

solidariedade entre os povos latino-americanos vem derrotando o imperialismo e o neoliberalismo, e faz da região a protagonista de um outro mundo que já é realidade.
Um dos símbolos dessa solidariedade é a Alba (Aliança Bolivariana para os Povos), onde, segundo o professor, “cada um dá o que tem e recebe o que precisa”. Lembrou ainda que leu recentemente no jornal “La Nacion” que 18 mil argentinos recuperaram a visão em cirurgias realizadas em hospitais bolivianos pelas mãos de médicos cubanos. “É por aí que estamos avançando”.
A política externa dos governos progressistas da região tem sido movida por esse espírito de solidariedade, que inexistia na época em que imperava o neoliberalismo. “Quando o candidato da direita critica o Mercosul e o chama de farsa, ele reflete o que foi o período anterior”, afirma Emir.
“A direita tem como objetivo fraturar nosso internacionalismo e retomar o bilateralismo com os Estados Unidos. Mas, assim como não teríamos conseguido eleger diversos governos progressistas na América Latina sem a classe trabalhadora organizada, a mesma organização dos movimentos sociais deve impedir esse retrocesso, aprofundando a interlocucação com os governos populares”, afirmou o secretário da CSA, central sindical da Argentina, Hugo Yasky.

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