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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

sexta-feira, outubro 22, 2010

Não há divisão no Brasil senão entre elite e povo






Quero começar meus comentários sobre a pesquisa Datafolha  com alguns trechos de outra matéria publicada na edição de hoje do jornal.
Durou muito pouco o entusiasmo do mercado financeiro com a possibilidade de uma virada no segundo turno da eleição presidencial.O acirramento da disputa levou muitos investidores a refazer suas apostas na semana passada para considerar a possibilidade de uma vitória do tucano José Serra, mas novas pesquisas fizeram esse otimismo desaparecer.(…)
Serra não apresentou um plano de governo e tem feito promessas que podem causar estrago nas contas públicas, como a de aumentar o valor do salário mínimo para R$ 600 no dia da posse, mas ninguém se assusta com isso.
“O mercado não leva em conta as promessas”, disse Tony Volpon, um analista da corretora Nomura Securities em Nova York. “O histórico de Serra aponta para uma política fiscal mais austera.”

Essa gente, que opera milhões ou bilhões de dólares, de boba não tem nada. Não teme que a vitória de Lula e Dilma lhes vá fazer deixar de ter os lucros imensos que tem no mercado financeiro. Mas tem a certeza de que, com Serra, estes lucros de imensos passariam a gigantescos.
As elites brasileiras – em boa parte compostas pelos que recolhem as migalhas da espoliação internacional das riquezas brasileiras – são assim. Não lhes basta ter muito.
Querem tudo.
Infelizmente, em torno dele, parte da classe média se alinha. Influenciada pelos meios de comunicação, pelos preconceitos, pelo elitismo, pela herança escravocrata que ainda assombra este país e os faz ver nossos irmãos negros, nordestinos, os pobres de todas as etnias e cores na pele  como subumanos, criminosos em potencial, como ameaças a serem detidas à força de grades e polícia.
Felizmente, esta parte é cada vez menor.
Precisam, por isso, apelar para os mais torpes expedientes para tentar vencer as eleições. Seu comitê de campanha são os impérios de comunicação. Suas propostas são qualquer uma que possa iludir as pessoas simples. Depois, vitoriosos, elas valerão tanto quando um simples papel velho.
A pesquisa Datafolha só serve para demonstrar este corte social que eles não podem esconder. Serra tem menos no Nordeste porque aquelas parcelas da elite e o contingente de classe média que consegue arrastar consigo ali são menores. E tem mais em regiões do país em que, por estarem mais desenvolvida – à custa da pobreza de outras – a elite brasileira ali consegue “encaixar” melhor o seu ódio ao povão.
Ódio, além de desumano, tolo, como estes oito anos provaram. Viveram melhor, não deixaram de ganhar – ao contrário, ganharam mais – nunca correram riscos, não houve confrontos ou expropriações, muito menos qualquer perseguição religiosa, como as que tentam inventar, com objetivos eleitorais.
Mas esta elite é má, mesquinha e irracional. Não suportou ver o povo deixar de estar ajoelhado, não suportou ver o Brasil levantar a cabeça.
Não suportam a ideia de que o nosso povão não seja escravo, porque não se conformam em deixarem de serem feitores.
Olhem para essa pesquisa, meus caros leitores. Olhem e descubram o quanto é grave o dever que se coloca diante de nós. É o povão, aquele sem internet, sem informação quem definirá a vitória. O nosso papel é ampliá-la, dando a mão para quem se ilude e tirando do preconceito e da manipulação aqueles que podem, com uma conversa, um esforço, um telefonema, um argumento lúcido.
Porque o Brasil precisa de todos. E pode ser de todos. E só sendo de todos poderá ser o melhor brasil para cada um.
*Tijolaço

A 2ª Maior Empresa de PETRÓLEO DO MUNDO

De Candeias a Tupi, e não vamos parar

A primeira sonda chega a Candeias, desmontada, em carros de boi. Lá, Vargas faz o gesto histórico, que Lula repetiu no século 21
Quarta -feira  próxima  entra em operação comercial  Tupi, o primeiro poço do pré-sal a produzir, e produzir 100 mil barris de petróleo para o nosso país.
Só daqui a seis meses, em abril de 2011, vão se completar 70 anos do início da exploração comercial de petróleo no Brasil. Mesmo o primeiro registro confirmado tendo sido em Lobato, na Bahia, o achado era antieconômico. A mesma sonda Oilwell usada lá foi  desmontada e levada em carros de boi, pela falta de  estradas, até Candeias, então um  longínquo arraial de Salvador. A sonda furou, furou e , ao atingir 1150 metros, jorrou….água.
Muita gente quis parar a perfuração, mas os geólogos teimaram. Eram daqueles a quem a imprensa chamava de “burros” e “fanáticos” por acreditarem que havia petróleo no Brasil, quando os maiores sabichões da indústria petrolífera diziam: “no, no, Brazil no teim petroleum“.
E os “teimosos” furaram mais, mais, mais 700 metros, até que saíram de lá dez – é isso mesmo, dez – abençoados barris de petróleo num dia. Começava ali marcaram o início de uma caminhada industrial, tecnológica e política que levaria este país à autossuficiência, com seus atuais 2 milhões de barris diários.
Entre estes  dois milhões, ao menos até 2006 – a última informação que consegui – ainda estavam, todo dia, heróicos sete barris  saídos de lá, do velho poço C-1, de Candeias.
Estes setenta anos de história, infelizmente, não ensinaram a todos o quanto é importante que um país controle suas riquezas e, entre elas, as fontes de energia, como é a ainda mais valiosa delas, o petróleo.
Porque um país que cuida do que possui e que emprega esta riqueza em favor do desenvolvimento da economia e do bem-estar de seu povo é um país livre e capaz de alcançar a felicidade.
O que não o faz, sempre será um escravo.
Mas a realidade, se não ensina a todos, ensina a muitos. As fotos que ilustram este post mostram como o fio da história é caprichoso em seus meandros, mas inexorável em sua marcha.
Candeias, Tupi. Getúlio, Lula.
Diferentes, mas com o mesmo sentido: Brasil e brasileiros.
*Tijolaço

Convite

A mais imunda campanha no período pós-redemocratização

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmaUJ7JEuvkZZuWZjU3CjG3GxqYEdE07pFN-pTFb9RFy6AmKB3joJ-0IsmVI7Mh6JuOGRyJ1_fspMtmXBD2WFEC2bAZ-j3vYuOnMldzG1K_fyWcVfPYA73wJTIrxuegEj4-Og3gK8RY7Y/s1600/z%C3%A9bolinha.jpg





José Dirceu no Patria Latina

Episódios de baixaria mostram como age José Serra...
Depois das filhas do engenheiro Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto - uma contratada no gabinete de governador de José Serra e a outra num escritório de advocacia que tem entre seus clientes empreiteiras que trabalham com a DERSA - temos nessa questão dos panfletos (veja nota acima) mais uma prova de como agem o tucanato e o presidenciável da oposiçã, José Serra (PSDB-DEM-PPS). Paulo Preto é acusado de sumir com R$ 4 milhões da campanha eleitoral dos tucanos.
Agora, é descobrir quanto custa a impressão de 20 milhões de panfletos, como ia ser paga e quem pagaria. Apesar do responsável pela encomenda Kelmon Luís de Souza, da Diocese de Guarulhos (SP), afirmar que seria por "doações pesadas de quatro ou cinco fiéis", o mais provável é que isto fosse pago pelo Caixa Dois da campanha de José Serra.
A propósito da apreensão dos panfletos, os bispos da Regional Sul 1 da CNBB - São Paulo (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) divulgaram nota na qual antecipam que não patrocinam a impressão e a difusão de folhetos. "A Regional Sul 1 da CNBB desaprova a instrumentalização de suas declarações e notas e enfatiza que não patrocina a impressão e a difusão de folhetos a favor ou contra candidatos", diz a nota da CNBB divulgada em Indaiatuba (SP) e assinada pelo bispo de Santo André (SP) dom Nelson Westrupp.
Regional da CNBB exime-se de responsabilidade
A nota da Regional 1 - CNBB foi divulgada após reunião de 50 bispos que a integram, por duas horas, no sábado, quando concluíram que a entidade cometeu um erro em texto divulgado em agosto (já retirado do site da regional) sobre a eleição, quando fez referências ao PT e a nossa candidata, Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados).
"O erro foi a apresentação de siglas partidárias. Isso não poderia ter acontecido", explicou o bispo de Limeira, d. Vilson Dias de Oliveira.
Eu espero que as investigações policiais descubram por que o panfleto com calúnias contra Dilma foi impresso na gráfica de uma militante do PSDB? Quem realmente pagou a impressão? Onde seriam distribuídos os panfletos? Onde estão os outros milhões de folhetos, se foi apreendido um milhão e a encomenda foi para imprimir 20 milhões?
Independente das conclusões, vivemos, assim, mais um capítulo da guerra suja travada nessa que já é a mais imunda campanha presidencial, desde a redemocratização do Brasil em 1985.

usa SS erra

"Serra representa Brasil submisso aos interesses dos EUA"


Em entrevista à Carta Maior, o historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira afirma que o processo eleitoral brasileiro está infectado por uma intensa campanha terrorista e uma guerra psicológica promovido pela direita e por grupos de extrema-direita, como TFP, Opus Dei e núcleos nazistas do Sul do país. Para Moniz Bandeira, projeto representado por José Serra é o "do Brasil submisso às diretrizes dos Estados Unidos, com sua economia privatizada e alienada aos interesses aos estrangeiros".
CM: Qual a sua avaliação sobre o processo eleitoral brasileiro e sobre a disputa que ocorre agora no segundo turno? Como o sr. caracterizaria os dois projetos em disputa?

Moniz Bandeira: O atual processo eleitoral está infectado por uma intensa campanha terrorista, uma guerra psicológica, promovida não apenas direita, mas pela extrema-direita, como a TFP, OPUS DEI e núcleos nazistas do Sul, e sustentada por interesses estrangeiros, que financiam a campanha contra a política exterior do presidente Lula , pois não querem que o Brasil se projete mais e mais como potência política global. Os dois projetos em disputam são definidos: o Brasil como potência econômica e política global, socialmente justo, militarmente forte, defendido pela candidata do PT, Dilma Roussef; o outro, representado por José Serra candidato do PSDB-DEM, é o do Brasil submisso às diretrizes dos Estados Unidos, com sua economia privatizada e alienada aos interesses aos estrangeiros.

Evidentemente, os Estados Unidos, quaisquer que seja seu governo, não querem que o Brasil se consolide como potência econômica e política global, integrando toda a América do Sul como um espaço geopolítico com maior autonomia internacional.

CM: Falando sobre política externa, o sr. poderia detalhar um pouco mais o que, na sua visão, as duas candidaturas representam?

MB: A mudança dos rumos da política externa, como José Serra e seus mentores diplomáticos pretendem, teria profundas implicações para a estratégia de defesa e segurança nacional. Ela significaria o fim do programa de reaparelhamento e modernização das Forças Armadas, a suspensão definitiva da construção do submarino nuclear e a paralisação do desenvolvimento de tecnologias sensíveis, ora em curso mediante cooperação com a França e a Alemanha, países que se dispuseram a transferir know-how para o Brasil, ao contrário dos Estados Unidos. Essa mudança de rumos, defendida pelos mentores de José Serra em política externa, levaria o Brasil a aceitar a tese de que o conceito de soberania nacional desaparece num mundo globalizado e, com isto, permitir a formação de Estados supostamente indígenas, em regiões da Amazônia, como querem muitas 100 ONGs que lá atuam.

CM: E na América Latina? O Brasil aparece hoje como um fator estimulador e fortalecedor de um processo de integração ainda em curso. Que tipo de ameaça, uma eventual vitória de José Serra representaria para esse processo?

MB: José Serra já se declarou, desde a campanha de 2002, contra o Mercosul, como união aduaneira, e sua transformação em uma área de livre comércio, compatível com o projeto da ALCA, que os Estados Unidos tratavam de impor aos países da América do Sul e que o Brasil, apoiado pela Argentina, obstaculizou. Se a ALCA houvesse sido implantada, a situação do Brasil seria desastrosa, como conseqüência da profunda crise econômica e financeira dos Estados Unidos, como aconteceu com o México.

José Serra também criou recentemente problemas, fazendo declarações ofensivas à Argentina, Bolívia e Venezuela, países com os quais o Brasil tem necessariamente de manter muitos boas relações, goste ou não goste de seus governantes. Trata-se do interesse nacional e não de idiossincrasia política.

CM: Na sua avaliação, quais foram as mudanças mais significativas da política externa brasileira, que devem ser preservadas?

MB: O governo do presidente Lula, tendo o embaixador Celso Amorim como chanceler, considerado pela revista Foreign Policy, dos Estados Unidos, como o melhor do mundo, na atualidade, alargou as fronteiras diplomáticas do Brasil. Seus resultados são visíveis em números: sob o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, as exportações do Brasil cresceram apenas 14 bilhões, subindo de 47 bilhões de dólares em 1995 para 61 bilhões em 2002. No governo do presidente Lula, as exportações brasileiras saltaram de 73 bilhões de dólares, em 2003, para 145 bilhões em 2010: dobraram. Aumentaram 72 bilhões , cinco vezes mais, do que no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Essas cifras evidenciam o êxito da política externa brasileira, abrindo e diversificando os mercados no exterior. Mas há outro fato que vale ressaltar, para mostrar a projeção internacional que o Brasil. Em dezembro de 2002, último ano do governo de Fernando Henrique Cardoso, as reservas brasileiras eram de apenas 38 bilhões de dólares... Sob o governo Lula, as reservas brasileiras saltaram de 49 bilhões de dólares, em 2003, para 280 bilhões de dólares em outubro de 2010. Aumentaram sete vezes mais do que no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Tais números representam uma enorme redução da vulnerabilidade do Brasil.

É bom recordar que, logo após o presidente Fernando Henrique Cardoso inaugurar seu segundo mandato, em apenas seis dias, entre 6 e 12 de janeiro de 1999, o Brasil perdeu mais de 2 bilhões de dólares para os especuladores e investidores, que intensificaram o câmbio de reais por dólares, aproveitando ainda a taxa elevada, e suas reservas caíram mais de 4,8 bilhões bilhões, em apenas dois dias, ou seja, de 13 para 14 de janeiro.

Os capitais, em torno de 500 milhões de dólares por dia, continuaram a fugir ante o medo de que o governo congelasse as contas bancárias e decretasse a moratória. E os bancos estrangeiros cortaram 1/3 dos US$ 60 bilhões em linhas de crédito interbancário a curto prazo, que haviam fornecido ao Brasil desde agosto de 1998. A fim de não mais perder reservas, com a intensa fuga de capitais, não restou ao governo de Fernando Henrique Cardoso alternativa senão abandonar as desvalorizações controladas do real e deixá-lo flutuar, com a implantação do câmbio livre.

CM: O sr. poderia apontar uma diferença que considera fundamental entre os governos Lula e FHC?

MB: Comparar os dois governo ocuparia muito espaço na entrevista. Porém apenas um fato mostra a diferença: o chanceler Celso Amorim esteve nos Estados Unidos inúmeras vezes e nunca tirou os sapatos, ao chegar no aeroporto, para ser vistoriado pelos policiais do serviço de controle. O professor Celso Lafer, chanceler no governo de Fernando Henrique Cardoso, submeteu-se a esse vexame, humilhando-se, degradando sua função de ministro de Estados e o próprio país, o Brasil, que representava. E é este homem que ataca a política exterior do presidente Lula e é um mentores de José Serra, cujo governo, aliás, seria muito pior do que o de Fernando Henrique Cardoso.

Primeiro lugar nas paradas: Bolinha de papel



*CelsoJardim

Grobo Arghhh

Dilma desmoraliza “agressão” ao #Serrojas. jn é o horário eleitoral do #Serrojas

 






    Filho do Roberto Marinho substituiu o Malafaia


    O programa da Dilma no horário eleitoral foi devastador.

    Mostrou a bolinha branca de papel bater na careca do #Serrojas de um lado.

    Vinte minutos depois ele recebe um telefonema – vote na trepidante enquete “que telefonou para o #Serrojas ?”.

    E aí ele começa a sentir uma dor lancinante DO OUTRO LADO DA CABEÇA !

    A Globo foi apanhada de calças curtas pela reportagem do SBT.

    E demitiu o cinegrafista da Globo, que em lugar de cobrir o #Serrojas, foi filmar a confusão.

    A Globo precisou recorrer ao “perito Molina” para demonstrar que o #Serrojas foi atingido por uma bomba atômica e sofreu irremediável traumatismo craniano.

    O “evento bolinha” x “evento fita adesiva”.

    O jn demonstrou que, em lugar de uma bolinha de papel, uma fita adesiva foi o que provocou a craniana ofensa.

    E a careca do Serra ?

    Cadê o edema ?

    Cadê o ferimento ?

    Sangrou muito ?

    Com bolinha de papel ou com fita adesiva, o que aconteceu foi, apenas, um fenômeno do tipo Rojas.

    O que deu, finalmente, ao #Serrojas o alcance Mundial que ele sempre buscou.

    Serra se jogou no chão e simulou um ferimento gravíssimo.

    Na verdade, amigo navegante, o TSE deveria suprimir o horário eleitoral do Serra.

    O jn É o horário eleitoral do #Serrojas.

    A propósito.

    No jn, o #Serrojas ficou 412 minutos a explicar o cooperativismo.

    Ele é um jenio.

    Não disse nada que prestasse.

    E o jn suprimiu a fala da Dilma em que ela cita o nobre exemplo do goleiro chileno Rojas para se referir ao #Serrojas.

    Sobre o programa eleitoral propriamente dito.

    O do #Serrojas trouxe uma mudança decisiva: agora ele chega lá !

    O #Serrojas substituiu o Malafaia por um dos filhos do Roberto Marinho !

    Agora a coisa vai !

    E a Dilma não largou o osso.

    O programa foi em cima do pré-sal, da Petrobrás e da Petrobrax.

    Ela não perdeu o foco: essa eleição é para saber quem vai se beneficiar do pré-sal: se o povo brasileiro ou os clientes do Davizinho.

    Clique aqui para ler : “Dilma aplica privatização na veia do #Serrojas”.

    Que triste fim, esse do #Serrojas: ficar entre uma bolinha de papel e uma fita adesiva.

    Deu nisso o “legado” do FHC.


    Paulo Henrique Amorim

    jn revoga a CLT para proteger
    Aécio do livro do Amaury

    TSE cassa tucano.
    Ele é ficha suja


      O tucano Cassio com Aécio; com #Serrojas e, talvez, com um primo do Heráclito

      Saiu no Estadão:

      TSE mantém cassação de registro de Cássio Cunha Lima


      Ex-governador da Paraíba não poderia ter sido candidato ao Senado, ele foi barrado pela Lei Ficha Limpa


      21 de outubro de 2010


      Mariângela Gallucci


      BRASÍLIA – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu ontem à noite que o ex-governador da Paraíba Cássio Cunha Lima não poderia ter sido candidato ao Senado por causa da Lei da Ficha Limpa. Cunha Lima perdeu o mandato de governador depois de ter sido condenado por abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação para tentar influir na eleição de 2006.


      Na eleição deste ano, o político recebeu mais de um milhão de votos e, se não fosse a condenação, poderia tomar posse como senador. Cunha Lima pode ainda recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). O STF ainda não tem uma posição fixada sobre a constitucionalidade ou não da lei.


      No julgamento de ontem prevaleceu o voto do relator, Aldir Passarinho Junior. Para ele, o ex-governador não poderia ter sido candidato porque a Lei da Ficha Limpa estabelece que ficam inelegíveis por 8 anos, contados a partir da eleição, os políticos que foram condenados por órgãos colegiados por abuso de poder. A defesa do político alegou que na época da condenação a pena era de inelegibilidade por 3 anos e que, portanto, não poderia ser aumentada agora para 8 anos.

      Artigos Relacionados



      O jn é capaz de tudo (enviado por André Araújo de BH)

      É do conhecimento do mundo mineral (*) que o livro do Amaury – “Os porões de privataria” do #Serrojas e do FHC – foi uma forma de o Aécio se proteger do #Serrojas e do Marcelo Lunus Itagiba.

      Como disse o Lula: foi bico de tucano contra bico de tucano.

      Porém, o jn é incansável.

      O Cesar Tralli, o Super-Herói da Batalha do Ali Kamel para Eleger o #Serrojas, cometeu no jn nacional uma certa, digamos assim, uma certa liberdade.

      Parece que ele carregou na mão, na ânsia de ajudar o #Serrojas e o Aécio.

      Pois, não é que o Tralli revogou a Consolidação das Leis do Trabalho, amigo navegante ?

      O Tralli provou que o Amaury escreveu o livro para proteger o Aécio do #Serrojas quando já não trabalhava mais no jornal Estado de Minas.

      (Sabe-se que o Aécio está para o Estado de Minas como o #Serrojas para o PiG (**)

      Não trabalhava mais no Estado de Minas ?

      Como não ?

      Sim, disse o Tralli, notável especialista em Direito do Trabalho.

      O Tralli garante que, quando você sai de férias, rompe-se o vínculo  empregatício.

      Saiu de férias, não trabalha mais na empresa !

      Coitado do Dr Getulio !

      Foi acabar na mão do Ali Kamel !

      Em tempo: perceba, amigo navegante, o que o Dr Getulio fez por você (e o Ali Kamel quer revogar !)

      Capítulo IV da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT

      FÉRIAS ANUAIS


      Seção I


      Do Direito a Férias e da Sua Duração


      Art. 129. Todo empregado terá direito anualmente ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da remuneração.


      Art. 130. Após cada período de 12 (doze) meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito a férias, na seguinte proporção:


      I – 30 (trinta) dias corridos, quando não houver faltado ao serviço mais de 5 (cinco) vezes;


      II – 24 (vinte e quatro) dias corridos, quando houver tido de 6 (seis) a 14 (quatorze) faltas;


      III – 18 (dezoito) dias corridos, quando houver tido de 15 (quinze) a 23 (vinte e três) faltas;


      IV – 12 (doze) dias corridos, quando houver tido de 24 (vinte e quatro) a 32 (trinta e duas) faltas.


      § 1º É vedado descontar, do período de férias, as faltas do empregado ao serviço.


      § 2º O período das férias será computado, para todos os efeitos, como tempo de serviço.




      Paulo Henrique Amorim


      (*) Mino o é autor dessa expressão “conhecimeno do mundo mineral”.

      (**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
      *ConversaAfiada

      Capas da Veja da era FHC

      Não perca: as melhores capas da Veja. Coitado do FHC ! E o EJ ?

       

      Ciro: a Veja está a serviço da escória (Civita é o de terno claro)
      O Conversa Afiada aceita sugestão do amigo navegante João Batista Pereira e divulga capas de Veja do Governo do Farol de Alexandria.
      Que beleza !
      E o que terá feito o Robert(o) Civita mudar ?
      Quantas assinaturas do Governo do Estado de São Paulo ?
      Perceba que o Serra está numa das capas …
      Relembre o que dizia a Veja nos tempos de FHC:
      Turminha Ficha Limpa? Serra joga no ar muita coisa, diz que seus amigos tucanos não tem passado sujo. Então vamos relembrar o que fazia Serra e seus amiguinhos, revendo as capas da suja revista Veja na “Era FHC” .

      Isso também é bom para certos leitores da revista Veja que simplesmente esqueceram o que saiu na própria Veja em outros tempos.

      Casos de corrupção, dossiês, caixa dois, propinas, maracutaias etc. Confira as capas da Veja de 1995 a 2002 e tire as suas conclusões. Se você acredita nas histórias que esta revista conta hoje, deveria acreditar no que ela publicou nos anos anteriores.

      Com a diferença de que nas eleições de 1994, 1998 e 2002, a revista não tentava influenciar eleições como está fazendo agora. Eles escondem o que já escreveram.

      Mas reveja as denúncias e descubra quem são os verdadeiros mestres na arte da corrupção (coisa de alto nível):

      17/02/1995


      29/11/1995


      21/05/1997


      19/11/1997


      06/05/1998


      05/11/1997


      18/11/1998 – Olha o José Serra aí…


      02/09/1998


      05/05/1999


      25/11/1998


      Só para relembrar: Mendonça de Barros é aquele assessor de Geraldo Alckmin que defende a privatização da Petrobrás, Correios etc, veja mais capas:

      10/03/1999


      21/01/1999


      21/04/1999


      09/06/1999


      09/02/1999


      28/04/1999


      19/07/2000
      Eduardo Jorge, ex-secretário geral da Presidência, em outros tempo era corrupto de carteirinha, como pode se ver na capa da revista Óia. Hoje é tratado como vítima. O que mudou neste meio tempo talvez o livro do Amaury Jr possa nos revelar(Nota do Mequetrefe)

      05/04/2000


      09/08/2000


      20/09/2000


      14/03/2001


      02/05/2001


      11/04/2001


      16/05/2001


      06/06/2001


      29/05/2002


      E agora, a Capa Campeã – um resumo das práticas dos privatas e tucaneiros com o patrimônio público:

      09/05/2002


      E agora, uma última pergunta:

      E você sabe se alguma das pessoas citadas chegou a ser presa ou responde a processo pelos crimes que cometeu na Era FHC?