BRASIL, PAÍS SOCIALISTA QUE AGORA TEM MAIS CAPITAL CIRCULANDO DO QUE QUANDO DIZIA-SE CAPITALISTA
Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aumentaram 37% no primeiro trimestre de 2010 em relação a 2009.
Liberações somaram R$ 25,5 bilhões, sendo 40% ao setor de infraestrutura, um valor total de R$ 9,93 bilhões. Nos últimos 12 meses, o BNDES desembolsou R$ 144,25 bilhões, um crescimento de 53%. Foi só os tucanos sairem do poder que o dinheiro para investimentos apareceu.
> NEWS FRONT > "HOJE, O PRATO ESTA FEITO E NINGUÉM QUER SABER QUEM FEZ", DIZ LULA
Sem dizer que Serra poderia ser um aproveitador, um oportunista, Lula que não é daqueles que só aparecem para comer na hora em que o prato está feito, mas que faz ou ajuda a fazer o prato disse que:
"Temos de aproveitar esse momento de ouro que o Brasil está vivendo. Todo mundo está acreditando que pode um pouco mais", disse Lula. "Hoje, o prato está feito e ninguém quer saber quem fez". Agora, nós podemos mais, porque alguém fez mais.
BIOGRAFIAS COMPARADAS SERÃO DE RESULTADOS DE GOVERNOS, NÃO DE NÚMERO DE CAMPANHAS
Pelo que se conclui também da pesquisa Sensus é que a unica biografia que vai valer é a biografia de quem participou de qual governo, Dilma do governo de Lula e Serra do governo de FHC.
Como Serra pode ser mais preparado para dar continuidade ao que Lula e Dilma iniciarão sem ao menos ter participado do governo de Lula?
O fato de Serra ter participado de mais eleições - perdido muitas, que Dilma não o torna mais qualificado.
Do News Front -
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Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.
É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.
É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.
Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este “mundo melhor e possível” não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.
Fernando Evangelista
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