ANATEL e Ministério das Comunicações AO.
Providências Certo de Que Como Legais AO Caso relatado Serao Tomadas SEM Demora, tendão los vista a celeridade do Processo Eleitoral, instruo hum Presente Manifestação com o Vínculo de Fazer Manchetômetro local, Que TEM causado alvoroço NAS Redes Sociais e JÁ É de dominio e Conhecimento de centenas de milhares de Brasileiros dos eleitores.

http://www.manchetometro.com.br/
SOBRE o Jornal Nacional de: Não Manchetômetro:http://www.manchetometro.com.br/analises/jornal-nacional/
São Paulo, 10 de agosto de 2014.

Osvaldo Ferreira

Solicitação:
Que o MPF apure Mediante Como juntadas Provas, Desvio de função da Rede Globo de Televisão, Como Concessionária do Espectro eletromagnético NAS Transmissões televisivas los desfavor de hum Partido Politico, "in casu" O PT, Partido dos Trabalhadores, justamente los hum Ano eleitoral.
Demais INFORMAÇÕES Serao encaminhadas Paragrafo Seu endereçoo de e-mail.
Para Consultar o Andamento da Manifestação, favorecem Acessar a Página Eletrônica do MPF, Opção Ouvidoria Fazer MPF, Consultar Andamento, e inserir o Nummer da manifestaçãoo e de Seu Documento (CPF OU CNPJ).
Atenciosamente,
Ouvidoria Fazer MPF - Sistema Cidadão
Ministério Público Federal
Obs:. De: Não responda a Este e-mail. MENSAGENS encaminhadas / respondidas Paragrafo o ENDEREÇO ​​Eletrônico do Remetente Serao desconsideradas.

*Terrordonordeste



Manchetômetro da Uerj: JN surra Dilma por 82 a 3


Manchetômetro
No manchetômetro da Uerj: JN da Globo surra Dilma por 82 a 3
Parcialidade, partidarismo e desequilíbrio editorial; tudo somado, o Jornal Nacional, principal veículo informativo da Rede Globo, exibiu de 1º de janeiro a 9 de agosto deste ano nada menos que 1 hora e 22 minutos de reportagens contrárias ao governo da presidenta Dilma
do Tribuna Hoje, sugestão MWM
Um cálculo feito por pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) comprova que o principal noticiário da TV brasileira, o Jornal Nacional, é definitivamente usado pela Globo como um instrumento de oposição ao governo. PESQUISA chamada de ‘manchetômetro’ pelos membros do Laboratório de Estudos de Mídia e Esfera Pública da Universidade conclui que o JN veiculou disparadamente mais notícias negativas contra a presidente Dilma Rousseff (PT) do que contra seus adversários.
De acordo com os gráficos do manchetômetro, o Jornal Nacional dedicou 1 hora e 22 minutos em 2014 para notícias consideradas desfavoráveis para a petista, contra apenas três minutos para reportagens consideradas favoráveis.
Em contrapartida, o candidato do PSDB, Aécio Neves, teve 7,42 minutos de noticiário positivo esse ano, e 5,35 minutos de notícias negativas. Eduardo Campos, presidenciável pelo PSB, foi alvo de pouco mais de 30 minutos de reportagens consideradas neutras, de acordo com os pesquisadores.
*Viomundo

O Brasil volta a reivindicar um maior protagonismo e a medir o seu tamanho no cenário global



Deixando para trás anos de uma política externa mais conservadora, concordam diplomatas e analistas ouvidos pelo EL PAÍS. O papel na criação do banco dos Brics e o posicionamento no conflito no Oriente Médio, que valeu ao país o incômodo apelido de "anão diplomático", podem servir de impulso para essa nota etapa na agenda internacional brasileira.
Os desafios, no entanto, não são poucos, principalmente para o próximo mandato presidencial, em 2015. Entre eles estão uma maior liderança regional, sobretudo no processo de revitalização do Mercosul, uma retomada das relações com os Estados Unidos e a concretização de um acordocomercial com a União Europeia.
Entre os três principais candidatos à Presidência nas eleições de outubro, a aspirante à reeleição Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), vislumbra uma maior participação da sociedade civil na definição das diretrizes da política externa, com uma visão multilateral em um cenário de destaque entre os Brics e os países que integram o hemisfério sul.
MAIS INFORMAÇÕES
O ruído diplomático entre o Brasil e Israel divide especialistas
O banco dos BRICS começa a andar
Biden visita o Brasil em busca de reconciliação definitiva com Rousseff
A agenda política ofusca o caráter comercial do Mercosul em Caracas
O adversário Aécio Neves, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), destaca, por sua vez, a importância de uma maior atenção à Ásia, aos EUA e outros países desenvolvidos, apostando em uma diplomacia mais comercial, além de uma recuperação do Mercosul. Já o candidato do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Eduardo Campos, defende, entre outros pontos, a ampliação de acordos comerciais com outros países além das fronteiras do próprio bloco sul-americano.
"O mundo está à espera de que o Brasil saia do período de maior calmaria e adote resoluções mais concretas, assumindo um perfil de maior estatura", afirma Thomas Trebat, diretor na América Latina do Columbia Global Centers, da Universidade norte-americana de Columbia.
"O Brasil tem muito a ganhar com um perfil global mais avançado, e não só por orgulho nacional, como também por tecnologia, recursos e oportunidades", emenda Trebat, para quem a prioridade à política externa vai além da busca por um assento no Conselho de Segurança da ONU.
O mundo está à espera de que o Brasil saia do período de maior calmaria e assuma um perfil de maior estatura
Thomas Trebat, diretor na América Latina do Columbia Global Centers
"Ao contrário de países que são pequenos e sabem disso, o Brasil quer ser grande, mas às vezes atua como pequeno", ressalta Rubens Ricupero, ex-embaixador brasileiro em Genebra, Washington e Roma e ex-secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento(UNCTAD).
Um passo de afirmação recente foi o "debate" em torno do conflito no Oriente Médio, também em julho. Ainda que a volta do embaixador brasileiro em Tel Aviv para consultas divida opiniões entre os especialistas, o posicionamento de condenação à desproporcionalidade dos ataques israelenses acabou sendo seguido nos últimos dias por "gigantes diplomáticos" como França eReino Unido, que reforçaram as suas ações devido ao alto número de civis mortos no conflito.
A temperatura entre os países começou a subir quando o Itamaraty emitiu a sua segunda nota em uma semana comentando o conflito. Só que, desta vez, o governo brasileiro não condenava explicitamente o lançamento de foguetes e morteiros de Gaza contra o território israelense. Em resposta, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores israelense classificou o Brasil como um "anão diplomático".
A política externa teve com os Brics um resultado concreto e importante, após muitas críticas à ausência de resultados
Rubens Ricupero, diplomata e ex-secretário-geral da UNCTAD
Outro ponto de busca de afirmação recente pode servir de exemplo: a condição bem-sucedida de anfitrião da reunião que marcou a criação do banco dos Brics, em julho. O grupo emergente, formado também por Rússia, Índia, China e África do Sul, pactuou a constituição de um banco de fomento e um fundo de RESERVAS para ajudar os países integrantes no caso de uma possível crise de liquidez.
"A política externa brasileira teve com os Brics um resultado concreto e importante. Até então a diplomacia vinha sendo criticada pela ausência de resultados significativos", avalia Ricupero, também ex-ministro da Fazenda brasileiro. Segundo o diplomata, a concordância para a cessão da sede do novo órgão para Xangai, na China, e da primeira secretaria-geral para a Índia, esteve ainda longe de representar uma derrota ao Brasil. "Caberia ao anfitrião esse comprometimento", avalia.
Seguindo a mesma linha, Alberto Pfeifer, professor de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP), classifica o encontro bem-sucedido dos Brics como um dos pontos altos do processo de "reativismo" da diplomacia brasileira. "O Brasil conseguiu agir com competência em uma cúpula que apresentou ao mundo um passo de instrumentalização financeira", reforça.
Uma hora o Brasil acha que tem mais poder do que tem, na outra acredita que tem menos
João Augusto de Castro, diretor e analista da consultoria Eurasia
Uma maior visibilidade nas relações externas, sejam políticas ou comerciais, acarreta uma maior exposição a novos adversários, avalia João Augusto de Castro, diretor e analista da consultoria Eurasia, com sede em Washington. Segundo ele, o país precisa ainda ter uma ideia mais clara do seu peso internacional. "Uma hora o Brasil acha que tem mais poder do que tem, na outra acha que tem menos", completa.
Como exemplo, ele cita a intervenção brasileira com a Turquia para o envio de urânio por parte do Irã para ser enriquecido no exterior, em 2010. Em meio à oficialização do acordo, os Estados Unidos acabaram por desautorizar a iniciativa, reforçando a proposição de sanções contra Teerã. "O Brasil acabou exagerando um pouco na dose e acabou se retraindo aos poucos", completa Castro.
Os desafios
Os desafios que se apresentam à diplomacia brasileira, e ao novo mandatopresidencial em 2015, não são mesmo poucos. A começar pela sub-região do Mercosul, em meio à deterioração da situação econômica de seus membros, sobretudo da Argentina, e à falta de novos acordos comerciais. "O bloco vive uma crise muito grave, sem que houvesse uma iniciativa nossa para superar os problemas", afirma o diplomata Ricupero.
"Precisamos de uma nova agenda produtiva, econômica, comercial, política no Mercosul. Temos de ser mais pragmáticos e aprofundar a relação aduaneira, o livre comércio para que funcione de fato. Há muitas barreiras em vigor, como no caso das importações pela Argentina", completa o professor Pfeifer.
Precisamos de uma nova agenda produtiva, econômica, comercial e política no Mercosul
Alberto Pfeifer, professor de Relações Internacionais da USP
Enquanto isso, o Mercosul vê emergir com força a Aliança do Pacífico, formada por México, Colômbia, Peru e Chile, e de quem uma aproximação se tornaria também algo muito positivo, embora ainda distante no momento. A China e o continente africano também não podem sair do radar.
"Existem outras iniciativas de relações entre blocos e países que estão em andamento e que podem marginalizar a Organização Mundial do Comércio (OMC), órgão que tem sido a aposta do Brasil", emenda Castro, em referência à liderança exercida pelo diretor-geral da entidade, o brasileiro Roberto Azevêdo.
Outro ponto a ser fortemente considerado é um acordo comercial com a União Europeia (UE), cujas negociações entre os blocos se arrastam há mais de 20 anos e atualmente se encontram em banho-maria, segundo os especialistas ouvidos pelo EL PAÍS. "Se der certo, criaríamos um precedente para desmitificar a ideia de livre comércio no Brasil", reforça Castro.
A retomada das relações com os EUA, após o caso Snowden, também deverá ser uma prioridade externa
Na última quinta, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior brasileiro, Mauro Borges, destacou que o país já chegou a um acordo com os parceiros do Mercosul sobre a oferta que será encaminhada à UE para a assinatura de um aguardado acordo comercial. Logo, o momento seria de espera de uma contrapartida do lado europeu.
A retomada das relações com os Estados Unidos, após o escândalo de espionagem denunciado no ano passado, que levou a parceria entre governos ao seu pior ponto em 30 anos, também deverá ser uma prioridade nos próximos meses.
"Parte da responsabilidade está do lado do governo norte-americano. Obama não deu muita atenção em seis anos para a América Latina. O escândalo da NSA acabou congelando as relações entre os governos, mas a visita do (vice-presidente norte-americano Joe) Biden em junho ajudou a relação a melhorar muito", avalia o consultor da Eurasia.
O episódio de espionagem à própria presidenta Dilma Rousseff e assessores acabaria ainda ajudando uma importante iniciativa brasileira em escala global a avançar. Trata-se do Marco Civil da internet, sancionado pela presidenta e que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres a usuários e provedores no país.
"A lei é boa e serve de modelo internacional para o uso compartilhado da rede", avalia Trebat, do Columbia Global Centers. "A agenda brasileira para os próximos períodos é extensa. E o país precisa ter mais confiança na avaliação de seus próprios recursos", resume o analista.
*Briguilino