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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

sexta-feira, outubro 31, 2014

Nossa imprensinha IMPERIAL não diz PIZZOLATO: ANOMALIAS NA AP 470 IMPEDIRAM EXTRADIÇÃO

Jornalista Tereza Cruvinel revela outros dois motivos, além das más condições das prisões brasileiras, apontados pela Justiça italiana para não atender ao pedido do governo brasileiro de extraditar Henrique Pizzolato, condenado na Ação Penal 470, o 'mensalão', relatado pelo ex-ministro do Supremo Joaquim Barbosa; "O fato de não ter sido observado, no julgamento de Pizzolato pelo STF (bem como para os demais réus) o direito universal ao duplo grau de jurisdição e a ocorrência de omissão de provas apresentadas pela defesa", diz colunista em seu blog no 247; "Das três alegações da justiça italiana, a imprensa brasileira só tem mencionado uma. Por que será?", questiona ela; julgamento acumulou irregularidades


247 – Além das péssimas condições dos presídios brasileiros, o que colocaria em risco a saúde de Henrique Pizzolato, a Justiça italiana alegou outras duas razões para não extraditar ex-diretor do Banco do Brasil, condenado na Ação Penal 470, a pedido do governo brasileiro para que cumprisse sua pena por aqui. As duas estão relacionadas às anomalias do julgamento do STF, segundo Tereza Cruvinel, colunista do 247.
"Os magistrados italianos apontaram também o fato de não ter sido observado, no julgamento de Pizzolato pelo STF (bem como para os demais réus) o direito universal ao duplo grau de jurisdição e a ocorrência de omissão de provas apresentadas pela defesa", escreve a jornalista, em seu blog no 247.
Pizzolato levou consigo quando fugiu do Brasil para a Itália, conforme informa Tereza, "um grande volume de documentos de defesa". Os documentos, segundo ela, "teriam sido mais determinantes que as condições dos presídios brasileiros para que ele obtivesse a recusa da extradição e a liberdade de que agora desfrutará na Itália, onde tem a segunda cidadania".
O julgamento do chamado 'mensalão', sob relatoria do então ministro do Supremo Joaquim Barbosa, não deu aos réus que não tinham foro privilegiado o direito ao duplo grau de jurisdição. Ou seja, os réus foram condenados já na instância máxima, sem poder recorrer. No caso de Pizzolato, provas apresentadas pela defesa não foram incluídas na AP 470.

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Jogo vira a favor da presidente; com três cartas sobre a mesa, Dilma Rousseff barrou as apostas contra; investidores mandam sinais de aprovação tanto para Luiz Carlos Trabuco, Nelson Barbosa e Henrique Meirelles; presidente do Bradesco, ex-secretário-executivo da Fazenda e ex-presidente do BC são craques no jogo do mercado financeiro; eles conhecem atalhos para atrair investimentos, gostam de controlar despesas e tem vocação para o crescimento; conheça as chances de cada um

247 – Um jogo que parecia perdido está virando a favor da presidente Dilma Rousseff. Até o final da semana passada, antes de conseguir a reeleição, tudo o que Dilma fazia ou dizia atentava contra ele própria no chamado mercado. Pesquisas a favor da presidente correspondiam a quedas nos principais índices econômicos, especialmente na Bolsa de Valores de São Paulo e no câmbio. Quando perdia terreno para Aécio Neves, os investidores e especuladores soltavam foguetes e a marcas subiam na mesma velocidade. Ao crescer, Dilma derrubava as expectativas. Para os analistas montados em espaços da mídia tradicional, a presidente, no final das contas, só errava.
A partir do pronunciamento das urnas, porém, a partida ganhou uma feição bem direfente. Com rapidez, Dilma retomou a iniciativa, discursou pela união e pelo diálogo nacional, assumiu que havia se distanciado mais do que desejava das forças produtivas e, melhor de tudo, deixou correr a versão, verdadeira, de quem está fixada na escolha de um entre três nomes para o comando do Ministério da Fazenda – a saber, o verdadeiro fiador da política econômica.
Após uma segunda-feira 27 de ressaca das eleições, a Bovespa só fez subir nos dias seguintes. Na base do crescimento do valor das ações das companhias brasileiros estão os chamados rumores positivos. A presidente deixou circular, sem nenhum sinal de desmentido, que o ministro Guido Mantega encerrará seu período na Fazenda com tranquilidade. Acrescentou que ela própria não tem toda a pressa do mundo em anunciar o sucessor dele, o que deverá acontecer ao longo do mês de novembro. E, numa jogada de mestra, fixou-se em três em três nomes que agradaram em cheio aos investidores.
Na primeira deixa, o governo lançou, informalmente, o nome do presidente-executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. Foi um estorou. Tanta na mídia quanto empresas privadas e consultorias financeiras, o nome de Trabuco foi saudado como uma grande solução de mercado. À frente do banco de maior capilaridade do País, Trabuco vai realizando um trabalho que soma lucros para os acionistas e inclusão bancária para populações mais carentes. Na classe média, ele é reconhecido com o líder de uma instituição sólida, antiga e que dá atenção para pequenos poupadores e empresários de todos os portes, inclusive os pequenos.
Formado em Filosofia, com uma história de sucesso dentro do banco, no qual entrou como contínuo, em 1969, Trabuco tem um sotaque interiorano que é o mesmo de grande parte da população. Sem exibicionismo, ele tem colecionado resultados a cada trimestre melhores no Bradesco. Nesta quinta-feira, o lucro reportado pelo banco nos nove primeiros meses do ano foi nada menos que 25% maior no período anterior. As despesas da instituição ficaram abaixo da inflação e os ativos administrados chegaram bem perto de R$ 1 trilhão. Resultado: as ações do banco dispararam em alta na Bovespa.
Ex-secretário-executivo da Fazenda, o economista Nelson Barbosa deixou a equipe de Guido Mantega com divergências sobre a política econômicas, mas não perdeu a confiança da presidente. Ele se tornou, desde então, um dos principais conselheiros dela, com a grande vantagem de saber onde estão os nós e os laços das contas públicas. Dilma acostumou-se a convocar Barbosa para ter uma segunda opinião. Ele, por sua vez, não saiu atirando, foi extremamente econômico em entrevistas e, assim, poupou sua imagem para, agora, ter chances reais de ser o nome capaz de encarnar o binômio continuidade com mudança.
- A presidente confia em Barbosa. Ele sabe os pontos em que ela é turrona, e ele conhece os pontos que ela não negocia. Se entendem muito bem, contou uma fonte palaciana.
Para completar a trinca de ases, a presidente tem ainda um nome considerado acima do bem e do mal pelo mercado financeiro: Henrique Meirelles. O ex-presidente do Bank Boston e do Banco Central da era Lula, é simplesmente o cara que formou as bases para as atuais reservas de mais de US$ 300 bilhões que o Brasil possui. Com Meirelles, discreto mas que, quando quer, sabe aparecer, a inflação nunca fugiu da meta, permanecendo em seu centro.
Entre auxiliares de Dilma, os três nomes estão vivos. A presidente está descansando na Bahia, e de lá mesmo poderá fazer os contatos necessários para definir sua escolha.
Trabuco precisará ser convencido a deixar o comando do Bradesco, o que não é tão simples assim. Porém, o fato de ele não ter reclamado da inclusão de seu nome na lista da presidente já é visto como um sinal de que, bem convidado, ele aceitaria a missão.
Para Barbosa, o movimento é mais simples. Ele já é das relações de Dilma, tem todo o conhecimento da máquina e faria uma transição natural com Mantega. Nesta medida, é, neste momento, o favorito.
Quanto a Meirelles,  ocorreram diferenças com Dilma durante o governo Lula. Mas o próprio Lula, agora, recomenda a sua parceira a superação das pequenas rusgas para a inauguração de uma novo relacionamento. Pode, assim, ser ele o nome.
O fato comum é que, com qualquer um dos três, Dilma fez o que de melhor poderia ter feito nessa fase de articulações: preencheu o vácuo, expôs preferencias e agradou o mercado. Quer mais?

quinta-feira, outubro 30, 2014

Deleite - Legião Urbana - Perfeição só a verdade liberta



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O tempo do amor
às vezes a gente gasta, jogando conversa fora,
No tempo do amor 
cabem todas as perguntas, tantas que tanto faz a resposta,

somos portadores do futuro, o prazer está à flor da pele
e a pele é macia, mesmo quando os sentimentos não são,

até que o tempo provoca uma tal metamorfose
que a gente parece que parou, lá, atrás, aonde?...

_ em algum tempo onde todos se apaixonarão outra vez.

*BeLins


O POVO QUER PARTICIPAR

 http://www.avaaz.org/po/petition/Membros_do_Congresso_Nacional_Em_defesa_do_Decreto_de_participacao_social/?wYowmeb
*MauroLima

Revolta da água já tem data marcada para começar: Sábado (1), no Largo da Batata

Revolta da água já tem data marcada para começar: Sábado (1), no Largo da Batata

Depois de meses convivendo com racionamento informal e descaso do governador, população de São Paulo marca manifestação “Alckmin, cadê a água?”
Por SpressoSP

No próximo sábado (1), no Largo da Batata, às 15h, a população de São Paulo realizará a primeira manifestação contra a falta d’água depois das eleições. O intuito do ato, que recebeu o nome de “Alckmin, cadê a água?”, é pressionar o governador Geraldo Alckmin (PSDB) a assumir as responsabildiades pela crise hídrica e a tomar medidas urgentes frente à situação calamitosa.

A falta d’água – ainda que o governador de São Paulo e a Sabesp neguem – já é uma realidade há meses no estado de São Paulo. Pesquisa recente do Datafolha apontou que mais de 60% da população já passou por cortes na distribuição no último período e Geraldo Alckmin (PSDB), durante toda a campanha eleitoral, seguiu reafirmando que não faltará água.

“É preciso dar um basta! O verdadeiro culpado por essa crise não é São Pedro e sim o governador Geraldo Alckmin. A Sabesp, companhia de abastecimento do estado, sabia que a situação estava insustentável. Ainda assim, o dinheiro arrecadado com o pagamento das contas de água foi usado para encher o bolso dos acionistas da companhia ao invés de ser investido em obras. Agora, os tucanos não tem como escapar”, escreveram os organizadores do ato na página do evento no Facebook. Até agora, mais de 10 mil pessoas já confirmaram presença.

A manifestação foi convocada por uma série de coletivos e movimentos sociais.

No início do mês, a presidenta da Sabesp, Dilma Pena, havia afirmado que, se não chover consideravelmente nas próximas semanas, a água do Sistema Cantareira – o maior do estado – deve acabar em meados de novembro.

Na última sexta-feira (23), Fórum revelou áudios de uma reunião da diretoria da Sabesp. Na ocasião, a presidenta da empresa reconhece o “erro” em não comunicar à população sobre a crise hídrica. Dilma ainda afirma que não alardeou os paulistas por conta de “ordens superiores.”

A divulgação dos áudios fez com que o deputado estadual, Carlos Giannazi (PSOL), protocolasse um pedido de impeachment na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).


Clique aqui e confirme presença na página do evento no Facebook.
“Foi brincadeira”, diz homem que postou foto polêmica no Facebook

Na imagem, Renato Paschoal Fernandes aparece segurando um objeto semelhante a uma bala, junto a uma mensagem dirigida à presidente Dilma Rousseff; Exército confirmou que não é munição

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Renato Paschoal Fernandes
Renato Fernandes disse que não teve a intenção de ameaçar a presidente

Um oficial da reserva do Exército Brasileiro causou polêmica nas redes sociais ao postar uma foto usando uniforme e segurando um objeto semelhante a uma bala, acompanhado de uma mensagem dirigida à presidente Dilma Rousseff. "Dilma... Essa é pra vc... Eu estou pronto! Só esperando o toque da corneta", escreveu Renato Paschoal Fernandes, de 34 anos, em sua página pessoal no Facebook, que foi deletada assim que o caso ganhou repercussão.

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Nas redes sociais, usuários compartilharam capturas de tela com a foto e postaram mensagens dizendo que Fernandes seria tenente do Exército. Em alguns dos comentários, internautas sugeriam que ele fosse denunciado ao Ministério Público Federal (MPF) por ameaçar a presidente.
Renato Fernandes conversou com a reportagem de O TEMPO e confirmou ter feito a postagem em sua página pessoal no dia 26 de outubro. Ele confirmou também que aparece na foto, tirada há alguns meses, segurando um chaveiro em forma de munição, mas negou ter tido a intenção de fazer qualquer tipo de ameaça à presidente Dilma Rousseff. “Meu Facebook era particular, eu posto muita coisa de brincadeira, nunca deu repercussão de nada. Obviamente, não foi uma coisa legal o que eu coloquei, é ambígua a foto, mas eu não sou terrorista, nunca fiz mal a ninguém”, explicou.
Ele disse que a mensagem e a foto foram publicadas num contexto de brincadeira entre amigos e que quando a postagem se espalhou pela internet, as pessoas entenderam errado. “Não sei mexer nessas coisas de privacidade. Essa foto, alguém pegou e publicou de maneira irresponsável. Eu queria me retratar perante as pessoas que confundiram essa mensagem”, disse.
Fernandes confirmou que nunca serviu o Exército efetivamente e que aparece usando o uniforme de uma associação de oficiais de reserva da qual fazia parte. Ele disse à reportagem de O TEMPO que procurou a polícia para registrar a ocorrência e está reunindo provas, já que após o incidente, ele e sua família sofreram ameaças. Fernandes também contratou um advogado para tomar providências sobre o caso. “É lógico que a intenção não foi essa (de ameaçar a presidente), foi uma coisa até boba, aumentaram muito a situação”, disse o homem, que atualmente estuda para prestar concursos. Ele acrescentou que não é filiado a nenhum partido político.
A reportagem de O TEMPO entrou em contato com a assessoria de comunicação do Exército, que informou que Renato Fernandes prestou serviço militar iniciante em 1998, quando fez o Curso de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) de Belo Horizonte, e nunca serviu efetivamente à corporação. Sobre o objeto que aparece nas mãos de Fernandes na foto, o Exército confirmou que não se trata de munição.
O Ministério Público Federal (MPF) confirmou que recebeu denúncias sobre a postagem e que todas elas serão investigadas.
*http://www.otempo.com.br/capa/política/foi-brincadeira-diz-homem-que-postou-foto-polêmica-no-facebook-1.939385

atentado à democracia envergonha o jornalismo, crime eleitoral cometido pela revista Veja,

O crime eleitoral cometido pela revista Veja, que pertence a Giancarlo Civita e é comandada pelo executivo Fábio Barbosa e pelo jornalista Eurípedes Alcântara (à dir.), foi confirmado, nesta quinta-feira, por reportagem do jornal Valor Econômico, pelo próprio advogado Antônio Figueiredo Basto, que defende o doleiro Alberto Youssef; reportagem da semana passada diz que Youssef afirmou que "Lula e Dilma sabiam de tudo"; eis, no entanto, o que aponta Figueiredo Basto: "Não houve depoimento no âmbito da delação premiada. Isso é mentira. Desafio qualquer um a provar que houve oitiva da delação premiada"; caso está nas mãos de Teori Zavascki, ministro do STF, que pode obrigar Veja desta semana a circular com direito de resposta; atentado à democracia envergonha o jornalismo
http://goo.gl/u090Mc ‪#‎VemPraRua‬

Se dizer contra a criminalização da Homofobia é se assumir do lado errado/ruim/mal/burro.

Homofobia: aversão irreprimível, repugnância, medo, ódio, preconceito que algumas pessoas, ou grupos nutrem contra os homossexuais, lésbicas, bissexuais e transexuais.
Se dizer contra a criminalização da Homofobia é se assumir do lado errado/ruim/mal/burro.
Ser a favor de algo que é UNICAMENTE PREJUDICIAL pode ser atitude de alguém que quer o bem? Pra quem acredita nesses caras, por favor prestem atenção nos fatos.
Descurtir*quebrandotabu

certamente um evento chave para a América Latina, dada a força política, econômica e geográfica do Brasil na região e no mundo

Esquerda Unida da Espanha saúda reeleição de Dilma Rousseff

O coordenador federal da Esquerda Unida da Espanha, Cayo Lara, felicitou, em nome de toda a organização, Dilma Rousseff após sua reeleição como presidenta do Brasil nas eleições realizadas no último domingo (26).


Ichiro Guerra
  
O líder da organização espanhola disse que esta vitória representa "o triunfo das políticas de inclusão social e dos governos do Partido dos Trabalhadores (PT), Lula primeiro e agora Dilma”. Lara estendeu suas felicitações a todo o povo brasileiro "pela demonstração de responsabilidade, bom senso e respeito pelas importantes mudanças iniciadas há algum tempo e que deverão ser consolidadas nos próximos anos."

Na carta enviada a presidenta, o líder da Esquerda Unida afirma que "nós sabemos que depois de vários anos no governo vitórias são ainda mais difíceis e, portanto, também mais valiosas, mas, neste caso, na verdade, significa que as pessoas no Brasil continuam a dar-lhe confiança e colocar a sua esperança no PT e em você, companheira Dilma. "

"Sabemos”, continua Lara, “que um novo governo do PT no Brasil irá impulsionar as políticas de desenvolvimento, justiça social e igualdade neste grande país. Nós da Esquerda Unida estamos convencidos de que este novo voto popular consolida um quarto mandato após 12 anos de uma excelente gestão política e servirá para consolidar um projeto político. "

Para o coordenador federal da Esquerda Unida, esta vitória é "certamente um evento chave para a América Latina, dada a força política, econômica e geográfica do Brasil na região e no mundo. Servirá também para transferir a força brasileira para a integração política e econômica da América Latina", diz.

"Reiteramos a enorme alegria que nos causou esse resultado eleitoral, Dilma querida, e queremos expressar que a Esquerda Unida sentiu a sua vitória, essa vitória política enorme, como a sua própria", conclui o líder da organização espanhola.

Da redação do Vermelho

*Vermelho