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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

domingo, outubro 24, 2010

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Dilma foi subversiva, assim como Lula também., foi prêsa por não haver Democracia na época, só tendo muita coragem para peitar o regime militar, até dizer que militar era milico poderia ser prêso. Dilma não é e nunca foi terrorista nunca pegou em armas como querem fazer crer alguns desinformados que precisam saber mais sôbre a vida de quem foi prêso e torturado sem motivo.



Serra fujão. Dilma não foge á luta!


Desde jovem, José Serra optou por cuidar dos interesses pessoais em detrimento dos interesses coletivos. Assim, abandonou todos aqueles homens e mulheres que aqui  no Brasil ficaram para enfrentar a ditadura e garantir a vitória da democracia e da justiça, expressões estas que não encontram lugar na biografia desse candidato.Na foto, o sorridente  candidato José Serra se diverte com amigos no Chile, enquanto aqui no Brasil, Dilma estava presa, por lutar pela democracia e justiça.

Dilma lutou pelo Brasil e pela democracia. Serra fugiu

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- "Paz no futuro e glória no passado."
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!


Qual candidato merece seu voto; Aquele que luta por você e pelo seu país, ou aquele candidato que foge da luta e vai passear no exterior? Você vota em covarde?

*amigosdoPresidenteLula/comtextolivre

sábado, outubro 23, 2010

Serra mente ao afirmar que governo do PT entregou o Pré-Sal







Quando estamos perdendo, vale-tudo. Este é o lema do PSDB nestas eleições. Os tucanos, aliados à imprensa golpista, já tentaram de tudo para pautar estas eleições de forma suja: emails falsos, aborto, fita crepe…
Mas Serra foi desmascarado por Dilma em um dos debates. Graças à dupla Dilma e Lula, o Brasil soube da sanha privatista dos tucanos. Como não tinham do que se defender, Serra e sua turma resolveram acusar Dilma da mesma coisa: privatizar o Pré-Sal.
Há poucos dias, um comercial na TV mostra falsamente que o governo do PT entregou o petróleo daquela região para empresas nacionais e estrangeiras. Ao final, o locutor cobra explicações de Dilma.
Os modelos do PT e PSDB são completamente diferentes. Na era FHC, os tucanos quizeram vender o patrimônio brasileiro, incluída aí a Petrobras:

O que Dilma e Lula fazem é diferente. O que existe é um sistema de parcerias, que claramente mostra os ganhos para o estado de bem-estar social petista. Trata-se de um projeto e uma empresa criados pelo presidente Lula com o nome de Petro-Sal. Veja o projeto aprovado da Petro-Sal e os meus grifos, depois tire as suas próprias conclusões sobre o que é melhor para o país:
O projeto de Lei da Câmara (PLC) 309/09, de autoria da Presidência da República (PL 5939/09), cria a Petro-Sal, empresa que será responsável pela gestão de contratos de partilha de produção e comercialização de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos na área do pré-sal , sob um novo modelo de partilha proposto pelo governo. A empresa não terá envolvimento na exploração das jazidas de petróleo, nem na produção e comercialização dos produtos.
Esse é um dos quatro projetos do Executivo que tratam do novo marco regulatório para a exploração do petróleo na área do pré-sal, lançado pelo governo no dia 31 de agosto de 2009. De acordo com a proposta, o Executivo fica autorizado a formar essa empresa pública sob a forma de sociedade anônima, denominada Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), com prazo de duração indeterminado.
Uma das competências da empresa é gerir os contratos de partilha de produção celebrados pelo MME, representando a União nos consórcios formados, defendendo interesses da União nos comitês operacionais e avaliando tecnicamente os planos de exploração e produção de petróleo, entre outros quesitos. O modelo de contrato de partilha é disciplinado pelo Projeto de Lei da Câmara (PLC) 16/10 (proveniente do PL 5938/09), e permite à União ficar com parte da produção que exceder aquela usada para ressarcir os custos de exploração da empresa vencedora da licitação. O ressarcimento somente ocorrerá se houver viabilidade comercial.
Caberá também à Petro-Sal decidir sobre a gestão dos contratos para a comercialização de petróleo, gás natural e hidrocarbonetos; analisar dados sísmicos fornecidos pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); e representar a União nos procedimentos de individualização da produção e nos acordos decorrentes, nos casos em que as jazidas da área do pré-sal e das áreas estratégicas se estendam por áreas não concedidas ou não contratadas sob o regime de partilha de produção. Pelo projeto, fica dispensada a licitação para a contratação da Petro-Sal pela administração pública.
A Petro-Sal terá sede e foro em Brasília e escritório central no Rio de Janeiro. O capital social da empresa será representado por ações ordinárias nominativas, integralmente sob a propriedade da União. A integralização do capital social será realizada com recursos de dotações consignadas no orçamento da União, bem como pela incorporação de qualquer espécie de bens suscetíveis de avaliação em dinheiro.
Recursos
O governo listou sete fontes de recursos para a Petro-Sal, uma das quais terá origem nas rendas geradas pelos contratos de partilha de produção, inclusive a parcela relativa ao bônus de assinatura referente a esses contratos.
Esse bônus é o valor pago pela concessionária vencedora de licitação para exploração do petróleo e outros produtos afins, no ato da assinatura do contrato, para que possa realizar suas atividades de pesquisa e exploração. Seu valor mínimo é fixado pela ANP no edital de licitação. A remuneração pela gestão dos contratos de partilha será estipulada, segundo o projeto, em função das fases de cada contrato e das dimensões dos blocos e campos de petróleo.
As demais fontes de recursos da empresa são: rendas da gestão dos contratos celebrados com agentes comercializadores de petróleo e gás natural da União; recursos vindos de acordos e convênios que realizar com entidades nacionais e internacionais; rendimentos de aplicações financeiras; alienação de bens patrimoniais; doações e subvenções de empresas públicas e privadas; e rendas de outras fontes.
De acordo com o projeto, a Petro-Sal terá regime jurídico semelhante ao das empresas privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributárias. A empresa será dirigida por um conselho de administração e uma diretoria executiva, cujos integrantes serão nomeados pelo presidente da República.
Quatro conselheiros serão indicados pelo MME, Casa Civil e Ministérios da Fazenda e do Planejamento, Orçamento e Gestão. O quinto conselheiro será indicado pelo diretor-presidente da Petro-Sal. O presidente desse conselho será o indicado pelo MME, e todos os conselheiros terão período de gestão de quatro anos, admitida uma recondução.
O projeto trata ainda da composição e funcionamento do conselho fiscal da empresa, contratação de pessoal técnico por tempo determinado, funções, encargos e atribuições de pessoal. O regime para a contratação de pessoal será o da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), condicionada à aprovação em concurso público.
Um ato do Poder Executivo deverá aprovar o estatuto da Petro-Sal, que fixará o número máximo de empregados e o de funções e cargos de livre provimento. A empresa está também autorizada a patrocinar entidade fechada de previdência complementar, e ficará sujeita à supervisão do MME e à fiscalização da Controladoria-Geral da União e do Tribunal de Contas da União (TCU).
Mudanças
A principal mudança aprovada na Câmara com relação ao projeto original do Executivo é o estabelecimento de quarentena de quatro meses para os integrantes da diretoria-executiva que deixarem a empresa. Durante esse período, eles não poderão prestar, direta ou indiretamente, qualquer tipo de serviço a empresas do setor de petróleo no país, mas continuarão a receber a remuneração do cargo anteriormente ocupado.
O texto aprovado pela Câmara também condicionou a aprovação das decisões da diretoria-executiva da empresa à obtenção de maioria absoluta, com a presença de, no mínimo, três quintos dos seus integrantes.
Os deputados aprovaram ainda emenda para fixar em quatro anos os mandatos dos conselheiros da Petro-Sal, admitida uma recondução. Outra emenda incorporada ao projeto determina que as demonstrações contábeis da empresa sejam conferidas por auditores independentes.
O relator da matéria na Câmara, deputado Luiz Fernando Faria (PP-MG), apresentou emenda, também aprovada, que exige a divulgação das demonstrações financeiras da empresa na internet ao fim de cada ano.
Fonte: Agência Senado
*comtextolivre

Documentário - Levantado do Chão – A Vida e a Obra de José Saramago

Beatles

Internet derruba poder dos 'formadores de opinião' - Pte 1.

— registrado em: , ,

Democracia no BRASIL ficará + aperfeiçoada com Dilma

Bendito 2º. turno. Desnudou #Serrojas,
#globomente e a Bláblárina

O caráter do #Serrojas a olho nu (do navegante Marcus)


O #Serrojas tinha razão: bendito 2º. turno.

Se a Dilma tivesse vencido no 1º. turno, os resultados teriam sido:

- O Lula sozinho ganhou a eleição;

- A Dilma vai comer pela mão do PT;

- A Bláblárina é um jenio;

- O #Serrojas é o que sempre foi: um perdedor.

- A #globomente e o PiG (*) tentam, tentam, mas não chegam lá.

Quando a Dilma ganhar no 2º. turno, o resultado será:

- O Lula não ganhou sozinho;

- A Dilma também ganhou;

- A Dilma impôs a questão da privatização e do pré-sal e definiu a moldura ideológica em que a eleição se travou.

- A Dilma não vai comer pela mão do PT, porque ela fez mais no 2º. turno do que o PT (**);

- A Bláblárina esgotou seus 15’: vai voltar para Alagoas (Alagoas, revisor, por favor !) no jatinho da Natura e vai ficar por lá;

- O #Serrojas, além de perdedor, exibiu sua imensa falta de caráter: foi preciso e ele passou com o trator por cima do que passava na frente, inclusive da mulher, quando empunhou a bandeira calhorda – segundo o Ciro – do aborto;

- A #globomente e o PiG (*) se afundaram, se enlamearam no Golpe e só podem ser neutralizados por uma rigorosa Ley de Medios.

- E o pré-sal é nosso !

O 2º. turno tornou a Ley de Medios uma questão de sobrevivência – para a Dilma e para a democracia brasileira.

Não dá mais para empurrar com a barriga, como fez o Governo Lula.

A Ley de Medios tem, também, de meter o dedo nessa relação promíscua que existe entra o Datafalha, o Globope e os candidatos conservadores.

O #Serrojas fala grosso com a Vox e a Sensus, mas fala fininho com o Datafalha e o Globope.

Claro !

A Ley de Medios tem que definir o “direito de resposta”.

O Vitor Cardeal tem que ter o direito de se defender no jn.

A Ley de Medios deveria incorporar os princípios contidos na ADIN por Omissão com que o professor Fábio Comparato entrou no Supremo Tribunal Federal, para obrigar o Congresso a legislar sobre Comunicação.

Clique aqui para ler a inicial do professor Comparato.

O problema não só a sobrevivência do Governo Dilma.

É a sobrevivência da democracia brasileira, que, neste segundo turno, se tornou refém de uma imprensa medíocre e golpista.

Como a de nenhum outro país do mundo (civilizado).

Clique aqui para ler “O problema da #globomente é o Senado”.


Paulo Henrique Amorim


(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) A Folha (***) mandou embora o Paulo Nogueira Batista e contratou um colonista (****) inglês, correspondente do Financial Times. Outra manifestação do infinito provincianismo do Otavinho, que já abriga na página dois um historiador americano muito famoso (no Brasil). Seria melhor se escrevessem logo em inglês. Esse colonista (****) do Financial Times diz que a diz que a Dilma deverá a eleição ao PT. Ele não conhece a Dilma nem o PT.

(***) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um  comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(****) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (*) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

Game em Flash traz candidato José Serra como alvo da bolinha de papel

Acerte a bolinha no candidato
A internet entrou em polvorosa por causa da confusão envolvendo José Serra e uma bolinha de papel jogada por pessoas contrárias ao candidato. Isso porque, depois do incidente, o candidato do PSDB foi ao hospital realizar exames neurológicos, para conferir a extensão dos danos.
O assunto foi um dos mais comentados do Twitter, levando a hashtag #serrajojas (em referência ao goleiro chileno Roberto Rojas, que fingiu ser atingido por um sinalizador durante uma partida) para os Trending Topics mundiais.

Acerte você também a bolinha

Tão logo a polêmica e as piadas no Twitter começaram a esfriar, surge um joguinho simples em Flash que diverte aqueles que acharam toda a história um tanto quanto engraçada. No jogo do Serra, você é o manifestante que vai tentar acertar o candidato, para que ele tenha uma bela concussão no dia seguinte.
Será que você bate o recorde?
O cenário nada mais é do que a conhecida bancada do Jornal Nacional. Serra se esconde de sua mira debaixo da mesa, para que não sofra nenhum ataque. Acerte mais bolinhas no menor tempo possível para atingir um novo recorde e mostrar uma radiografia com a cabeça do personagem Homer Simpson, para “homenagear” a ida do candidato ao hospital.
Até o momento, o jogo do Serra já conta com 50 mil acessos e vários comentários no Facebook a respeito, muitos dando boas risadas com o game criado com uma rapidez impressionante. Por isso, não importa qual é seu candidato ou partido, divirta-se com o humor dos criadores do jogo  e calibre a mira direto para a cabeça de José Serra você também!

http://www.baixaki.com.br/info/6062-game-em-flash-traz-candidato-jose-serra-como-alvo-da-bolinha-de-papel.htm




#serrojas não desmentiu aborto da mulher. Ouça áudio da aluna

* Publicado em 24/10/2010 Compartilhe Envie Para um Amigo Share with Delicious Share with Digg Share with Facebook Share with LinkedIn Share with MySpace Share on Google Reader Share with Twitter
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Foi a Monica que entrou na campanha do marido

#Serrojas não desmentiu aborto da mulher, diante da pergunta gravada pelo SBT:
domingo, 24 de outubro de 2010
José Serra não desmentiu que Mônica Serra fez um aborto, em entrevista



No dia 21/10, em entrevista, José Serra foi perguntado sobre um aborto que sua mulher, Mônica, fez. Ele ficou nervoso, criticou a reportagem, mas não negou, não desmentiu, e interrompeu a entrevista.

Clique aqui para ouvir o áudio da aluna que denunciou o aborto de Monica #serrojas

Em tempo: é bom lembrar que foi Monica Serra quem entrou na campanha. Primeiro, disse que o Bolsa – Família que, do marido, merece um 13º. salário – não prestava. Depois, disse que quem não prestava era a Dilma, porque defendia matar criancinhas. Não foi a Dilma quem a convidou para entrar na campanha.
*conversaafiada

Dia 23 de outubro dia do Aviador

Homenagem ao Dia do Aviador

 

Infográfico: Thiago Melo
Hoje é o Dia do Aviador e para homenageá-los conversamos com cadetes, instrutores e veteranos brigadeiros-do-ar para que expliquem um pouco da importância de suas atividades para o País. Personagens como o tenente-brigadeiro João Felipe Lacerda, um dos pioneiros da implantação da Academia da Força Aérea (AFA), que dedicou mais de meio século à carreira de piloto. “A vida do aviador é forjada pelos ideais e valores patrióticos. Em 50 anos de serviço ao Brasil, voei em diversas aeronaves. Hoje, na reserva, tenho muita saudade dos meus tempos de piloto. Valeu muito a pena”.
*Planalto

[Documentário] Senta a Pua

Senta a Pua!





TÍTULO DO FILME: SENTA A PUA!
DIREÇÃO: Erik de Castro
ROTEIRO: Márcio Bokel, Erik de Castro e Carlos Lorch
ENTREVISTAS: Carlos Lorch e Erik de Castro
DIRETOR DE FOTOGRAFIA: César Moraes
EDIÇÃO: Márcio Bokel, Erik de Castro e Heber Moura
MÚSICA: Eugênio Matos
ILUSTRAÇÕES DIGITAIS: Júlio Zartos
PRODUTOR ASSOCIADO: Renato Oliveira
PRODUTOR EXECUTIVO: J. A Taiul






TEMÁTICA
Senta a pua! : "Lançar-se sobre o inimigo com decisão, golpe de vista e vontade de aniquilá-lo."
Documentário que, a partir de entrevistas, imagens de arquivo, fotos e ilustrações, recupera a história do Primeiro Grupo de Aviação de Caça do Brasil, que no dia 6 de outubro de 1944 desembarcou no porto de Livorno, na Itália, para participar da Segunda Guerra Mundial. O grupo era formado por dos 49 pilotos e 417 homens de apoio.
A saga é relatada pelos próprios pilotos, que até abril de 1945, com os caças P-47 Thunderbolt, destruíram, após mais de 2550 missões, 85% dos depósitos de munição e 70% dos veículos das tropas alemãs no Vale do Pó.



CONTEXTO HISTÓRICO
O Estado Novo, a ditadura autocrática com ingredientes fascistas imposta por Getúlio Vargas no golpe de 1937, identificava-se ideologicamente com outros estados totalitários que ascenderam ao poder entre as décadas de 1920 e 1930, destacando-se a Itália de Mussolini, a Alemanha de Hitler, a Espanha de Franco e Portugal de Salazar entre outros.
Em 1939 a Alemanha invade a Polônia, iniciando a Segunda Guerra Mundial, um conflito entre os nazifascistas de um lado e as democracias liberais aliadas conjunturalmente ao governo soviético de Stálin do outro.
Apesar da afinidade ideológica do Estado Novo com o nazifascismo, Getúlio Vargas não assume uma posição no conflito mundial até 1942, quando dispostos a interceptar remessas de alimentos e matérias-primas para Inglaterra e Estados Unidos, os nazistas, sem nenhuma declaração formal de guerra empreenderam uma campanha submarina no Atlântico, na qual atacaram cinco navios brasileiros.
Com a realização da Segunda Reunião de Consulta dos Chanceleres Americanos, realizada no Rio de Janeiro no início de 1942, o Brasil formaliza seu rompimento diplomático e comercial com a Itália, Alemanha e Japão, e paralelamente ao início do processo de redemocratização do Estado Novo, declara guerra contra a Itália e a Alemanha.


Texto retirado do site:

http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=309


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SENHA : rapadura