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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

quinta-feira, março 29, 2012

MMA, a nova barbárie da TV Globo

Por Gianni Carta, na CartaCapital:

Eles choram, cozinham, fazem faxina e conversam. São seres humanos como nós. É isso que The Ultimate Fighter, o novo reality sobre os lutadores de MMA (sigla para artes marciais em inglês) quer provar.

O reality é transmitido pela tevê Globo aos domingos à meia-noite. Os 12 remanescentes episódios servirão como um excelente substituto para soníferos. Pelo menos funcionou para mim na estreia, no domingo 25.

O pesadelo na Líbia pós-Kadafi

Por Igor Fuser, no sítio da Fundação Maurício Grabois:

Misteriosamente, a Líbia desapareceu da “grande mídia” nos cinco meses transcorridos após o assassinato de Muamar Kadafi e a tomada do poder por seus inimigos, com a decisiva ajuda de milhares de bombas lançadas por aviões da Inglaterra, França e EUA.

A súplica de Demóstenes para Cachoeira

Charge do Dia

luscar


29 de Março, Aniversário da Encantadora Cidade de Salvador

A encantadora capital da Bahia, cidade mais antiga e primeira capital do Brasil, completa 463 anos de existência. Salvador é a cidade mais negra fora do continente africano. Segundo o IBGE, 80% da população é composta por afrodescendentes, oriundos de várias tribos e reinos, que aqui chegaram escravizados. Misturados aos elementos da cultura indígena e europeia, a herança trazida pelas diversas etnias africanas transformou a Bahia num lugar particularmente mágico.

CONHEÇA UM POUCO MAIS EM:
 
- Vídeos sobre Salvador: [Vídeo-2], [Vídeo-3]
- Pontos Turísticos: [Vídeo-1]
*Egrégorasecarrancas

USP: Segundo denúncia, policiais militares atuam em conjunto com o PCC no campus da universidade

O jornalista Sandro Barboza, da TV Bandeirantes, divulgou trechos de um relatório de investigação da morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, dentro da USP em maio de 2011, o qual afirma que a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) paga “semanalmente elevados valores aos policiais militares que atuam na região”. A morte do estudante dentro do campus da USP foi o pretexto utilizado pelo reitor Grandino Rodas para a implementação permanente de efetivos da PM no campus.

Fábio Nassif, via Carta Maior

O Jornal da Band transmitiu uma matéria na noite de terça-feira, dia 27, com uma denúncia sobre o envolvimento de policiais militares e integrantes do crime organizado dentro da Universidade de São Paulo, entre outros locais. O jornalista Sandro Barboza divulgou trechos de um relatório de investigação da morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, dentro da USP em maio de 2011, o qual afirma que a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) paga “semanalmente elevados valores aos policiais militares que atuam na região”.

A morte do estudante dentro do campus da USP foi o pretexto utilizado pelo reitor Grandino Rodas para a implementação permanente de efetivos da PM no campus. O relatório sobre o caso, feito pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, foi arquivado justamente porque se tratava de um esquema da PM com os criminosos, segundo a reportagem. O relatório arquivado foi a base para a investigação da equipe de reportagem da emissora.

“Mesmo tendo recebido o documento, a Secretaria de Segurança Pública designou os policiais do 16º [DP] para fazer o patrulhamento na cidade universitária”, diz o jornalista na reportagem, em referência ao Departamento Policial que faz fronteira com a USP e com a Favela de São Remo.
A reportagem é baseada neste relatório e no depoimento de um ex-investigador do DHPP (não identificado) que teria ajudado neste caso. Ele afirma que “alguns trabalhos, com certeza o governador [Geraldo Alckmin], o secretário de Segurança Pública [Antônio Ferreira Pinto], o comandante geral da PM [coronel Álvaro Batista Camilo] têm ciência”. A edição da matéria sugere que o caso da USP seria um deles.
O intervalo de tempo entre a morte do estudante e a implementação do policiamento cotidiano na USP coincide com a finalização e o arquivamento do relatório da Polícia Civil. Ou seja, a decisão do reitor João Grandino Rodas foi simultânea à conclusão do relatório sobre a morte do estudante.
Criminalização
O convênio entre a Secretaria de Segurança Pública e a USP é de setembro de 2011, assinado por Ferreira Pinto e Rodas, mas apenas no dia 27 de outubro o movimento estudantil expressou com mais veemência sua contrariedade ao convênio, depois de a Polícia Militar deter três estudantes por supostamente portarem uma pequena quantidade de maconha. No mesmo dia, houve uma ocupação da sede da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), e policiais usaram bombas, balas de borracha e cassetetes contra estudantes.
No dia 11 de novembro, a PM entrou com um efetivo de 400 policiais e prendeu 73 estudantes que ocupavam o prédio da reitoria. Em seguida, o movimento estudantil ganhou força, realizou assembleias massivas e decretou greve. A Polícia Militar permaneceu atuando no local e novos conflitos já ocorreram.
As novas denúncias podem inverter o discurso que o reitor e o governo do Estado de SP conseguiram impor à sociedade, com ajuda de alguns meios de comunicação, de que os estudantes – usuários ou não de drogas – e o movimento estudantil são os criminosos contra os quais a policia deve estar em luta permanente. Se as informações da investigação estiverem corretas, poderão comprovar que os criminosos são os policiais militares do reitor Rodas, do Secretário Ferreira Pinto e do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
A Carta Maior publicou matéria em novembro de 2011 sobre a aposta da Secretaria de Segurança Pública em militares linha dura e a interferência da secretaria nas investigações do DHPP nos casos de mortes cometidas por policiais, registradas como “resistência seguida de morte”. Segundo os dados da própria secretaria, apenas 30% das investigações dessas ocorrências explicaram o ocorrido.
*Limpinhoecheiroso

Demóstenes, Veja, Mensalão e o STF - Quem armou para detonar José Dirceu? # @

Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:O texto que o Escrevinhador reproduz abaixo merece ser lido com muita atenção. A informação é de que Carlinhos Cachoeira (aquele que a Folha, com deferência, chama de “empresário do jogo”) teria tramado o Mensalão em parceria com Demóstenes Torres (DEM-GO) – o grande tribuno da moral e dos bons costumes. E mais: a Veja pode ter participado da trama.

Hum…
Revista Veja constrangeu reportagens investigativas sobre Demóstenes Torres e Carlinhos Cachoeira, forjando a surrada técnica de contra-informação usada por José Serra, de se passar por vítima de dossiês quando é flagrado em algum escândalo de corrupção.
http://veja.abril.com.br/101007/p_060.shtml
Uma matéria de contra-informação publicada na revista Veja em 2007 para blindar o senador Demóstenes Torres (DEM/GO) das acusações que agora vem ao conhecimento público, reforça indícios da associação da revista Veja com Carlinhos Cachoeira.

Em 2007, o senador Demóstenes Torres (DEMos/GO) conspirava no conselho de ética no Senado e na imprensa para cassar o então presidente do senado Renan Calheiros (PMDB/AL), acusado de ter contas supostamente pagas por um lobista de uma empreiteira.

Por trás da trama do denuncismo, a preocupação com a ética passava longe. Havia apenas a disputa política pelo poder no Senado.
Leia matéria completa :

Boa pergunta, Fidel Castro: "O que faz um Papa?"

 

O Papa disse que o regime de Cuba já se não usa.
Não há ninguém melhor do que o Papa para falar de regimes obsoletos.

 

 

O bumerangue  - contra o governo cubano - retornou e engasgou na garganta profunda do "piedoso" Senhor.

Vamos aos afazeres de um Papa.

. Cuida das "ovelhas" - o que queira diabo dizer isso.

 . Dá emprego, casa e comida a pedófilos.

 . Protege os pedófilo sob sua guarda.

 . Mantem um banco para lavagem de dinheiro.

 . Sob o manto da "religiosidade" sonega imposto de sempre.

 . Mantem palácios no mundo para sua serventia.

 P.S. quem quiser me enviar mais "afazeres de um Papa" por favor enviar para meu email ou colocar como comentário. Obrigada.
*Brasilmostraatuacara

A presidenta Dilma, em visita à India para reunião dos BRIC's, também comemorou ao ser ouvida pela reportagem da TV NBR:


BRICS impõe sua agenda enquanto países desenvolvidos afundam na crise

Países emergentes consolidam espaço e exigem mais poder nas decisões multilaterais e nos organismos financeiros mundiais.  Enquanto a Europa e EUA passam por graves crises, BRICS planejam banco paralelo ao FMI.

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*Brasilmostraatuacara