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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

quinta-feira, março 26, 2015

Moscou defende Brasil, Índia e África do Sul como membros permanentes do CS da ONU

Conselho de Segurança da ONU

Moscou defende Brasil, Índia e África do Sul como membros permanentes do CS da ONU

© REUTERS/ Mike Segar

Moscou acredita que o Brasil, a Índia e a África do Sul são “candidatos dignos para se juntar ao Conselho de Segurança da ONU” de forma permanente, segundo declarou o embaixador especial da chancelaria russa Vadim Lukov nesta quarta-feira (25).
Os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU são: Rússia, Estados Unidos, China, França e Reino Unido. Outros dez países são eleitos para o órgão a cada dois anos.
Sobre a possível adesão permanente do Brasil, da Índia e da África do Sul, Lukov acrescentou que a decisão não deve ser tomada ao nível do bloco BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), mas no âmbito do sistema das Nações Unidas.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150325/554208.html#ixzz3VV2qfhXO

DEP. SILVIO COSTA DETONA COM A DIREITA

Em discurso eloquente, o deputado Silvio Costa denuncia a hipocrisia da direita que fala em 'bandido seletivo' que abafa o TRENSALÃO de SP:
"Vocês são irresponsáveis, levianos. Não tem moral pra falar em impeachment da presidenta Dilma que sofreu com a ditadura, apoiada por muitos aqui, principalmente do DEM que já foi ARENA, que já foi PFL, e ajudaram a torturar Dilma pois apoiaram os militares". (em citações semânticas que me lembro dele dizer)


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DEP. SILVIO COSTA DETONA COM A DIREITA
Em discurso eloquente, o deputado Silvio Costa denuncia a hipocrisia da direita que fala em 'bandido seletivo' que abafa o TRENSALÃO de SP:
"Vocês são irresponsáveis, levianos. Não tem moral pra falar em impeachment da presidenta Dilma que sofreu com a ditadura, apoiada por muitos aqui, principalmente do DEM que já foi ARENA, que já foi PFL, e ajudaram a torturar Dilma pois apoiaram os militares". (em citações semânticas que me lembro dele dizer)

Jean Wyllys protocola projeto para legalizar o aborto no Brasil

Projeto de lei que legaliza aborto é protocolado na Câmara. Iniciativa de Jean Wyllys (Psol-RJ) garante às mulheres o direito de interromperem gestação de até 12 semanas

jean wyllys aborto brasil
O deputado Jean Wyllys com a equipe que participou da elaboração do projeto de lei, entre eles a senadora uruguaia Constança Morera (Foto: Divulgação)
O deputado federal Jean Wyllys (Psol) deu entrada nesta terça-feira na Câmara no projeto de lei que garante às mulheres o direito de interromperem voluntariamente gravidez de até 12 semanas. De acordo com o texto, que será encaminhado para as comissões da Casa antes de seguir para votação, o aborto seria realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Também estão previstas a criação de políticas públicas para educação sexual e dos direitos reprodutivos e sexuais.
“Não vou passar por cima do cadáver do Eduardo Cunha (PMDB-RJ), porque ele não está morto, mas passarei sobre a arrogância dele. A lei é para que o Congresso não passe por cima do cadáver de milhares de mulheres que abortam clandestinamente em açougues e morrem todos os dias”, afirmou Jean, em referência à entrevista recente do presidente da Câmara.
Na ocasião, Cunha declarou que mudanças na legislação sobre aborto só seriam votadas por cima de seu cadáver. “No aborto sou radical, não vou pautar nem que a vaca tussa”, disse o parlamentar.
Pela lei, qualquer mulher com até 12 semanas de gravidez poderia procurar uma unidade de saúde pública para pedir a realização do aborto. Lá, seria atendida por uma equipe multidisciplinar, com médicos, psicólogos e assistentes sociais, para ser orientada sobre o procedimento até ratificar sua decisão.
A justificativa do projeto cita o fato de que o Brasil faz parte dos 13% da população mundial que permite o aborto apenas em determinadas circunstâncias – em casos de estupro, por exemplo. A maioria segundo o levantamento, 41%, vive em algum dos 50 países com legislação similar à proposta por Jean, como EUA, França e China.
O texto estima que são realizados de 729 mil a 1 milhão de abortos de forma clandestina e insegura no Brasil. Um estudo da Universidade de Brasília (UnB) também é mencionado e aponta que a maioria das interrupções de gravidez são feitas por mulheres de 18 e 39 anos casadas, com filhos e religião: uma em cada sete já abortou.Na faixa etária de 35 a 39 anos, a proporção é maior: uma em cada cinco mulheres já interrompeu a gestação.
Jean têm ciência de que o projeto enfrentará resistências principalmente na bancada religiosa do Congresso. “Não criei a lei para enfrentar conservadores, eles já me atacam. Mas para além de uma discussão moral ou religiosa, é uma discussão de saúde pública.Precisamos ir além da hipocrisia. Aprove-se ou não a lei, e as mulheres continuarão abortando, só não podem continuar indo a açougues. Defendo o direito da mulher, ela decide sobre o corpo dela, afirmou o parlamentar.
Dados do DataSus, que reúne números do Sistema Único de Saúde são mencionados no projeto de lei, e apontam que cerca de 230 mil internações acontecem todos os anos para tratar de complicações decorrentes do aborto inseguro. Sobre a tramitação do projeto, o deputado afirmou que, uma vez protocolado, Eduardo Cunha deverá enviar o projeto para três comissões, ou criar uma comissão especial para discuti-lo. “Vamos propor audiências públicas, oitivas… Levantar o debate, o Congresso não pode fingir que essas mulheres não existem”, resumiu.

EDUCAÇÃO SEXUAL

A lei também prevê que o Ministério da Educação crie tópicos para educação sexual e reprodutiva, e leve para escola conversas sobre a prevenção de gravidez não desejada.O texto também menciona a promoção de “uma visão da sexualidade baseada na igualdade, com prevenção à violência de gênero”.
“São políticas públicas sobre métodos contraceptivos, doenças sexualmente transmissíveis. No Brasil, garotas de 11 anos engravidam e são alijadas da educação. Aborto não é um método contraceptivo, mas na hipótese dessa menina ter que ir a qualquer lugar, que seja bem atendida no SUS”, afirmou Jean Wyllys.
Leandro Resende, O Dia

Com tecnologia, agora o Brasil produz submarinos nucleares e grandes petroleiros

Submarino Nuclear BrasilVamos começar com o Almirante Othon Silva.

O Brasil é o terceiro maior produtor de urânio do mundo e não pesquisou ainda metade de seu território.

O Almirante Othon Silva é Presidente da Eletronuclear, que administras as usinas nucleares Angra I, II, III e vai construir outras.

A energia nuclear é mais barata que a térmica, hoje usada na escassez de chuva.

Mais jovem, Othon desenvolveu um sistema próprio, brasileiro de enriquecer e beneficiar o urânio.

Por causa dele e sua equipe de engenheiros militares brasileiros, anônimos como ele, a Marinha construiu em Aramar (SP), uma unidade de enriquecimento de urânio.

No começo de seu primeiro Governo, Lula foi a Aramar e testemunhou que o trabalho estava parado.

Toda a tecnologia desenvolvida, todo o conhecimento que que os brasileiros acumularam iam se perder.

Por que ?

Porque o Governo Fernando Henrique não mandava dinheiro.

Esvaziou a fonte de recursos, como fazia, sistematicamente, com a Petrobras.

Enfraquecer para fechar – ou vender – era a estratégia silenciosa.

Ia tudo para o lixo: o conhecimento e o urânio enriquecido.

Lula chamou seu “Ministro” da Marinha e disse: toca, porque eu vou mandar dinheiro pra cá.

Em Itaguaí, perto de Angra, também no litoral do Rio, no momento há 6 000 trabalhadores – brasileiros ! –  na construção do estaleiro e base naval do PROSUB, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos.

São brasileiros do Maranhão, do Piauí, do Ceará, do Rio, de São Paulo, de Minas – treinados e contratados pela Odebrecht, responsável pelas obras.

Cingapura, que é do tamanho do ABC paulista, tem seis submarinos.

O Brasil tem sete !

O mais novo é de 2002, da classe Tikuna, com tecnologia alemã, convencional, movido a energia diesel-elétrica.

O Brasil fez um acordo com a França para construir submarinos.

Contratou quatro a diesel-eletrica.

A partir do segundo – o primeiro está quase pronto -, brasileiros assumem o projeto, porque fez parte do acordo que os franceses entregariam os códigos fonte: ou seja, o Brasil se apropriará da tecnologia.

Simultaneamente, o Brasil contratou com a França construir um submarino a propulsão nuclear.

A França faz o primeiro.

O Brasil fará os outros, a partir do segundo.

Mas, já no primeiro, movido a energia nuclear, o Brasil entregará pronto, fechado, lacrado, o compartimento do submarino que conterá o urânio enriquecido, porque é tecnologia própria, intransferível, made in Brazil – a do Almirante Othon Silva.

E o Brasil se tornará um fabricante de submarinos movidos a energia nuclear.

O Brasil estará no time dos Estados Unidos, Rússia, China, França e Inglaterra.

Ou seja, entrará para o Conselho de Segurança da ONU sem ser !

Num dos últimos comícios da campanha de 2002, Lula foi ao estaleiro Verolme, em Angra dos Reis.

Estava às moscas.

Os trabalhadores, de braços cruzados.

Crescia capim no chão da fábrica.

A Petrobrax de Fernando Henrique tinha acabado de comprar uma plataforma continental em Cingapura, porque o jenio que presidia a Petrobrax considerou que seria do “interesse nacional” de Cingapura comprar lá, porque era 5% mais barata do que uma feita aqui, com trabalhadores brasileiros.

Lula prometeu que uma das primeiras decisões de seu Governo seria cancelar a compra em Cingapura.

Assim, renasceu a indústria da construção naval brasileira, que Fernando Henrique ia fechar.

E a indústria da construção naval, com a de navipeças, em pouco tempo empregará mais brasileiros que a indústria automobilística.

E quem é o maior comprador da indústria naval brasileira ?

A Petrobras.

E o Brasil será o maior fabricante de plataformas de exploração de petróleo do mundo !

O Almirante Othon Silva, os submarinos a energia nuclear, a indústria de construção naval – tudo isso tem a ver com que ?

Com o pré-sal !

O pré-sal que o Lula decidiu explorar sob o regime de partilha.

Porque o Fernando Henrique retirou dinheiro de Aramar e ia fechar a indústria da construção naval ?

Porque o entreguismo do Fernando Henrique tem uma lógica !

Hoje, trava-se uma nova batalha pelo controle do pré-sal e, com ele, a destinação de recursos à Educação e à Saúde.

A eleição é sobre a Petrobras.

É a mesma guerra desde 1954, quando, em 1954, Getúlio deu um tiro no peito para preservar a Petrobras.

Toda eleição no Brasil é sobre a Petrobras.

Fernando Henrique não queria enriquecer o urânio, não queria construir submarinos a energia nuclear e é a favor do regime de concessão para explorar o pré-sal.

FHC rasgou uma tradição da política externa brasileira, que vinha desde o grande presidente João Goulart: não assinar o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, o TNP, porque a diplomacia brasileira – quando soberana –  considerava uma discriminação dos que “tinham” bomba atômica, contra o que “não tinham” – “have and have not” – na expressão do embaixador Araújo, na ONU.

(Castro foi chanceler de Jango e, por isso, perseguido pelos militares.)

O rico queria condenar o pobre à inanição tecnológica.

Fernando Henrique assinou o TNP.

(Fernando Henrique sempre achou que o Brasil não deveria postular um assento no Conselho de Segurança da ONU. Que o Brasil tinha outras prioridades…)

O entreguismo tem uma lógica.

É a lógica de entregar o interesse nacional aos outros.

Porque o entreguista não acredita no Brasil, no trabalhador brasileiro.

O entreguista precisa desesperadamente entregar a Petrobras.

Porque a Petrobras é o interesse nacional.

A Petrobras é trilho por onde se desenvolverá a futura indústria nacional.

Por isso é necessário destrui-la.

(“Eles não podem permitir que o PT administre o pré-sal”.)

Destruir a Petrobras é o que quer o imaculado Senador Alvaro Dias: destruir a Petrobras para destruir a Dilma !
*PHA

IGF JÁ


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A contribuição sobre grandes fortunas, exigida pela Constituição Federal, poderia gerar mais de R$ 20 bilhões à Saúde. E sabe quem são os poderosos contra sua regulamentação no país? O afiado Paulo Henrique Amorim conta no Conversa Afiada Oficial. Imperdível!!

Para que não continuemos passando por cima dos cadáveres de muitas mulheres.



Para que não continuemos passando por cima dos cadáveres de muitas mulheres.
O aborto é, hoje, um assunto proibido em quase todos os espaços, e não importa o motivo para a interrupção da gravidez: o assunto é tratado como tabu, evitado a todo custo em quase todas as campanhas eleitorais e a prática é criminalizada segundo o Código Penal, que estabelece como exceções à regra apenas duas possibilidades: o risco à vida da gestante e a gravidez decorrente de estupro. Diante da necessidade de regulamentar esta questão e definir, em lei, a responsabilidade dos entes federativos no atendimento à mulher, no planejamento familiar, na distribuição de métodos contraceptivos e na educação para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez indesejada, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) apresentou, nesta terça-feira, 24, o Projeto de Lei 882/2015, que estabelece as políticas públicas no âmbito da saúde sexual e direitos reprodutivos e legaliza e regulamenta a prática do aborto seguro, reconhecendo à mulher o direito a decidir sobre seu corpo.
Elaborado com a participação e colaboração de diferentes entidades, coletivos e pessoas, especialistas na matéria e militantes dos movimentos sociais que lutam por mudanças nas políticas públicas, o projeto, além de regulamentar o que são os direitos sexuais e reprodutivos — uma adequação urgente aos dispositivos internacionais aos quais o Brasil é signatário, como a Convenção do Cairo — regula também a interrupção segura e voluntária da gravidez até as 12 semanas, que deverá ser garantida pelo SUS à mulher que assim o requerer, e também reforça os dispositivos que asseguram a interrupção da gravidez nos casos decorrentes de violência sexual, de fetos cuja vida extrauterina não seja possível, e também dos casos onde a gravidez represente risco iminente à vida ou à saúde da gestante.
Fora duas outras iniciativas de vida curta, além do PL 1135/1992, que durante 20 anos tramitou na Casa, até finalmente ser arquivado pela bancada fundamentalista em 2011, explica o deputado Jean Wyllys, todos os outros projetos em tramitação na Câmara são contrários à autonomia das mulheres e aos seus direitos sexuais e reprodutivos. “Diante dos números, que são alarmantes e incontestes, da quantidade de abortos praticados de maneira insegura e também da mortalidade materna, da qual o aborto inseguro é a quarta causa no Brasil e a primeira entre mulheres negras, sentimos a necessidade de apresentar um projeto que mudasse esta realidade e reconhecesse esse quadro como uma questão de saúde pública e não como uma questão moral”, disse.
“Diante dos números, que são alarmantes e incontestes, da quantidade de abortos praticados de maneira insegura e também da mortalidade materna, da qual o aborto inseguro é a quarta causa no Brasil e a primeira entre mulheres negras, sentimos a necessidade de apresentar um projeto que mudasse esta realidade e reconhecesse esse quadro como uma questão de saúde pública e não como uma questão moral”, disse.
“Precisamos tornar essa pauta uma política pública, independente de ser contra ou a favor da interrupção voluntária da gravidez indesejada. Não deve ser fácil para qualquer pessoa fazer um aborto, mas se ele é praticado na maioria dos casos é por falta de política pública e de educação sexual; de acesso a métodos contraceptivos; e de serviços de interrupção segura. O nosso projeto prevê tudo isto e está estruturado na base daquilo que os movimentos de mulheres sempre reivindicaram: 'Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar e aborto legal, seguro e gratuito para não morrer'”, explicou o deputado.
Segundo Wyllys, o projeto também regulamenta os casos de objeção de consciência por parte das equipes médicas (estabelecendo uma regulamentação desse direito para garantir que ele não obstrua o cumprimento da lei) e assegura que o Estado garanta o direito à reprodução consciente e responsável, promovendo o exercício pleno dos direitos sexuais e reprodutivos de toda a população. “A interrupção voluntária da gravidez não deve ser tratada como um instrumento de controle de natalidade, mas um direito da mulher de decidir sobre seu corpo. E sua legalização deve ser encarada como uma decisão política de acabar com a morte de milhares de mulheres pobres que recorrem a cada ano ao aborto clandestino pela omissão do Estado”, frisa o autor do projeto.
Na justificativa do PL, Wyllys argumenta que os discursos contra a legalização do aborto estão contaminados por mentiras, falácias e hipocrisia. "A primeira mentira da legislação atual é que a discussão sobre a legalidade ou ilegalidade do aborto seguro seja uma discussão sobre a possibilidade real da sua prática, como se da aprovação ou rejeição de um projeto de lei como este que estamos apresentando dependesse que abortos venham a ser praticados em maior ou menor quantidade no país. Estima-se que no país ocorram, anualmente, entre 729 mil a 1 milhão de abortamentos inseguros, embora o aborto seja ilegal. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Brasília em parceria com o Instituto Anis revela que, em todos os estados brasileiros, as mulheres que interrompem a gravidez são, em sua maior parte, casadas, têm filhos e religião, estando distribuídas em todas as classes sociais. Essa pesquisa aponta, ainda, que uma em cada sete brasileiras com idade entre 18 e 39 anos já realizou ao menos uma interrupção voluntária da gravidez na vida. Esses abortamentos acontecem, na maioria das vezes, por meio de procedimentos realizados sem assistência adequada, de forma insegura e na ausência de padrões sanitários adequados, gerando possibilidades de complicações pós-aborto, como hemorragia e infecção, infertilidade ou morte. A criminalização e as leis restritivas não levam à eliminação ou redução do número de abortos provocados, mas produzem, sim, um efeito que os defensores dessa política preferem ignorar: o aumento considerável dos índices de mortalidade feminina, representando, ainda, uma das principais causas de morte materna no Brasil, como acontece em outros países onde o aborto é total ou parcialmente ilegal. E é nesse aspecto que a “lei do faz de conta” não é inócua: a legalização do aborto evitaria milhares de mortes e casos de prejuízos à saúde das mulheres. Quer dizer que o efeito de criminalização do aborto se mede, anualmente, em vidas humanas. Vidas indiscutíveis, seja pela ciência, seja pela filosofia, seja pela religião, de mulheres já nascidas", explica o parlamentar do PSOL.
Acesse aqui a íntegra do PL: http://bit.ly/1N5FS77
Veja também: Matéria no Jornal O Dia http://bit.ly/1CWEnHe e no Jornal O Globohttp://bit.ly/1GRDqgL

Militares de EE.UU. violaron impunemente a 54 menores colombianas en 4 años


Militares de EE.UU. violaron impunemente a 54 menores colombianas en 4 añosReuters / Gil Cohen Magen
Soldados y contratistas militares estadounidenses violaron sexualmente al menos a 54 menores de edad en Colombia entre los años 2003 y 2007, según un informe de la Comisión Histórica integrada por el Gobierno y las FARC. Según el reporte, los militares quedaron impunes por culpa del "imperialismo sexual".
Al menos 54 menores de edad colombianas, de las cuales al menos una no tenía más de 12 años de edad, fueron víctimas de abusos sexuales cometidos por los militares estadounidenses entre 2003 y en 2007, afirma el reporte de la Comisión Histórica del Conflicto y sus Víctimas, creada por el Gobierno colombiano y las FARC el verano pasado. Todos los casos han quedado impunes.
"Hay abundante información sobre la violencia sexual, en total impunidad gracias a los acuerdos bilaterales y a la inmunidad diplomática de los funcionarios de EE.UU., que forma parte de un comportamiento sexista y discriminatorio denominado como 'imperialismo sexual'", denunció uno de los autores del reporte, Renán Vega, de Universidad Pedagógica Nacional de Colombia. A su juicio, lo mismo ocurre en otros lugares donde hay militares estadounidenses, como en Filipinas, Japón o Corea del Sur.
Concretamente, en 2004 al menos 53 niñas fueron agredidos sexualmente en las ciudades de Melgar y Girardot, que están situadas a tan solo 100 kilómetros de Bogotá. Losmercenarios estadounidenses no solamente las violaron: también grabaron y vendieron el crimen "como material pornográfico". Otra menor de 12 años de edad fue violada por dos militares estadounidenses en Melgar en 2007. El Ejército colombiano también cometió delitos sexuales contra la población civil, denuncia el informe.
No son los únicos informes sobre casos de abuso sexual perpetrados por militares estadounidenses. Según el periódico 'El Turbión', en 2006 se reportaron 23 casos de abuso sexual y 14 más el año siguiente. En total 7.234 mujeres han sido víctimas de delitos sexuales, según los datos oficiales de la Unidad de Víctimas de Colombia recogidos por el portal Colombia Reports.

Ciclistas do Brasil e do mundo farão ato para apoiar ciclovias de São Paulo


Após decisão da Justiça de interromper a construção de ciclovias na capital paulista, a “bicicletada” acontecerá em ao menos 17 cidades brasileiras e em outros 8 países 
Por Redação 
A defesa das ciclovias de São Paulo chegou a níveis internacionais. Para a próxima sexta-feira (27), estão marcadas manifestações de ciclistas em ao menos 17 cidades brasileiras – além da capital – e em outros oito países. 
O ato, inspirado na Massa Crítica de Portugal (movimento que luta por espaço aos ciclistas nas cidades), foi motivado pela recente decisão da Justiça paulista em determinar a paralisação da construção de ciclovias em andamento. De acordo com o juiz, a interrupção foi determinada pela falta de “planejamento” e “estudos prévios”. 
A prefeitura, no entanto, garante que há, sim, estudo e planejamento para a construção das vias e prometeu enviá-los à Justiça para, assim, retomar as obras. 
 As ciclovias começaram a ser implantadas pela prefeitura de São Paulo no início de 2014. Atualmente, a cidade conta com mais de 200 km de vias exclusivas e ciclofaixas e a gestão municipal promete, até 2016, chegar aos 400 km.
Até o momento, já confirmaram atos de defesa das ciclovias de São Paulo as cidades de Aracaju, Brasília, Fortaleza, Juiz de Fora, Maringá, Niterói, Recife, São José dos Campos, Vitória, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Blumenau, Florianópolis, Campo Grande e Natal. 
Fora do país, haverá protestos também na Romênia, Inglaterra, Itália, Guatemala, Estados Unidos, Alemanha, Espanha e outros a confirmar. 
Na capital paulista, o ato será na Praça do Ciclista, na avenida Paulista, a partir das 20h. 
Confira abaixo os eventos no Facebook: 
Almería
https://www.facebook.com/events/1619501291620100/

Vitória
https://www.facebook.com/Bicicletada.Vitoria

São José dos Campos
https://www.facebook.com/bicicletada.s.j.campos

Juiz de Fora
https://www.facebook.com/events/806337589441638/

Mendoza – Argentina
https://www.facebook.com/events/1558319664421586/

Curitiba 
https://www.facebook.com/events/1627560180790523/

Rio Grande Do Sul 
https://www.facebook.com/pages/Massa-Crítica-Porto-Alegre/148475968509487?ref=ts&fref=ts

Aracaju 
https://www.facebook.com/events/1659415424286314/

Salvador 
https://www.facebook.com/events/634572666644897/

Niterói 
https://www.facebook.com/video.php?v=620012621433059&set=vb.444773505623639&type=2&theater

Londres
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10153143847508959&set=gm.10153732716399552&type=1&theater

Brasília 
https://www.facebook.com/events/1037454626284371/

Palermo – Itália 
https://www.facebook.com/events/1411195765852113/

Guatemala
https://www.facebook.com/masacritica.guatemala/photos/a.344681505705762.1073741834.344272379080008/403881009785811/?type=1&theater

San Francisco – EUA
https://www.facebook.com/sfcriticalmass?fref=ts

Köln / Germany – Solidarity in support of São Paulo’s Bike Lanes
https://www.facebook.com/critical.mass.koeln/photos/a.671759442856329.1073741836.518468108185464/936315223067415/?type=1

Maringá 
https://www.facebook.com/events/438476956329897/

München – Germany – Solidarity in support of São Paulo’s Bike Lanes
https://www.facebook.com/events/366790256837701/

Recife
https://www.facebook.com/events/1642032596016643/

Campo Grande 
https://www.facebook.com/events/344676739054629/

Florianópolis 
https://www.facebook.com/events/1570588189863381/

Natal 
https://www.facebook.com/events/1592678867685123/

Fortaleza 
https://www.facebook.com/events/1560615607560487/

Blumenau 
https://www.facebook.com/events/1592919994284997/

Rio de Janeiro 
https://www.facebook.com/events/394683364045391/

Belo Horizonte 
https://www.facebook.com/events/892012437503518/

Romênia
https://www.facebook.com/criticalmass.cluj/posts/447991312030272” 
Foto: Ivan Longo 

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[Desemprego] Uma das principais engrenagens do ‪#‎capitalismo‬

A existência de desempregados na sociedade é essencial para manter os lucros da burguesia no sistema de capital, o desemprego fornece combustível para o capitalismo, tornando este, mantenedor das piores mazelas e desigualdades sociais no mundo. A quantia monetária paga aos trabalhadores varia de acordo com a oferta e demanda. Ou seja, quanto menos for a quantidade de mão de obra em determinado serviço, maior será o preço pago por ela, elevando-se o preço, diminui-se os lucros. Logo é de interesse do capital haver mão de obra excedendo a quantidade demandada pelo mercado, pois assim os preços diminuem.
Essa quantidade de mão de obra excedente são os desempregados, nos quais podem vir a substituir os trabalhadores ativos, caso estes requisitem aumentos salariais, dentre outras reivindicações trabalhistas. Pois são substituíveis, pelo fato de haver mão de obra inativa disposta a ocupar a vaga dos trabalhadores insatisfeitos, podendo ser dispensados. Havendo-se assim uma reserva de desempregados almejando trabalho, submetendo-se a condições impostas pelos empregadores : “__Não recebo nada, o que vier está de bom grado”, pensam...
A existência de desempregados na sociedade é essencial para manter os lucros da burguesia no sistema de capital, o desemprego fornece combustível para o...
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