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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

quinta-feira, outubro 22, 2015

Começou hoje (22), em São Paulo, a Feira Nacional da Reforma Agrária

Gaby Guarany Maspã e Jornalistas Livres compartilharam apublicação de Brasil de Fato.
Brasil de Fato adicionou 6 novas fotos.
6 hEditado

Começou hoje (22), em São Paulo, a Feira Nacional da Reforma Agrária. Até domingo, serão comercializadas mais de 200 toneladas de alimentos produzidos por áreas de assentamentos rurais. A Feira vende a preços populares alimentos cultivados sem o uso de agrotóxicos. Confira a programação: http://goo.gl/BomRbK
Fotos: Joka Madruga-Fotografia

quer dizer cunha do psdb e nao pmdb ta lá representando


quer dizer cunha do psdb e nao pmdb ta lá representando
Apesar de ter a terceira maior bancada da Câmara, com 54 deputados federais, nenhum parlamentar…
JB.COM.BR
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Lúcia Amélia Cintra País
13/10 às 16h15 - Atualizada em 13/10 às 20h00
Representação contra Cunha no Conselho de Ética tem 50 assinaturas
Presidente da Câmara diz: "Vão ter que me aturar um pouquinho mais"
Jornal do Brasil
Eduardo Miranda
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A bancada do Psol na Câmara dos Deputados, que tinha conseguido a adesão de 45 parlamentares na representação protocolada na tarde desta terça-feira (13) no Conselho de Ética da Casa, informou no início da noite que já tem 50 assinaturas. O documento pede a cassação do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por quebra de decoro parlamentar.

Recentemente, o Ministério Público da Suíça enviou à Justiça brasileira provas de que o peemedebista tem contas secretas naquele país. Cunha já havia sido denunciado pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal (STF) por lavagem de dinheiro e corrupção passiva no âmbito das investigações da operação Lava Jato.

Querem derrubar Dilma? Terão que cumprir todos os ritos constitucionais. A começar por arranjarem um motivo plausível – que, a despeito do que diz a fascistada, até o momento não existe.

STF manda recado a golpistas: não somos republiqueta; estamos vigilantes


MINISTROS

Reunidos na segunda-feira (19) em um evento em São Paulo, ministros e ex-ministros do Supremo Tribunal Federal discutiram sobre o papel do tribunal na disputa jurídica sobre o rito do impeachment.
Em sua fala, Luis Roberto Barroso mandou um recado muito claro aos golpistas. Sua fala não deixa margem a dúvida. Confira, abaixo, o vídeo da declaração do ministro.
Vale analisar cada palavra que Barroso disse. Abaixo, cada trecho da fala dele e, em seguida, a análise do Blog.
Eu acho que aqui nós vamos definir se nós somos um país preparado para ser uma grande nação ou se vamos ser uma republiqueta que aceita qualquer solução improvisada para se livrar de um problema
A “solução improvisada”, claro, é o impeachment sob qualquer desculpas e sob um rito sumário, apurado, absolutamente ilegal, construído às pressas para obter um resultado que viola a constituição, a democracia e o Estado de Direito.
Nós temos que resolver os problemas dentro dos quadros da normalidade constitucional, respeitando as instituições e tendo em conta que o timing político é diferente do time institucional
Mais claro impossível. Barroso está dizendo que não é porque conjunturalmente há um quadro de baixa aprovação do desempenho da presidente que se vai jogar fora a normalidade institucional.
O que nós devemos é preservar as instituições. Tudo passa, mas se nós abalarmos as instituições, passa mais lentamente e de maneira mais difícil
Para finalizar, o ministro avisa que esses arreganhos golpistas podem aprofundar a crise em vez de resolvê-la.
Como se tudo isso não bastasse, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, disse, no mesmo dia e no mesmo evento, que não tem “nenhuma preocupação em relação às instituições republicanas” do Brasil.
O presidente do STF foi ainda mais longe. Também mandou seu recado:
Tenho a convicção absoluta de que temos instituições fortes e o Supremo Tribunal Federal, sobretudo, está vigilante para que a Constituição seja integralmente cumprida. Nós temos uma excelente Constituição, que está vigorando há quase 30 anos
Sobre o recurso do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, ao STF, contra a liminar que a Corte deu recentemente contra o golpe, Lewandowski disse que “não há conflito nenhum” entre os Poderes – recurso de Cunha afirma que liminar anti golpe seria “interferência do STF no Legislativo”
O mais importante da fala de Lewandowski, porém, é ter dito que o STF está “vigilante” para que “A Constituição seja integralmente cumprida”. Ou seja, as espertezas de Eduardo Cunha e  de Aécio Neves não passarão.
Querem derrubar Dilma? Terão que cumprir todos os ritos constitucionais. A começar por arranjarem um motivo plausível – que, a despeito do que diz a fascistada, até o momento não existe.
Blogcidadania

Relatório da CPI descarta qualquer evidência de envolvimento de Lula e Dilma em corrupção na Petrobras

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Não há qualquer evidência ou menção do envolvimento da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula nos depoimentos dos delatores da Operação Lava-Jato e nos autos da CPI da Petrobras acerca de relação dos dois no esquema que se instalou na estatal para obter vantagens financeiras por meio do pagamento de propinas em contratos fraudulentos com fornecedores. Essa é uma das conclusões do relatório de 753 páginas apresentado nesta segunda-feira (19) pelo seu autor, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ). “É importante destacar esse fato, pois acredito que não chegou ao conhecimento de todos”, reforçou.
Luiz Sérgio também destacou em seu parecer, com base em tudo o que foi investigado pela comissão, ser questionável a tese da corrupção institucionalizada na estatal. Isso porque em vários depoimentos ficou claro, segundo o relator, que houve nas condutas ilícitas dos servidores envolvidos motivações pessoais. Comprovação desse fato está em depoimento do ex-diretor da Petrobras Pedro Barusco, segundo o qual as vantagens indevidas recebidas por ele remontavam a 1997. “É até injusta essa hipótese [corrupção institucionalizada], em particular com os milhares de trabalhadores da empresa”, completou.
O relator chamou a atenção, porém, para a gravidade da comprovação de que houve formação de cartel entre as empresas fornecedoras de equipamentos e serviços para a Petrobras, representando desperdício de recursos públicos. Mais preocupante, de acordo com Luiz Sérgio, é observar que condutas semelhantes podem ocorrer em qualquer nível da administração pública. Em função disso, disse ser fundamental olhar a situação com muito critério, já que as empreiteiras lidam com elevadas somas de dinheiro público “As empreiteiras do País, segundo a Associação Brasileira de Engenharia Industrial, movimentaram recursos da ordem de quase US$ 40 bilhões, em dados de 2012”.
Em seu parecer, o deputado estabeleceu, ao todo, 30 recomendações e fez 14 sugestões de proposições legislativas – sendo algumas delas acatadas a partir dos trabalhos dos sub-relatores. Entre esses itens, recomendou à Petrobras que estabeleça a modalidade “concorrência” como regra para os processos licitatórios que envolvam quantias vultosas e que sua área de controle interno atue de maneira mais rigorosa.
Como extensão dessa última recomendação, Luiz Sérgio propôs no relatório um projeto de lei que orienta as empresas estatais controladas pela União reforçar a ética corporativa, a governança e a gestão de risco. “Mais do que recomendar essa medidas à Petrobras, a ideia é que a CPI faça, por meio de um projeto de lei, uma importante colaboração ao País”, explicou.
Lava-Jato – O relator Luiz Sérgio fez questão de destacar em seu parecer a relevante contribuição que a Operação Lava-Jato deu ao combate à corrupção no País, mas ressalvou que seria ingenuidade acreditar que todos os procedimentos postos em práticas foram feitos dentro da estrita normalidade. “Pela própria magnitude que tem, é impossível acreditar que houve rígido controle e absoluta isenção em todas as etapas ocorridas até agora”.
Um dos pontos que chamaram a atenção, segundo o relator, foi a Justiça ter concedido ao doleiro Alberto Youssef o benefício da delação premiada, visto que o acusado estaria impedido de receber tal benesse por haver descumprido acordo anterior. Em sua primeira delação, dentro das investigações do caso Banestado, Youssef se comprometeu a deixar a vida criminosa, o que efetivamente não ocorreu. “Nesta CPI, o doleiro disse que cumpriu praticamente todo o acordo, menos em um aspecto: voltou a operar no mercado de câmbio. Ora, Youssef simplesmente descumpriu a principal exigência para o benefício da delação”, argumentou Luiz Sérgio. 
A preocupação do relator é que tal procedimento – o excesso de delações – represente um incentivo à impunidade. “O doleiro, no caso Banestado, delatou colegas, recebeu uma pena mais branda e voltou a delinquir depois de acordo com a Justiça. Só foi punido após ser flagrado novamente no crime”, explicou.
Para tentar evitar que essa prática contribua com a impunidade, outra sugestão contida no relatório da CPI da Petrobras é para que a Presidência da Câmara instale uma comissão especial com o objetivo de analisar propostas de mudanças nas leis anticorrupção – sobretudo, na legislação que trata da delação premiada de acusados que se encontram presos durante a investigação.  
Luiz Sérgio lembrou que alguns juristas defendem o impedimento de delação premiada para acusados presos. Para o relator, trata-se de uma questão relevante, assim como seria importante analisar a norma que rege acordos de leniência das empresas no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). “Com empresas, somente a primeira a delatar tem o direito a benefícios. Se essa regra se aplicasse aos envolvidos na Lava-Jato, talvez apenas Alberto Youssef ou Paulo Roberto Costa [ex-diretor da Petrobras) teriam direito à prisão domiciliar ou ao regime semiaberto com uso de tornozeleira eletrônica”.
Agenda – A CPI da Petrobras retomará na próxima quinta-feira (22) seus trabalhos para a conclusão da apresentação dos sub-relatórios setoriais e para a discussão do relatório do deputado Luiz Sérgio. A intenção do presidente da CPI, deputado Hugo Mota (PMDB-PB), é colocar o relatório em votação no mesmo dia.
PT na Câmara  
Foto: Salu Parente

. O senador afirma que os tucanos estão protegendo o presidente da Câmara


Edinea Faria compartilhou o vídeo de Lindbergh Farias.
7 h
162.691 visualizações
Lindbergh Farias
presidenta Dilma Rousseff. O senador afirma que os tucanos estão protegendo o presidente da Câmara mesmo depois do descobrimento de suas contas não declaradas na Suíça, ao passo em que querem impedir o mandato legítimo e democrático de uma presidenta honesta, honrada e que não possui nenhuma acusação que ateste contra ela. Assista!

Cunha pede sigilo em inquérito sobre contas na Suiça e leva uma “catracada” do ministro Teori


Teori221015b

Teori Zavascki, ministro do Supremo Tribunal Federal e relator da Lava Jato, negou pedido de Eduardo Cunha para que o inquérito que investiga as contas secretas mantidas na Suíça com dinheiro de propina transcorresse em sigilo de Justiça.

A hipótese dos autos não se enquadra em qualquer das situações em que se imponha reserva à cláusula de publicidade. A documentação que acompanha o pedido de abertura de inquérito não decorreu de medida cautelar processada no Brasil, tendo sido colhida e encaminhada pelas autoridades da Confederação Suíça sem regime de sigilo”, justificou o ministro do STF.Os documentos comprovando a existência de contas abertas no nome de Cunha e de seus familiares foram repassados pelo Ministério Público da Suíça e resultaram na denúncia feita pela Procuradoria Geral da República ao STF para apurar a possibilidade do envolvimento do parlamentar no esquema do Petrolão.
O inquérito aponta que, nas contas atribuídas a Cunha, teriam sido movimentados quase meio bilhão de reais. Parte do dinheiro teria sido vindo de um contrato da Petrobras, no valor de US$ 34,5 milhões, envolvendo a compra de um campo de petróleo na África.
(BR29 com informações do Brasil247)

Bandeira de Mello: Sem base legal, impeachment é espernear de coxinhas

Bandeira de Mello critica golpismo da mídia e da oposição: veja vídeo

TV Vermelho publica abaixo trechos da entrevista que realizou com o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello, no início do mês. Nos vídeos, ele compara as gestões do PT com as do PSDB, avalia a atual conjuntura política, faz críticas à mídia e à classe média alta brasileira.  


Dilma, FHC e a mídia
No primeiro vídeo, Bandeira de Mello, considerado o maior especialista em Direito Administrativo do país, compara a atual crise econômica do país com a situação vivenciada no governo de Fernando Henrique Cardoso. O jurista lebra que, no passado, o país precisou recorrer duas vezes ao Fundo Monetário Internacional e diz que, hoje, não estamos tão mal quanto nos governos tucanos. O que mudou de lá para cá, defende, é que a mídia está em campanha para derrubar a presidenta Dilma Rousseff. “E o poder da mídia é muito grande, então fica essa sensação de que o Brasil está mal”, avaliou, classificando a mídia como “o maior inimigo do país”.


 

"Impeachment seria catástrofe"
Na entrevista à TV Vermelho, Bandeira de Mello defende que não há nenhuma base jurídica para tirar a presidenta Dilma Rousseff do poder. Segundo ele, tudo não passa de uma tentativa da opsição de “ganhar no tapetão”, “um espernear dos coxinhas”. Nesse sentido, um impeachemnt seria “uma catástrofe”, um atentado ao Estado Democrático de Direito, avalia, desconstruindo os argumentos daqueles que defendem a saída da presidenta.




Operação Lava Jato e Sérgio Moro


No vídeo, Celso Antônio Bandeira de Mello avalia que a Operação Lava Jato está sendo conduzida com violações aos princípios fundamentais do Estado de Direito. “Você vai e mete uma pessoa na cadeia e vai mantendo ela indefinidamente, em condições odiosas. É uma verdadeira tortura, até você falar. Que raio de delação é essa? Que valor tem isso?”, questiona. O jurista afirma que o juiz Sérgio Moro, que comanda as investigações, tem cometido violações aos direitos humanos, e prevê que ele pode até ser punido pelo Conselho Nacional de Justiça por isso.




O ódio da classe média
Neste trecho da entrevista, Bandeira de Mello faz uma dura crítica à classe média alta brasileira, que, segundo ele, tem raiva daqueles que ascenderam durante a gestão do ex-presidente Lula. Para ele, são essas pessoas que querem agora afastar a presidenta do cargo. “Estão com tanto medo do Lula, que já querem inviabilizar que ele seja candidato. Eu reconheço, para eles é uma desgraça. Você ver gente simples, do povão, desfrutando das coisas que você desfruta? Para essa gente, dói”, alfineta.




Constituição e financiamento empresarial de campanha
De acordo com o jurista, que também é professor da PUC-SP, a Constituição brasileira já é “excelente” e não precisa de reforma. Precisaria apenas ser aplicada, além de ter regulamentadas algumas questões, como a das comunicações. O jurista citou, no entanto, como exemplo de algo danoso previsto na legislação até então o financiamento empresarial de campanha, que recentemente foi proibido pelo STF.
 

Da TV Vermelho
*ClaudiaMAriaBerto

Lindbergh Farias: Moralistas sem Moral

Castro J Joao compartilhou o vídeo de Lindbergh Farias.
5 h
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Lindbergh Farias carregou um novo vídeo: Moralistas sem moral: No tempo de FHC não havia investigação.
18 h
A publicação dos diários de Fernando Henrique Cardoso escritos durante os dois primeiros anos de seu mandato traz revelações importantes num momento em que há tanta hipocrisia e indignação seletiva por parte dos tucanos, disse Lindbergh hoje no plenário. Ele destacou que, no livro a ser lançado na próxima semana, o ex-presidente assume que teve conhecimento de um “escândalo” que ocorria na Petrobras, mas optou por não tomar nenhuma providência. Isso é crime de prevaricação, pois toda autoridade tem o compromisso de denunciar quando há conhecimento de irregularidades.
O senador também abordou o trecho em que FHC declara que seu "engavetador-geral da república", Geraldo Brindeiro, colocou um ponto final nas denúncias contra o presidente da Câmara na época, o deputado Luís Eduardo Magalhães, filho de seu aliado ACM. O tucano considerou que a Polícia Federal havia ultrapassado os limites nas investigações do caso que veio a ser conhecido como Pasta Rosa.
Praticamente não havia investigação no governo tucano, afirmou Lindbergh. Para se ter uma ideia, a média de operações realizadas pela PF era de apenas seis anuais. Já nos governos de Lula e Dilma, o órgão ganhou autonomia e realizou uma média 220 operações por ano. Que diferença!
Ele lembrou ainda que o Ministério Público não atuava com liberdade nos tempos de FHC, que nomeou Brindeiro três vezes consecutivas sem eleições e na quarta, quando houve uma votação entre os procuradores-gerais indicados, o engavetador ficou em sétimo lugar e mesmo assim foi nomeado. Só foi a partir do governo Lula que se efetivou a independência do MP, com a escolha do procurador-geral sempre mais votado.
"Justiça se faça à presidenta Dilma. Hoje não há interferência alguma no Ministério Público e na Polícia Federal, que têm autonomia para agir. Isso não existia no governo de FHC", completou Lindbergh.
Leia>
Paulo Moreira Leite no Brasil 247 - Agora é oficial: FHC sabia e não fez nada!goo.gl/EExxoN
Luis Nassif no Jornal GGN - Porque não houve uma Lava Jato para FHCgoo.gl/uUE81t

Video Cunha não dá satisfação

compartilhou o vídeo de Rodrigo Cavalcante.
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