Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
"Eu sou um ambientalista convicto, não só na teoria, mas na prática - disse Zé Serra, destacando iniciativas nessa área de quando era governador de São Paulo"
A única coisa mais perto de ambiental que eu vejo no Zé e a cara de pau que ele tem!
O "pateta" que todo carro tem.
Ando na rua, passa um carro bem na hora em que eu iria atravessar , então o carro não liga pra mim, para bem em cima da faixa de pedestre, afinal gente não é carro, carro "tem mais direitos adquiridos" Tem?!?!?
Os carros não gostam de gente, eu acho. Principalmente os que tem como dono um " pateta" cheio de ódio.
Quando eu sou carro sempre tem outro carro querendo ser mais carro que eu, as vezes os carros me lembram algumas pessoas, tão invejosas e competitivas quanto... Bom mas isso é outro assunto, são outros "patetas".
Os carros são enlouquecidos, não são nada educados e muito menos cordiais. Carros vem com os seus patetas de série, dependendo do modelo o "pateta" é mais bem patético. Acredito que os modelos importados por exemplo tem os maiores patetas, também são mais caros, merecem um pateta mais " "empatetado" e empafiado, não é mesmo?
Lembram do desenho do Pateta?
Um homem pacato, educado que assim que entrava no carro virava o demônio.
Todo mundo no carro vira um pateta endemoniado, porque meu Deus? Talvez dentro do carro os "patetas" se sintam mais seguros para liberarem seus demônios. Talvez seja por isso que no carro as pessoas sintam-se invisíveis, não é a toa que vemos o sujeito do carro ao lado meter o dedão no nariz e não dar a mínima pra quem assiste aquela cena escatológica. No carro tudo pode, não existe regras de bom comportamento para o pateta do carro. Ele corta, cruza, canta pneu, mata, buzina sem necessidade, não para pro idoso atravessar, não respeita gestante, não gosta de outro carro, não pratica a cortesia, não tem noções básicas de higiene, peraí, mas o pateta não gosta de ver seu carrinho sujo, então ele vai jogando tudo pela janela, afinal ele está invisível, e então vemos voar do carro do " pateta" copos plásticos , latinhas de cerveja, papéis de banco, ticket do Mac donald, balas dos " patetinhas" embalagens de bolachas, variedades de coisas que todo pateta carrega consigo.
Anda cada vez mais difícil sairmos na rua sem encontrarmos um " pateta endemoniado" " Sai pateta, sai capeta"!!!!
Vejam a solidariedade de Serra para com a dor alheia. Espero que Aécio veja essas imagens, elas mostram bem a falsidade do tucano paulista, um sujeito que só pensa em si mesmo, não respeita nem seus aliados. Serra faria isso no velório da própria mãe, é um tipo frio, sem emoção. Só quem perdeu o pai sabe a dor que Aécio Neves sentiu. Serra também saberia, se fosse humano.
Se Marina Silva e o Príncipe Charles, da Inglaterra, dizem exatamente a mesma coisa... alguém aí tá tentando NOS ENGAMBELAR.
Depois da 'ética' da Daslu, tá aí a 'ecologia' da Natura: de Buckingham a Breu Velho, no seringal Bagaço. É a globalização! [risos, risos, risos] (Veja adiante, matéria da revista Vanity Fair, de hoje, sobre as 'ecologias' do Principe Charles, que acaba de lançar um livro sobre o tema.)
Marina Silva é blefe e é negociata. Hoje, ela está avaliando propostas que lhe tenham sido apresentadas, em troca de seu 'apoio', que ela pôs em leilão, para algumas fotos de campanha. Evidentemente, depois de anos de conviver com todos os candidatos, Marina Sila não espera ser persuadida, nem ninguém espera persuadir Marina Silva. Marina Silva está à venda: os que se interessem por comprá-la compram esperam comprar pelo preço mínimo; e Marina Silva, que se vende, espera vender-se pelo preço máximo. A ecologia nada tem a ver com isso, nem o aborto.
Marina Silva pediu 15 dias para se manifestar. Até lá, estará sendo cortejada e deixando aumentar seu preço -- como qquer Roberto Jefferson (só que 'ecológica') e, isso, pra falar só no mercado chamado 'político' e que não é político: é mercado jornalístico-eleitoral.
Marina está leiloando também suas crenças religiosas e suas convicções sobre o aborto, temas que ninguém, de respeito, envolveria em negociações eleitorais, em nenhum caso.
No caso de Marina Silva TUDO isso foi oferecido à negociação mais imunda. A falta de vergonha, ali, é TOTAL. Mas, quem quiser engambelar-se, não quiser se desengambelar e 'creia' em Marina Silva e suas 'ecologias' & negociatas, que se autoengambele e deixe-se engambelar pelos jornais, jornalismos e jornalistas paulistas.
A Vila Vudu resolveu o seguinte:
-- VOTAREMOS EM DILMA;
-- falaremos o mais que pudermos contra o blefe dessa insuportável Marina Silva; e
O BRASIL ELEGERÁ DILMA.
Contudo, se o Brasil eleger Serra-erra-erra, seduzido pela 'ecologia' desse puro blefe, que é Marina Silva, e convencido pelos 'argumentos' dos bispos & grana & televisão... estará provado que o Brasil FOI DESTRUÍDO pela rede Globo, pelo Estadão, pela Folha de S.Paulo e pela revista (NÃO)Veja.
Estará provado que a USP paulista golpista e seus Demétrios e Romanos e Villas e coisa-e-tal e os 'jornalismos', 'jornalistas' e 'jornais' paulistas e, no plano nacional, a rede Globo, CONSEGUIRAM CONVERTER o Brasil num país de imbecis, onde D. Danuza é lida como sumidade, o Merval é ouvido como sumidade, o Boris Casoy é ouvido como sumidade (pra citar três, e há centenas, milhares, desses ridículos simulacros de jornalistas e jornalismo) e o Bonner & Patroa são tidos como opinião a conhecer e considerar.
Assim, se já estiver destruído e convertido em país de imbecis, tanto o Brasil merecerá ser governado por Serra-erra-erra quanto Serra-erra-erra merecerá a presidência, que sugerimos que seja vitalícia, eterna (Serra-erra-erra agarrará com unhas e dentes a chance de ser alguma espécie de Mubarak do Egito, imorrível e imatável. Depois, morrerá.).
A estupidez quando construída por jornal e televisão que falem sozinhos é força muito poderosa, devastadora. Viu-se o que é e o ponto ao qual pode chegar a estupidez construída por jornais e televisão, na Alemanha nazista e nos EUA da Guerra Fria. Nos dois casos, países inteiros foram arrastados à total imbecilização, à estupidez mais total, por jornais, jornalismos, jornalistas e cinema & televisão.
Se o Brasil já estiver destruído, reduzido à mais absoluta estupidez, por ação da PIOR segunda-geração de herdeiros 'midiáticos' que o mundo jamais reuniu num mesmo idioma, não haverá o que fazer: será preciso esperar que o último herdeiro incompetente enterre a empresa do último empresário-pai incompetente ou salafrário ou incompetentes e salafrários, nas famílias dos atuais Civitas, Marinhos, Saads, Mesquitas, Frias Filhos -- e os mais de 1.000 'consessionários' dessas redes, pelo Brasil, agências de repetição de imbecilidades, os empresários e os empregados jornalistas, também, incompetentes ou salafrários ou as duas coisas.
Aí, então, algum Murdock comprará o que restar da 'imprensa' brasileira, e, aí, sim, afinal, talvez, o Brasil conhecerá afinal ALGUMA empresa de mídia que preste, pelo menos, como empresa, porque é pequeníssima a chance de alguma empresa jornalística brasileira prestar como jornalismo.
Se, para atravessarmos esse período, o Brasil for governado por Lula e, na cotinuação do mesmo projeto, por Dilma, há boa chance de as empresas 'midiáticas' morrerem e o Brasil sobreviver CONTRA a opinião-desejo udenistas neoliberais das empresas-midiáticas. Essa é a boa notícia.
Se, para atravessarmos esse período, o Brasil for governado por Serra-erra-erra e seu projeto-detonação de todos os avanços sociais, o mais provável é que, em poucos anos, não haverá nem Brasil nem empresas jornalísticas. Nesse caso, o Brasil, em breve terá de escolher entre ser uma espécie de EUA, ou numa espécie de Sudão, variações sobre diferentes tipos de estupidez e miséria. Serra-erra-erra NÃO LARGARÁ O OSSO. Seja nos EUA ou no Sudão, Serra-erra-erra mentirá sempre, enganará sempre, subornará sempre. E sempre haverá Marinas Silvas de ocasião, para acrecentar ecologias de Natura a todas as falcatruas de Serra-erra-erra.
Quanto à Marina Silva-2010, se seguir com o ímpeto oportunista salafrário que a empurrou até aqui, sempre ocuapda em construir via pessoal exclusiva... talvez seja coroada princesa 'ecológica' da Inglaterra!
Hoje, exatamente hoje, Marina Silva e o Príncipe Charles, herdeiro da coroa inglesa, estão nos jornais, dizendo EXATAMENTE A MESMA IMPONENTE QUANTIDADE DE NADA metido a 'ecológico'. Taí. Pode dar casamento!
De Breu Velho, no seringal Bagaço, a Buckingham! É a globalização 'ecológica'! [risos, risos, risos]
(Veja adiante, matéria da revista Vanity Fair, de hoje, sobre as 'ecologias' do Principe Charles, que acaba de lançar um livro sobre o tema.)
Vila Vudu *grupobeatrice
No vídeo Marina Silva reconhece que o governo Lula acabou com a cesta básica de FHC e a transformou em Bolsa Família, aquecendo a economia local e criando oportunidades além de distribuir renda.
Quando Lula assumiu o governo e ampliou os benefícios, para que todo brasileiro pudesse fazer três refeições por dia para que possamos chamar o país de nação, a mesma mídia elitista, com seus editorialistas papagaios de patrão, caiu matando em cima, dizendo que o Bolsa Família é um programa assistencialista.
No Congresso Nacional os demotucanos sempre atacaram durante esses oito anos de governo Lula o programa do governo federal, Bolsa Família, e também o rotulavam de assistencialismo, e até denominavam de Bolsa Esmola. E agora José?
Leonardo Boff: Por uma aliança entre Marina e Dilma
Há dois projetos em ação: um é o neoliberal ainda vigente no mundo e no Brasil apesar da derrota de suas principais teses na crise de 2008. Esse nome visa dissimular aos olhos de todos, o caráter altamente depredador do processo de acumulação, concentrador de renda que tem como contrapartida o aumento vertiginoso das injustiças, da exclusão e da fome. José Serra representa esse ideário. O outro projeto é o da democracia social e popular do PT. Sua base social é o povo organizado e todos aqueles que pela vida afora se empenharam por um outro Brasil. Dilma Rousseff se propõe garantir e aprofundar a continuidade deste projeto. É aquí que entra a missão de Marina Silva com seus cerca de vinte milhões de votos. O artigo é de Leonardo Boff.
Leonardo Boff, naCarta Maior
O Brasil está ainda em construção. Somos inteiros mas não acabados. Nas bases e nas discussões políticas sempre se suscita a questão: que Brasil finalmente queremos?
É então que surgem os vários projetos políticos elaborados a partir de forças sociais com seus interesses econômicos e ideológicos com os quais pretendem moldar o Brasil.
Agora, no segundo turno das eleições presidenciais, tais projetos repontam com clareza. É importante o cidadão consciente dar-se conta do que está em jogo para além das palavras e promessas e se colocar criticamente a questão: qual dos projetos atende melhor às urgências das maiorias que sempre foram as “humilhadas e ofendidas” e consideradas “zeros econômicos” pelo pouco que produzem e consomem.
Essas maiorias conseguiram se organizar, criar sua consciência própria, elaborar o seu projeto de Brasil e digamos, sinceramente, chegaram a fazer de alguém de seu meio, Presidente do pais, Luiz Inácio Lula da Silva. Fou uma virada de magnitude histórica.
Há dois projetos em ação: um é o neoliberal ainda vigente no mundo e no Brasil apesar da derrota de suas principais teses na crise econômico-financeira de 2008. Esse nome visa dissimular aos olhos de todos, o caráter altamente depredador do processo de acumulação, concentrador de renda que tem como contrapartida o aumento vertiginoso das injustiças, da exclusão e da fome. Para facilitar a dominação do capital mundializado, procura-se enfraquecer o Estado, flexibilizar as legislações e privatizar os setores rentáveis dos bens públicos.
O Brasil sob o governo de Fernando Henrique Cardoso embarcou alegremente neste barco a ponto de no final de seu mandato quase afundar o Brasil. Para dar certo, ele postulou uma população menor do que aquela existente. Cresceu a multidão dos excluidos. Os pequenos ensaios de inclusão foram apenas ensaios para disfarçar as contradições inocultáveis.
Os portadores deste projeto são aqueles partidos ou coligações, encabeçados pelo PSDB que sempre estiveram no poder com seus fartos benesses. Este projeto prolonga a lógica do colonialismo, do neocolonialismo e do globocolonialismo pois sempre se atém aos ditames dos paises centrais.
José Serra, do PSDB, representa esse ideário. Por detrás dele estão o agrobusiness, o latifúndio tecnicamente moderno e ideologicamente retrógrado, parte da burguesia financeira e industrial. É o núcleo central do velho Brasil das elites que precisamos vencer pois elas sempre procuram abortar a chance de um Brasil moderno com uma democracia inclusiva.
O outro projeto é o da democracia social e popular do PT. Sua base social é o povo organizado e todos aqueles que pela vida afora se empenharam por um outro Brasil. Este projeto se constrói de baixo para cima e de dentro para fora. Que forjar uma nação autônoma, capaz de democratizar a cidadania, mobilizar a sociedade e o Estado para erradicar, a curto prazo, a fome e a pobreza, garantir um desenvolvimento social includente que diminua as desigualdades. Esse projeto quer um Brasil aberto ao diálogo com todos, visa a integração continental e pratica uma política externa autônoma, fundada no ganha-ganha e não na truculência do mais forte.
Ora, o governo Lula deu corpo a este projeto. Produziu uma inclusão social de mais de 30 milhões e uma diminuição do fosso entre ricos e pobres nunca assistido em nossa história. Representou em termos políticos uma revolução social de cunho popular pois deu novo rumo ao nosso destino. Essa virada deve ser mantida pois faz bem a todos, principalmente às grandes maiorias, pois lhes devolveu a dignidade negada.
Dilma Rousseff se propõe garantir e aprofundar a continuidade deste projeto que deu certo. Muito foi feito, mas muito falta ainda por fazer, pois a chaga social dura já há séculos e sangra.
É aquí que entra a missão de Marina Silva com seus cerca de vinte milhões de votos. Ela mostrou que há uma faceta significativa do eleitorado que quer enriquecer o projeto da democracia social e popular. Esta precisa assumir estrategicamente a questão da natureza, impedir sua devastação pelas monoculturas, ensaiar uma nova benevolência para com a Mãe Terra. Marina em sua campanha lançou esse programa. Seguramente se inclinará para o lado de onde veio, o PT, que ajudou a construir e agora a enriquecer. Cabe ao PT escutar esta voz que vem das ruas e com humildade saber abrir-se ao ambiental proposto por Marina Silva.
Sonhamos com uma democracia social, popular e ecológica que reconcilie ser humano e natureza para garantir um futuro comum feliz para nós e para a humanidade que nos olha cheia de esperança.
(*) Leonardo Boff é teólogo
*Viomundo
O Conversa Afiada publica e-mail de amigo navegante especialista em legislação eleitoral:
PH,
O Jornal Nacional cometeu uma gafe ontem.
Em matéria de destaque sobre os votos do Tiririca, William Bonner afirma com todas as letras que, “caso a candidatura de Tiririca seja impugnada, os votos dele serão anulados”. Na matéria ainda o JN fez questão de colocar em destaque os 3 deputados, entre eles Protógenes Queiroz, que “teriam sua eleição ameaçada” na hipótese de Tiririca ser punido.
Ou faltou lição de casa para o JN ou sobrou assessoria do Daniel Dantas.
O Art. 175 do Código Eleitoral é claro no sentido de que, caso a impugnação ocorra após uma eleição, OS VOTOS NÃO SÃO ANULADOS e ficam com o partido/coligação que o elegeu. Portanto, caso Tiririca seja punido, José Genoíno, primeiro suplente da coligação, seria eleito Deputado Federal. Os 3 deputados mostrados no JN não correm qualquer risco com relação a Tiririca (Apenas o Deputado Wanderley Sidraque – PT perderia o cargo caso Maluf seja considerado “ficha-suja”).
§ 3º Serão nulos, para todos os efeitos, os votos dados a candidatos inelegíveis ou não registrados. : (Parágrafo renumerado pelo art. 39 da Lei 4.961 , de 4 5.66)
§ 4º O disposto no parágrafo anterior não se aplica quando a decisão de inelegibilidade ou de cancelamento de registro for proferida após a realização da eleição a que concorreu o candidato alcançado pela sentença, caso em que os votos serão contados para o partido pelo qual tiver sido feito o seu registro. (Incluído pela Lei nº 7.179 , de 19.12.1983)
Para desespero de Daniel Dantas e tristeza de alguns jornalistas (inclusive dentro da Rede Globo), o – ínclito, como você diz – Delegado Protógenes Queiroz está definitivamente ELEITO !
Em tempo: infrutífera também foi a tentativa de melar a eleição do ínclito delegado com a farta divulgação de um livro cujas teses coincidem com os ataques de Daniel Dantas à Operação Satiagraha, que o prendeu duas vezes (e poderá prender mais !). – PHA *conversaafiada
Por Cláudio Vilaça e Geraldo Elisio - de Belo Horizonte/MG.
Um fato de soberba importância ocorreu para nós mineiros na última eleição do dia 03 de outubro: a eleição do delegado da Polícia Federal, Protógenes Queiroz, para deputado federal abrigado sob a legenda do PC do B. Não importa com quantos votos ele chega à Câmara dos Deputados. O que importa é o exemplo, a fé que ele despertou em tantos brasileiros que ainda acreditam que a honestidade, a ética e a transparência ainda é possível. Protógenes se elegeu sem dinheiro, contra tudo e contra todos, inclusive a injustiça de quem deve ser guardião da Justiça.
Protógenes é a semente que caiu em terreno árido e por fados prosperou. Os mineiros se tornaram seus amigos de fé. Acreditamos na atuação dele, nosso irmão, camarada. Ele não será um deputado policialesco. Será um parlamentar que através de sua vasta experiência será intransigente em relação aos princípios éticos que o norteiam. Um farol vermelho permanentemente aceso contra a corrupção e os corruptos. Homem de inteligência, retirado injustamente dos caminhos da sua vocação, lançou-se à vida pública e obteve sucesso. Os árabes, com freqüência se utilizam de uma expressão: “maktube”, ou seja, “está escrito”. Acreditamos que está escrito que nesse momento de tantas incertezas não é por acaso que o ínclito delegado se faz deputado. O terreno deixou de ser árido. De uma árvore pode surgir uma floresta.
Além de se eleger Protógenes Queiroz derrotou o banqueiro-condenado Daniel Dantas. Derrotou o ex-presidente do Supremo, Gilmar Dantas (segundo o jornalista Ricardo Noblat), que em 24 horas concedeu dois habeas corpos ao banqueiro condenado. Derrotou todos os esquemas armados para inviabilizar a sua eleição. O PC do B elegeu dois grandes nomes para a bancada federal de São Paulo, Protógenes e Aldo Rebêlo.
Protogenes se elegeu e o doutor Corrêa não conseguiu apresentar ao Brasil o áudio do grampo. Creio, orgulhosos estão os seus colegas da Polícia Federal, ressalvados eventuais e inevitáveis exceções. O exemplo vale para tantos outros valorosos e incorruptíveis policiais federais sintam que vale a pena combater o crime que não compensa, principalmente o de colarinho branco.
Parabéns, Protógenes!! Estágios mais altos o aguardam.
Parábens também aos nossos irmãos de SP! Do Capão Redondo, da baixada Santista, Dr. Adib, Rosi e Wanderley Freitas, Vanderlei Faria, Yuri, Ailime, Alex, D. Heloisa, Edson, Marcos e sua competente equipe, e tantos outros amigos e eleitores paulistas que reconheceram que precisamos de Protógenes!
“Sonho que se sonha só é só um sonho, mas sonho que se sonha junto é realidade” - Raul Seixas
*doblogdoProtógenes
O ministro Franklin Martins (Secretaria de Comunicação) viajou nesta quarta-feira para a Europa para conhecer modelos de regulação da mídia e para convidar instituições a participarem, em novembro, de seminário sobre o tema.Franklin visitará instituições em Londres e Bruxelas até o dia 10. Ele está organizando o Seminário Internacional Marco Regulatório da Radiodifusão, Comunicação Social e Telecomunicação, ainda sem data e local definidos porque dependem da agenda dos convidados internacionais.
O Presidente Lula quer enviar até dezembro ao Congresso uma proposta de marco regulatório dos serviços de telecomunicação e radiodifusão. Um grupo de trabalho coordenado pela Casa Civil está analisando as propostas aprovadas durante a Confecom (Conferência Nacional de Comunicação), que ocorreu em dezembro passado.A conferência aprovou 633 sugestões para regular os meios de comunicação.
Os principais eixos são o marco regulatório da internet, direitos autorais, legislação geral para a comunicação pública, regulamentação do artigo 221 da Constituição (pelo qual as TVs devem priorizar conteúdo nacional) e o marco regulatório para o setor de comunicação.A Confecom contou com a participação do governo e da sociedade civil.
Empenhado em atrair o PV de Marina Silva, o núcleo da campanha de José Serra quer oferecer quatro pastas à sigla no eventual governo do tucano: Meio Ambiente, Minas e Energia, Cidades e Educação.
Ciro Gomes, ao Brasil Atual: Veja a serviço “da escória brasileira”
(…)
Por: João Peres, Rede Brasil Atual
Brasília – Ciro Gomes está de volta à vida eleitoral? Difícil dizer. O deputado federal assegura que será um cabo eleitoral de Dilma Rousseff na disputa do segundo turno, mas evita entrar em detalhes.
Em se tratando do ex-ministro da Integração Nacional, a única certeza é de que surpresas não são exceção. Em entrevista à Rede Brasil Atual, Gomes garante que não guarda nenhum ressentimento de ter sido preterido pelo presidente Lula na disputa ao Planalto, mas admite ter sentido uma grande tristeza que, garante, já passou.
O deputado, que ficou uma temporada fora do país para curar as mágoas, esteve nesta segunda-feira (4) na reunião que reuniu parte importante da base aliada ao governo na discussão dos rumos da campanha do segundo turno. O ex-ministro mostrou que há uma característica sua que não muda: a língua afiada.
Confira a entrevista:
Qual será seu papel no segundo turno na campanha de Dilma?
Sou cabo eleitoral no Ceará.
E no resto do Brasil? O senhor é uma personalidade de projeção nacional.
Estou 100% à disposição para participar desse debate porque o Brasil está acima de tudo. Todo mundo sabe que fiquei muito triste por ver frustrada minha justa intenção de participar desse debate, mas para mim está tudo superado e o mais importante é ajudar o povo brasileiro a ver com serenidade qual o melhor caminho para o país. E estou seguro que o melhor caminho é a Dilma.
Dilma deixou muito marcado o tom de comparação entre os dois governos (FHC e Lula). E que agora é hora de enfatizar essa comparação. É esse o caminho?
Esse é um dos caminhos, mas é preciso também compreender porque 20% dos brasileiros, tudo gente boa, da melhor intenção, tudo gente progressista, trabalhadora, amada, porque não veio conosco no primeiro turno. Por que foi com a Marina? O que a Marina interpretou? Acho que uma certa frouxidão do PSDB acabou sendo replicada por certa frouxidão do PT, e tem uma parte de nós, brasileiros, que não gostamos dessa frouxidão.
Sei disso porque uma parte dessas pessoas já votou comigo em outras ocasiões. É classe média, estudante, jovens, gente preocupada com alguma intransigência. Não é de intolerância que estou falando, mas de intransigência em matéria de comportamento político.
Uma das questões que se tocou aqui é sobre quanto os boatos espalhados na reta final tiraram votos de Dilma. Esses boatos, ao serem disseminados por parte da imprensa, foram importantes nisso?
Perifericamente. Boato só prospera onde há perplexidades, vácuos, vazios. Como essa questão do aborto. É complexa, é delicada. Interagem com esse assunto questões religiosas, questões morais, éticas, sanitárias, emocionais, psicológicas. Questões terríveis.
E os políticos, por regra, detêm um oportunismo muito rasteiro a respeito deste assunto. Acho que esse é o vácuo. Quando você tem um vácuo e não tem clareza, o boato acaba prosperando mais do que devia.
E, claro, há o papel de uma parte da imprensa brasileira. E isso não é novidade, não temos que nos assustar com isso. Quem se enganou foi quem imaginou que haveria essa cordialidade que eu sempre soube que não haveria. Uma parte da imprensa brasileira tem preferência, o que é legítimo.
Apenas deveríamos ajudar o eleitor brasileiro a saber que a Veja é reacionária. É direito do povo brasileiro saber que a Veja é reacionária. A Veja deve existir, deve fazer o que bem entender. Se passar da conta, temos um sistema democrático que garante reparos no Judiciário, mas nada de ir contra a imprensa. A imprensa é sagrada para nós, democratas.
A Veja passou da conta no primeiro turno?
A Veja? A Veja passa da conta. Vive a serviço do que há de mais espúrio na sociedade brasileira. É isso que a gente deve explicar para as pessoas. Que a Veja tenha longa vida, mas que todos fiquem sabendo que a Veja não é uma observadora neutra da vida brasileira: ela está a serviço dos interesses internacionais, da privataria, da escória brasileira. Isso sempre foi. Desde que a turma de melhor nível saiu, virou isso (referindo-se a jornalistas mais antigos). Um instrumento de achaque.
Para a campanha de Dilma, como é melhor lidar com essa contra-informação?
Falar com o povo. Sincera e humildemente. Falar com o povo. Enfrentar. Isso sou eu que estou falando. Essa cordialidade só ajuda àquelas pessoas que têm as ferramentas clandestinas de mentir contra a vontade popular.
Resta algum ressentimento por ter sido preterido nessa disputa?
Não. Não tive ressentimento em momento algum. Tive muita tristeza, que é mais amargo do que ressentimento. Mas já passou.
Confira vídeo sensacional de como Ciro Gomes chama Serra às falas:
Em tempo 1: Ciro é autor de duas frases:
I- Serra não tem escrúpulo. Se for preciso passa com um trator por cima da cabeça da mãe.
II- Serra numa campanha á garantia de baixaria. Em tempo 2: o Conversa Afiada concorda com Ciro. Este ordinário blogueiro chama a veja de detrito de maré baixa.
COALIZÃO DEMOTUCANA ARREPIA:
CIRO GOMES PASSA A INTEGRAR A COORDENAÇÃO DA CAMPANHA DE DILMA ROUSSEFF.
Os marqueteiros tentam atenuar com o slogan o que é a evidência oposta; todo mundo sabe que o Serra é do mal. E eu sei, mais do que ninguém...
(Ciro Gomes, sobre o novo slogan tucano,'Serra é do Bem'; Globo, 06-10)