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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista

terça-feira, outubro 28, 2014


"Veja": Última tacada de Fábio Barbosa



or Luis Nassif, noJornal GGN:

O amigo liga em pânico: “A imprensa vai acabar com a democracia no Brasil”. Respondo: “É a democracia que vai acabar com a imprensa e implantar o jornalismo”.

A aventura irresponsável de Veja – recorrendo a uma matéria provavelmente falsa para pedir o impeachment de um presidente da República - não se deve a receios de bolivarianos armados invadindo a Esplanada. Ela está sendo derrotada pelo mercado, pelo fato de que, pela primeira vez na história, a Internet trouxe o mercado para o setor fechado, derrubando as barreiras de entrada que permitiram a sobrevida de um jornalismo anacrônico, subdesenvolvido, a parte do país que mais se assemelha a uma republiqueta latino-americana.

É um caso único, de uma publicação que se aliou a uma organização criminosa - de Carlinhos Cachoeira - e continuou impune, fora do alcance do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.

A capa de Veja não surpreende. Há muito a revista abandonou qualquer veleidade de jornalismo.

Acusa a presidente da República Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula de conhecerem os esquemas Petrobras com base no seguinte trecho, de uma suposta confissão do doleiro Alberto Yousseff:

- O Planalto sabia de tudo - disse Youssef.

- Mas quem no Planalto? - perguntou o delegado.

- Lula e Dilma - respondeu o doleiro.

Era blefe.

Na sequência, a reportagem diz:

“O doleiro não apresentou - e nem lhe foram pedidas - provas do que disse. Por enquanto, nesta fase do processo, o que mais interessa aos delegados é ter certeza de que o depoente atuou diretamente ou pelo menos presenciou ilegalidades”.

Na primeira fase da delação premiada tem-se o criminoso falando o que quer. Enquanto não apresentar provas, a declaração não terá o menor valor. E Veja tem a fama de colocar o que quer nas declarações de fontes.

Ligado ao PSDB do Paraná, o advogado de Yousseff desmentiu as informações. Mas não se sabe ainda qual é o seu jogo.


As apostas erradas da Abril

Golbery do Couto e Silva dizia que a mentira tem mais valor que a verdade. A verdade é monótona, tem uma só leitura. Já a mentira traz um enorme conjunto de informações a serem pesquisadas, as intenções do mentiroso, a maneira como a mentira foi montada.

Daí a importância da capa de Veja: permitir desvendar o que está por trás da mentira.

A primeira peça do jogo é entender a posição atual do Grupo Abril.

Apostas de altíssimo risco só são bancadas em momentos de altíssimo desespero. A tacada da Veja torna quase irresistível a proposta de regulação da mídia e de repor as defesas do cidadão que foram suprimidas pelo ex-Ministrio Ayres Britto, ao revogar a Lei de Imprensa.

Qual a razão de tanto desespero nessa aposta furada?

A explicação começa alguns anos atrás.

No mercado de mídia, o futuro acenava para o advento da Internet e da TV a cabo e para o fim das revistas e do papel. As apostas da Abril foram sempre na direção errada.

Ela montou um dos primeiros portais brasileiros, o BOL, que posteriormente fundiu-se com a UOL. Graças à sua influência política, conseguiu frequências de UHF e canais de TV a cabo.

A editora endividou-se e, para tapar buracos, Civita foi se desfazendo de todas as joias da coroa. Passou os 50% que detinha na UOL para a Folha – por um valor insignificante; vendeu a TV A para a Telefonica. Associou-se ao grupo sul-africano Naspers, em uma operação confusa, visando burlar o limite de 30% para capital estrangeiro em grupos de mídia, previstos na lei.

Não parou por aí.

Adquiriu duas editoras – a Atica e a Scipionne –, que dependem fundamentalmente de compras públicas, confiando no poder de persuasão dos seus vendedores junto à rede escolar. A decisão do MEC (Ministério da Educação) de colocar todos os livros em uma publicação única, para escolha dos professores, eliminou sua vantagem comparativa.

Aí decidiu investir em cursos apostilados para prefeituras, um território pantanoso. Finalmente, “descobriu” o caminho das pedras, passando a direcionar todas suas energias para a área de educação.

Para tanto, criou uma nova empresa, a Abril Educação, colocou debaixo dela as editoras e os cursos e contratou um executivo ambicioso, Manoel Amorim, que aumentou exponencialmente o endividamento do grupo, para adquirir cursos e escolas. Foi uma sucessão de compras extremamente onerosas, que deixaram o grupo em má situação financeira. A solução foi vender parte do capital para um grupo estrangeiro. Nem isso resolveu sua situação.

No ano passado, em conversa com especialistas do setor de mídia, Gianca Civita, o primogênito, já antecipava que a editora iria ser reduzida a meia dúzia de revistas e à Veja. Colocara à venda suas concessões de UHF e esperava que algum pastor eletrônico se habilitasse.
O cartel da jabuticaba

A editora viu-se depauperada em duas frentes. Uma, a própria decadência do mercado de revistas; outra, a descapitalização ainda maior para financiar a aventura educacional da Abril.

Além disso, foi vítima do maior tiro no pé da história da mídia brasileira: o “cartel da jabuticaba”.

Um cartel tradicional consiste em um pacto comercial entre competidores visando aumentar os preços e os ganhos de todos. O “cartel da jabuticaba” brasileiro foi uma peça genial (da Globo) em que todos se uniram contra a distribuição de parte ínfima da publicidade pública para a imprensa regional e para a Internet.

Alcançaram seu intento, mas não levaram o butim. A Internet não cresceu mas o resultado foi uma enorme concentração de verbas na TV aberta -- e, dentro dela, na TV Globo.

Poucos meses atrás, o próprio João Roberto Marinho – um dos herdeiros da Globo – manifestava a interlocutores sua preocupação com a concentração da mídia. A Globo jogou em seu favor, óbvio; mas não contava com o despreparo das demais empresas sequer para entender onde estavam seus interesses.

Quando o faturamento do papel minguou, todos pularam para a Internet. Mas a piscina estava vazia graças às pressões que eles próprios fizeram sobre a Secom e as agências.

Hoje em dia, o mercado de TV a cabo passou a disputar acirradamente as verbas publicitárias. Se indagar de um executivo do setor se a disputa é com as revistas e jornais, ele dará de ombros: a imprensa escrita não tem mais a menor relevância; a disputa é com a TV aberta.
A bala de prata de Fábio Barbosa

É esse quadro de crise nas duas frentes que explica a bala de prata de Fábio Barbosa.

Nos últimos meses, Fábio Barbosa contratou o INDG, de Vicente Falconi, para um trabalho de redução de custos da Abril, paralelamente à própria redução da Abril..

Falconi constatou o que o Blog já levantara alguns anos atrás: a estrutura de Veja era superdimensionada para o conteúdo semanal.

Na época, montei um quadro com todas as reportagens de uma edição, estimei o tempo-hora de cada repórter e editor e, no final, mostrava que seria possível entregar o mesmo conteúdo com um terço da redação.

Com metodologia muito mais gerencial, Falconi chegou às mesmas conclusões, resultando daí a demissão de várias pessoas em cargos-chave – inclusive Otávio Cabral, repórter das missões sensíveis da revista, que acabou indo trabalhar na campanha de Aécio.

Apenas amenizou um pouco a queda. Com as duas frentes comprometidas, a Abril entrou em uma sinuca de bico.

Com a morte de Roberto Civita, começou a enfrentar dificuldades crescentes para renovar os financiamentos. Desde o início do ano, os herdeiros de Roberto Civita estão buscando compradores para a outra metade da Abril Educação.

Antes disso, desde o ano passado, decidiram sair definitivamente da área editorial. Mas a legislação não permite à Naspers ampliar sua participação na editora. E, se não teve nenhum corte de verba oficial para suas publicações, por outro lado a Abril jamais encontrou espaço no governo Dilma para acertos e grandes negócios, como uma mudança na legislação sobre capital estrangeiro na mídia..

É nesse quadro dramático, que o presidente do grupo, Fábio Barbosa, tenta a última tacada, apostando todas as fichas em Aécio.
A última chance

A carreira anterior de Barbosa foi no mercado bancário. Foi sucessivamente presidente do ABN Amro, depois do ABN-Real, quando o banco holandês adquiriu o Real; depois do Santander, quando o banco espanhol adquiriu os dois.

No ABN e no Santander foi responsável por uma das maiores operações imobiliárias do mercado. No ABN participou do empréstimo de R$ 380 milhões para a WTorres adquirir o esqueleto da Eletropaulo, na marginal Pinheiros. Seis meses depois, a companhia não tinha mais recursos para quitar o financiamento. Entregou parte do capital aos credores.

Em 2008, ainda na condição de presidente indicado para o Santander, Fábio anunciou a aquisição da torre pelo banco por R$ 1 bilhão. “A aquisição desse imóvel é um marco e demonstra a determinação do Santander em investir para que tenhamos um Banco cada vez mais forte e competitivo”, afirma ele. (http://migre.me/ms7aW).

Atuou no início e no final da operação, assessorado por seu homem de confiança, José Berenguer Neto.

Em pouco tempo começaram a pipocar os problemas da WTorre. Atrasou a entrega da sede do Santander, que ingressou em juízo com pedido de indenização de R$ 135 milhões. A dívida fez com que a WTorre desistisse de lançar ações na Bolsa de São Paulo.

Em outubro de 2010 a obra continuava causando transtorno, sem ser entregue (http://migre.me/ms7Pc)

Em agosto de 2011, Fabio saiu do Santander. O clima azedou quando a direção se deu conta dos problemas criados. O presidente mundial Emilio Botin colocou um homem de confiança como espécie de interventor, levando Fabio a se demitir. Junto com ele saiu José Berenguer Neto, que assumiu um cargo na Gávea Investimentos, para atuar na área imobiliária.

Na época, executivos do banco ouvidos pela imprensa disseram que no ABN Fabio tinha plena liberdade; no Santander, não mais. Fabio deixou o banco sendo elogiado pelo sucessor.

O episódio não causou tanto estardalhaço quanto a tentativa de Barbosa, no comando da Veja, de tentar um golpe de Estado armado com um 3 de paus.


Intolerância tucana em dia de BH+AMOR
por Maíra Said, via Facebook


Paradoxalmente, no dia em que se exerce a democracia brasileira presenciei um deplorável ato antidemocrático.

A lamentável situação ocorreu quando estava voltando da comemoração maravilhosa e pacífica da presidenta Dilma Rousseff, quando eu e minha família fomos abordados por um carro com eleitores do Aécio.

Começaram as provocações. Respondemos sim, em nível civilizado, e esperávamos que os infelizes fossem embora. Mas, não satisfeitos, quatro sujeitos desceram do carro e começaram a querer brigar.

No estado emocional em que os indivíduos se encontravam não tenho duvidas de que se estivessem armados o pior teria acontecido.

Como logo viram que havia três homens entre nós, três deles recuaram, mas um do grupo disposto a fazer tudo — matar, bater, brigar — continuou com as provocações.

Contudo, vendo que seria inútil brigar com a gente, o sujeito atravessou a rua e abordou um jovem que estava sozinho e não fazia nada, além de segurar uma bandeira do PT, claro.

Esse monstro – vestido de azul, verde e amarelo — começou a bater no jovem covardemente, até que meu pai, meu irmão e um outro rapaz, viram o que estava acontecendo e foram defendê-lo.

Enquanto isso, os amigos desse animal fugiram de carro.

A polícia chegou e nada aconteceu com o palhaço, covarde que quase estragou nossa comemoração.

Acho que não existem adjetivos suficientes para descrever uma pessoa que não respeita a democracia, que não tem tolerância, que comete atos covardes doa a quem doer, por que não teve seus desejos realizados.

Eu disse que ele quase estragou a noite. Não estragou porque lembro que meu voto foi consciente e que os brasileiros souberam, sim, votar. Acredito nas mudanças que esse governo vem realizando junto com o povo.

Acredito, sim, que é possível recuperar a educação desse país, visando a formar cidadãos. E estou certa de que não iriamos conseguir isso, colocando o país nas mãos de um indivíduo que tantas vezes faltou com a ética e que já cometeu diversas ilicitudes, é só pesquisar.

Uma postura cidadã é aquela que visa ao bem coletivo.

Então, a certos eleitores de Aécio, só faço um apelo: nesses quatro anos que vem pela frente, com o governo do PT, queiram vocês ou não, ajam como cidadãos.

Sejam uma oposição inteligente, mostrem que estão aptos a pelo menos disputar o poder. Parem de querer privatizar a nossa bandeira nacional, a nossa camisa do Brasil, o nosso hino.

Isso é preocupante, antiético e relembra atitudes fascistas. Não adotem uma postura xenofóbica, elitista, homofóbica ou preconceituosa. Somos brasileiros e merecemos respeito.

Penso que atitudes como essas não podem ser ignoradas e esquecidas. O maior número possível de pessoas precisa ter conhecimento dessa postura intolerante, para que, por meio de uma indignação civilizada e democrática, situações como essas sejam definitivamente consideradas inaceitáveis.

Os que estão pedindo a separação do Sul e do Sudeste do resto do Brasil estão cometendo um crime.


Coronel Telhada, bandido bom é bandido morto. Querer tornar SP independente te torna um criminoso.
Os que estão pedindo a separação do Sul e do Sudeste do resto do Brasil estão cometendo um crime.
A maioria das pessoas que clamam por tal separatismo também acreditam na máxima de que bandido bom é bandido morto.
Reacinhas, cuidado .... para que as circunstâncias não os levem á pular de um prédio para manter a coerência de suas opiniões.

Giannazi pede cassação de Alckmin por crime de responsabilidade (Estado de SP ou Tucanópolis? Quem precisa acordar? Povo de São Paulo ou o PT?)

Estado de SP ou Tucanópolis? Quem precisa acordar? Povo de São Paulo ou o PT?




Xeque - Marcelo Bancalero

Não consigo engolir, que é a população de São Paulo, a culpada pela reeleição de Alckmin, mesmo com a questão da seca, dos casos de corrupção nos trens e metros, o chamado "trensalão"...
Levei o dia inteiro utilizando o aplicativo do TSE, baixando informações sobre os índices de votação no segundo turno,  de cada um dos  645 municípios de São Paulo, para tentar compreender o incompressível.
Por que o PT perde no estado de São Paulo?
Por que em 98,48% DOS MUNICÍPIOS os tucanos ganham? Sobrando apenas 1,52 % para o PT?
Porque perde em municípios que governa e/ou governou com bom êxito?
Por que perde com índices tão altos, chegando a absurdos números onde para os tucanos por índice acima de 87 % como na cidade de Saltinho? Onde num montante de  5078 votos válidos ,conseguiu a irrisória quantia de 657 votos?
Por que em 32 % do total de municípios o PT perde por índices acima de 70% para o PSDB
O que há de errado?

São diversos  os fatores...
Mas essa lição, que espero o meu partido esteja estudando agora (antes tarde do que nunca),  já devia ter sido estudada antes!
A oposição não perdeu tempo!
A própria revista Veja, utilizou  isso com números das eleições de 2010, para fazer uma projeção, que por pouco, não se concretizou...
Fonte ( http://goo.gl/lKsJ2p )

Me dói usar usar a Veja como fonte, mas é preciso...

Agora, gostaria  de falar de alguns fatores que podem tentar explicar o motivo dessa baixa votação do PT em São Paulo, que contraria a lógica, pelo que já citei no início desse artigo, e vai além...
Por exemplo;
Vejam no PDF anexo, onde estão, à partir da página 127 , todos os municípios,onde o PSDB, ganhou por índices superiores a 70 %.
Você acredita que nenhum negro ou nordestino que votou em Aécio?
Mesmo, como sabemos,o PSDB deixando claro não gostar de negros e nordestinos? ( http://goo.gl/Hz6NWK ) ( http://goo.gl/0nRx0V ) ( http://goo.gl/I3XrEX )

Então, como explicar esses índices em SP om tantos motivos para não se votar em Aécio? ( http://goo.gl/kta7CM )

1º Fator
Claro, o 1º fator é a blindagem da mídia golpista, que consegue esconder, maquiar tudo quanto é fato de corrupção envolvendo tucanos. Isso Bob Fernandes explica de perfeitamente aqui ( http://goo.gl/FKf39m ).

2º Fator
Obras do Governo Federal, recebem placas do governo do estado, dando a ideia de que Alckmim é que fez a obra... E ninguém denuncia! O PT se cala!

3º Fator
Este para mim, um dos mais relevantes...
A morosidade, a ineficácia de nossos diretórios municipais, é um dos fatores mais importantes!
Enquanto não temos uma regulamentação da mídia, onde não exista a a necessidade de um site como o Manchetômetro  ( http://goo.gl/GiaC3x ), e os ditos "blogueiros sujos" para tentar diminuir os estragos dessa mídia irresponsável, e anunciar com clareza as obras do governo. São nossos diretórios que precisam fazer esse trabalho. E isso deve ser corpo a corpo, e na internet.
Mas infelizmente, o que eu enxergo, olhando estes índices malucos, com o PSDB dando de lavada com 75, 78, 84 e 87 % em cima do PT... É que, ou não existe um diretório formado, ou se existe, é completamente ineficaz! E peço que aceitem isso como uma critica construtiva, e não me levem a mal;
Mas uma das coisas que eu sempre tento alertar meu próprio diretório em Votorantim, é que é um absurdo pagar aluguel o ano inteiro do lugar onde está o diretório,, e só abri-lo para reuniões  petistas uma vez por mês, ou em ano eleitoral!
Por isso, minha humilde sugestão, é que o PT preste atenção nestas cidades. Que procure estudar, onde ganhou, como os diretórios agiram, e como conseguiram driblar a desinformação da mídia, dando vitória ao PT.
Se preciso for, enviem militantes dispostos a ir morar em algumas delas para organizar um diretório ou fortalecer o que já existir. Eu mesmo me ofereço como voluntário para isso, e sei que muitos companheiros o fariam de bom grado.
As eleições para governador de SP 2018 começam agora!
Ou estes diretórios começam uma revolução, interagindo desde já com a população local, ou perderemos mais uma vez, e da mesma maneira vexatória.
São muitas as possibilidades...
Podem ser dados cursos para população, onde podem ser, desde cursos profissionalizantes, como de politização...
E isso pode ser o ano inteiro!
Isso aumentaria o número de filiados ao partido.
Aumentaria a receptividade ao PT na cidade.
E com certeza,o mais esperado...
Aumentaria esses ridículos índices eleitorais!
E outra coisa...
Em todos... Absolutamente todos os diretórios, devem existir, secretarias da mulher, do idoso, dos jovens atuante com palestras ao menos bimestrais!
E claro...Uma secretaria especializada em MILITÂNCIA DIGITAL... Pois o futuro é este! E quem não se especializar, ficará para trás!
Bom é esse meu recado!
Estou a disposição.
Vou a qualquer lugar se preciso for,para ajudar meu estado a ter o sucesso do meu país!

Abaixo o PDF com os índices de votação nas cidades onde o PT ganhou, e à partir da página 127 , todos os municípios,onde o PSDB, ganhou por índices superiores a 70 %

 

Exclusiva: RT sube el telón de la enigmática Corea del Norte en un documental único

RT estrena 'El pueblo del mariscal, 10 días en Corea del Norte', un documental que muestra este país asiático como nunca antes se había visto. ¿Cómo es la vida en un Estado en el que la maquinaria socialista resiste desde hace casi 70 años?
¿Cómo es el día a día de los norcoreanos? ¿Qué hay realmente detrás del país 'más hermético' del mundo? ¿Qué opinan los ciudadanos de Corea del Norte de su líder, Kim Jong-un? Este documental exclusivo ofrece la respuesta a estas y otras preguntas acerca de un país que desde su formación en 1948 alberga una de las sociedades más cerradas del mundo.  
 
En Corea del Norte un sistema político único resiste desde hace décadas y mantiene una sociedad aislada y sometida, o "protegida del mundo por su líder", según matizan sus propios ciudadanos. 
 

Se trata de un país atrapado en la guerra, que crece económicamente, que se abre bajo vigilancia a inversores y a turistas, pero rígido e impenetrable.

 


El centro del poder del régimen norcoreano, Pionyang, es donde el equipo de RT recogió buena parte del material visual que ofrece este documental. Allí, el profesor e investigador del Instituto de Industria Biológica Kim Chol Ho afirmó sentirse orgulloso de contar con este singular sistema político. 
 

"Nosotros con el mariscal somos como una familia y tenemos una situación política y económica más estable. En pocas palabras, los ciudadanos estamos orgullosos de tener un régimen socialista", aseguró el profesor a RT
 

Trabajar, hacer funcionar el sistema, alcanzar los objetivos marcados por el Estado es una cuestión de honor que la propaganda que envuelve las granjas cooperativas se encarga de recordar durante la jornada. Las aspiraciones de los jóvenes estudiantes entrevistados están también vinculadas con el servicio al país. 

La contribución al soporte y a la continuidad del sistema norcoreano es una obligación también para los presos, cuyo número es un secreto más. Existen trabajos forzados para los crímenes considerados más graves y trabajos sociales los para delitos mejores. 
Los criminales deben trabajar al igual que los campesinos que cosechan el arroz para dar de comer a la población
 
 "Creemos que la persona que es un criminal, cuyo delito se ha probado y que ha sido juzgado y sentenciado debe devolver a la sociedad al menos parte de ese daño que ha hecho y no creemos que deba hacerlo drogándose en prisión, como en el caso de España u otros países, o sometido a todo tipo de vida corrupta y con todo tipo de facilidades como otros sistemas penitenciarios", declaró Alejandro Cao de Benós, presidente de la asociación de Amigos de Corea del Norte y la persona que gestionó la entrada del equipo de RT al país. 
 
En su opinión, "debe trabajar al igual que los campesinos que cosechan el arroz para dar de comer a la población". 
 
Para la realización de este documental el equipo de RT pasó diez días en Corea del Norte recogiendo material visual y entrevistando, entre otros, a campesinos, profesores y artistas.  
 
"Aunque, evidentemente, hemos trabajado bajo el habitual control gubernamental del país sobre periodistas y extranjeros, y con un programa de visitas cerrado y supervisado en todo momento, hemos podido grabar imágenes y entrevistas muy interesantes de un país que no se deja conocer fácilmente, de una sociedad prácticamente inaccesible para los medios", aseguraron los periodistas de RT que trabajaron en 'El pueblo del mariscal, 10 días en Corea del Norte'. 

GALERÍA DE FOTOS: DESCUBRA LA ENIGMÁTICA COREA DEL NORTE CON RT     


Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/144995-documental-rt-corea-norte-exclusiva


*FláviaLeitão

O candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) terá, muito em breve, de se explicar.


INVESTIGAÇÃO URGENTE
O candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) terá, muito em breve, de se explicar.
Na tarde de ontem (4), deputados do ‪#‎PT‬ defenderam a abertura de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar as denúncias sobre a construção do aeroporto em Cláudio (MG) durante a gestão do tucano como governador do estado.
“É necessário investigar esse escândalo da construção de um aeroporto com verbas públicas, para uso privado do Sr. Aécio Neves”, defendeu Amauri Teixeira (PT-BA).
De acordo com Amauri Teixeira, a coleta de assinaturas para a viabilização da CPMI será feita esta semana.
Os deputados Padre João (PT-MG) e Nilmário Miranda (PT – MG) também apoiam a proposta da CPMI.
O caso envolve o uso de 14 milhões de reais para a construção de um aeroporto particular nas terras de familiares de Neves.
O candidato assumiu ter utilizado as duas pistas de pouso: em Cláudio e em Montezuma, em Minas Gerais. Ambas funcionam de forma ilegal, sem homologação da Anac.
Leia mais na Agência PT de Notícias: http://bit.ly/1pVL7Zl

*TadeuVezzi

1979540_955350194480792_7524177966677789534_nAs eleições uruguaias do último domingo, além de eleger o parlamento e realizar o 1º turno das eleições presidenciais, contou com um plebiscito que rejeitou o rebaixamento da maioridade penal de 18 para 16 anos.
A frente de partidos no governo conhecida como Frente Ampla, do presidente José Mujica, defendeu o não no plebiscito sobre a maioridade penal e foi também a lista mais votada com 1,1 milhão de votos.
No próximo dia 30 de novembro, ocorrerá o segundo turno das eleições presidenciais onde vão se confrontar o ex-presidente Tabaré Vázquez (Frente Ampla) e Lacalle Pou (Partido Nacional). O candidato do Partido Colorado, Pedro Bordaberry que contou com 13% dos votos, logo declarou apoiou a Lacalle, firmando a aliança dos setores de direita contra a Frente Ampla.
A campanha foi marcada por divergências internas na Frente Ampla, com Tabaré demonstrando contrariedade à lei de legalização da maconha aprovada durante o governo de Mujica. O Uruguai é ainda o único país da América do Sul que legalizou o aborto, garantindo a redução do índices de mulheres mortas em virtude de abortos clandestinos.
*AVerdade